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domingo, 25 de setembro de 2022

The Universe responds to your vibration...and your emotions indicate what your vibration is






Most people believe, or want to believe, that everything in the Universe responds to their words in the same way that other people around them can sometimes be trained to behave. 
When you tell someone, “Yes, come to me,” you expect them to come. 
When you say, “No, go away from me,” you expect them to go. 
But you live in an attraction-based Universe (an inclusion-based Universe), which simply means there is no such thing as No.

When you give your attention to something wanted 
and you say, “Yes, come to me,” 
you include it in your vibration, 
and the Law of Attraction begins the process 
of bringing it. 
But when you look at something unwanted 
and you say 
“No, I do not want you—go away!” 
the Universe brings that, also.


Your attention to it, 
and therefore 
your vibrational alignment with it, 
is what is causing 
the response—not your words.


And so, as you say, “Perfect health, I seek you… I want you—I bask in the idea of perfect health,” you are attracting health. 
But as you say, “Sickness, I do not want you,” you are attracting sickness. 
As you say, “No, no, no,” it is coming closer, closer, closer, 
because the more you struggle against something that you do not want, 
the more engulfed in it you become.

People often believe that once they find their perfect mate, or achieve their perfect body weight, or accumulate enough money, then, once and for all, they will also find the happiness that they seek… but nowhere is there a little corner of something where only positive aspects exist. 

The perfect balance of the Universe says that positive and negative (wanted and unwanted) exists in all particles of the Universe. When you, as the creator, the chooser, the definer, the decider, look for the positive aspect, that becomes what you live—in all aspects of your life. 
You do not have to wait around for that perfect thing to show itself to you so that you can then have a positive response to it. 

Instead, 
you positively train 
your thoughts and vibrations, 
and then you become the attractor of it, 
or the creator of it.


We would encourage you to begin each day with the statement:

Today—no matter where I go, no matter what I am doing, and no matter who I am doing it with—it is my dominant intent to look for what I am wanting to see.

Remember, when you awaken in the morning, you are reborn. 
While you have slumbered, all attraction has stopped. 
That sequestering away for a few hours of sleep—where your Consciousness is no longer attracting—gives you a refreshing new beginning. And so, unless you wake up in the morning and begin regurgitating what troubled you the day before, it will not trouble you in your new day, in your new birth, in your new beginning.


Esther Hicks



terça-feira, 12 de maio de 2020

Observador






A minha decisão consciente acerca de 
como observar um electrão 
irá determinar igualmente 
as propriedades do electrão. 
Se lhe fizer uma pergunta de partícula, 
dar-me-á uma resposta de partícula. 
Se lhe fizer uma pergunta de onda, 
dar-me-á uma resposta de onda.
Frijof Capra




Quando perante provas experimentais de que o processo de observação parece influenciar o que está a ser observado, os cientistas foram forçados a largar quatro séculos de pretensões e debater-se com uma ideia revolucionária - Nós estamos envolvidos na realidade.

Como diz Frijof Capra:
"A característica crucial da teoria quântica é que o Observador não só é necessário para observar as propriedades de um fenómeno atómico, como é necessário para trazer ao de cima essas propriedades"

Antes de uma observação ou medição ser feita, o objecto existe como onda de probabilidade (tecnicamente chamada Função de Onda).
Não tem localização nem velocidade específicos.
A sua função Onda contém a probabilidade, quando observada numa medição, de estar aqui ou ali.
Tem posições potenciais e velocidades potenciais - mas não sabemos quais até serem observadas.

"Quando medimos a posição do electrão não estamos a medir uma característica objectiva preexistente da realidade. Aliás, o acto de medir está profundamente envolvido na criação da própria realidade que se está a medir"
Brian Green

O electrão não tem propriedades objectivas independentes da nossa mente.
O "mundo lá fora" e o observador subjectivo, parecem fundir-se no processo de descobrir ou criar o mundo.

"A realidade é como gelatina agitada.
Há uma grande lama indeterminada que é a nossa vida potencial.
E nós, apenas pelo nosso envolvimento, o nosso acto de reparar, de observar, fazemos com que essa gelatina assente. Somos portanto intrínsecos ao processo da realidade.
O nosso envolvimento cria a realidade."

Lynne McTaggart

Temos de aprender a Observar o que se passa "dentro" de nós!
E usar isso para alterar a nossa Percepção do "lá fora".
Isto permite-nos observar e escolher!
Em vez de reagir e arrepender.
E isto é Criar uma Nova Realidade!

O protegido de Einstein, David Bohm, defendia que a mecânica quântica revelava que a realidade é um Todo Indivisível no qual está tudo ligado de forma profunda que transcende os limites comuns do Espaço e do Tempo.
Ele avançou com o conceito de que existe uma "Ordem Implicada" da qual a "Ordem Explicada" (o universo escondido não detectável) nasce.
É o dobrar e desdobrar destas leis que dá origem às variedades do mundo quântico.
A visão de Bohm da natureza da realidade deu origem à Teoria do Universo Holográfico!

Temos a sensação de que existe um "Observador" algures dentro de nós!
A observar, sempre a observar.
Por vezes chamada de "Voz da Consciência"
Através da observação da nossa natureza interior, podemos alterar o nosso ego exterior.
Não podemos tirar nenhuma "informação" de um Sistema sem alterar a fisicalidade desse Sistema.

"Não alteramos a realidade lá fora.
Não alteramos cadeiras, camiões, escavadoras, prédios e foguetões - não é isso que alteramos.
Mas alteramos a forma como percepcionamos as coisas, ou talvez o que pensamos acerca das coisas, ou o que sentimos acerca das coisas, como vemos o mundo"

Fred Alan Wolf

Isto irá motivar as pessoas a serem melhores observadoras!
Saberem parar e observar!
Para poderem desenhar um Novo Futuro, possível para si.
E se o fizermos convenientemente e o observarmos convenientemente, as oportunidades deveriam começar a aparecer nas nossas vidas.
O Mundo Subatómico responde à nossa Observação!

"Cada observação pode ser vista como uma edição quântica, uma vez que a medição quântica origina memória cerebral. Estas memórias cerebrais são activadas de cada vez que nos deparamos com a mesma experiência ou um estímulo repetido. Um estímulo repetido irá sempre originar, não apenas a impressão original, como também a repetição de impressões de memórias...
Percepcionamos sempre algo após a sua reflexão no espelho da memória.
É este reflexo no espelho que nos dá um sentido de "Eu", quem eu sou, nomeadamente um padrão de hábitos, um padrão de memórias, um padrão de passado"

Amit Goswani



Memória (Passado) = Percepção = Observação = Influência da Realidade

As Possibilidades Infinitas de Transformar a Nossa Realidade!


Se a realidade é apenas a resposta às questões ou atitudes da Mente, e essa resposta está no fundo de uma longa cadeia de memórias, percepções e observações, a questão não é tanto como é que alteramos a realidade, mas por que é que mantemos a nossa realidade igual.
Na resposta a isto está a chave para a Mudança! 

Há uma fluidez na realidade observada que parece contrária ao mundo das cadeiras, camiões e foguetões. E no entanto, é uma característica fundamental da forma como todos os aspectos da realidade se interligam.
E a palavra-chave é "Interligam"! 
Ou podíamos dizer, Unem, ou Entrelaçam. 
Ou, são partes da mesma Equação de Onda! 
Esta noção da inseparabilidade essencial de todas as coisas não pára de surgir na mecânica quântica.


