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segunda-feira, 22 de março de 2021

Leis Herméticas - os sete princípios herméticos do universo








Leis herméticas é um conjunto de 
princípios atribuídos a Hermes Trismegisto 
que formam uma 
filosofia que ficou conhecida como Hermetismo.

Os escritos herméticos são 
uma coleção de 18 obras Gregas, 
e as principais são 
o Corpus Hermeticum e a Tábua de Esmeralda, as quais 
são tradicionalmente atribuídas a 
Hermes Trismegisto.


O hermetismo consiste, de forma sincrética, no estudo e prática da evolução e expansão da consciência humana até à Consciência divina, penetrando assim nos mais profundos mistérios da Criação, o que ficou conhecido como iniciação, iluminação ou senda no Oriente.

Também chamado de Hermes "três vezes grande" (significado de "Trismegisto" em latim), os escritos atribuídos a Hermes e é justamente daí que vem a expressão hermeticamente fechado. 
Um conjunto de princípios que visam fechar agrupar todas as leis que regem o universo e sua manifestação.

A divindade de Hermes Trismegisto provêm do deus Toth. 
Toth é um deus egípcio o qual simboliza a lógica organizada do universo. 
Ele é relacionado aos ciclos lunares a qual em suas fases expressa a harmonia do universo. 
E também como deus do verbo e da sabedoria foi naturalmente identificado com Hermes. 
Como o deus da sabedoria o Toth foi atribuído como escritor de uma série de textos sagrados egipcíos os quais descrevem os segredos do universo. 
Os textos Herméticos antigos podem ser considerados também retentores de ensinamento e de uma base de iniciação a antiga cultura egípcia.

Como todos os deuses egípcios o Toth inicialmente era adorado localmente, mas depois a adoração espalhou-se por todo o Egito. Uma das localidades de adoração ao Toth era na Grande Hermópolis. 
Com o estabelecimento da dinastia ptolomaica naquela região, os Gregos imigraram também para a cidade sagrada de Toth. Desta imigração de gregos advém a identificação de Hermes com Toth.

Reza a lenda que na antiga Alexandria helenística, o Deus egípcio Thot, deus da magia, da iluminação e das palavras de poder, foi fundido com o Deus grego Hermes, da comunicação e da sabedoria. 
Nos textos egípcios, o nome Thoth possuía um título triplo, algo como "Grande, Grande, Grandessíssimo Deus".

Em grego, o nome de Thoth foi traduzido para Hermes, mas, para não perder a associação com o Deus egípcio, o título Trismegisto foi adicionado para formar então Hermes Trismegisto. Seus seguidores eram conhecidos como hermetistas e acreditavam que Hermes e seus ensinamentos eram a verdadeira fonte de sua sabedoria.

Em reconhecimento a esse fato, suas obras eram assinadas com o nome Hermes em vez de autorias próprias. Tais obras se tornaram conhecidas como textos herméticos, incluindo diversos trabalhos sobre alquimia, astrologia e filosofia. 
Os textos filosóficos foram reunidos numa coleção de cerca de vinte textos, chamados de Hermética.

Uma outra história diz que Hermes foi um grande estudioso e filósofo egípcio que viveu entre 1.500 a.C e 2.500 a.C. Considerado o primeiro alquimista da história, Hermes seria capaz de transformar rocha em metal (o que hoje faz a indústria siderúrgica), extrair a vida das plantas (fitoterapia) e modificar a matéria (como fazem os químicos).

Embora tenha sido escrita nos primeiros séculos após o nascimento de Cristo, a Hermética apresentava-se como um trabalho mais antigo, escrito por um tipo de mago ancestral chamado Hermes, que por meio de práticas místicas atingiu um estado de consciência mais alto e se tornou um Deus. Na Hermética, a palavra grega gnosis (que quer dizer "conhecimento"), era usada para descrever o estado de consciência mais elevado. Essa mesma palavra era empregada por outros místicos, inclusive por seitas cristãs primitivas (conhecidas como gnósticas), por algumas seitas judaicas como os essênios, e por gnósticos sabeus.

A Hermética possuia uma visão de mundo mística e astrológica. 
Os planetas foram, cada um, nomeados em homenagem a um Deus e, no período helenístico, sua ordem foi determinada pela velocidade, na seguinte ordem: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. 
Acreditavam também que os planetas formavam um tipo de "escada entre a Terra e o Céu" onde a energia de cada planeta recebia certas qualidades daquele deus, sendo associadas aos quatro elementos: Terra, Agua, Ar e Fogo.

Os 7 planetas também eram entendidos como centros da alma do Cosmos e seu elo correspondente poderia ser encontrado ascendendo também pela coluna vertebral, da base até o topo da cabeça, no microcosmo do corpo humano. 

Pitágoras, o mais antigo dos filósofos místicos, desenvolveu a escala musical diatônica de sete notas marcadas pelas sete vogais do alfabeto grego para capturar o som que cada planeta faria ao orbitar a Terra.
Essa harmonia era chamada na época de "música das esferas". 
Pitágoras usava essa escala num tratamento musical para harmonizar os centros humanos da alma com os planetas. Essas notas funcionavam como virtudes que curariam os desequilíbrios ou vícios localizados em cada centro da alma.

Cada planeta era visto como uma via de mão dupla e que ao evoluir, deveríamos deixar para trás os sete dons conferidos pelos planetas e, num estado mais purificado, adentrar um novo mundo além da matéria, com uma nova consciência. 

Esse processo envolvia abandonar ou curar os sete Vícios atribuídos a cada um dos 7 planetas:
  1. A demasiada oscilação da Lua; 
  2. a astúcia e sagacidade de Mercúrio; 
  3. a luxúria e cobiça de Vênus; 
  4. a arrogância e egoísmo do Sol; 
  5. a audácia e ira de Marte; 
  6. a ganância de Júpiter e 
  7. a falsidade e ação taciturna de Saturno.

Tal processo levaria à gnose e consequentemente ao entendimento de que somos feitos de "algo além da matéria, seres espirituais de luz e vibração".

Enfim... são muitas as histórias, fatos, ensinamentos e lendas ao redor de Hermes Trismegisto. 
A existência de um sábio homem não é descartada, porém, a forma como a filosofia hermética evoluiu e foi passada de geração para geração faz com que Hermes seja uma figura que representa mais do que um ser humano que aqui habitou, mas um conjunto de ideias e modos de encarar a vida que colaboram imensamente com o nosso autoconhecimento.







