É preciso remar contra toda essa corrente.
É preciso mostrar que vale a pena ser honesto.
É preciso criar histórias em que o vencedor não é o mais poderoso.
Histórias em que quem foi escolhido não foi o mais arrogante mas o mais tolerante, aquele que mais escuta os outros.
Histórias em que o herói não é o lambe-botas, nem o chico-esperto.
Mia Couto
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