E quem somos nós, 
meros humanos, 
para discutir com triliões 
de biliões 
de milhões de electrões?



Quem colapsa os muito pequenos?
Não quem, mas o quê?
TUDO.
A questão permanece:
São só as coisas, ou também as não-coisas - Mente, Espírito, Consciência?
E se são estas não-coisas, serão tão reais quanto as coisas que entram em colapso?
No mundo das ilusões, a separação entre as coisas e as não-coisas pode ser a única ilusão à qual se agarram todas as outras ilusões.



in, Afinal O que Sabemos Nós?





quinta-feira, 7 de maio de 2020

Física Quântica






Aqueles que não ficam chocados 
quando entram pela primeira vez em contacto 
com a teoria quântica 
não podem de forma alguma 
tê-la compreendido.
Niels Bohr
Prémio Nobel de 1922



Se os físicos, que recebem prémios Nobel não compreendem a teoria quântica, o que diremos nós?
O que podemos fazer quando a realidade nos diz coisas confusas, desconcertantes e intrigantes?
Vamos então falar de electrões, fotões e quarks.
E como algo tão pequeno pode por em causa o nosso mundo ordenado e compreensível.


Por um lado, esta é uma teoria muito paradoxal, intrigante e conceptualmente confusa.
Por outro, não temos a opção de a descartar porque é a ferramenta mais poderosa provada para a previsão dos comportamentos dos sistemas físicos que temos em mãos.

David Albert


O Conhecido encontra o desconhecido
A física newtoniana clássica baseava-se na observação de objectos quotidianos sólidos de experiência comum, desde maçãs a cair, à orbita dos planetas. As suas leis eram repetidamente testadas, provadas e duravam há centenas de anos. Eram bem compreendidas e faziam um bom trabalho em prever o comportamento físico, tal como se viu com a Revolução Industrial.
Mas, nos finais do séc. XIX, quando os físicos começaram a desenvolver ferramentas para investigar os mais pequenos reinos da matéria,descobriram algo verdadeiramente intrigante: a física newtoniana não funcionava! Nem explicava nem previa os resultados a que os investigadores estavam a chegar.

Durante os 100 anos seguintes, desenvolveu-se uma descrição científica completamente nova para explicar o mundo das coisas mais pequenas. Conhecida como Mecânica Quântica, ou Física Quântica.Este novo conhecimento não substitui a física newtoniana, que continua a funcionar para explicar os objectos grandes, macroscópicos. Apenas foi inventada uma nova física para ir até onde a física newtoniana não conseguia ir: ao Mundo Subatómico!

O Universo é muito estranho. Parece haver duas séries de Leis que governam o Universo.
No nosso mundo quotidiano clássico, basicamente as nossas escalas de tamanho e tempo, as coisas são descritas segundo as leis do movimento de Newton que foram estabelecidas há centenas de anos.
Contudo, para a escala mais pequena, dos átomos, uma outra série de leis se impõe.
São as Leis Quânticas.

Dr. Stuart Hameroff


O termo Quantum foi aplicado pela primeira vez à ciência pelo físico alemão Max Planck em 1900.
É uma palavra latina que significa simplesmente quantidade, mas é usada para designar a mais pequena unidade de qualquer propriedade física, tal como a energia ou a matéria.



O que a Teoria Quântica revelou é tão intrigante que soa mais a ficção científica:

  • As Partículas podem estar em dois ou mais sítios ao mesmo tempo.
  • Há experiências que revelaram que uma partícula pode estar presente ao mesmo tempo em 3 mil sítios.
  • O mesmo "objecto" pode parecer ser uma partícula, localizável num lugar, ou uma onda, distribuída pelo Espaço e pelo Tempo.


Einstein disse que nada pode viajar mais depressa do que a Velocidade da Luz, mas a Física Quântica demonstrou que partículas subatómicas comunicam instantaneamente sobre qualquer extensão de Espaço.

A física clássica era determinística:
Dada qualquer série de características, tais como a posição e a velocidade de um objecto, poder-se-ia determinar com exactidão onde se dirigiria.
A física quântica é probabilística:
Nunca podemos saber com certeza absoluta o comportamento de uma coisa específica.
A física clássica era reducionista:
Baseava-se na premissa de que apenas conhecendo as partes separadas se poderia compreender o Todo.
A física quântica é orgânica e holística:
Pinta uma imagem do Universo como um Todo Unificado, cujas partes estão interligadas e se influenciam mutuamente.
E talvez mais importante, a física quântica apagou a marcada distinção cartesiana entre o sujeito e objecto, observador e observado, que dominou a ciência durante 400 anos.
Na física quântica, o observador influencia o objecto observado.
Não há observadores isolados de um Universo mecânico, mas Tudo participa no Universo.


Se quisermos apontar uma das mais profundas mudanças filosóficas entre a mecânica clássica e a mecânica quântica, é que a mecânica clássica é construída em torno do que sabemos que é uma fantasia: a possibilidade de observar as coisas passivamente.
A mecânica quântica acaba definitivamente com isso.

David Albert


Quebra-Cabeças 1:
ESPAÇO VAZIO
Uma das primeiras falhas da física newtoniana foi a descoberta de que os átomos, os supostos sólidos tijolos do Universo físico, eram maioritariamente constituídos por espaço vazio.
Quão Vazio?
Se usarmos uma bola de basquete para representar o núcleo de um átomo de hidrogénio, o electrão à sua volta estaria cerca de 30 kms afastado...e o espaço entre eles estaria vazio.
Por isso, quando olhar à sua volta, lembre-se de que o que está lá são pontinhos pequeninos de matéria rodeados de nada.
Bem, não é bem assim!
Esse suposto "vazio" não é nada vazio:
Contém enormes quantidades de energia subtil e poderosa.
Sabemos que a energia aumenta à medida que caminhamos para níveis mais subtis de matéria, sendo a energia nuclear um milhão de vezes mais potente do que a energia química, por exemplo. Os cientistas dizem que há mais energia num centímetro cúbico de espaço vazio (do tamanho de um berlinde) do que em toda a matéria conhecida do universo.


Quebra-Cabeças 2:
PARTÍCULA, ONDA OU ONDÍCULA?
Não só existe "espaço" entre as partículas como, à medida que os cientistas sondam mais profundamente o átomo, descobrem que as partículas subatómicas (os constituintes dos átomos) também não são sólidas. E aparentemente têm uma aparência dual. Dependendo de como as olhamos podem comportar-se como partículas ou ondas.
As partículas podem ser descritas como objectos sólidos separados por localizações espaciais específicas.
As ondas, por outro lado, não são localizadas nem sólidas, mas sim dispersas, como ondas sonoras ou ondas de água.
Enquanto ondas, os electrões ou fotões (partículas de luz) não têm localização precisa, mas existem como "campos de probabilidade".
Enquanto partículas, o campo de probabilidades "colapsa" num objecto localizável num local e tempo específicos.
Espantosamente, o que parece fazer a diferença é a observação ou a medição.
Os electrões não observados nem medidos comportam-se como ondas. Mal os sujeitamos a observação numa experiência, "colapsam" numa partícula e podem ser localizados.
Como pode algo ser ao mesmo tempo uma partícula sólida e uma onda suave e fluída?
Talvez o paradoxo possa ser resolvido relembrando que, as partículas "comportam-se" como ondas ou partículas. Mas a "onda" é apenas uma analogia. Tal como "partícula" é uma analogia do nosso mundo quotidiano. Esta noção de onda foi solidificada na teoria quântica de Erwin Schrodinger que, com a sua famosa "equação de onda", resumiu matematicamente as probabilidades da função de onda da partícula antes da observação.
Os cientistas nunca viram nada assim.
Alguns físicos chamam a este fenómeno "ondícula".