As Sete Leis Herméticas


Lei do Mentalismo

"O Todo é Mente; o Universo é Mental."


O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que 'pensa'/tem consciência de tudo. E assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma ideia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.

A matéria é como os neurónios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento. Como tudo que surgiu, derivou-se de uma mente consciente.

Tudo o que existe foi primeiro criado na mente para depois ser criado na matéria. 
Qualquer objeto que você possa ver agora foi primeiro pensado por alguém e depois criado no plano físico. E isso acontece com tudo: nós, o planeta, a natureza e o universo. 

Não existe o caos na criação, tudo foi perfeitamente pensado antes de ser criado. 
Basta percebermos a perfeição que é o nosso organismo e o universo, o micro e o macro. 
Tudo foi pensado por uma mente divina, a mente que liga todos nós, a força superior existente. 

E assim se dá no nosso plano também, nossa mente é criadora e nós somos responsáveis por aquilo que criamos em nossa vida. Primeiro criamos no mental e depois se traduz no físico. Isso acontece de forma consciente ou não.

Toda a realidade externa é baseada em ideias e conceitos. 
Na vertente da física quântica, o mentalismo significa que o mundo físico se reduz a padrões e conexões potenciais entre concentrações de matéria e energia, que podem ou não se formar – dependendo da introdução da consciência. 
A Lei do mentalismo coloca a consciência sobre a matéria e a energia. O princípio mental se aplica a todos os planos, pois todos são mantidos na mente do TODO. 

A alquimia mental, se refere ao ato de mudar e transformar os próprios estados e condições mentais, assim como influenciar os dos outros. Este processo pode alterar nossos pensamentos e crenças, expandindo a mente e mudando nossas vidas. Ao fazer isso, é possível ter resultados instantâneos e benéficos em sua vida atual, fornecendo recursos para navegar com mais eficiência. 
Pode ser um desafio mudar suas crenças, mas é um processo que vale a pena. 

De acordo com neurologistas, o cérebro não sabe a diferença entre o que realmente experimentou ou que imagina ter experimentado. Independente disso, os mesmos padrões elétricos são disparados entre os neurónios. Tais padrões refletem na forma que armazenamos e processamos as informações, incluindo as nossas crenças. O impacto de tudo isso é profundo, pois agora sabemos o que precisamos para mudar as nossas crenças: simplesmente use sua imaginação. Não importa se é real ou não.


Lei da Correspondência

"O que está em cima 
é como o que está em baixo. 
O que está dentro 
é como o que está fora."


Significa que o que está em cima (seu consciente) é como o que está em baixo (seu subconsciente) e o que está dentro (as emoções geradas pela ideia posta no seu subconsciente) é como o que está fora (resultado no mundo físico gerado pelo universo com base nas emoções e vibrações geradas pelo seu corpo, seguindo seu subconsciente).

A perspectiva muda de acordo com o referencial. 
A perspectiva da Terra normalmente nos impede de ver outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.

O princípio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa.

Existe uma correspondência entre as leis e fenómenos de todos os planos de existência e de vida. 
O microcosmo humano é governado pelas mesmas regras que o macrocosmo universal e vice-versa. Podemos aprender as grandes verdades do cosmos observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas. 

Por isso estudamos o universo: para aprender mais sobre nós mesmos. 
Na menor partícula existe toda a informação do universo.

A Lei da correspondência expressa a ideia de que sempre existe uma correspondência entre as leis dos fenómenos dos diversos “planos”do ser e da vida. Ela nos lembra que vivemos em mais de um mundo e que, além de estarmos em coordenadas do espaço físico, também estamos a viver num mundo sem tempo e espaço.

Este princípio nos mostra a existência de uma harmonia entre o plano físico, mental e espiritual. Ele defende que tudo e todos estão conectados em correspondência. Sistemas solares, sociedades e vida na Terra são todos iguais.

A Lei da correspondência afirma que o que fizermos num nível micro, também faremos no macro. Por isso, mesmo nossos menores atos influenciam o nosso comportamento como um todo. Ao fazer qualquer coisa, também fazemos tudo. Então, se você negligenciar uma área de sua vida, é provável que afete todo o resto. Funciona como um tipo de efeito borboleta.

De acordo com a ideia que mencionamos acima, podemos afirmar que o mundo interior tende a refletir nosso mundo exterior. Assim, pensamentos e imagens que estão em nossa consciência aparecem, muitas vezes subconscientemente, no nosso mundo externo. A mente aceita tudo como é. Ou seja, é difícil distinguir entre ilusão, realidade e fé. Interpretações e fatos são confundidos e aquilo que mais focamos é recriado.

O mundo exterior reflete seu cenário interno. 
Observe tudo o que está acontecendo que é bom para si, olhe a beleza ao seu redor. Considere a alegria, o amor, a luz e a vida que o rodeia. Tudo é um reflexo do que está dentro de si mesmo.

Da mesma maneira, acontece com o que considera mau. Por isso, a menos que aprenda a enfrentar suas sombras, vai continuar vendo-as nos outros. Porque o mundo externo é somente um reflexo do mundo dentro de si mesmo.

“O mundo interior é o mundo de suas necessidades, suas energias, sua estrutura e suas possibilidades que atendem ao mundo exterior. E o mundo exterior é o campo da sua encarnação. É onde você está. Você precisa continuar os dois. Como a Novalis disse: ‘A sede da alma está lá onde os mundos interno e externo se encontram’. ” 
Joseph Campbell

O mundo interior é a causa, enquanto o mundo exterior é o efeito. 
Portanto, para mudar o efeito, você precisa mudar a causa. 

Se existe caos no seu mundo exterior, significa que há caos no mundo interior. 
Assim como se houver pouco amor no seu mundo interior, provavelmente também não há muito no seu mundo exterior.

Para ter controle do seu mundo interior, você deve tentar não controlar o mundo exterior. 
Em vez disso, comece a olhar para seu interior. Pense nele como um lugar onde você tem poder quase absoluto. Já no mundo exterior, esse poder, embora ainda seja influente, não é dominante.

A Lei da correspondência nos permite parar de procurar razões para explicar o que acontece connosco externamente. Em vez disso, percebemos que encontramos as respostas reais olhando para dentro.


Lei da Vibração

"Nada está parado, 
tudo se move, tudo vibra"


No universo todo movimento é vibratório. O todo se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas subatómicas, tudo é movimento.

Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento e ritmo, ou seja, tudo é energia e está em constante movimento. 
Isso foi comprovado a poucos anos pela ciência, com a teoria das cordas. Mas já é descrita por Hermes a mais de 3 mil anos.

A diferença entre as várias manifestações de matéria, energia, mente e espírito resulta principalmente de padrões vibracionais. 
Quanto maior a vibração, mais elevada a posição na escala. 

Ao conhecer o princípio da Vibração, somos capazes de entender uma das leis mais inexoráveis do universo, de que tudo está em movimento, desde as partículas subatómicas da matéria à nossa mente.

Na verdade, a vibração é o grau de frequência em que cada elemento se move. As vibrações mais rápidas, em alta frequência, são mais subtis, enquanto as vibrações mais lentas, em baixa frequência, são mais densas.
Quanto mais próximo algo está da matéria, mais baixa é a vibração. Portanto, os minerais são aqueles que possuem as vibrações mais baixas, seguidos pelos vegetais, animais, seres humanos, espíritos e mente. Quanto mais alta for a vibração, menos perceptível ela será a olho nu, como acontece com as ondas eletromagnéticas e sonoras.

A Lei da Vibração ainda explica que, assim como na física, o movimento gera uma força centrípeta e centrífuga. Nós seres humanos, também somos capazes de atrair ou irradiar energia através de nossas vibrações e exercer influência sobre o mundo ao nosso redor.

A Lei da Vibração está presente de várias formas nas religiões e espiritualidade. Os rituais, principalmente aqueles que são coletivos, ajudam a alinhar vibrações e emanar energias, sejam positivas ou negativas, de alta ou baixa frequência.  
A vibração também está presente na forma de objetos energizados como cristais e amuletos. 
Outras práticas espirituais atuam diretamente na transferência de energias, em alguns casos curativas, como é o caso do reiki.

Os princípios herméticos também estão ligados aos conceitos da física moderna. 
No caso da Lei da Vibração, a Teoria das Cordas destaca-se. Os estudos sobre ela defendem que o universo é composto por fibras energéticas menores que átomos, como se fossem cordas. Acredita-se que essas cordas transformam a matéria no universo, que opera através de vibrações.

O hermetismo defende que todas as manifestações de pensamento, razão, emoção e desejo correspondem a vibrações individuais. Além disso, as vibrações mentais podem afetar o mundo físico. Com a prática, é possível recriar estados mentais, como um músico que toca as cordas de um instrumento. Se você polarizar sua mente com pensamentos positivos, o mundo físico vai responder.

Quando estiver se sentindo para baixo, tente reconhecer a emoção exata que está sentindo e inunde sua mente com pensamentos totalmente opostos a isso. Tais pensamentos e emoções podem vir da sua própria mente ou induzidos pelo mundo externo.

Ao ficar perto de pessoas com natureza oposta ao seu humor já existente, a taxa de vibração vai aumentar e o mesmo se aplica ao contrário. Dominar a polarização mental proporciona controle sobre sua realidade. Este processo é conhecido como Alquimia Mental.


Lei da Polaridade

"Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, 
tudo tem o seu oposto. 
O igual e o desigual são a mesma coisa. 
Os extremos se tocam. 
Todas as verdades são meias-verdades. 
Todos os paradoxos podem ser reconciliados"


A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O polo positivo + e o negativo - , da corrente elétrica, são uma mera convenção.

O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.

A lei da dualidade está também expressa na cultura chinesa através do Yin Yang. 

A polaridade funciona como uma consequência da Lei da vibração. 
De acordo com o princípio da vibração, tudo vibra em frequências variadas, sejam altas ou baixas. No princípio da polaridade, entendemos que os pólos nada mais são do que dois extremos do mesmo elementos, em graus diferentes de uma mesma escala.

O igual e o desigual são o mesmo, pois eles dependem do grau de ausência ou presença de um determinado elemento. O calor, por exemplo, é o oposto do frio e numa escala de temperatura, calor e frio são opostos. Porém, o frio é apenas a ausência do calor. A mudança está no grau em que ele vibra, quanto maior for a frequência, mais próximo da polaridade do calor.

Também podemos aplicar a Lei da polaridade aos sentimentos. 
O ódio é apenas a ausência do amor e existe uma linha ténue entre esses dois sentimentos. O amor é o estado de equilíbrio, enquanto a paixão e o ódio são seus dois extremos. Assim, tais sentimentos frequentemente estão juntos.

As verdades são apenas meias verdades, pois se encontram no meio do caminho, no equilíbrio entre dois pólos. Você vê o copo meio vazio ou meio cheio? Nesta metade entendemos que os paradoxos podem ser ressignificados. Ao dominarmos as nossas vibrações, conseguimos atingir qualquer extremo ou chegar mais perto do equilíbrio, onde está a verdadeira natureza do ser.

A Lei da polaridade é uma das leis universais que regem aspectos da nossa rotina e da ciência. A dosagem, por exemplo, é algo extremamente importante para desenvolver antídotos e remédios. Um mesmo remédio pode servir como cura ou como veneno.

Na psicologia, onde são tratados sentimentos abstratos, é possível entender que a polarização ocorre pelo excesso ou ausência. O excesso de proteção pode tornar uma criança insegura, enquanto a falta pode deixá-la agressiva.

No aspecto astrológico, a polaridade pode ser usada no estudo dos planetas. 
Cada um possui seu grau de vibração, que varia entre quente e frio. Marte é um planeta de vibração quente, enquanto Plutão tem vibração fria.

Conhecer a Lei da polaridade pode permitir que você entenda seus próprios estados mentais e os de outras pessoas. Você irá perceber que esses estados funcionam todos por grau e, desta forma, poderá aumentar ou diminuir a vibração deles. Aprenda a mudar seus pólos mentais e, assim, ser mestre de si mesmo, em vez de ser escravo de seu próprio pensamento. Pelo seu conhecimento, você será capaz de ajudar também as pessoas com quem convive, de forma inteligente e por caminhos apropriados, a mudarem a polaridade quando preciso. Aconselhamos você a se aprofundar na Lei da polaridade para lançar luz sobre situações muitas vezes difíceis.


Lei do Ritmo


"Tudo tem fluxo e refluxo, 
tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, 
o ritmo é a compensação"


Podemos dizer que a Lei do Ritmo se manifesta através da criação e destruição. Os opostos estão em movimentos circulares. Tudo se move no universo e esta é a realidade que compõe os opostos.

