sexta-feira, 25 de novembro de 2022
O QUE É CURAR A ALMA?
terça-feira, 27 de julho de 2021
Learn and Let Flow
While it's true that there can be a spiritual purpose to experiencing a lack of material well-being, it is rarely intended to be a permanent or lifelong experience.
What we are meant to find when material or emotional resources are in short supply is that there is more to our lives than the physical realm. Intense relationships and material abundance can distract us from the subtler realm of the spirit, so a time of deficiency can be spiritually awakening. However, once we recognize the realm of spirit, and remember to hold it at the center of our lives, there is no reason to dwell in poverty or emotional isolation.
In fact, once our connection to spirit is fully intact, we feel so compelled to share our abundance that lack becomes a thing of the past.
If you find that you are experiencing suffering in some area of your physical life, perhaps your spirit is asking you to look deeper in your search for what you want.
For example, if you want money so that you can experience the feeling of security but money keeps eluding you, your spirit may be asking you to understand that security is not to be found through money. Security comes from an unshakable connection to your soul.
Once you make that connection, money will probably flow more easily into your life.
If relationships elude you, your spirit may be calling you to recognize that the love you seek is not to be found in another person. And yet, ironically, once you find the love, your true love may very well appear.
If you feel stuck in suffering to live a spiritual life, try to spend some time writing about it.
The root of the problem will appear and it may not be what you expected.
MADISYN TAYLOR
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
A Elegância do Comportamento
Inge Schuster
As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância de acordo com suas possibilidades. Isso é natural do ser humano, tanto que muitas pessoas buscam escolas que ensinam boas maneiras. No entanto, existe algo difícil de ser ensinado pelo número reduzido de professores, menor ainda de alunos e muito pouco de praticantes e, que talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a Elegância do Comportamento. É um dom que vai muito além do uso dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras; quando não há festa, cerimonial, etiquetas, nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam. E, quando falam, passam longe das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É cumprir o que promete.
Não mudar seu estilo apenas para adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho, solidariedade e respeito. Sobrenomes, cargos, jóias não substituem a elegância do gesto cordial e amistoso. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e viver nele sem arrogância. A essência do comportamento não se aprende nos bancos da Universidade.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é, no mínimo, simiesco. As pessoas de comportamento elegante falam no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente, não se alteram por motivos banais ou fúteis.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É respeitar a natureza divina do nosso corpo. É ser amigo sem conivência negativa. Ser sincero sem agressividade. Apresentar sua verdade sem alterar sua serenidade. Ser cordial sem fingimento. É ser simples com sobriedade. É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde. É ser generoso sem humilhar. É superar dificuldades com coragem, é encorajar os outros com a força do acreditar, do estímulo e da alegria nos momentos em que as forças parecem extenuar-se.
Guilherme Brasiliense
sábado, 30 de novembro de 2019
QUAL É A MISSÃO DA MINHA ALMA?
A missão de cada um tem conteúdos específicos e intransferíveis, carregados de dons únicos e potenciais que somente aquele indivíduo conseguiria desenvolver. Muito embora quando falamos sobre a missão de cada um, passamos a ideia de uma tarefa única, personalizada, encontrar e realizar a missão da alma tem aspectos genéricos que se aplicam a qualquer ser humano.
Todos temos dons ocultos específicos que podem e devem ser aflorados durante a vida, os quais se bem aproveitados, poderão promover um incrível aumento na plenitude e na alegria de existir de uma pessoa. Contudo, mesmo após aflorar determinados dons, muitas pessoas ainda munidas de potenciais latentes, não conseguem se concentrar no que realmente importa, a evolução da consciência e o foco num estilo de vida voltado para os valores da alma.
A maioria das pessoas que em algum momento se perguntam sobre suas missões aqui na Terra, já começaram a sentir um dos primeiros sintomas que indicam que elas não estão alinhadas com os seus propósitos: o sentimento de vazio. Este sentimento não vem sozinho, com ele sempre encontramos a angústia, a frustração e o desânimo que gera o efeito nota 5.
PRINCÍPIOS VALIOSOS
Se você quer encontrar e realizar a missão da sua alma, alguns passos são necessários para que você comece a se alinhar com você mesmo, e para isso, você precisará entender que:
1- Evoluir, sempre é a questão mais importante da nossa existência.
Em primeiro lugar você precisa melhorar os aspectos da sua consciência, curando os traços negativos da sua personalidade, como raiva, medo, tristeza, mágoa, pessimismo, intolerância, agressividade, tendência a criticar, tendência a controlar os outros, tendência a se isolar do mundo, tendência a se culpar, e assim por diante. Leia livros, faça cursos, terapia, participe de grupos específicos, todavia jamais, sob nenhuma circunstância, deixe de dar prioridade a curar os seus pensamentos e emoções negativas.
2- Entenda que você é 100% responsável por você.