Quando um "objecto" subatómico está no seu estado de onda, aquilo em que se irá tornar e onde e quando é observado são incertos. Existe num estado múltiplas possibilidades. Este estado é chamado de superposição. É como atirar uma moeda ao ar numa sala escura.
Matematicamente, mesmo após ter caído sobre a mesa, não conseguimos dizer se é cara ou coroa. Quando se acende a luz, "colapsamos" a superposição, e a moeda torna-se cara ou coroa.
Tal como acender a luz, medir a onda colapsa a superposição mecânica quântica e a partícula aparece num estado mensurável, "clássico".



Quebra-Cabeças 3:
SALTOS QUÂNTICOS E PROBABILIDADE
Ao estudar o átomo, os cientistas descobriram que quando os electrões se movem de órbita em órbita em torno de um núcleo, não se movem no espaço como os objectos comuns - movem-se instantaneamente. Ou seja, desaparecem de um sítio, uma órbita, e aparecem noutro.
A isto de chama de Salto Quântico.
Descobriram também que não conseguiam determinar com exactidão onde iriam aparecer os electrões nem quando iriam saltar. O melhor que conseguiam fazer era formular as probabilidades da nova localização do electrão.

"A realidade como nós a sentimos está constantemente a ser criada de fresco a cada momento a partir desta quantidade de possibilidades, diz o Dr Satinover, "mas o verdadeiro mistério disto é que, dessa quantidade de possibilidades, qual é aquela que vai acontecer não é determinado por algo que faça parte do universo físico. Não há nenhum processo que faça isso acontecer"

Ou como muitas vezes se diz:
Os eventos quânticos são os únicos eventos verdadeiramente aleatórios do universo.


Quebra-Cabeças 4:
O PRINCÍPIO DA INCERTEZA
Na física clássica, todos os atributos de um objecto, incluindo a sua posição e velocidade, podem ser medidos com uma precisão apenas limitada pela nossa tecnologia.
Mas ao nível quântico, sempre que medimos uma propriedade, tal como a velocidade, não se consegue medir com precisão as suas propriedades, tais como a posição. Se sabemos onde algo está, não podemos saber a que velocidade vai. Se sabemos a que velocidade vai, não sabemos onde está. E por mais avançada ou subtil que seja a tecnologia é impossível penetrar nesse véu de precisão.
O Princípio da Incerteza, também referido como Indeterminância, foi formulado por Werner Heisenberg, um dos pioneiros da física quântica. Ele afirma que, por mais que se tente, não se consegue medir com precisão a velocidade e a posição simultaneamente. Quando mais nos concentramos num, mais perdida na incerteza fica a medida do outro.


Quebra-Cabeças 5:
NÃO LOCALIZAÇÃO, EPR, TEOREMA DE BELL E ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO
Albert Einstein não gostava da física quântica.
Entre outras coisas, respondia à aleatoriedade acima descrita com a frase:
"Deus não joga aos dados com o universo"
À qual Niels Bohr respondia:
"Pare de dizer a Deus o que fazer!"
Numa tentativa de derrotar a mecânica quântica em 1935, Einstein, Pedolsky e Rosen (EPR) escreveram uma experiência que tentava demonstrar como ridícula era.

Uma das implicações da quântica que não era apreciada na altura era:
Arranja-se maneira de ter duas partículas criadas ao mesmo tempo, o que significa que estariam entrelaçadas, ou em sobreposição. Depois enviavam-se para lados opostos do universo. Faz-se depois algo a uma partícula para alterar o seu estado, a outra partícula muda instantaneamente para adoptar o estado correspondente. Instantaneamente!
Esta ideia era tão ridícula que Einstein se referia a ela como "Acção fantasmagórica à distância".
Segundo a sua Teoria da Relatividade, nada podia viajar mais depressa do que a velocidade da luz.
E isso era infinitamente depressa!
Para além disso, a ideia de um electrão se poder manter em contacto com outro do outro lado do universo, simplesmente violava qualquer senso comum da realidade.
Então, em 1964, John Bell criou uma teoria que dizia que, a asserção EPR está correcta.
É precisamente isso que acontece - a ideia de algo ser local ou existir num local está incorrecta. Tudo é não-local. As partículas estão intimamente ligadas a um nível para além do Espaço e do Tempo.

Ao longo dos anos desde a publicação do Teorema de Bell, esta teoria foi verificada vezes sem conta em laboratório. Basta pensar um pouco:
O Tempo e o Espaço
As características mais básicas do mundo em que vivemos.
Tudo isto é substituído no mundo quântico pela noção de TUDO A TOCAR TUDO ao mesmo tempo.
Não é de estranhar que Einstein pensasse que isto seria  a morte da mecânica quântica, por não fazer sentido nenhum.
No entanto, este fenómeno parece ser uma Lei operável no Universo.


Física Quântica e Misticismo
Cada vez se torna mais fácil de perceber por que é que estes dois mundos se tocam.

  • Coisas separadas mas sempre em contacto.
  • Saltos quânticos
  • Matéria que parece ser uma função de onda distribuída, que entra em colapso ou existente no Espaço quando medida.

Os místicos entendem bastante bem todas estas ideias.
Mas, será que a física quântica prova o ponto de vista místico?
Entre os físicos, o consenso parece ser que estamos na Fase da Analogia.
Que os paralelismos são demasiado evidentes para serem ignorados.
Que o raciocínio para defender uma visão paradoxal do mundo é o mesmo, tanto na visão quântica como no budismo zen.
O trabalho destes cientistas ( Bohm, Pribram, Wheeler, etc...) é demasiado importante para ser ignorado, com especulações sobre o misticismo. E o próprio misticismo é demasiado profundo para ser amarrado a fases de teorização científica.



in, Afinal o que sabemos nós?








sexta-feira, 24 de abril de 2020

O Que É A Realidade?





O que é a realidade quando,
acabou de se apaixonar,
quando o seu grande amor morre,
quando escolhe o livre arbítrio.
Essas decisões são baseadas
na realidade
ou na nossa conjectura dela?
Esta questão está em todo o lado,
em todos os momentos da nossa vida.


Os animais e os pássaros vivem numa realidade muito diferente da nossa. 
Alguns podem ouvir sons que nós não ouvimos ou vêem frequências de luz (ultravioleta e infravermelhos) que nós não conseguimos ver. A maior parte dos mamíferos, como os cães, vivem num mundo cheio de cheiros e confiam muito menos na visão do que nós. E então as crianças que são capazes de ficar horas a olhar para um canto "vazio" do tecto?
E a Consciência, o facto da nossa própria existência, que vai connosco para todo o lado?
Para conseguir fazer alguma coisa, pensar, dormir, criar, compreender, temos de estar conscientes.
Não fará isso parte da nossa Realidade?
Mas, onde está?
De que é feita?
Ao contrário dos objectos materiais, os fenómenos intangíveis como a consciência não podem ser medidos, mas isso não significa que não sejam "reais", pois não?
Muitos cientistas estão metidos num sarilho por causa disto.
Se é real, então a sua realidade pode ser examinada; se não é real, não vale a pena procurar.
E então, nunca se irá saber se é real.