Assim como tudo tem dois pólos ( princípio da polaridade) e nada é estável (princípio da vibração),  a Lei do ritmo diz que o universo é regido por um movimento parecido com um pêndulo ou um ciclo, uma vez que tudo tem um fluxo e refluxo, tudo sobe e desce.

Ao dizer que tudo tem suas marés, o quinto princípio se refere à Lei da Correspondência, pela qual podemos observar o macrocosmo dentro de um microcosmo. As marés sofrem influência da força gravitacional da Lua, que por sua vez tem influência do ciclo da Terra, que gira em torno do sol. Da mesma forma, nós seguimos o fluxo de forças ao nosso redor.

O ritmo funciona como uma forma de compensação. 
Sem ele, tudo fluiria de maneira linear e nós iríamos viver caminhando na direção de apenas um extremo da polaridade. O todo está sempre em busca de equilíbrio e o seu movimento pendular reflete essa busca de compensação.

As oscilações acontecem porque existe limites para cada extremo. Tudo está em oscilação, até mesmo nossa mente. Ao compreendermos isso, desenvolvemos a capacidade de perceber que mesmo os momentos mais difíceis terão seu fim. A busca pelo equilíbrio é eterna e apesar dele poder ser alcançado, sempre será frágil e efémero.

Os ciclos estão em tudo que vemos, desde o ciclo da vida até ao das chuvas – que molham o solo, alimentam as plantas e que delas evaporam. Desde os tempos remotos, as sociedades se organizavam baseadas em ciclos, sejam de plantio e colheita, estações do ano, de reinos e monarquias.

O princípio do ritmo rege todos esses ciclos, que também podem ser observados no comportamentos da humanidade. Progressismo e conservadorismo historicamente se alternam em tomadas de poder. A repetição dos ciclos também podem ser expressos através da moda, na qual os elementos vão e voltam constantemente.

Muitas pessoas conseguem atingir um grau de domínio sobre esse lei de forma inconsciente. Mas, aqueles que realmente a estudam a fundo, são capazes de alcançar níveis inacreditáveis de firmeza e domínio próprio, levando em conta seus objetivos e demonstrando estarem fora da oscilação entre os pólos.

Um exemplo de ação conjunta dos princípios de ritmo e polaridade foi descrito por S.Y. Agnon, prémio Nobel da literatura, no seu livro “Ascensão e Queda”. No livro é dito que o lado que sobe até ao ponto mais alto desce cada vez mais baixo e o lado que desce até ao ponto mais baixo, sobe cada vez mais alto.

Os mestres do hermetismo sabem como se elevar acima das partes negativas de um ciclo e nunca permitem que as mesmas penetrem em sua consciência. A chave para dominar essa lei está na busca do equilíbrio. Nunca permita que suas emoções oscilem muito, nem para cima nem para baixo.


Lei do Género

"O Género está em tudo: 
tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, 
o género se manifesta 
em todos os planos de criação"


De acordo com a Lei do género, os sentimentos de atração e repulsa não existem sozinhos e um depende do outro. Um pólo positivo não se cria sem um pólo negativo. O último princípio hermético deriva do princípio da polaridade, já que os géneros são opostos e a falta de um evidencia o outro.

Porém, a Lei do género traz algo novo: a partir dela surge o potencial de criação, geração e regeneração. Nada poderá ser criado sem que haja uma aliança entre o feminino e o masculino.

O feminino está ligado à fertilidade, receptividade, concepção de ideias, criatividade e intuição. Enquanto o masculino, se expressa pela lógica, poder racional, força motriz e ímpeto da proteção. Nenhuma ideia pode ser concretizada sem a ação, por isso a criação acontece através da combinação e equilíbrio de energias masculinas e femininas.

Esta lei explica que o género se manifesta nos diferentes planos, não somente no plano físico através do sexo masculino e feminino, mas também no plano mental e espiritual. Desta forma, os géneros são expressados não apenas nas características físicas, mas no modo de pensar, agir e na energia que emanamos.

As coisas podem ser macho ou fêmea. Um exemplo seria o pólen das plantas, que pode ser o elemento masculino que fertiliza o solo, que é o elemento feminino. Mas, assim como existem machos e fêmeas, tudo que existe tem dentro de si um lado masculino e um lado feminino.

A Lei do género está ligada às capacidades mentais desempenhadas por cada lado do cérebro. 
O lado direito exerce práticas de essência feminina descritas pelo hermetismo – criatividade, artes, intuição, complacência, recepção. Já o lado esquerdo, se associa à essência masculina – razão, lógica, linguagem, método, ação, agressividade.

Apesar da antropologia biológica explicar a tendência de homens e mulheres desempenharem determinadas funções, hoje sabemos que nossas características biológicas não limitam nossas capacidades emocionais e intelectuais.

Apesar disso, vivemos  numa sociedade em que a energia masculina ainda se sobressai e é preciso estarmos atentos para não haver um desequilíbrio da energia feminina. 
Portanto, é necessário nos reconectarmos com o lado feminino presente em todos nós.

Na astrologia, o género também pode ser atribuído aos planetas, elementos e signos. 
Eles podem ser femininos ( signo de Caranguejo, elemento água, Lua) ou masculinos ( signo de Carneiro, Marte, elemento fogo), de acordo com suas características dominantes. Através do estudo do seu Mapa Astral, é possível descobrir qual é o género mais dominante em você.

Nossas características masculinas e femininas buscam equilíbrio e harmonia o tempo todo dentro de nós. Muitas vezes, prosperamos num ambiente de ação, em outros casos, a criatividade nos serve melhor. O mais incrível é que naturalmente sabemos encaixar o que é preciso em determinado momento.

Se você quer aproveitar ao máximo a Lei do género, vá fundo no seu ego e veja o que ele deseja em diferentes situações. Descubra formas pelas quais seu lado masculino e feminino desejam ser nutridos. Devemos romper os limites dualísticos de nossos caminhos condicionados e criar uma harmonia entre os diferentes aspectos e dimensões dentro do Eu. Depende apenas de nós para nos abrirmos ao princípio do género e criar equilíbrio em nossas vidas. Ao atingir conscientemente um estado equilibrado do eu, refletimos a harmonia universal fora do eu.