Ninguém é responsável pela sua felicidade e você também não é responsável pela felicidade de ninguém. Arregace as mangas e siga em frente com vontade de fazer a diferença. Você pode até não saber o que está a fazer e também não ter certeza se está no caminho certo, mas se você estiver cheio de ânimo para encontrar o seu caminho, naturalmente irá encontrar, pois esse movimento obedece a leis naturais.
3- Você não conseguirá ir a lugar nenhum se não valorizar o que você é e o que você tem no agora.
Jamais reclame, jamais critique, tampouco gaste o seu tempo a lamentar-se pelo que não tem ou não conseguiu. Entenda o seu momento atual como um nível necessário, mas projete mentalmente onde você quer chegar e como você quer se sentir. Todos os dias, sem exceção agradeça todas as suas bênçãos, agradeça a sua vida e tudo ao seu redor, e em seguida, volte o pensamento para onde você quer chegar. Gratidão e foco no seu objetivo são ingredientes mágicos que irão turbinar a sua energia interna de realização.
4- Ser para ter é a chave.
No mundo atual, a maioria das pessoas olha ao seu redor e em algum momento sente uma carência profunda por não ter os bens materiais que o vizinho tem, por não ter o emprego que um amigo tem ou o relacionamento perfeito que aquela pessoa que está na mídia. Nesse momento, de forma ilusória, a pessoa pode acreditar que para ser feliz precisará dos bens materiais do vizinho, do emprego do amigo ou o relacionamento perfeito daquela celebridade. Como dificilmente ela conseguirá tudo isso, tal e qual as pessoas citadas conseguiram, então o sentimento de carência pode vir à tona com toda força. Esse é um erro comum.
Você não pode inverter o caminho das coisas, não podemos ter algo para ser, entretanto, devemos ser para ter. E o ser para ter envolve exatamente a aplicação correta do princípio 1. Você não pode afogar um sentimento ruim, apenas curá-lo, portanto, não é com uma conquista material, relacionamento ou emprego dos sonhos que você deixará de sentir emoções negativas. Apenas com consciência sobre você, sobre a sua existência, sobre os seus papeis e o sentido da sua vida, é que você conseguirá saciar a carência natural que surge quando olhamos o nosso mundo e as coisas ao nosso redor.
5- Adquira o habito da reflexão diária.
Sem parar todos os dias, silenciando os sons externos e acalmando a mente, você jamais escutará a voz da sua alma. Internamente, no âmago da nossa consciência encontramos as respostas certas para absolutamente todas as situações da nossa vida, contudo, não somos acostumados a isso. Todos os dias, feche os olhos por dez minutos e faça perguntas mentalmente para você, as quais tem o objetivo de analisar como a sua alma se sente quanto a forma como você vem vivendo a sua vida. Faça cada uma das perguntas, depois aguarde surgir automaticamente as respostas. Em seguida, respire fundo, corte a conexão com a pergunta anterior, e continue se perguntando mais por alguns minutos.
Algumas perguntas que você pode se fazer são:
- Se eu morresse hoje, como eu me sentiria? Estaria pronto para ir? Quais assuntos pendentes ficariam? Quais emoções negativas eu sentiria? Porque? Quais as pessoas que ainda eu precisaria me harmonizar? Por que eu não fiz isso ainda?
- Quais são os meus principais defeitos? Quais são os meus principais defeitos segundo a opinião das pessoas que eu mais convivo?
- O que eu poderia fazer para sofrer menos com situações que enfrento na vida.
- Eu estou no meu lugar no mundo?
- Quanto esforço eu faço para ser aceito(a) pelas pessoas a minha volta? Isso é realmente necessário? Eu estou agindo corretamente?
- Qual é o tamanho e qual é a qualidade do legado que eu já construí nesta vida? Quantas coisas eu já fiz pelo mundo das quais eu posso me orgulhar?
- Eu gosto do que me tornei?
- O que eu pretendo começar a fazer neste instante para melhorar a minha vida e o mundo?
6- Você só muda o mundo começando por você.
Você não consegue mudar no outro o que não consegue mudar em você. Ensine pelo exemplo, seja o exemplo! Se quer mais harmonia, conquiste ela primeiro. Se quer que alguém tenha mais amor, mais paciência, mais perdão, então tenha você primeiro mais amor, mais paciência e mais perdão.
7- Saia do piloto automático.
O mundo de hoje está programado para as pessoas não pensarem, não refletirem e viverem dentro de uma proposta de comportamentos controlados para um padrão materialista unicamente e linear. Não assista TV demais, não leia futilidades demais, não faça o que todo mundo faz o tempo inteiro, não fique na corrida louca do inconsciente coletivo, pois assim você será engolido. Questione as rédeas da sua vida o tempo inteiro e fique atento as emoções que sentir. Sempre que se sentir mal, olhe para dentro e encontre o significado deste sentimento antes de tomar novas decisões.
8- Tenha disciplina nos assuntos essenciais.