Então, o que é Real?
Não é fácil responder.
E no entanto, quem nós somos, o que a vida é, o que é possível ou não, tudo se baseia no que pensamos ser real.

Todas as decisões se baseiam em alguma construção daquilo que é real para si.
No entanto, qual foi a última vez que entrou na toca do coelho e foi até ao fundo das suas suposições acerca da realidade?

Nós defendemos a realidade que os nossos olhos nos dão, para responder nesse momento à questão que nos assombra - O que é a Realidade?
A maior parte das pessoas pensa que a realidade é o que os nossos sentidos projectam. E claro, isso serviu à ciência durante 400 anos; se os nossos 5 sentidos, ou as suas extensões, não o concebem é porque não é real. Mas, esta realidade parece uma coisa quando a vemos com os nossos olhos, e outra se olharmos mais profundamente com o microscópio, ou com um desintegrador de átomos.
Torna-se completamente diferente, irreconhecível.

E os nossos pensamentos?
Farão parte da Realidade?
Olhe à sua volta: há cadeiras, mesas, janelas, luzes, o computador.
Provavelmente achou que eram reais.
Todas foram precedidas por uma ideia de janelas e cadeiras. Alguém imaginou tudo isso e as criou.
Então, se estas coisas são reais, a ideia também o é?
A maior parte das pessoas acha que os pensamentos e as emoções são reais, mas quando os cientistas exploram a "realidade", evitam cautelosamente falar destas coisas.

Pegue em toda a tralha à sua volta, que todos admitimos que é real, e examine de que é feita.
É muito mais simples do que ideias ou emoções, ou quaisquer dessas coisas interiores.


Foi o filósofo grego Demócrito de Abdera quem primeiro teve a ideia de átomo:"Nada existe para além de átomos e espaço vazio; tudo o resto é opinião"

E foi um grande começo: vieram os microscópios electrónicos e os desintegradores de átomos e as câmaras de nevoeiro e as pessoas grandes espreitaram para o mundo das coisas pequenas.
Mas, final, aqueles átomos não são são tijolos da natureza, como nos ensinaram na escola, nem pacotes de energia como nos disseram mais tarde. São apenas condensações momentâneas de campos energéticos...E mais interessante, é que não só as coisas são feitas de átomos, mas também o nosso corpo físico.
Mais, a investigação de vanguarda diz que o chamado "espaço vazio", dentro e entre os átomos afinal não está vazio mas, completamente cheio; tem tanta energia que, um centímetro cúbico, do tamanho de um berlinde, contém mais energia do que toda a matéria sólida de todo o universo conhecido.

Indo mais fundo,
A física quântica, vem confirmar o que os hindus e os budistas sempre disseram: que o mundo das aparências, o mundo que vemos com os nossos sentidos, é Maya ou Ilusão, e que algo existe por baixo deste mundo material, algo muito mais poderoso e fundamental, mais "real", embora seja totalmente incorpóreo. 
Existe uma realidade mais elevada, mais fundamental do que o universo material, e que está relacionada com a Consciência. A física quântica confirma tudo isto, e sugere que o núcleo do mundo físico existe num mundo totalmente não físico, chamemos-lhe informação, ondas de probabilidade ou consciência. 

Por mais comum que seja dizermos que os átomos são aquilo de que as coisas materiais são feitas, de acordo com a visão da física quântica, deveríamos dizer que o Campo  subjacente de inteligência é, no fundo, aquilo de que "realmente" o universo é feito.


Andrew Newberg diz:
"Precisamos de ver realmente a relação entre a consciência e a realidade material...Quer o mundo material possa realmente derivar de uma realidade consciente, quer a própria consciência possa ser o material fundamental do universo."

Assim, o que vemos são "fenómenos", ou seja, interacções entre a mente e o que quer que esteja "realmente" lá fora. Nós não vemos a realidade; só vemos a nossa construção da realidade, constituída pelos neurónios dos nossos cérebros.
A "coisa em si" está sempre escondida de nós.
Por outras palavras, a ciência dá-nos modelos do mundo, e não o próprio mundo.

Miceal Ledwith disse:" O ponto de vista quântico da realidade não é o total e definitivo. Tudo o que tentamos fazer na história da ciência é produzir modelos cada vez menos imperfeitos que exprimam a natureza do que existe e, claro, talvez daqui a vinte ou trinta anos, a física quântica venha a ser substituída por uma compreensão mais intensa e profunda da realidade, o que quer que se chame a esta física."

E, tal como diz Andrew Newberg, após a ciência nos dar esses modelos, ainda temos de lidar connosco:
"Se estamos ou não apenas a viver num grande holodeck é uma questão para a qual não temos resposta, porque na ciência somos sempre o observador. Somos sempre compelidos pelo que nos chega ao cérebro humano que nos permite ver e perceber as coisas que fazemos. Assim, é concebível que tudo isto seja apenas uma grande ilusão da qual não temos como sair e ver o que realmente está lá fora."

Sendo assim, podemos concluir que existem, simultaneamente, diferentes níveis de realidade!
E que todos eles são reais!
Os níveis superficiais são reais.
Só quando os comparamos com os níveis mais profundos é que dizemos que não são reais, não são o nível derradeiro.
As pernas e os braços são reais; as células e as moléculas são reais; os átomos e os electrões são reais. Toda a Consciência é real.

Como diz o Dr. John Hagelin:"Existem literalmente mundos diferentes onde vivemos.
Existe uma verdade superficial e outra profunda.
Existe um mundo macroscópico que vemos, e um outro mundo, dos nossos átomos, o mundo dos nossos núcleos.
Têm a sua própria linguagem, a sua própria matemática.
Não são apenas mais pequenos; cada um é completamente diferente, mas são complementares porque eu sou os meus átomos, mas também sou as minhas células. Sou também a minha fisiologia macroscópica. É tudo verdade. São apenas níveis diferentes de verdade."

Então o essencial é:
Será que a consciência cria realidade?



in, Afinal O que Somos Nós?







terça-feira, 21 de janeiro de 2020

A EVOLUÇÃO COMO ESPIRAL


Dual Torus Fibonacci Spiral Shadows





A condição humana é tal que o Ser pode encontrar-se com o Divino e mergulhar na Presença num Sábado, e na Segunda-feira ver-se numa briga de trânsito.

Inúmeras formas existem para se compreender tanto as contradições humanas quanto o próprio processo evolutivo humano, e a que abordaremos hoje é a evolução como espiral.

O ser humano pode expandir a sua consciência em várias direções e dimensões, para o propósito dessa visão compreendemos o processo como uma espiral vertical que em círculos pode se mover para cima e para baixo.

Imagine que vai a uma cerimónia mágica ou religiosa durante o fim de semana e lá tenha uma experiência espiritual significativa, seja ela da presença do Divino, um profundo estado de compaixão, esperança de que as coisas ficarão bem, vontade de ajudar o próximo. Depois de deixar o local, volta para a sua casa e seus afazeres e aos poucos aquela sensação vai se perdendo como um sonho que não anotamos e logo esvaece da memória ficando só a vaga lembrança do que você sentiu, e não a sensação em si. Os dias passam e você se encontra cada vez mais distante daquela sensação até que não reste mais nada, no máximo uma saudade de algo que você não sabe exatamente o que é, e nesse meio tempo você passa por situações quotidianas cada vez mais tensas e conflituosas que - não raro - revelam o pior de você, seja na sua relação com os demais, seja com você mesmo.