Lei de Causa e Efeito

"Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade 
mas nenhum escapa à Lei"


De acordo com a Lei da causa e efeito nada acontece por acaso, já que o acaso não existe. Nós chamamos de acaso aqueles fenómenos que não sabemos como explicar, mas sempre há uma causa para todo o efeito. A causa é efeito de uma outra causa, o que significa que o universo gira em torno de escolhas feitas e ações tomadas, que geram consequências. Tais consequências geram outros efeitos.

O princípio da causa e efeito é considerado polémico, porque responsabiliza as pessoas pelos seus atos. Porém, trata-se de um princípio aceite em todas as filosofias de pensamento, também conhecido como karma.

A Lei da causa e efeito explica a dinâmica dos acontecimentos em diferentes planos. Ao falarmos que todo efeito tem uma causa afirmamos que, no Todo mental no qual estamos imersos, nada acontece por acaso.

É importante ressaltar que este princípio não deve ser confundido com a ideia de um destino pré-determinado. Mesmo que nada escape da Lei da causa e efeito, através do domínio da mente, podemos ser agentes causadores guiados por nossa força de vontade. Exercer uma ação sobre a causa e não o efeito, possibilita que sejamos mestres de nossas vontades e causadores do bem. Mas, isso implica assumir responsabilidade do curso de nossa vida.

A maior parte das pessoas evita o peso da responsabilidade e por isso, este princípio explica o movimento de inércia da coletividade. O coletivo está sujeito às causas alheias e, com frequência, precisa viver efeitos colaterais de causas iniciadas em planos superiores.

A Lei da causa e efeito está muito presente no nosso dia a dia, o que a torna a mais compreensível das leis herméticas. Quando descuidarmos de nossa alimentação (causa), é normal termos problemas de saúde (efeito). Ao cuidarmos das plantas diariamente (causa), elas ficam bonitas e saudáveis (efeito).

Porém, poucas pessoas observam isso e decidem tomar as rédeas de suas vidas, pois trata-se de uma tarefa que exige responsabilidade. 
Podemos analisar, por exemplo,  a forma como agimos como sociedade em relação ao meio ambiente. Frequentemente, estamos em busca de remediar os efeitos do desequilíbrio ambiental e nos esquivamos das mudanças e sacrifícios necessários para agirmos sobre as causas verdadeiras desse problema.

A Lei da causa e efeito é uma ferramenta para ter controle sobre sua própria vida. 
Usando este princípio, você pode controlar seus próprios humores, características, poderes e qualidades. Também é possível superar traumas passados e os pensamentos e emoções ligados e estes traumas, agindo com mais consciência. 
Todas as coisas que se manifestam no mundo fisicamente, espiritualmente e mentalmente são um subproduto desse princípio. Uma vez que o dominamos, elas se tornam causas e não efeitos.








Hermes 
deixou um legado maravilhoso 
para a humanidade. 
Foi capaz de traduzir o 
caminho para a ascensão do ser humano 
e o funcionamento do universo.



"Somos Sol e Lua, Yin e Yang, Feminino e Masculino, Mente e Coração. 
O mundo material dá muita atenção e puxa muito pela cabeça, pela inteligência, pelo lado mental e mundo das ideias e possibilidades. Quando bem orientada, a mente inteligentemente irá ser visionária, fazer trocas de informação interessante, leituras e interesses que mantenham o lado emocional feliz, estável, equilibrado e consciente. Quando mal orientada, irá cair em esquemas, manipulações do mundo e dos outros, fazer filmes de sucesso, poder e superioridade, criando no emocional ansiedade, medo, inseguranças, ou pior ainda, o emocional será bloqueado pois torna-se um obstáculo aos planos diabólicos do ego. 
A forma de corrigir isto é resistir ao negativo, não falar dele, não lhe dar atenção, e focar apenas na luz, na qualidade, na visão, no que ansiamos manifestar. É apreciar o que já conquistámos e agradecer as formas e pessoas que nos permitiram conquistar esses patamares positivos. Focar no positivo e na visão do que ansiamos, ignorando as provocações e testes externos, é sem duvida um dos segredos do universo.

Para voltarmos à Essência precisamos voltar a valorizar o Essencial: 
comida saudável, alegria diária, ligação à natureza e respeito pelos animais, ocupação agradável de preferência ligada ao retorno financeiro, procurar prazer e gratidão nas tarefas diárias, trabalhar a empatia pessoal e social, reconhecendo qualidade e defeitos próprios e de cada um, boa preparação social é importantíssimo nos dias que correm, educação filosófica, orientação espiritual, consciência e trabalho de desenvolvimento pessoal que nos lembre que estamos cá para  cumprirmos o plano espiritual traçado na nossa data de nascimento e não para sobreviver e conquistar apenas o plano material. 

Durante muito tempo confundiram-nos. 
Fizeram-nos acreditar que apenas a bondade e ajudar o próximo seria válida, a vontade divina, o caminho do paraíso. Mas umas centenas de anos depois realizamos pela própria realidade que ir diretamente ao outro sem passar por nós próprios, tem sido mais o caminho do inferno do que propriamente do paraíso. 

Para muitos, a ideia de que o Caminho Espiritual de Evolução é pessoal é ainda novidade. 
A maioria ainda está presa nas dinâmicas do ego que ainda acreditam que basta ser bom filho, bom funcionário ou profissional, bom marido e bom pai para assegurar a sorte e abundância. 
A verdade é que não chega. 
Não estamos cá para representar papéis, ou sequer para servir os outros SE estamos nós próprios aos abandono. A bondade, antes de ser um acto tem de ser um valor interno, deve ser um princípio praticado pelo próprio que pelas suas ações, deve expressar bondade na sua vida, por si mesmo, pelas suas qualidade e defeitos, colocando limites aos abusos dos outros. O outro irá ou desarmar-se ou afastar-se ou pelo contrário, a quando na mesma frequência, usufruir por tabela...

Quando não entendemos os eventos da vida, quando desconhecemos a Ordem Maior, quando nunca estudámos as Leis Herméticas, quando não percebemos que tudo tem uma razão de ser, tendemos a lutar contra a vida, a resistir contra a realidade composta de eventos, pessoas e circunstâncias, caímos na velha ratoeira de vermos tudo como recompensa ou castigo e julgamos, julgamos e julgamos. Tudo e todos à nossa volta. Tanto como inferiores como como superiores dando-nos a ilusão de estarmos acima ou abaixo, de sermos mais ou menos. 