Toda a pessoa, com o tempo, descobre valores os quais ela não suporta viver sem, por isso, descubra quais são esses valores na sua vida e dê muita atenção a eles. Mantenha uma disciplina impecável em manter um comportamento exemplar nestas áreas da sua vida. Por exemplo, se você já percebeu que é uma pessoa que precisa de muito descanso e boas horas de sono, crie uma rotina disciplinada para garantir que isso aconteça, pois se você ceder já conhece as consequências negativas.
Todos nós temos áreas de nossas vidas que podem ser consideradas estratégicas, então as mapeie e determine um plano de ação para que sejam bem organizadas em sua vida.
9- Viver o seu melhor é uma consequência.
Quando você aplicar na sua vida, um estilo de vida e comportamentos voltados para os princípios anteriores, naturalmente os seus dons e talentos começarão a aflorar e você será inspirado a fazer novas coisas. É um movimento natural de quem lapida a sua essência, não há mistérios neste acontecimento, entretanto, abra a sua percepção pois quando você começar ver os seus talentos surgindo, você precisará explorá-los da melhor forma possível, e desta forma, você dará um incrível salto de qualidade na sua vida. Não há como ser feliz com seus próprios talentos se você não souber aplicar os princípios anteriormente citados.
Basicamente você precisará de 10 minutos diários para conectar-se à sua alma, ao seu eu interior.
Mude a sua realidade, isto só depende do seu comprometimento.
Bruno J. Gimenes
quinta-feira, 1 de março de 2018
O SIMBOLISMO DA ESPADA
Já passam 30 anos que fui ver o meu primeiro filme ao cinema. Não me recordo minimamente do filme, claro, até porque tenho muito poucas memórias de infância, e confesso que nunca mais o revi. Contudo, há dois dias esse fato voltou à minha memória e, curioso sobre quando teria sido, fui ver o bilhete, que ainda está guardado num álbum de fotografias.
O filme, esse, só poderia ser “A Espada era a Lei”, da Disney. Embora não me recordando do filme, nem da situação, e talvez apenas seja por mera sugestão de ouvir a minha mãe sempre dizer que foi esse o primeiro filme que eu vi no cinema, o mito de Excalibur e do Rei Artur é, para mim, e desde sempre, uma das mais fascinantes histórias. Hoje, depois de algumas revelações e percepções, compreendo melhor a minha ligação a esta história e o meu fascínio por espadas. A história do Rei Artur é magnífica e a lenda de como chegou a rei, ainda mais fascinante. Uma espada presa na rocha e na bigorna que apenas pode ser retirada pelo legítimo rei, cujo coração puro e nobre a permite libertar.
A espada é símbolo não só de poder, mas também de justiça. A espada de dois gumes permite cortar em ambas as direções, e por isso, ao mesmo tempo, tem o poder de criar e de destruir. Ela representa a aplicação da lei, discernindo e executando, estando por isso presente em muitos dos mitos e histórias que nos constroem enquanto sociedade.
Recordemo-nos da história do Rei Salomão e das duas mulheres que reclamavam um bebé para si, descrita na Bíblia (I Reis, 3: 16-28). Não havendo um entendimento, e tendo o rei sido chamado para resolver o diferendo, Salomão pediu que lhe trouxessem uma espada e mandou cortar a criança ao meio, ficando uma metade para cada mulher, mas a verdadeira mãe, não suportando ver o filho ser morto, em aflição prescindiu da sua criança para a outra mulher, que por sua vez afirmou ao rei para então cortar o menino, e assim não seria de nenhuma. Desta forma, Salomão soube quem era a verdadeira mãe e entregou-lhe a criança.
A espada é também um símbolo de coragem e de ação, ela representa a consciência que permite vencer as trevas do nosso Eu profundo, cortando e rompendo com o que não nos pertence. Contudo, se permitimos que essas trevas nos dominem, ela torna-se o instrumento da raiva, da dor, do sofrimento e da derrota, substituindo a sua nobreza pela violência da guerra. Por isso ela foi tão magistralmente inserida no Tarot, como naipe ligado ao lado mental, à inteligência e ao intelecto, materializando a sua energia simbólica num dos mais difíceis naipes do oráculo em termos de desafios. O naipe de espadas é o da mais pura e absoluta Verdade, aquela que só podemos ver com a visão para além da visão, a da intuição e da consciência.
O trabalho de construção da espada é também uma magnífica metáfora da sua simbologia. O metal, aquecido, batido contra o ferro e arrefecido, vezes sem conta, adquire uma consistência e uma dureza impressionantes. Pelo fogo e pela água molda-se o aço até adquirir resistência e forma. O fogo, que simboliza a vontade e a determinação, une-se à água, símbolo das emoções, para, num processo alquímico, trabalhar as moléculas e transformá-las numa liga resistente mas suficientemente flexível para que possa absorver o impacto de outros metais. Assim também em nós se aplica. Desprovidos da paixão e da emoção, a nossa mente, o nosso intelecto é um material aparentemente forte, mas que facilmente se irá deteriorar.