Chega novamente o fim de semana e você repete a primeira experiência, a semana chega repete a segunda experiência, e assim sucessivamente.

Como no eterno retorno nietzschiano, o ser se vê repetindo as mesmas experiências e tendo as mesmas sensações, seus aprendizados adquiridos em seus estudos, e experiências místicas parecem desconectados da realidade diária, ainda que lhe pareçam tão enraizadas e profundas quando apreendidas.

Essa é a espiral em que nos movemos
alguns tem círculos maiores, 
indo muito alto e em seguida caindo profundamente
 na inconsciência e desligando-se 
de quem verdadeiramente são 
ou do que poderiam ser, 
outros tem círculos menores variando muito pouco
 em relação do ponto mais baixo 
e do ponto mais alto.


Além de tudo isso, é necessário lembrar que a espiral se locomove para cima ou para baixo, ou ainda pode ficar com seu centro parado e seu raio crescendo cada vez mais, cada vez mais alto e cada vez mais fundo, até que invariavelmente o centro não se sustenta, o falcão não ouve mais o falcoeiro e a anarquia é liberta no mundo.

A observação desses padrões através desse método nos dá chaves importantes para o desenvolvimento da consciência, para o autoconhecimento e para a compreensão dos processos de outros irmãos.
Todos nós estamos nessa espiral e isso nos ajuda a entender porque pessoas que consideramos tão boas tem atitudes que nos parecem incoerentes: ela está na parte de baixo da espiral, e podemos ser mais compreensivos com nós mesmos e nossos irmãos ao percebermos que cada um de nós está em momentos diferentes dela.

Isso também nos dá uma ferramenta poderosa de compreensão, pois ninguém é, tudo está.
Hoje o ser é uma coisa e amanhã ele é outra, julgue um homem pelo que você acha que ele é e pouquíssimo tempo depois seu julgamento está desatualizado.
Julgue de acordo com o que ele pode ser e não há como errar.


Somos nossos altos e baixos
e um buscador sincero vai diligentemente trabalhar 
para reconhecer seu ponto mais baixo 
e elevá-lo constantemente 
a ponto de ter um círculo cada vez menor, 
ao mesmo tempo em que vai buscar sempre fazer com que 
o ponto mais alto de sua espiral continue subindo 
alcançando degraus cada vez mais altos 
da consciência. 


O exercício é manter-se no topo, que seu ponto mais alto seja seu estado natural. Para tanto o ser deve observar-se constantemente e reconhecer os pontos altos e baixos de sua espiral, assim o fazendo deve buscar sempre uma atitude que o leve em direcção ao ponto mais alto, manifestar as atitudes desse ponto é uma chave para manter-se lá, viver essas experiência e antes de deixar o ato que o religou do divino, interagir com outros seres e realizar reflexões profundas sobre si mesmo, ancorando a consciência ou numa analogia a escalada, pregando espigões que não lhe permitam cair além daquele ponto.

Observar as pessoas de nossa convivência e reconhecer também seus pontos altos e baixos é um forma de não permitir que os comportamentos alheios influenciem no seu.
Assim, se você está na parte superior e é incomodado ou deve interagir com alguém que parece estar bem abaixo de seu centro, é o momento de ser compreensivo e dessa forma trazê-lo para cima ao invés de permitir ser arrastado para baixo.

Tome a si mesmo sempre pelo ponto mais baixo, dessa forma você vai lutar com muito mais força para elevar seu nadir (ou ponto mais baixo), e tome os outros sempre pelo seu ponto mais alto, independente do estado em que ele esteja, mantenha sempre na memória o Zênite desse ser, o seu ponto mais alto, assim terá à sua volta somente pessoas excepcionais, e se em algum momento ele lhe mostrar o seu pior, responda de acordo com o seu melhor. Assim, de alma para alma, ele encontrará o caminho de volta até o topo, e você não precisará mais descer.

Depois de compreendida essa lição, cabe lembrarem que essa espiral existe em 3 dimensões, mas por ora trabalhemos em nossos círculos; as esferas só para daqui a algum tempo.



Frater Alef





segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Energia não é misticismo...é ciência e Física!





Vou explicar 
como e porque
a energia pode impactar na sua vida!!


Sabe aquela sensação boa que surge depois que você toma um bom banho?
Não existe nada de mental ou psicológico, a explicação é física mesmo.
A modernidade trouxe hábitos bem nocivos à saúde. Mas ainda bem que existem soluções. A compreensão disso é fundamental para amenizar os danos ao nosso organismo.

Somos animais que, estando em movimento dentro da terra, sofremos a influência do meio ambiente e estamos expostos a diversos tipos de energias naturais, tais como energia eólica, hidrelétrica, solar. Tudo isto é físico, tão cientificamente comprovado quanto uma soma de 1 + 1 = 2.

A modernização trouxe novas mas artificiais fontes de energia, criou os calçamentos e calçados para tornar a vida mais prática.
O grande problema é que aumentando a exposição a diversas fontes de energia natural e artificial, surge também uma fonte suja chamada de poluição eletromagnética. E para neutralizar, limpar o corpo desta energia, é preciso estar frequentemente em contato com o maior “fio terra” que existe no mundo: a terra!

Você lembra da ultima vez que pisou na terra diretamente com seus pés?
Acredito que se você não vive em cidade de praia, dificilmente irá lembrar.
O corpo humano precisa frequentemente encostar alguma parte dele, normalmente os pés no chão para fazer o “terra” e descarregar a energia acumulada.

Esta energia causa sérios desequilíbrios metabólicos.
Causa danos ao coração e cérebro, pois estes são órgãos que funcionam através de estímulos elétricos.

Note que quando é realizado o ECG (eletrocardiograma), ou EEG (eletroencefalograma), o que é monitorado são os pulsos elétricos.
Imagine uma pessoa que, assim como eu, precisa viajar muito a trabalho. Quando sai do avião, tenha certeza, que está carregado de poluição, de energia eletromagnética, energia cósmica, no sentido físico mesmo, sem misticismo misterioso.

O certo é prontamente descarregar todo este acúmulo danoso na terra, e a melhor forma de fazer isto, se você não tem uma praia por perto ou alguma terra para pisar, é sem dúvidas, tomar um bom banho. A água é um ótimo condutor e o efeito dela caindo sobre nosso corpo descarrega íons de poluição eletromagnética!

Este é o grande motivo da sensação tão agradável depois do banho, principalmente quando chegamos de viagens, física pura! Esta consciência deveria ser aprendida e utilizada na medicina, pois algumas pessoas passam dias, meses ou até anos isolados da terra e consequentemente sofrem alterações cardíacas, cerebrais e metabólicas em geral.

O contato com a terra, com a água, com a natureza, seria mais uma das irmãs da prevenção!
É notável que índios e aborígenes têm baixos índices de doenças, principalmente cardíacas, e saiba que não é apenas pela sua alimentação, rica em gordura animal, mas é também pelo contato diário com os elementos que neutralizam as energias.