Por isso quando as coisas correm mal, a vitimização e o julgamento são a rotunda onde nos iremos aprisionar; teremos movimento, dia a dia, rotina, mas não nos levará a lado nenhum. 

É nestes momentos que a mudança se torna urgente na passagem da atitude de vítima / julgadora da vida para a de responsável e co-criadora da sua realidade. 
A maioria irá ainda pensar ou sentir, como podes dizer que sou responsável pelas dores que vivo ou vivi no passado? 
Como iria co-criar algo que me iria trazer dor e sofrimento?

Ao que eu respondo, porque a tua realidade está definida e preparada para cumprir o teu plano espiritual e não os teus desejos humanos, imediatos, egoístas, que simplesmente ignoram que vieste à Terra cumprir um propósito espiritual e não apenas viver o jogo da macaca emprego-casa-família-compras-comida. Ou simplesmente que a vida seja o que tu achas que ela deve ser; perfeita! Tudo e todos os que estão à nossa volta fazem parte do plano, são os Mestres que um dia escolhemos, as circunstâncias são as ideiais para as lições que temos a aprender e o nosso e único trabalho é interno. 

É fazer as pazes com o momento presente. 
É descobrir o diamante na pedra dura. 
A flor de lotus no meio da lama. 
Transformar a pedra em ouro como já ensinavam os antigos alquimistas. 

Estas metáforas nada mais significam do que a Viagem que temos que fazer entre mente e coração, entre matéria e espírito, entre o controle e a fé, entre o medo e o amor. 
Quando nos lembramos que a viagem é interna através das experiências externas, percebemos que o exterior não está lá para ser julgado, falado e opinado mas sim para ser estudado, entendido, aproveitado para o próprio crescimento pessoal."



Vera Luz








quinta-feira, 15 de outubro de 2020

An earlier universe existed before the Big Bang


Sir Roger Penrose



Professor Sir Roger Penrose, Honorary Fellow and alumnus of St John's College Cambridge and honorary doctor of the University, recently jointly won the 2020 Nobel Prize in Physics for the discovery that black hole formation is a prediction of Albert Einstein's general theory of relativity.

This is good news for unified physics as Penrose is a pioneer in diverse fields of research related to a unified view of physics from his work in geometry (Penrose tiling) to his theories of consciousness...


Big Bang didn't start our universe,
 there was another universe before it! 
Nobel laureate Roger Penrose


Nobel laureate Roger Penrose said, October 9, 2020, the Big Bang was not the start of our universe. There was something before it and evidence of that universe can still be found, he said.

The universe did not start with the Big Bang...
There was actually a universe already existing before it and the Big Bang was merely the end of that universe, said Nobel laureate Roger Penrose. He added that evidence of that previous universe can still be observed today.

Roger Penrose, who is currently associated with the Oxford University, was awarded the 2020 Nobel Prize in Physics on Tuesday for his research on black holes.




In its citation, the Royal Swedish Academy of Science said Roger Penrose was awarded the Nobel Prize in Physics "for the discovery that black hole formation is a robust prediction of the general theory of relativity".

Speaking to The Telegraph (UK) after winning the Nobel Prize, Roger Penrose said the Big Bang was "not the beginning".

"There was something before the Big Bang and that something is what we will have in our future," he said, according to The Telegraph.

He added, "We have a universe that expands and expands, and all mass decays away, and in this crazy theory of mine, that remote future becomes the Big Bang of another aeon."

According to Roger Penrose, the Big bang actually "began with something which was the remote future of a previous aeon".

"There would have been similar black holes evaporating away, via Hawking evaporation, and they would produce these points in the sky, that I call Hawking Points. We are seeing them. These points are about eight times the diameter of the Moon and are slightly warmed up regions. There is pretty good evidence for at least six of these points," he said.


WHY HE WAS AWARDED THE NOBEL

Roger Penrose won the Nobel Prize in Physics for his work that showed that the general theory of relativity leads to the formation of black holes.

In a statement elaborating his research, the Academy said Roger Penrose used ingenious mathematical methods in his proof that black holes are a direct consequence of Albert Einstein's general theory of relativity. Einstein himself did not believe that black holes really exist.

However, in January 1965, ten years after Einstein's death, Roger Penrose proved that black holes really can form and described them in detail; at their heart, black holes hide a singularity in which all the known laws of nature cease.

"His ground-breaking article is still regarded as the most important contribution to the general theory of relativity since Einstein," the Academy said in its statement.


in, Independent



terça-feira, 13 de outubro de 2020

Vacuum





“…The vacuum’s totally empty space is actually a seething turmoil of creation and annihilation, which to the ordinary world appears calm because the scale of fluctuations in the vacuum is tiny and the fluctuations tend to cancel each other out.”  
Malcolm W. Browne




quarta-feira, 27 de maio de 2020

Mend your garden...





If you understand and can assimilate both the structure and dynamics of the universe, you can then align your thoughts and your actions to be in resonance with the fundamental processes of the universe, leading to experiencing more flow and less resistance in your daily life...  
in, Resonance Science





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Elements







"There are 5 gross elements, namely earth, water, fire, air and ether. There are also five subtle elements: smell, taste, color, touch and sound. The senses for acquiring knowledge and the organs for action number 10, namely the auditory sense, the sense of taste, the tactile sense, the sense of sight, the sense of smell, the active organ for speaking, the active organs for working, and those for traveling, generating and evacuating. The internal, subtle senses are experienced as having 4 aspects, in the shape of mind, intelligence, ego and contaminated consciousness. Distinctions between them can be made only by different functions, since they represent different characteristics. All these are considered the qualified Brahman. The mixing element, which is known as time, is counted as the twenty-fifth element."









Since time is distance in space, time is memory on the structure of space. Without memory, there is no time. Without time, there is no memory. It then follows that the energy that we perceive as the material world must be information, or energy on the structure of space. 
Nassim Haramein




sábado, 2 de novembro de 2019

......................................... subtle energy





What we commonly call "space" is actually the one thing that exists in the universe... something we also call space-time, the unified field, the vacuum, Planck field, quantum foam, ether, plenum, source field... many cultures have a name for this "subtle energy".





quinta-feira, 31 de outubro de 2019

The Andromeda Galaxy viewed via various frequencies...