Por isso, muitas das questões ligadas a convicções e valores, o nosso lado racional a ser vivido, que em determinados momentos das nossas vidas compreendemos serem mais bloqueadores que impulsionadores, têm de ser trabalhados através da energia do indivíduo e, nomeadamente, das suas emoções, desmontando estruturas antigas e reequilibrando a mente, criando uma nova consciência de si e do mundo que o rodeia.
A espada é uma arma que exige treino e prática, dado que é de difícil manejamento, não só pelo seu peso, mas, principalmente, por ser longa e, portanto, uma extensão do próprio braço, sendo necessária grande destreza de movimentos e uma profunda intuição, uma verdadeira arte, como se escrevia e ensinava na idade média. Além disso, a espada tem de ter um perfeito equilíbrio entre a lâmina e o punho, para que não se solte da mão nem se desmantele. Contudo, se não soubermos usar a espada convenientemente, se não tivermos as capacidades necessárias, por falta de treino ou impulsividade, corremos o risco de ela ser uma arma contra nós mesmos, quer por desequilíbrio, caindo sobre nós, quer por se tornar um bloqueador dos nossos movimentos e da nossa defesa.
Assim também é a mente, manifestação física do elemento subtil do Ar, que alimenta e é alimentada pela impulsividade do elemento Fogo, que o consome rapidamente e desvia-nos da objectividade do nosso propósito. Contudo, se tivermos a consciência do nosso Eu, por trabalho e conhecimento das nossas diversas faces, o Fogo une-se à Água e dessa fusão somos inspirados pelas nossas emoções, confiando e focando a nossa mente em direcção à materialização do nosso propósito.
Por isso, quando ensino Tarot, o naipe de espadas só é falado depois do naipe de Paus (fogo) e do de Copas (água), exatamente nesta ordem. Só da compreensão e integração progressiva destas energias podemos materializar as questões e resoluções da nossa vida. O que muitas vezes fazemos é pensar demais, deixar a mente dominar a questão, quando, na realidade, precisamos primeiro de sentir, integrar e depois, conscientes do que estamos a viver, na paz que apenas a Verdade nos traz, conceber a forma de executar para, aí sim, aplicar e materializar. Não são processos fáceis, pelo contrário, muitas vezes são bem difíceis de contornar, pois a nossa primeira atitude é a de controlar, algo também que a mente faz prodigiosamente, ou amplificar os medos e as paranoias.
É este exato ensinamento que poderemos aceder ao compreendermos a dinâmica que está espelhada nos Arcanos Menores do Tarot, que são o reflexo das grandes energias do Universo contidas nos Arcanos Maiores, na vivência terrena. Quando trabalhamos as suas energias, estamos a tornar-nos merecedores de retirar, como o jovem Artur, a espada da rocha e da bigorna, pois aí sim somos reis, extraímos a Centelha Divina em nós, permitindo que a sabedoria da nossa alma se expresse na sua totalidade.
Uma nota final:
quando, em sonhos, Deus surgiu a Salomão, acabado de se tornar rei, e lhe disse “Pede o que queres que eu te dê”, ele respondeu “A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal”.
Este é o caminho da Sabedoria.
Leonardo Mansinhos
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
The path isnt a straight line; its a spiral
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
The Paradox of Spirit
Each of us has a spiritual self that animates our bodies and infuses our thoughts and feelings.
Our language is limited to the world we know for descriptions of something that perhaps cannot be fully comprehended by the human mind.
Therefore, only metaphors approach the expressions that give us a true sense of our spiritual nature.
The paradox lies in opposing concepts, all of which are true at the same time.
And in harmonizing the opposites, we begin to know the wonders of the spirit.
The self is not small or big but is both at the same time.
Our spirit is like a drop in the ocean of spiritual energy.
Although our spirit seems like a small, disconnected part of a larger whole, it is still made of the same things and can become part of the vast ocean once again.
Our individual spirit seems to inhabit our bodies like a passenger in a vehicle but at the same time is not bound by our bodies.
Spirits can reach across the miles to touch the heart of a loved one or expand to become one with the universe. We may feel small and perhaps insignificantly young when we look up at the stars, but we are made of the same basic elements. Perhaps looking at the stars is merely a reflection of what is going on within each atom and cell of our being.
We are a universe within a universe.
Our spirits are ever renewing, yet ageless and eternal.
So the self is not new or old but both at once.
So our spiritual self is not small or big, new or old.
We may experience life as good and bad, right and wrong, happy and sad, but this is the experience of the material world of dualities, not the truth of our spiritual nature.
By going within to touch the eternal and changeless energy at our center, we can go beyond the contrasting metaphors to the experience of oneness.
And in that connection we can know big and small, new and old, movement and stillness.
By accepting the paradox of spirit, we open ourselves to the fullness of our own being.
