Olha só o depoimento desses idosos
Publicado por Vovó Maconheira
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Medicina
"A medicina ocidental só conhece um remédio contra os males dos quais sofrem os escravos modernos: a mutilação.
É à base de cirurgias, de antibióticos ou de quimioterapia que se tratam os pacientes da medicina mercantil.
Nunca se ataca a origem do mal, somente as suas consequências, pelo motivo de que esta busca da origem do mal nos conduziria inevitavelmente à condenação fatal da organização social em toda a sua totalidade."
Jean-François Brient
quarta-feira, 25 de junho de 2014
...médicos naturais
Estes são os principais...
Mas há outros, como:
- Meditação
- Música
- Andar descalça na Terra, para neutralizar e regenerar energias
- Amor
- Amizades, das Boas
Tudo importante para aumentar a nossa frequência vibratória...
E já agora, um cartão de milhas da TAP...ahahahah
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Gorduras Trans
Eu até hoje não tive de fazer nenhum tipo de dieta...
E confesso que é um assunto que me faz alguma confusão, porque não existe consenso em termos de estudos clínicos.
Uns dizem que a carne vermelha faz mal, outros dizem que faz bem por causa da L-Carnitina.
Uns dizem que enchidos fazem mal, outros dizem que fazem bem.
Uns dizem que as legominosas são imprescindíveis, outros dizem que se tem de cortar.
Uns dizem para comer muita fruta, outros dizem para comer com muita moderação por causa da frutose.
Uns dizem que se deve cortar com os alimentos
com glúten, outros dizem que se tolerar bem deve comer.
E a lista continua...
Vivemos sobre um autêntico TERRORISMO
ALIMENTAR!!!
Mas, o único cuidado que tenho é com o Açúcar refinado, farinha refinada e Gorduras Trans.
Estas últimas, como são sintéticas, são verdadeiramente prejudiciais à nossa saúde.
As gorduras trans são um tipo especial de que, em vez de ser formado por ácidos graxos saturados ou insaturados na configuração cis, contém ácidos graxos insaturados na configuração trans.
Em outros termos, são um tipo específico de gordura formada por um processo de hidrogenação, quer seja natural (ocorrido no rúmen de animais artiodátilos) ou artificial.
Os ácidos graxos trans não são sintetizados no organismo humano.
São resultantes de um processo chamado de hidrogenação. O objectivo desse processo é adicionar átomos de hidrogênio nos locais das duplas ligações, eliminando-as. Porém essa hidrogenação é geralmente parcial, ou seja, há a conservação de algumas duplas ligações da molécula original e elas podem formar isômeros, mudando da configuração cis para trans.
Existem dois tipos de hidrogenação:
A bio-hidrogenação, que ocorre quando os ácidos graxos ingeridos por ruminantes são parcialmente hidrogenados por sistemas enzimáticos da flora microbiana intestinal desses animais;
A hidrogenação industrial, processo em que são misturados hidrogênio gasoso, óleos vegetais poliinsaturados e um catalisador, que geralmente é o níquel (Ni,) sob pressão e temperatura apropriadas. Esse processo vai resultar em ácidos graxos com ponto de fusão mais alto, devido à orientação linear nas moléculas trans e ao aumento no índice de saturação, e maior estabilidade ao processo de oxidação lipídica.
As gorduras trans estão presentes em pequenas quantidades em alimentos de origem animal (no leite e gordura de ruminantes como vaca e carneiro), por influência de uma bactéria presente no rumén desses animais.
Quantidades maiores desta gordura estão presentes em alimentos industrializados (processados), como biscoitos, bolos confeitados e salgadinhos.
As gorduras trans formadas durante o processo de hidrogenação industrial que transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida à temperatura ambiente são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também aumentar a vida de prateleira de alguns produtos.
Em muitas áreas a gordura trans dos óleos vegetais parcialmente hidrogenados substituiu a gordura sólida e óleos líquidos naturais.
Os alimentos que mais provavelmente contêm gordura trans são fritos, molhos de salada, margarinas, entre outros alimentos processados.