There is a fundamental field of information that is the source of our consciousness. Consciousness is not an epiphenomenon of your brain, it's actually something that your brain is tuned into like a radio is tuned to a set of information.
Nassim Haramein




Visualizing your antenna & field interactions


















quinta-feira, 17 de outubro de 2019

The vector equilibrium







The vector equilibrium is the true zero reference of the energetic mathematics… the zerophase of conceptual integrity inherent in the positive and negative asymmetries that propagate the differentials of consciousness. 
          Buckminster Fuller







segunda-feira, 7 de outubro de 2019

We are the Universe, in human form





There are about 7,000,000,000,000,000,000,000,000,000 (7 octillion) atoms in your body...

The heaviest element within us is oxygen, which accounts for about 65% of our body mass. Oxygen atoms exist mostly as water molecules, in combination with the lighter (and more ancient) element hydrogen, whose origins stretch back to the Big Bang.

About 50-70% of our biology is made up of water. Every time you eat, drink or breathe in air you are absorbing atoms that will become "you."

We also release atoms daily, in fact about 98% of the atoms in our body are replaced each year. That means that "you" are quite literally a completely different person every New Year.

We exchange our atoms with the air, with the clouds, rivers, trees, flowers, insects and animals. We also take in energy every day, photons captured by plant leaves (through photosynthesis) as they stream to the Earth from the sun. We are 100% solar powered.

What Van Gogh expressed in his paintings was profoundly close to the vision of our bodies and Universe as discovered by modern science. Nature is an interconnected evolving mosaic, an ever-changing work of cosmic living art where atoms and energy circulate in new patterns endlessly.

Paradoxically, while our bodies renew themselves constantly, at the deepest level we are ancient cosmic beings. Every atom of "you" is billions of years old, formed either in the Big Bang (over 13 billion years ago) or in stars that burst as supernovas approximately 5 to 12 billion years back, before our planet and solar system formed.

While oxygen (created in super nova explosions billions of years ago) accounts for most of our body mass it is actually hydrogen atoms (from the Big Bang) that are most plentiful, accounting for over half of the number of atoms in your body.

In a very deep sense we are the Universe, in human form. 
Something worth contemplating and celebrating?


Christopher
in, Creative Systems Thinking






"You are not IN the universe, you ARE the universe, an intrinsic part of it. Ultimately you are not a person, but a focal point where the universe is becoming conscious of itself. What an amazing miracle.” 
~Eckhart Tolle 

"We do not "come into" this world; we come out of it, as leaves from a tree... Every individual is an expression of the whole realm of Nature, a unique action of the total Universe." 
~Alan Watts





sexta-feira, 23 de agosto de 2019

The Real Da Vinci Code

The Big-Gate Key


Richard Cassaro





"When one holds the key it is not difficult to open the different doors and discover what lies behind, but if one has no key, or if one does not understand how it should be used, the doors remain securely sealed, and the curious are obliged to guess what they possibly screen from sight." 
 – Tons Brunés



"The generally accepted history of humanity is based upon a progression that begins with early hominids developing “stone age” tools, then advancing on with an increasing capacity to hunt animals and establish agricultural practices and other technologies that established civilization in our early history. What if this story is incomplete? What if there is evidence of a more ancient and far more advanced civilization that perhaps had access to technologies that could accomplish feats that even today we can only dream of?” 
- The Resonance Academy



                           







terça-feira, 2 de julho de 2019

The energy of a place





It’s said that after arriving in a new place, we will have replaced the entirety of the water in our bodies with that of the local watershed in just a few days. Though these adaptations happen at a biological level, we are vastly unconscious of the implications a place has on our psyche. Just as humans carry an energetic signature, so too do geographies. However, like fish swimming in water, we are rarely aware of what energy a place holds until we leave it, or return to it after time away.
Toko-pa Turner



sexta-feira, 28 de junho de 2019

Geometry is a visual form of harmony





Geometry is a visual form of harmony:
the harmony of parts with each other and with the whole.
The world is composed of diverse and contrasting elements.
It is harmony that restores unity to the contrasting parts and weaves them into a cosmos...

Jonathan Quintin




terça-feira, 19 de março de 2019

The matrix of all matter





“As a man who has devoted his whole life to the most clear headed science, to the study of matter, I can tell you as a result of my research about atoms this much: There is no matter as such. All matter originates and exists only by virtue of a force which brings the particle of an atom to vibration and holds this most minute solar system of the atom together. We must assume behind this force the existence of a conscious and intelligent mind. This mind is the matrix of all matter.” 
Max Planck, Florence, Italy, 1944



quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

How particles may be micro black holes





The idea of particles being tiny black holes may at first pass seem strange, yet even within the canonical model of particle physics elementary particles like electrons and quarks are taken to have mass yet occupy zero-dimension. In fact, because of the self-energy of a point-particle leptons have infinite bare mass and infinite bare charge — vacuum fluctuations are needed to shield these infinite values. Such a point-particle is a singularity, or in more common parlance a black hole.  
 William Brown



So why then are elementary particles not commonly viewed as micro black holes? One reason is that quantum field theory treats particles as extended probabilistic objects, which do not exist except as a superposition of states -- so they are not truly point-particles since they don't actually occupy any specific point in space. Yet, the same theory stipulates that upon collapse of the wavefunction a particle will return to a point-like position, and we are back at a singularity. Even within string theory, there are close parallels between strings, their behavior as branes, and singularities or black holes.

Another argument is that micro black holes could not possibly exhibit any of the characteristics observed of elementary particles -- and while this is taken as a basic assumption, actual investigations into the matter have shown that micro black holes can in fact exhibit many of the characteristics observed in elementary particles.

For example, in the study Hadrons as Kerr-Newman Black Holes, by Robert Oldershaw of Amherst College, the logical argument and empirical self-consistency of a 'particles-as-black holes' model is evaluated (note, a hadron is a "composite" subatomic particle, such as a proton, neutron, or meson):

The scale invariance of the source-free Einstein field equations suggests that one might be able to model hadrons as “strong gravity” black holes, if one uses an appropriate rescaling of units or a revised gravitational coupling factor.

For the case of hadrons, it is at least logically possible that the gravitational coupling between matter and the geometry of space-time is much stronger than for macroscopic systems. The value of the gravitational coupling factor has never been measured within an atom or a subatomic particle. The standard use of the Newtonian value in this domain is based purely on an untested assumption.

One might well ask whether there are observational data or theoretical results that support the “strong gravity” hypothesis. In fact there is some interesting evidence that is consistent with this unorthodox idea. As discussed in detail by Sivaram and Sinha (1977), hadrons and Kerr-Newman black holes share an intriguing set of similarities.