MADISYN TAYLOR
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
The Purpose of an Altar
If you didn't grow up with an altar in your home, having an altar now may seem like an exotic and unattainable idea. Yet having an altar does not have to be complicated or difficult, nor does it need to be based on a religion or a set of ideas that don't seem to relate to you.
An altar can be a simple, personal expression of what you want to focus on right now.
You do not have to build anything or take up a lot of space.
You do not have to buy anything new or follow a complex set of instructions to create your altar.
All you have to do is have a general understanding of what an altar is and the willingness to allow yourself access to this wonderful, ancient tool of transformation.
At its most essential, an altar is simply a raised structure that serves as a resting place for meaningful objects. It focuses the eye and provides a place for contemplation and, if so desired, ritual. All of these elements can be quite simple. One idea for a simple altar is a pot with a bulb planted in it, set on a box. This altar to growth can act as a reminder to you that all living things bloom in their time. A simple ritual might be to write down dreams you would like to see come to fruition on scraps of paper. You might place these scraps of paper in the box, or under the flowerpot, or in an envelope you prop against the pot. As the flower grows, so will your dreams.
If you look around your home, you may find that you have already created altar like arrangements without even really thinking about it; this is something we humans do quite naturally. A candle, a decorative box, and a vase of flowers are just a few of the common household objects that lend themselves naturally to the creation of an altar.
Simply add intention and intuition, and you have created your first altar.
Remember that it isn't necessarily about the objects you place at your altar-it is the time you spend with it daily, taking the time to be with it for your sacred time.
MADISYN TAYLOR
sábado, 29 de abril de 2017
A Separação
A finalidade de estarmos encarnados é o regresso à origem. O sussurro do futuro está no feminino. É pela energia feminina que ocorre a manifestação da forma a partir da ausência de forma, mas, para produzir manifestação física, o yin funde-se com o yang e cria o impulso que move e articula as marés cósmicas.
Só alcançaremos a fusão total com outras formas de consciência se estivermos imbuídos do poder de vida a ponto de o irradiarmos. Senão, vamos projetar ou sugar energias. Quando reforçamos nossa energia radiante, ao mesmo tempo, atraímos os outros e os tornamos livres para nos "seguirem".
A limpeza do corpo emocional de antigos hábitos negativos é o pré-requisito para o autoconhecimento. Primeiro é preciso recuperar a integridade individual para depois correr o risco de nos rendermos a uma nova energia de fusão.
in, O EGO SEM MEDO
Chris Griscom
sexta-feira, 10 de março de 2017
.............................. o sentido da existência
Os amigos conjugam-se sempre com a vida. E a vida é uma coisa tão plural quanto o podem ser as correntes na mesma onda: contraditando-se, justapondo-se, dilacerando-se num movimento de mil serpenteios nem sempre coerentes ou paralelos. E por isso me ocorre neste lugar maravilhoso que uma meia dúzia de amigos basta. Talvez uma boa meia dúzia de pilares, como os que erguem e sustentam uma casa. Uma boa meia dúzia de pessoas capazes de desempedernir-nos e do abraço entre nós e o abismo.
Muitas vezes, quando dou por mim, estou a reconciliar-me com o sentido da existência. Porque mesmo uma pedra necessita de vez em quando de compreender o subtil mistério do seu peso, e de o converter em estátua, e de a converter em carne. Porque mesmo uma pedra gosta da sua chamada de telemóvel e do convite para um café. Porque mesmo uma pedra abandona o seu estatuto mineral por causa de uma réstia de esperança, por causa de uns farrapos de sonho, em troca de um pouco de amor. Está escrito em todos os compêndios de geologia! Sei que sim. No passado, antes de ser pedra, fui muitas vezes o martelo e o escopro de outros, permita-se-me a metáfora maçónica. Está escrito em todos os manuais: isso é amizade, dizem…
JOÃO RICARDO LOPES
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Quantas vezes eu assassinei o amor?
Morre envenenado pela angústia. Morre enforcado pelo abraço. Morre esfaqueado pelas costas. Morre eletrocutado pela sinceridade. Morre atropelado pela grosseria. Morre sufocado pela desavença.
Mortes patéticas, cruéis, sem obituário e missa de sétimo dia.
Mortes sem sangramento. Lavadas. Com os ossos e as lembranças deslocados.
O amor não morre de velhice, em paz com a cama e com a fortuna dos dedos.
Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda. Morre porque queremos que morra. Decidimos que ele está morto. Facilitamos seu estremecimento.
O amor não poderia morrer, ele não tem fim. Nós que criamos a despedida por não suportar sua longevidade. Por invejar que ele seja maior do que a nossa vida.
O fim do amor não será suicídio. O amor é sempre homicídio. A boca estará estranhamente carregada.
Repassei os olhos pelos meus namoros e casamentos. Permiti que o amor morresse. Eu o vi indo para o mar de noite e não socorri. Eu vi que ele poderia escorregar dos andares da memória e não apressei o corrimão. Não avisei o amor no primeiro sinal de fraqueza. No primeiro acidente. Aceitei que desmoronasse, não levantei as ruínas sobre o passado. Fui orgulhoso e não me arrependi. Meu orgulho não salvou ninguém. O orgulho não salva, o orgulho coleciona mortos.