A gordura hidrogenada é obtida através da hidrogenação industrial de óleos vegetais (que são líquidos à temperatura ambiente), formando uma gordura de consistência mais firme.
Por suas características, ela melhora a palatabilidade e textura, e aumenta a vida de prateleira dos produtos, por isso é muito utilizada na indústria.
A gordura hidrogenada também é usada por redes de fast-food e restaurantes para frituras.
Produtos como:
margarinas,
sorvetes cremosos,
biscoitos,
bolos embalados,
tortas embaladas,
pães embalados tipo panrico,
salgadinhos congelados, fritos
pipoca de microondas,
bombons,
pizzas congeladas
pronto a comer congelado
todo o fast food
salsichas e todo o tipo de enchidos industrializados
e tudo mais que contenha gordura hidrogenada, são fontes de gordura trans.
Uma maneira segura de comprovar a adição de gordura trans é a leitura da lista de ingredientes do alimento.
Se contiver gordura vegetal hidrogenada, ou gordura vegetal, certamente contém gordura trans.
Alguns fabricantes estão substituindo a gordura hidrogenada pela gordura interesterificada. Estudos preliminares mostram que esta pode ser mais danosa à saúde do que a gordura hidrogenada.
As gorduras trans (GT) - um tipo específico de gordura formado pelo processo de hidrogenação natural ou industrial - estão presentes em alimentos, como carne e leite, além de alguns produtos industrializados.
Não é possível excluí-las totalmente da alimentação – embora em alimentos industrializados elas possam ser substituídas - porém nem sempre com um resultado satisfatório em relação à textura e ao sabor.
O consumo excessivo contribui para o aumento do colesterol total e do LDL (o colesterol mau) e ainda promove a redução dos níveis de HDL (o colesterol bom), trazendo riscos para o coração e a saúde de forma geral.
Pelas orientações, não se deve consumir mais do que 2 gramas por dia.
É importante ler as informações nutricionais, bem como a lista de ingredientes.
Fique atento a nomes como gordura hidrogenada, gordura parcialmente hidrogenada, gordura saturada e banha, consumindo com moderação estes tipos de alimentos.
Aqui estão 10 sugestões para afastar os riscos da gordura trans de sua dieta:
1. Evite alimentos fritos
Frango, pastéis, salgadinhos e outras frituras carregam gordura trans e colesterol.
Em vez de fritar, uma opção é usar a frigideira para “saltear” o alimento - método que pode ser considerado uma fritura com pouca gordura. Não se esqueça de usar óleos líquidos, como azeite ou óleo de canola e em quantidade adequada para manter as calorias sob controle.
2. Modere no fast food
As redes fast food têm fama de cardápios ricos em colesterol, mas muitas cadeias de restaurantes já oferecem opções saudáveis para o coração.
Dica: procure alimentos frescos e evite frituras e molhos com muito queijo e condimentos.
Opte por saladas, peixe ou frango grelhado, batata cozida.
Além disso, pule as sobremesas fritas, biscoitos e tortas recheadas.
“Evite os molhos muito calóricos, mas não precisa ter fobia de molhos.
Um a base de azeite ou do tipo rose dão gosto às saladas, sem comprometer a saúde”, diz Cynthia.
3. Reduza o consumo de preparados instantâneos de sobremesa
Misturas para bolos e doces podem ser convenientes, mas muitas têm quantidades de gorduras trans. Experimente fazer um bolo da forma tradicional, incorporando gorduras saudáveis e polvilhe açúcar de confeiteiro por cima em vez de glacê.
“Use leite desnatado, óleos vegetais ao invés de manteiga.
Outra dica é o iogurte natural desnatado ao invés de chantilly.
Nas tortas doces, troque a ‘massa podre’ (que requer grandes quantidades de gordura) por massa feita com biscoitos ou cereais integrais”, sugere a nutricionista Maria Fernanda.
4. Atenção ao consumo de macarrão instantâneo e sopa em copo
São coringas numa dieta de quem não tem muito tempo.
Mas a grande quantidade de gorduras trans deve fazer você diminuí-los de seu dia a dia. A alternativa pode ser essa: faça uma panela grande de sopa no fim de semana, divida-a em porções individuais, congele e tenha várias refeições deliciosas e nutritivas.