Minha dica de hoje é que coloque na sua rotina, pelo menos periodicamente, o hábito de colocar alguma parte do corpo em contato com a terra, contato com o mar, banho diariamente. Também ajuda evitar andar com calçados dentro de casa. Depois das viagens, principalmente as longas, use algum destes exemplos para neutralizar a energia de seu corpo, com certeza se sentirá melhor e terá mais saúde.

A título de curiosidade, uma empresa americana desenvolveu um aparelho, que é instalável na cama, dentro de casa, e faz o papel do terra. Este equipamento é extremamente antioxidante e relaxante. A pessoa dorme e durante o sono descarrega esta quantidade enorme de poluição eletromagnética. Recomendo a todos que viajam bastante e que têm condições de comprar nos Estados Unidos.

Mais uma curiosidade: sabe aquela sensação, de entrar em contato, estar próximo ou cumprimenta uma pessoa e sair com a impressão de que ela passa uma energia ruim? 
Essa sensação também tem uma explicação física. 
A energia do coração de uma pessoa é controlada pelo seu cérebro, então uma pessoa sem sentimentos bons, faz com que seu coração bata numa frequência ruim também. A energia emitida pelo coração é até 100 vezes mais forte do que a do cérebro, portanto uma pessoa é capaz de espalhar negatividade há até 3 metros de distância.
Parece brincadeira, mas não é!
Mais comprovado e cientifico do que medicina, isso é física.

Compreenda também que é baseado neste princípio o hábito dos Indianos, que não se cumprimentam através do aperto de mãos. Eles se curvam e dizem NAMASTÊ!
Intuitivamente são cientes de que, no contado que se tem durante o cumprimento, um sempre se beneficiará e outro sempre perderá!


Dr Victor Sorrentino





domingo, 25 de agosto de 2019

Retrocausality


Bill Domonkos



Does the future influence the past? 
Physicists propose 
retrocausality 
must be valid



In their recent publication The Unified Spacememory Network (USN model), physicist Nassim Haramein and RSF researchers describe how seeming action-at-a-distance observed in quantum entanglement experiments — one of the most remarkable results of quantum mechanics – can be explained with a unified physics model that incorporates spacetime geometry at the quantum scale. The result is a realist interpretation of quantum mechanics that is unified with general relativity.

Regarding non-realist interpretations of quantum mechanics, Haramein et alli state in the USN —

“…this question has resurfaced in the form of Schrödinger’s cat, posed in part to demonstrate the non-physical nature of the Heisenberg-Bohr model of quantum theory, also known as the Copenhagen Interpretation, which is the predominant quantum mechanical model. Such models arose from attempts to interpret the physical mechanisms of the famous double slit experiment, which were considered by some physicists to have no classical explanation. However recent experimental studies find a different interpretation of the double slit experiment, based on pilot waves in fluid dynamics of classical systems (Bush, 2015 [hydrodynamic quantum analogs]; Couder and Fort, 2006 [Yves Couder silicone oil droplets]; Borghesi et al., 2014).”

In the USN study, the RSF researchers go on to describe how micro-scale spacetime geometry is involved in information processes underlying cosmogenesis, baryogenesis, biogenesis, and several other “genesis” events including the holographic spacetime infodynamics underlying elements engendering awareness and sentience.

A key postulate of the study is the importance of integral information processes underlying and driving the formation of form, structure, and complex – sometimes intelligent – dynamics. For instance, the atomistic structure of spacetime means that it is comprised of innumerable bits of energy – and modern quantum field theory stipulates that these zero-point quantum harmonic oscillations are necessarily entangled, hence they are quantum entangled bits, or qubits.

The innumerable qubits comprising the energetic structure of the vacuum means that space has a kind of memory property, where information can be encoded and exchanged through the multiply-connected spacetime geometry of the Planck scale. In addition to the encoding of information, or memory, there is continual feedback of information into physical systems and processes – the same dynamic observed in algorithms that generate complex fractal patterns – which will be a key mechanism driving the formation of order, organizational synergy, evolution and development of physical systems.

A multiply-connected spacetime geometry means that not only will there be nonlocal interactions (interactions with reference frames that are not normally considered causally connected), but trans-temporal interactions as well – that is retrocausal interactions. These nonlocal and retrocausal interactions occur without violation of general relativity, as they are the result of spacetime geometry, and preserve the time-symmetry of quantum mechanics.

The postulation of retrocausal interactions is not generally well accepted among conventional scientists, and all the fundamental physics equations that describe “backwards” interactions in time have been largely neglected or ignored. Yet, in a recent report published in Proceedings of The Royal Society A, physicists Matthew S. Leifer at Chapman University and Matthew F. Pusey at the Perimeter Institute for Theoretical Physics lend new theoretical support to retrocausality, arguing that in order for a time-symmetric interpretation of quantum theory to be valid, it must admit retrocausal interactions.

Leifer told Phys.org
 “The reason I think that retrocausality is worth investigating is that we now have a slew of no-go results about realist interpretations of quantum theory, including Bell’s theorem, Kochen-Specker, and recent proofs of the reality of the quantum state,” he said. “These say that any interpretation that fits into the standard framework for realist interpretations must have features that I would regard as undesirable. Therefore, the only options seem to be to abandon realism or to break out of the standard realist framework.
“Abandoning realism is quite popular, but I think that this robs science of much of its explanatory power and so it is better to find realist accounts where possible. The other option is to investigate more exotic realist possibilities, which include retrocausality, relationalism, and many-worlds. Aside from many-worlds, these have not been investigated much, so I think it is worth pursuing all of them in more detail. I am not personally committed to the retrocausal solution over and above the others, but it does seem possible to formulate it rigorously and investigate it, and I think that should be done for several of the more exotic possibilities.”


William Brown





Physicists provide support for
 retrocausal quantum theory, 
in which
 the future influences the past


Although there are many counterintuitive ideas in quantum theory, the idea that influences can travel backwards in time (from the future to the past) is generally not one of them. However, recently some physicists have been looking into this idea, called "retrocausality," because it can potentially resolve some long-standing puzzles in quantum physics. In particular, if retrocausality is allowed, then the famous Bell tests can be interpreted as evidence for retrocausality and not for action-at-a-distance—a result that Einstein and others skeptical of that "spooky" property may have appreciated.

In a new paper published in Proceedings of The Royal Society A, physicists Matthew S. Leifer at Chapman University and Matthew F. Pusey at the Perimeter Institute for Theoretical Physics have lent new theoretical support for the argument that, if certain reasonable-sounding assumptions are made, then quantum theory must be retrocausal.

The appeal of retrocausality

First, to clarify what retrocausality is and isn't: It does not mean that signals can be communicated from the future to the past—such signaling would be forbidden even in a retrocausal theory due to thermodynamic reasons. Instead, retrocausality means that, when an experimenter chooses the measurement setting with which to measure a particle, that decision can influence the properties of that particle (or another particle) in the past, even before the experimenter made their choice. In other words, a decision made in the present can influence something in the past.

In the original Bell tests, physicists assumed that retrocausal influences could not happen. Consequently, in order to explain their observations that distant particles seem to immediately know what measurement is being made on the other, the only viable explanation was action-at-a-distance. That is, the particles are somehow influencing each other even when separated by large distances, in ways that cannot be explained by any known mechanism. But by allowing for the possibility that the measurement setting for one particle can retrocausally influence the behavior of the other particle, there is no need for action-at-a-distance—only retrocausal influence.