No mínimo, merecia ser incriminado por omissão.
Mas talvez eu tenha matado meus amores. Seja um serial killer. Perigoso, silencioso, como todos os amantes, com aparência inofensiva de balconista. Fiz da dor uma alegria quando não restava alegria.
Mato; não confesso e repito os rituais. Escondo o corpo dela em meu próprio corpo. Durmo suando frio e disfarço que foi um pesadelo. Desfaço as pistas e suspeitas assim que termino o relacionamento. Queimo o que fui. E recomeço, com a certeza de que não houve testemunhas.
Mato porque não tolero o contraponto. A divergência. Mato porque ela conheceu meu lado escuro e estou envergonhado. Mato e mudo de personalidade, ao invés de conviver com minhas personalidades inacabadas e falhas.
Mato porque aguardava o elogio e recebia de volta a verdade.
O amor é perigoso para quem não resolveu seus problemas. O amor delata, o amor incomoda, o amor ofende, fala as coisas mais extraordinárias sem recuar. O amor é a boca suja. O amor repetirá na cozinha o que foi contado em segredo no quarto. O amor vai abrir o assoalho, o porão proibido, fazer faxina em sua casa. Colocar fora o que precisava, reintegrar ao armário o que temia rever.
O amor é sempre assassinado. Para confiarmos a nossa vida para outra pessoa, devemos saber o que fizemos antes com ela.
– Fabrício Carpinejar
domingo, 8 de maio de 2016
.............................sente-se
não se toca, não se cheira.
Sente-se!
acontece num plano não palpável.
sábado, 7 de março de 2015
12 séries de virtudes gémeas
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Dualidade
"Enquanto que existimos no nosso corpo terreno, estamos sujeitos à lei da Natureza que é dualidade; e esta dualidade cria a afinidade entre os complementos separados.
Esta dualidade, que é a base e o mal inicial da Natureza, é também a base da nossa experiência terrestre cuja finalidade é ultrapassar esta mesma Natureza na procura do retorno à Unidade.
Ela é a base da nossa cultura de consciência, uma vez que lhe damos a possibilidade da escolha entre as qualidades opostas, entre o que é real ou relativo, bom ou mau para a nossa consciência actual.
A dualidade sendo a causa da sexualidade -- portanto, a afinidade entre os complementos -- é a causa do desejo que o ser humano chama amor.
O erro está em confundir amor, desejo e necessidade."
domingo, 21 de setembro de 2014
..............o desconhecimento de si
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Pássaro
"O pássaro é pois um símbolo de transcendência do Eu Superior, em que os opostos se encontram conciliados, como a gravura do Rosarium em que o pássaro coroa a conjugação do rei e da rainha, do sol e da lua. O pássaro sob a estrela indica o carácter luminoso, numinoso, ou seja, espiritual, dessa união.(...)
O Andrógino hermético é o símbolo mesmo da transcendência interior: o homem integra a anima, a mulher o animus, nesta dupla fusão. O pássaro é totalizador desta experiência (...)
...O que significa, simplesmente, eu sou a conciliação dos opostos.
Disse-se atrás que o pássaro é um veículo, um transportador. Podemos concluir agora que é um símbolo da ponte que o próprio símbolo é."
in, LITERATURA E ALQUIMIA
Y.K CENTENO
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Ouvir a nossa intuição
Alguma vez já estiveste numa situação onde o teu “instinto” te disse uma coisa, mas a tua mente racional, disse outra?
Se entraste com o teu cérebro, em vez da tua intuição, há uma boa hipótese de teres acabado por lamentar a tua decisão.
A tua intuição é o líder subconsciente, que muitas pessoas não conseguem dar o devido valor.
Mas, aprender a ouvir esta bússola interna poderia ajudar-te a tomar melhores decisões e viver uma vida mais gratificante.
“Eu defino a intuição como o subtil saber, sem nunca termos alguma ideia de porque é que sabemos este saber”, explica Sophy Burnham, autora best-seller.
“É diferente de pensar, é diferente da lógica ou análise … É um saber sem saber.”
É um raciocínio inconsciente, a orientação que te obriga a virar à esquerda quando todos os sinais podem estar apontando para a direita. É muitas vezes o sussurro interior que pode levar a obter os melhores resultados possíveis, e só vai aprender se deixar-se ir e dar-lhe uma oportunidade.
Intuição é comummente associada com o misticismo ou uma maneira metafísica de pensar, mas não tem que ser assim. A nossa intuição estava aqui muito antes que alguém ainda lhe dar uma palavra, e vai estar aqui muito tempo depois de outras palavras da moda expirarem.