5. Escolha cuidadosamente os congelados
Você não tem que evitar o corredor de comida congelada do supermercado.
Só precisa fazer escolhas nutritivas.
Por isso, leia os rótulos e escolha os alimentos mais próximos à sua forma natural e evite os que tenham gordura saturada, trans e colesterol.
Faça um stock de vegetais e frutas congeladas sem molhos.
6. Evite os doces recheados
Quando se trata de recheios pastosos – com ingredientes de origem animal (como leite, ovos) –, a melhor maneira de reduzir as gorduras é evitar esses alimentos.
Boas opções são doces com grãos integrais, muffins de farelo de trigo ou frutas e iogurtes.
7. Reduza a quantidade de margarina
Durante anos, as pessoas acreditaram que a margarina era melhor do que a manteiga, que é rica em colesterol.
Descobriram, então, gordura trans nas margarinas.
Mas hoje o problema foi corrigido e você pode mantê-la em sua dieta – ou usar um creme vegetal. Fique atento apenas a quantidade a ser consumida.
“Ainda existe muita controvérsia a respeito dessas substituições. A margarina não contém colesterol, mas contém gorduras saturadas que também promovem o aumento do colesterol. Ou seja, o melhor é optar por aquele alimento que mais agrada em termos sensoriais e usá-lo em pouca quantidade para passar no pão (o mínimo possível).
Costumamos recomendar ‘uma ponta de faca”, diz Maria Fernanda.
8. Não abuse de alimentos pré-prontos
Eles parecem tão fáceis de preparar...
Mas aqueles pacotes de pães de queijo, pizza, massa, biscoitos, tortas congeladas podem estar carregados de gorduras trans.
Vá para as prateleiras de alimentos de grãos integrais.
Ou, como no caso dos bolos, faça seu próprio alimento.
“Quando preparamos os alimentos em casa, sempre é possível usar menor quantidade de gordura, optar pelos óleos vegetais e preferir ingredientes mais saudáveis, como farinhas integrais, leite desnatado, queijo branco, frutas e pouco açúcar”, reforça Maria Fernanda.
9. Atenção à pipoca de microondas
Pipoca pode fazer parte de uma dieta saudável para o coração, mas não quando é carregada de sal, colesterol alto, manteiga. “O excesso de sal na alimentação está directamente associado a risco de hipertensão”, lembra Maria Fernanda. Prefira a pipoca “neutra” e adicione você mesmo o sal (pouco) ou outros temperos. Para pipoca doce, acrescente uma pequena quantidade de mel e canela.
10. Prefira café sem chantilly
É bom o chantilly por sobre o café. Mas as gorduras estão ali a boiar e podem contribuir para níveis elevados de colesterol. Se quiser suavizar no café, tente um pouco de leite desnatado ou apenas aquela espuma de leite.
SABER COMER
Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.
E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento?
Defende-se, inflama-se, fica doente.
É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca.
Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afectam o homem do século XXI está o que comemos e o modo como o fazemos.
É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.
Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.
A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.
São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.
Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas?
Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.
A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.
Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?
Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.
E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.
Como é que os alimentos actuam no organismo?
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).
Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.
Mas se as pessoas forem activas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.
Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.
A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorrer o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.
A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.
Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?
A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for activado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que activa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.
Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.
Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.
E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar actual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.
Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.
No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exactamente o oposto do que se passa em Portugal.
A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.
De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.
Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.
Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.
Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.
QUEM É CRISTINA SALES E O QUE É A MEDICINA FUNCIONAL INTEGRATIVA?
A medicina que Cristina Sales exerce dá pelo nome de medicina funcional integrativa – reúne diferentes disciplinas, profissionais e recursos terapêuticos, é centrada na pessoa e procura entender onde estão os desequilíbrios que desencadeiam a doença.
Para uns, trata-se de uma abordagem vanguardista, mais adaptada aos pacientes, ao tratamento e controlo das chamadas doenças da civilização.
Para outros, a prática médica de Cristina Sales ainda gera alguma desconfiança.