Generalizing retrocausality: with or without a real quantum state

One of the main proponents of retrocausality in quantum theory is Huw Price, a philosophy professor at the University of Cambridge. In 2012, Price laid out an argument suggesting that any quantum theory that assumes that 1) the quantum state is real, and 2) the quantum world is time-symmetric (that physical processes can run forwards and backwards while being described by the same physical laws) must allow for retrocausal influences. Understandably, however, the idea of retrocausality has not caught on with physicists in general.

"There is a small group of physicists and philosophers that think this idea is worth pursuing, including Huw Price and Ken Wharton [a physics professor at San José State University]," Leifer told Phys.org. "There is not, to my knowledge, a generally agreed upon interpretation of quantum theory that recovers the whole theory and exploits this idea. It is more of an idea for an interpretation at the moment, so I think that other physicists are rightly skeptical, and the onus is on us to flesh out the idea."

In the new study, Leifer and Pusey attempt to do this by generalizing Price's argument, which perhaps makes it more appealing in light of other recent research. They begin by removing Price's first assumption, so that the argument holds whether the quantum state is real or not—a matter that is still of some debate. A quantum state that is not real would describe physicists' knowledge of a quantum system rather than being a true physical property of the system. Although most research suggests that the quantum state is real, it is difficult to confirm one way or the other, and allowing for retrocausality may provide insight into this question. Allowing for this openness regarding the reality of the quantum state is one of the main motivations for investigating retrocausality in general, Leifer explained.

"The reason I think that retrocausality is worth investigating is that we now have a slew of no-go results about realist interpretations of quantum theory, including Bell's theorem, Kochen-Specker, and recent proofs of the reality of the quantum state," he said. "These say that any interpretation that fits into the standard framework for realist interpretations must have features that I would regard as undesirable. Therefore, the only options seem to be to abandon realism or to break out of the standard realist framework.

"Abandoning realism is quite popular, but I think that this robs science of much of its explanatory power and so it is better to find realist accounts where possible. The other option is to investigate more exotic realist possibilities, which include retrocausality, relationalism, and many-worlds. Aside from many-worlds, these have not been investigated much, so I think it is worth pursuing all of them in more detail. I am not personally committed to the retrocausal solution over and above the others, but it does seem possible to formulate it rigorously and investigate it, and I think that should be done for several of the more exotic possibilities."


Can't have both time symmetry and no-retrocausality

In their paper, Leifer and Pusey also reformulate the usual idea of time symmetry in physics, which is based on reversing a physical process by replacing t with –t in the equations of motion. The physicists develop a stronger concept of time symmetry here in which reversing a process is not only possible but that the probability of occurrence is the same whether the process is going forward or backward.

The physicists' main result is that a quantum theory that assumes both this kind of time symmetry and that retrocausality is not allowed runs into a contradiction. They describe an experiment illustrating this contradiction, in which the time symmetry assumption requires that the forward and backward processes have the same probabilities, but the no-retrocausality assumption requires that they are different.

So ultimately everything boils down to the choice of whether to keep time symmetry or no-retrocausality, as Leifer and Pusey's argument shows that you can't have both. Since time symmetry appears to be a fundamental physical symmetry, they argue that it makes more sense to allow for retrocausality. Doing so would eliminate the need for action-at-a-distance in Bell tests, and it would still be possible to explain why using retrocausality to send information is forbidden.

"The case for embracing retrocausality seems stronger to me for the following reasons," Leifer said. "First, having retrocausality potentially allows us to resolve the issues raised by other no-go theorems, i.e., it enables us to have Bell correlations without action-at-a-distance. So, although we still have to explain why there is no signaling into the past, it seems that we can collapse several puzzles into just one. That would not be the case if we abandon time symmetry instead.
"Second, we know that the existence of an arrow of time already has to be accounted for by thermodynamic arguments, i.e., it is a feature of the special boundary conditions of the universe and not itself a law of physics. Since the ability to send signals only into the future and not into the past is part of the definition of the arrow of time, it seems likely to me that the inability to signal into the past in a retrocausal universe could also come about from special boundary conditions, and does not need to be a law of physics. Time symmetry seems less likely to emerge in this way (in fact, we usually use thermodynamics to explain how the apparent time asymmetry that we observe in nature arises from time-symmetric laws, rather than the other way round)."

As the physicists explain further, the whole idea of retrocausality is so difficult to accept because we don't ever see it anywhere else. The same is true of action-at-a-distance. But that doesn't mean that we can assume that no-retrocausality and no-action-at-a-distance are true of reality in general. In either case, physicists want to explain why one of these properties emerges only in certain situations that are far removed from our everyday observations.

"One way of looking at all the no-go theorems is in terms of fine-tunings," Leifer explained. "You notice a property of the predictions of the theory and you assume that this property is also true of reality. Then you show that this is incompatible with reproducing the predictions of quantum theory and you have a no-go theorem.
"For example, in Bell's Theorem, we notice that we cannot send superluminal signals so we assume there are no superluminal influences in reality, but this gets us into conflict with the experimentally observed predictions. Notice that it is not really superluminal influences per se that are the biggest problem. If we were able to send signals faster than light we would simply say, 'Oh well, Einstein was wrong. Relativity theory is just incorrect.' And then get on with doing physics. But that is not what happened: no signaling still holds on the level of what we observe, it is just that there is a tension between this and what must be going on in reality to reproduce what we observe. If there are superluminal influences, then why can't we observe them directly? This is the puzzle that cries out for explanation."

Implications and questioning assumptions

If retrocausality is a feature of the quantum world, then it would have vast implications for physicists' understanding of the foundations of quantum theory. Perhaps the biggest significance is the implication for the Bell tests, showing that distant particles really cannot influence each other, but rather—as Einstein and others believed—that quantum theory is incomplete. If the new results are true, then retrocausality may be one of the missing pieces that makes quantum theory complete.

"I think that different interpretations [of quantum theory] have different implications for how we might go about generalizing standard quantum theory," Leifer said. "This might be needed to construct the correct theory of quantum gravity, or even to resolve some issues in high-energy physics given that the unification of the other three forces is still up in the air in the light of LHC results. So I think that future theories built on the ideas of existing interpretations are where we might see a difference, but admittedly we are quite far from figuring out how this might work at present.
"Speculatively, if there is retrocausality in the universe, then it might be the case that there are certain eras, perhaps near the big bang, in which there is not a definite arrow of causality. You might imagine that a signature of such an era might show up in cosmological data, such as the cosmic microwave background. However, this is very speculative, and I have no idea what signatures we might expect yet."

The physicists don't have any experiments lined up to test retrocausality—but as the idea is more an interpretation of observations rather than making new observations, what's needed most may not be a test but more theoretical support.

"As far as direct experimental tests of retrocausality go, the status is not much different from other things in the foundations of quantum mechanics," Leifer said. "We never test one assumption in isolation, but always in conjunction with many others, and then we have to decide which one to reject on other grounds. For example, you might think that Bell experiments show that nature is nonlocal, but only if you have first decided to accept other assumptions, such as realism and no-retrocausality. So, you might say that Bell experiments already provide evidence for retrocausality if you are disinclined to reject realism or locality. Similarly, the kind of experiments we describe in our paper provide some evidence for retrocausality, but only if you refuse to reject the other assumptions.
"In fact, the situation is really the same in all scientific experiments. There are a host of assumptions about the workings of the experimental apparatus that you have to accept in order to conclude that the experiment shows the effect you are looking for. It is just that, in the case of quantum foundations, the subject is very controversial, so we are more likely to question basic assumptions than we are in the case of, say, a medical drug trial. However, such assumptions are always there and it is always possible to question them."