“Há um crescente corpo de evidências anedóticas, combinado com os esforços de pesquisa sólidos, que sugere que a intuição é um aspecto crítico da forma como os humanos interagem com o nosso ambiente e como, em última análise, fazemos muitas das nossas decisões”, disse Ivy Estabrooke de um Centro de Pesquisa Naval, que está a investigar o poder da intuição que ajudou tropas a tomar decisões importantes e rápidas durante um combate.
Quer se trate de decidir qual o trabalho que quer, que direcção tomar, quando está perdido, ou como lidar com um conflito na sua família, a intuição, por vezes, sabe melhor do que a mente racional. O problema é que muitos de nós já enterrou aquela vozinha tão profundamente dentro, temos uma dificuldade de ouvir ou sentir onde ela nos quer guiar.
A boa notícia é que a sua intuição ainda está lá, só tem que aprender a ouvi-la novamente.
Para melhor ouvir a sua intuição, tente:
. 1 Meditação: Passe algum tempo em silêncio, simplesmente ouvindo.
. 2 Comungar com a natureza: Faça com que haja momento fora todos os dias.
. 3 Criatividade: Toque no seu artista interno, pelo desenho, escrita, pintura, ou fazer música.
. 4 Aprenda a ouvir: Em geral, ouvir os amigos, as famílias, o silêncio, e você mesmo.
. 5 Seja consciente do corpo: Aprenda a apreciar os pequenos sinais de seu corpo, quando ele lhe diz que está cansada, alegre, precisando de amor, ou ficar doente.
. 6 Vamos lá: Reforce a ideia de que não tem que controlar tudo.
A vida vai acontecer se pensar demais ou não nas coisas. Relaxe.
. 7 Seja positivo: Um estudo de 2013 de uma revista da área da Psicologia descobriu que estar de bom humor impulsionou as habilidades dos participantes para fazer chamadas intuitivas num jogo de palavras. Então sorria!
Trabalhando em tornar-se mais intuitivo requer que adopte hábitos mais saudáveis e uma atitude mais positiva. Estas são as coisas que são boas para o seu bem-estar mental, emocional e física, não importa o seu objectivo final. E se cultivada regularmente, e pode ajudar a uma melhor tomada de decisão e mais felicidade geral.
Elizabeth Renter
Androginia das Almas
"É sobretudo na tradição hermética que se encontram referências à androginia das almas:
"não há (nas almas) machos nem fêmeas; esta disposição só existe nos corpos",
responde Ísis ao seu filho Hórus, que lhe pergunta como nascem as almas, se machos se fêmeas (Ménard, pp.203-204).
Também entre os gnósticos encontramos alusões tanto à androginia de Deus, de quem as almas são emanação e reflexo.
A androginia é ainda atestada nos Evangelhos apócrifos.
O que demonstra que nos primeiros séculos da era cristã, se respirava um misticismo sincrético bastante semelhante à tendencia hermética, que volta a despertar no século dezasseis e se mantém daí em diante.
No Evangelho de Tomé, Jesus diz, dirigindo-se aos discípulos:
" Quando fizerdes os dois (ser) um, e...o interior como o exterior e o exterior como o interior, e o superior como o inferior...(e) o macho e a fêmea já não seja macho nem fêmea, então entrareis no Reino".
Nota-se a influência do célebre Pimandro de Hermes, em que se proclama que o que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima; ou seja; que tudo é um.
in, LITERATURA E ALQUIMIA
Y.K. Centeno
"A alma não é um homem, nem uma mulher, nem o que não é homem nem mulher.
Quando a alma toma a forma de um corpo, fica limitada por esse mesmo corpo.
A alma nasce e floresce num corpo, com sonhos e desejos, de acordo com as suas obras anteriores. E então renasce em novos corpos, conforme as acções da sua vida passada.
A qualidade da alma determina o seu futuro corpo: terreno ou aério, pesado ou leve.
Os seus pensamentos e acções podem levá-lo à liberdade, ou conduzi-la à escravidão, vida após vida."
Os Upanishades
- as Escrituras mais antigas do mundo...
quinta-feira, 10 de julho de 2014
9 SIGNS YOU’RE AN OLD SOUL
There is a special kind of person in our world who finds himself alone and isolated, almost since birth.
His solitary existence isn’t from a preference or an antisocial temperament – he is simply old.
Old in heart, old in mind and old in soul, this person is an old soul who finds his outlook on life vastly different and more matured than those around him.
As a result, the old soul lives his life internally, walking his own solitary path while the rest around him flock to follow another.
Perhaps you’ve experienced this in your own life, or have witnessed it in another person?
If so, this article is dedicated to you, in hopes that you will come to define yourself, or understand another better.
The “Old Soul”
Robert Frost, Eckhart Tolle and even Nick Jonas have been called them.
Perhaps even you have? I did.
Like many of them, this self discovery was made upon meetingSol, who told me about his childhood as a precocious, intelligent boy who would befriend the teachers instead of the students, just because they were too different from him.
As he related his inability to find interest in and connection to the people his age, I discovered that I felt the same, and still do.