Quem não receia são os doentes que a procuram – sobretudo pessoas que vivem com doenças crónicas (alergias, enxaquecas, fadiga crónica, doenças inflamatórias, endócrinas, metabólicas e autoimunes) e que não encontraram resposta satisfatória para os problemas que as afectam.
Uma consulta com a médica do Porto dura uma hora e não se marca de um dia para o outro.
Porque os pacientes já são muitos e porque as palestras e conferências em que Cristina Sales é oradora convidada também são frequentes.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Dieta Cetónica
A Dieta cetónica, defende a eliminação do consumo de carboidratos.
Ela segue a mesma linha da Dieta das proteínas, atacando directamente as gorduras acumuladas em excesso.
Quando os carboidratos estão escassos, o organismo busca outra forma de energia iniciando assim a quebra da gordura (ácidos graxos). Em outras palavras, da quebra dos ácidos graxos são produzidos os corpos cetónicos.
E essas fontes alternativas de energia para seu organismo, seriam as gorduras acumuladas!
O que são os Corpos Cetonicos?
Os corpos cetonicos são três substâncias que são produtos derivados da quebra dos ácidos graxos para fornecer virilidade.
Ao contrário do que o nome "corpos" pode sugerir, eles são componentes solúveis, não partículas.
Como isso é feito?
Simples.
Pode-se dizer que a dieta é constituída de três fases, tendo duração total de no máximo 15 dias, como segue:
A primeira fase é a mais difícil.
Vamos eliminar totalmente o consumo de carboidratos de nossas refeições, obrigando nosso organismo a gastar seu estoque totalmente.
Essa fase dura cerca de 2 dias para a maioria das pessoas, podendo chegar a 3 dias em alguns casos, conforme seu metabolismo.
É fundamental que nesta fase não seja ingerido absolutamente nada de carboidrato para acelerar todo o processo. Assim que o estoque de carboidratos se esgotar, nosso organismo iniciará um processo chamado de cetogénese, no qual é feita a produção dos corpos cetónicos,responsáveis por gerar energia a partir da quebra dos ácidos graxos.
Com isso, a gordura acumulada sob a nossa pele passa a ser utilizada como fonte de energia para o organismo e a perda de peso se inicia.
Entretanto, este processo pode ser perigoso para o organismo, se mantido por longos períodos de tempo, o que poderia ocasionar a cetoacidose.
É por isso que a Dieta do Cetónico não pode ser mantida por longos períodos de tempo.
Na segunda fase, continuaremos evitando os carboidratos, mas haverá uma tolerância para ingestão de até 20 gramas diárias, o que corresponde a aproximadamente 10% da necessidade normal de nosso organismo. Esta fase começa assim que a cetogénese teve início e vai até o final da primeira quinzena da dieta.
Uma característica interessante desta fase é que você automaticamente terá uma sensível e natural redução de apetite.
Na terceira e última fase, diversas frutas serão liberadas para consumo, desde que sua composição tenha menos que 10% de carboidratos, o que já torna a dieta menos restritiva e menos sofrida.
Durante a dieta, procure praticar exercícios regularmente, dentro de suas possibilidades, nem que seja apenas caminhada.
Quanto mais energia você gastar, mais gordura o seu corpo irá queimar e mais peso você perderá.
A dieta pode ser feita por no máximo 15 dias sem interrupção.
Após esse período, é necessário interrompê-la por pelo menos três dias, podendo ser retomada uma única vez por outro período de 15 dias.
Em hipótese alguma prossiga com ela por mais tempo que isso, caso contrário você poderá prejudicar seriamente o seu organismo.
ALIMENTOS PROIBIDOS:
CEREAIS:arroz,trigo, milho;
LEGUMES: feijão, grão-de-bico, lentilha, ervilha, amendoim torrado;
FRUTAS: algumas com mais de 20% de carboidratos: banana, uva, figo, ameixa, caqui;
TUBÉRCULOS: batata-doce, batata, salsa, mandioca;
AÇÚCARES: sacarose (açúcar de cana ou beterraba), glicose (açúcar de uva), lactose(açúcar de leite), maltose (açúcar de malte), frutose ou levulose (açúcar de frutas);
OUTROS: leite, bolachas, farinha, mel, geléia, cerveja, apresuntado, cenoura, beterraba, maisena, macarrão, iogurte, pudim, achocolatados, salsicha, conservas, sagu, coxinha, tortas, gorduras trans.