Lisa Zyga 






quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

The frontier between quantum and classical physics



Cartoon depiction of coherence time. 
The sphere surrounded by a bubble represents an isolated quantum state. 
Environmental disruptions cause a quantum superposition to dissipate. 
Here the final system has two distinguishable states, 
represented by blue and yellow poles and is no longer in a coherent quantum superposition.




Two of the main differences 
between classical and quantum physics are 
causality and quantification. 



However, the relationship between classical and quantum theory is way more complex than that.

To understand this relationship it is necessary to look at the intuitive ideas of the founders of quantum theory.  One such idea is Heisenberg’s quantization theory, and  another is the Bohr’s correspondence principle or the Schrodinger’s wave packets (or coherent states). They continue to be of great importance in understanding classical behavior from quantum mechanics.
On the other hand, no consensus has been reached on the Copenhagen Interpretation.

The properties of quantum mechanics have led to the identification and quantification of many nonclassical quantum properties such as quantum entanglement, nonlocality or quantum discord (measure of nonclassical correlations between two subsystems of a quantum system). With many new applications that exploit these nonclassical properties it became more and more important to understand the frontier between classical and quantum physics through the theory of quantum coherence. This resource theory is similar to the study of entanglement.

Recently, a new study was presented that showed how to quantify the amount of coherence present in an arbitrary superposition of coherent states. This was achieved by unifying two well-known notions in quantum information theory and quantum optics: the concept of quantum coherence that was recently developed based on the framework of quantum resource theories, and the notion of nonclassicality of light that has been established since the 1960s based on the quantum theory of light. Kok Chuan and his team suggested that identical quantum resources underlie both quantum coherence in the discrete finite dimensional case and the nonclassicality of quantum light. They showed mathematically that by doing this it will be possible to measure and quantify the coherence between coherent states which will ease the development of quantum applications.


"Our hope is to be able to create synergy, where the tools and insights we gain from coherence can be used to achieve greater insight into the inner workings of nonclassical light and vice versa. For instance, our work suggests that the fact that both coherence and nonclassical light can both be converted to entanglement is no mere accident."
Kok Chuan Tan from Department of Physics and Astronomy in Seoul



domingo, 19 de novembro de 2017

AMPLIAR O PODER DO OBSERVADOR





O Poder Quântico do observador 
é algo natural, 
é uma função da sua consciência, 
uma vez que a existência da matéria 
exige que uma mente esteja presente, 
caso contrário nada existe. 



Isto é uma perspectiva revolucionária.
Se a nossa realidade depende da atividade da nossa mente, um raciocínio simples e lógico é:
Se eu mudar a forma da minha atividade mental eu altero, portanto, a realidade.

Esta alteração na realidade significa mudar a cadeia de eventos que te levam a uma realidade almejada. Experimentar uma realidade envolve tornar a possibilidade uma experiência consciente. O poder do observador pode ser amplificado se o seu nível de observação for forte o bastante, isto requer desenvolver um foco maior e aumentar o nível da sua energia.

Sempre que acordas para começar o teu dia, o mundo lá fora até que tu o observes é uma grande superposição, ou seja, vários estados potenciais de realidade.

Como te preparas para observar o teu mundo quando acordas? 
Por outra palavras, qual o tipo de pensamento que desencadeias logo cedo? 

  • Ir para a luta? 
  • Ter que matar um leão? 
  • Enfrentar as dificuldades? 
  • Resolver problemas? 
  • Ou se abrir para o campo das possibilidades infinitas?


O poder do observador representa a possibilidade de criarmos além das nossas rotinas, e despertar cada vez mais o maior número de possibilidades para ampliar a nossa realidade.
Se realmente entenderes isto que expus, estarás realmente a adoptar o paradigma quântico na prática da tua vida. Um observador modifica o estado potencial de uma partícula.
Uma partícula tem vários futuros possíveis.
Quando um observador olha uma partícula ele decide o futuro que ela irá viver.
Tu és um participante desta experiência.

Quando uma pessoa, por exemplo, se determina a parar de fumar ela inicia e opta por começar uma mudança de estilo de vida na sua rotina para superar o vício em tabaco. No entanto, quando ela não consegue ela convence-se de que não teve força de vontade suficiente.

É aqui que se encontra a chave.
É claro que faltou força, energia, mas não de vontade.
É necessário um nível de energia alto para que o acto quântico da observação tenha realmente o poder de interferir na realidade de forma consistente e plasmar uma nova realidade, seja ela qual for e superar o padrão repetitivo.

Para tal, é fundamental incrementar o potencial de energia para expandir o poder do observador.

As pessoas ficam muito preocupadas em manifestar uma nova realidade, mas descuidam-se quanto ao seu potencial de energia, ao ponto de chegar ao nível crítico, ou seja, stress agudo. 


Abaixo alguns hábitos que enfraquecem o poder do observador:

1- Discussões improdutivas / Reversão: Lembra-te que quem quer ter razão é o teu ego. O teu espírito quer estar em paz.

2- Dormir pouco ou dormir em excesso. / Reversão: Preza por uma boa qualidade de sono, procurando não dormir muito tarde.

3 - Excesso de atividade mental( pensar demais) / Reversão: Cria um espaço para ficares em silêncio. 5 minutos por dia, para começar, irá fazer uma grande diferença. Apenas fecha os olhos, sozinho e presta atenção na tua respiração. Quando inspirares, projecta um pouco o abdómen, quando expirares retrai. Isto produz rapidamente uma desaceleração mental.

4 – Julgar e criticar as outras pessoas e a si mesmo / Reversão: Abstém-te de julgamentos e críticas, e presta atenção no momento em que o impulso automático do julgamento surge.

5- Queixar-se. A queixa cria lastro que te mantém preso na realidade problemática / Reversão: Aumenta a tua fixação no teu corpo, lembrando-te da tua respiração várias vezes ao dia. Isto irá ajudar-te, gradualmente, a ficares no teu corpo e não no futuro.

6- Pouca ingestão de água. A água é uma interface fundamental entre a mente e corpo, ela armazena informações, veicula e renova. Um corpo desidratado exigirá muito mais energia da tua consciência para compensar o seu funcionamento do que um corpo realmente bem hidratado. Parece que o imprint da criação, a semente de uma nova realidade, usa a água como meio de armazenamento e a comunicação cerebral funciona melhor num ambiente biológico bem hidratado / Reversão: Ingire mais água proporcional ao teu peso.
Faz o seguinte cálculo e encontrarás quanto precisas ingerir: 0.045 x “TEU PESO''.

7 – DORMIR POUCO. O sono é um fenómeno essencial para fortalecer a tua mente e contatar a dimensão da consciência quântica. Além de regular a tua saúde psicofísica / Reversão: Procura dormir com constância a partir das 23:00, pois assim, aproveitarás o ciclo da Melatonina, uma hormona essencial que regula o teu calendário neuroendócrino e quebrará o ciclo vicioso do stress que reduz o teu poder de criação de realidade.


Incorpora estes hábitos e verás que naturalmente o teu poder de observação, bem como a tua mente ganhará mais eficiência quântica em mudar a tua realidade.



Horácio Frazão