If you have not yet discovered whether you’re an old soul, read some of the revealing signs below.
9 Signs You’re An Old Soul
1# You tend to be a solitary loner.
Because old souls are disinterested in the pursuits and interests of the people in their age groups, they find it dissatisfying to make friends with people they find it hard to relate to. The result is … old souls tend to find themselves alone a lot of the time. People just don’t cut it for them.
2# You love knowledge, wisdom and truth.
Yep … this seems a little grandiose and overly noble, but the old soul finds himself naturally gravitating towards the intellectual side of life. Old souls inherently understand that knowledge is power, wisdom is happiness and truth is freedom, so why not seek after those things? These pursuits are more meaningful to them than reading up on the latest gossip about Snooki’s latest boyfriend, or the latest football scores.
3# You’re spiritually inclined.
More emotional old souls tend to have sensitive and spiritual natures. Overcoming the confines of the ego, seeking enlightenment and fostering love and peace are the main pursuits of these young-in-body Mother Teresa’s. To them it seems the wisest, most fulfilling use of time.
4# You understand the transience of life.
Old souls are frequently plagued with reminders of not only their own mortality, but that of everything and everyone around them. This makes the old soul wary and at times withdrawn, but wisely dictates the way they live their lives.
5# You’re thoughtful and introspective.
Old souls tend to think a lot … about everything. Their ability to reflect and learn from their actions and those of others is their greatest teacher in life. One reason why old souls feel so old at heart is because they have learnt so many lessons through their own thought processes, and possess so much insight into life situations from their ability to quietly and carefully observe what if going on around them.
6# You see the bigger picture.
Rarely do old souls get lost in the superficial details of getting useless degrees, job promotions, boob jobs and bigger TV’s. Old souls have the tendency to look at life from a birds eye view, seeing what is the most wise and meaningful way to approach life. When confronted with issues, old souls tend to see them as temporary and passing pains that merely serve to increase the amount of joy felt in the future. Consequently, old souls tend to have placid, stable natures as a result of their approach to life.
7# You aren’t materialistic.
Wealth, status, fame, and the latest version of iPhone … they just bore old souls. The old soul doesn’t see the purpose of pursuing things that can be easily taken away from them. Additionally, old souls have little time and interest for the short-lived things in life, as they bring little meaning or long lasting fulfillment for them.
8# You were a strange, socially maladaptive kid.
This is not always the case, but many old souls exhibit odd signs of maturity at young ages. Often, these children are labelled as being “precocious”, “introverted”, or “rebellious“, failing to fit into the mainstream behaviors. Usually, these children are extremely inquisitive and intelligent, seeing the purposelessness of many things their teachers, parents and peers say and so, and either passively or aggressively resisting them. If you can talk to your child like he/she’s an adult – you’ve probably got an old soul on your hands.
9# You just “feel” old.
Before putting a name to what I felt, I experienced certain sensations of simply being an “old person” inside. The feelings that accompany being an old soul are usually: a feeling of world wariness, mental tiredness, watchful patience, and detached calmness. Unfortunately, this can often be perceived as being aloof and cold, which is only one of many Old Soul Myths.
Just as some old people describe themselves as being “young at heart”, so too can young people be “old at heart”.
Are you an old soul?
LonerWolf
quarta-feira, 11 de junho de 2014
The New Macho
He cleans up after himself.
He cleans up the planet.
He is a role model for young men.
He is rigorously honest and fiercely optimistic.
He holds himself accountable.
He knows what he feels.
He knows how to cry and he lets it go.
He knows how to rage without hurting others.
He knows how to fear and how to keep moving.
He seeks self-mastery.
He has let go of childish shame.
He feels guilty when he's done something wrong.
He is kind to men, kind to women, kind to children.
He teaches others how to be kind.
He says he's sorry.
He stopped blaming women or his parents or men for his pain years ago.
He stopped letting his defenses ruin his relationships.
He stopped letting his penis run his life.
He has enough self-respect to tell the truth.
He creates intimacy and trust with his actions.
He has men that he trusts and that he turns to for support.
He knows how to roll with it.
He knows how to make it happen.
He is disciplined when he needs to be.
He is flexible when he needs to be.
He knows how to listen from the core of his being.
He's not afraid to get dirty.
He's ready to confront his own limitations.
He has high expectations for himself and for those he connects with.
He looks for ways to serve others.
He knows he is an individual.
He knows that we are all one.
He knows he is an animal and a part of nature.
He knows his spirit and his connection to something greater.
He knows that the future generations are watching his actions.
He builds communities where people are respected and valued.
He takes responsibility for himself and is also willing to be his brother's keeper.
He knows his higher purpose.
He loves with fierceness.
He laughs with abandon, because he gets the joke.
The ManKind Project
www.mkp.org
This is the Mature Masculine - the New Warrior - a re-definition of masculinity for the 21st century.
By no means is this list complete.

