ALIMENTOS PERMITIDOS EM TODAS AS FASES
Os seguintes alimentos podem ser consumidos em todas as fases da deita, sem restrições, podendo ser ingeridos à vontade:
VERDURAS E LEGUMES: repolho, alface, tomate, couve-flor, couve, brócolis, pimenta,cebola, pepino, abobrinha, quiabo, nabo, rabanete, acelga, jiló, salsão, chicória, escarola,palmito, berinjela, azeitona, pimentão e salsa.
BEBIDAS: café, chá de ervas, limonada (sem açúcar é lógico, não usar limão rosa).
OUTROS: creme de leite, bacon, ovos, linguiça de porço, carnes de peixe, frango, presunto cozido, queijo, nata, nozes.
ALIMENTOS PERMITIDOS APENAS APÓS OS PRIMEIROS 15 DIAS
Após 15 dias, é permitido comer frutas que tenham menos que 10% de seu peso em carboidratos, mas sempre com moderação.
São elas:
abacate
abacaxi
caju
carambola
castanha-do-pará
leite de coco
figo
goiaba
jaca
limão
maracujá
melão
morango
pêssego
Ai o Carago...oxalá eu nunca precise de fazer isto!!!!!!!!!!!!!!!
Câncer sem Glicose Morre de Fome, Células Normais Não (LEGENDADO)
Dieta Cetogénica no combate ao Cancro!
A dieta cetogénica faz uma mudança no metabolismo provocando uma condição chamada cetose, que acontece porque o corpo passa a queimar a gordura e usar como fonte de energia ao invés do açúcar. Essa troca de mecanismo metabólico acontece quando não há ingestão de alimentos com açúcar ou carboidrato e sim gorduras e proteína.
Esta dieta emagrece porque diminui o apetite e cria uma sensação de bem estar, ajudando assim o paciente com epilepsia, obesidade ou até câncer a cumprir-la.
Esta dieta faz com que o organismo utilize gordura do próprio corpo como fonte de energia principal, fazendo o indivíduo emagrecer rapidamente.
Na dieta cetogénica são eliminados os alimentos com carboidratos como massas, pão, biscoitos, sorvete, arroz, bolo, chocolate.
Em compensação, tudo o que não é carboidrato, alimentos ricos em proteína, gordura e fibras como bacon, queijos, ovos, patês, presunto, todos os tipos de carne e peixe, mortadela, legumes e azeite podem ser consumido à vontade, quantas vezes quiser, na quantidade que quiser.
Há dois tipos de dieta cetogénica, a estrita onde também deve ser reduzido ao máximo a ingestão de carnes e presunto por exemplo, por conter carboidrato na sua composição e também existe a dieta cetogénica moderada, que defende apenas uma redução na ingestão de carboidratos, neste caso, pode estar presente na dieta alimentos como embutidos que são ricos em proteína, mas possuem na sua composição um baixo teor de carboidratos, que se podem avaliar pelo rótulo do alimento.
A dieta cetogénica pode ser contra-indicada para pessoas com mais de 65 anos, com insuficiência hepática ou renal, com doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares e também pacientes em tratamento com cortisona. Nestes casos o médico que trata o paciente deve ser consultado antes de se iniciar a dieta.
O cardápio da dieta cetogênica pode ser:
Café da manhã e lanches - ovos mexidos ou omelete com bacon ou qualquer outro embutido ou gelatina sem açúcar;
Almoço e jantar - picanha com legumes temperados com molho ou salmão grelhado com legumes temperados com molho;
Estes são apenas alguns exemplos de refeições que se podem fazer na dieta cetogénica.
Dieta cetogénica cíclica:
A dieta cetogénica cíclica surgiu porque quando se faz a dieta cetogénica por vezes a pessoa pode ficar sem resistência para fazer exercícios físicos e para perder gordura sem ficar flácido, os exercícios são fundamentais. Por isso na dieta cetogénica cíclica se faz um pequeno ciclo de altos carboidratos para preencher os estoques de glicogénio.
O corpo leva três dias para entrar ou sair da cetose, por isso se começa por manter um ciclo de 5 dias comendo proteína, gordura e fibra eliminando os carboidratos e depois alternar para um ciclo de 2 dias comendo pouca gordura, proteína, fibra e muito carboidrato como arroz integral, macarrão integral, açúcar mascavado e frutas.
Os doces, sorvetes, bolos e outras produtos doces devem continuar fora do cardápio.
Qualquer dieta deve ser sempre acompanhada por um profissional de saúde como o nutricionista e o médico que acompanha o paciente caso exista alguma doença crónica associada.
sábado, 14 de julho de 2012
BURZYNSKI, O FILME - O CANCRO É UM GRANDE NEGÓCIO (2011) LEGENDA PT
REVOLTANTE, PERTURBADOR, COMOVENTE e ILUSTRATIVO de como funciona a Indústria da Medicina! A história (que ainda não terminou) de como a aliança Governo/Indústria tentou destruir um médico/cientista que descobriu uma cura para o cancro. O filme começa com o seguinte depoimento em tribunal de um pai:
"Eu sou o sargento Ric Schiff. Sou um veterano de onze anos no Departamento de Policia de San Francisco. Tenho a mais alta medalha de honra por bravura do Departamento, que significava muito mais para mim do que significa agora. O que eu vos gostaria de falar hoje é sobre a minha filha que tem agora sete anos de idade. Ela é uma gémea idêntica, e a sua irmã está morta. A sua irmã, quando tinha quatro anos, a Crystin, desenvolveu um tumor cerebral muito maligno, que se espalhou pela sua coluna e pelo seu cérebro. Os médicos disseram-nos que só tínhamos realmente duas opções: levá-la para casa e deixar-la morrer, ou colocá-la sob doses enormes de quimioterapia e radioterapia simultaneamente. Mas em qualquer dos casos ela iria morrer, eles tinham bastante certeza disso - e muito rapidamente. Acreditando que a única hipótese, era a forma normal de tratamento, nós submetemo-la à quimioterapia e radioterapia. O tratamento queimou-lhe a cabeça de tal maneira que teve queimaduras de segundo grau e o cabelo nunca mais voltou a crescer. Para lhe mudar a fralda tinhamos de usar luvas de borracha, porque a sua urina era tão tóxica que a queimava. No fim de seis meses, miraculosamente, ela sobreviveu ao tratamento padrão, embora houvesse uma grande certeza de que ela não conseguiria. Ela ainda tinha cancro, e disseram-nos: "Desculpem, nós fizemos tudo que podíamos, Ela vai falecer, provavelmente próximos dois meses." Minha esposa e eu, escolhendo não aceitar isso, começamos a informar-nos... No primeiro livro que peguei, no terceiro capítulo, falava do Dr. Burzynski. Como podem calcular, eu tenho alguma experiência em fraudes. De facto, penso que há bastantes advogados nesta sala que me recomendariam como um perito em fraude. E eu conduzi a minha própria investigação. Não tenho qualquer dúvida que aquele homem não é um impostor. Não tenho dúvidas que ele faz o que faz, com a crença sincera que o seu medicamento funciona. E agora vocês estão numa posição de julgar por vocês próprios, se ele funciona ou não, mas está bem atestado pela FDA que não é tóxico. 18 meses depois, retirámos a nossa filha do tratamento de Antineoplastons. Ela não tinha morrido, e não tinha qualquer sinal de ter um tumor, e manteve-se livre de cancro por 18 meses. Depois de um mês, o cancro estava novamente espalhado pelo seu cérebro, Voltamos a colocá-la no tratamento do Dr. Burzynski - a propósito, as objecções dos nossos médicos, por alguma razão soaram como que, ele havia falhado para com ela! Reiniciamos o tratamento e em nove semanas, o tumor desapareceu completamente. Ela morreu em julho do ano passado, de necrose neurológica, o seu cérebro desfez-se por causa da radiação. A autópsia revelou que ela estava completamente livre de cancro. De todos os 52 casos dessa doença, ninguém morreu sem cancro, apenas a Cryssi. Portanto, ela não morreu por causa de uma doença terminal, mas morreu por causa da minha... incapacidade de cuidar dela correctamente, e ela morreu por causa de mau aconselhamento médico. Ela morreu porque existe uma instituição do governo, que se dissemina informações falsas ... e que não está a olhar pelo bem estar das pessoas."
UPLOAD PATROCIONADO POR:
www.NOVACOMUNIDADE.org - O MODELO COOPERATIVO FAMILIAR
www.MDDVTM.org - MOVIMENTO DE DEMOCRACIA DIRECTA VTM
"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição."
(Simón Bolivar)
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
El Secreto mejor guardado,La Cura del Cancer,es barata y sencilla,come y...
A acidez e falta de oxigénio provoca doença.
A acalinidade dá saúde, oxigena as células e elimina os radicais livres.
Beber 2 a 3L de água alcalina por dia.
1L por cada 30kg de peso...
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Figado

Dá algum trabalho, já que tem de se meter de molho na noite anterior. De manhã joga-se a água fora e põe-se num copo liqueficador com 020 de agua do Luso (por ex.) mistura-se 4 minutos... coa-se e bebe-se em jejum... limpa o figado, pancreas, baixa o colesterol e a tensão arterial...
5 colheres de sopa
Fica uma água leitosa parecida com o leite de soja
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Se não quiser adoecer
Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer – “Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer – “Busque soluções”
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer – “Aceite-se”
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer – “Confie”
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.
Dr. Dráuzio Varela
sábado, 28 de janeiro de 2012
COMO SURGEM AS DOENÇAS?
Toda doença é uma mensagem directa dirigida a você, dizendo-lhe que não tem amado quem você é e nem se tratado com carinho, a fim de ser quem você é.
De fato, todas as vezes que nossos corpo apresentar alguma doença, isto deve ser tomado como um sinal de que alguma coisa não está bem.
A doença não é uma causa, é uma consequência proveniente das energias que circulam por nossos organismos espiritual e material.
O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuímos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente.
André Luiz (espírito) explica que "assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais."
Permanentemente recebemos energias que vem do cosmos, da alimentação, da respiração e da irradiação das outras pessoas e para elas imprimimos a energia gerada por nós mesmos.
Assim, somos responsáveis por emitir boas ou más energias às outras pessoas.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Iridologia
É a ciência que analisa e estuda a íris, identificando no ser humano distúrbios e tendências a certas doenças.
A íris revela as condições de saúde, inflamações, onde se localizam, as alterações teciduais e a constituição hereditária, quais os órgãos mais vulneráveis, ou seja, os órgãos que mais se ressentem e onde se dá a somatização ou seja, aqueles que, em situação de stress ou crise fisiológica são os mais se afectados.
A iridologia actua também na fase pré-clínica (distúrbios funcionais sem a constatação clínica, como, por exemplo, pessoa que sofre de doença ou dor, mas em exames clínicos não se consegue diagnosticar).
As deficiências vitamínicas e mineralógicas, toxicidade medicamentosa ou alimentar, o nível de stress e fadiga mental, o que realmente acontece no nosso corpo, OS PORQUÊS, a predominância dos hemisférios direito ou esquerdo do cérebro, o comportamento mental e emocional, as informações comportamentais do inconsciente herdadas dos nossos pais, avós e bisavós e a importância fundamental do nosso relacionamento com os nossos pais.
Todos esses aspectos são detectados pela iridologia. Ela não espera a manifestação de uma doença. As pessoas podem até não estar conscientes de que algo não vai bem com o seu organismo, mas através da íris, podem ser detectados os estágios iniciais de toxicidade (drogas farmacêuticas e alucinógenas), stress, ou outras patologias.
A iridologia revela as condições em que a pessoa está no seu momento presente, antes de se tornar doente.
Previna-se!!! Marque já a sua Consulta
Rua Dr Carlos Cal Brandão 32 Porto ( Boavista)
T. 226093810 / 931440473
terça-feira, 10 de maio de 2011
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