Both hadrons and Kerr-Newman black holes are almost entirely characterized by just three parameters: mass, charge and angular momentum.
Both hadrons and Kerr-Newman black holes have magnetic dipole moments, but do not have electric dipole moments.
Typical hadrons and Kerr-Newman black holes have gyromagnetic ratios of 2.
Hadrons and Kerr-Newman black holes have similar linear relationships between angular momentum and mass squared.
When Kerr-Newman black holes interact, their surface areas may increase but can never decrease, which is potentially analogous to the increase of cross-sections found in hadron collisions.
Given these curious similarities between the fundamental characteristics of hadrons and Kerr-Newman black holes, there appears to be sufficient motivation for considering the “strong gravity” approach to hadrons.





Einstein's Singularity and Wheeler's Quantum Geometrodynamics

In 1935, Albert Einstein and Nathaniel Rosen addressed the issue of the "particle as singularity" in the renowned paper "the particle problem in the general theory of relativity". Einstein and Rosen wanted a theory that got rid of the point-particle singularity and described material particles purely from the gravitational solution of general relativity and Maxwell's solutions of electromagnetism -- a unified theory.

To this end, they imagined a path tracing radially inward to the singularity. Instead of trying to cross the event horizon and proceed down to the center, Einstein and Rosen showed how to match the path onto another track that emerges outward again–but into a separate section of spacetime. Imagine funnel shapes pulled out of two adjacent rubber sheets and connected at their necks, providing a continuous, tube-shaped path from one surface to the other. This construction makes a smooth connection or bridge between two distinct pieces of spacetime. The Einstein-Rosen bridge was formed.

Nearly 20 years later the preeminent physicist John Archibald Wheeler revisited Einstein and Rosen's unification scheme, and formed the field of quantum geometrodynamics. Wheeler described how an extremely stong electromagnetic field would curve spacetime to such a strong degree it would curve back on itself, forming a torus (like a photon ring), and at the dimensions of the quantum scale would form a micro black hole.

Such an object would be indistinguishable from a particle: what Wheeler termed a gravitational electromagnetic entity, or Geon. It would have mass and charge even though these were not intrinsic characteristics of the field before forming the micro black hole, they would become an effective consequence of the spacetime geometry.

Similar to the Einstein-Rosen bridge, Wheeler described these geons as particle pairs connected by a spacetime bridge, or wormhole: the Wheeler wormhole was formed. Recently, in a study investigating the geometry of entanglement (ERb = EPR) calculations have predicted the formation of a Wheeler wormhole particle pair via the holographic Schwinger effect.

While the majority of physicists in the unification regimes veered away from quantum geometrodynamics in favor of string theories, work continued on the idea. In 1968 Brandon Carter showed that a black hole with the same mass, charge, and angular momentum as an electron would match the observed magnetic moment of the electron. This is an important finding because calculations that do not include general relativity and treat the electron as a small rotating sphere of charge give a magnetic moment that is off by roughly a factor of 2.

In 2008 a study investigating "a scenario for strong gravity in particle physics" found that Unruh-Hawking evaporating black holes will undergo a type of phase transition resulting in variously long-lived quantized objects of reasonable sizes, including those of particles within the quantum domain. Again, this led to speculation that perhaps everything is made of micro black holes.

In 2012, Nassim Haramein discovered (continuing from earlier work) that the confinement force of a hadron and nucleus can be exactly described from the gravitational force of a Schwarzschild proton (a black hole with the same diameter of a proton), with no need for the post hoc addition of a contrived strong force.

Even though such calculations demonstrate that micro black holes recapitulate the characteristics observed of elementary particles, and can actually described the generation of intrinsic characteristics like mass, charge, and spin from first principles -- the idea of micro black holes receives strong criticism.

In a 1992 paper, Christoph Holzhey and Frank Wilczek investigated how certain black holes can reasonably be interpreted as behaving like normal elementary particles:


"Is there a fundamental distinction between black holes and elementary particles? The use of concepts like entropy, temperature, and dissipative response in the description of black hole interactions makes these objects seem very different from elementary particles. This has helped inspire some suspicion that the description of the holes may require a departure from the fundamental principles of quantum mechanics. However a more conservative attitude is certainly not precluded. In the bulk of this paper, we shall analyze a particular class of black hole solutions (extremal dilaton black holes) in some detail, and argue that some of these do in fact appear to behave very much as elementary particles." 
- Black Holes as Elementary Particles

While our discussion here does not by any means exhaust the entirety of the sources and information that can be presented on this topic, it should give general insight into the work that has been performed investigating the question of micro black holes as elementary particles.



William Brown
in, Resonance Sciense Foundation


sábado, 1 de dezembro de 2018

Fractal geometry on all scales


river delta / human kidney / computer fractal / tree



Fractal geometry on all scales: 
the universe in a nutshell... 







segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Como Surgiu o Universo





O funcionamento do mundo foi por alguns atribuído a um Criador espantosamente metediço, mas incorpóreo, a guiar activamente cada electrão, quark e fotão até aos respectivos destinos. As minhas entranhas revolvem-se perante esta visão extravagante do funcionamento do mundo e a minha cabeça segue o mesmo caminho das entranhas.

...

Deixe-me considerar teologia e filosofia separadamente.
Acho que a teologia se limita a fingir uma explicação ao decretar que existe um deus que criou tudo, e algumas pessoas ficam satisfeitas com essa explicação. Mas é totalmente vazia porque, em primeiro lugar, não existe qualquer prova da existência de um deus; e, em segundo lugar, como pode um deus criar coisas, como pode um deus criar o Universo. Essa perspectiva é demasiado fácil. Os teólogos apresentam respostas fáceis, enquanto os cientistas precisam de muito trabalho para compreender e explicar. Nós, cientistas, estamos a chegar gradualmente a um ponto em que poderemos dar uma resposta verdadeira àquilo que os teólogos fingem compreender.
Mas a filosofia é outra coisa… Está algures entre a teologia e a ciência. A diferença entre filósofos e cientistas é que os filósofos são pessimistas, ao passo que os cientistas são optimistas.
Os filósofos dizem: 
“Nunca compreenderás, está para lá da compreensão humana.”
Enquanto os cientistas dizem: 
“Espera só um pouco, havemos de lá chegar.”

...

A ciência e a religião são totalmente incompatíveis.
Basicamente, a religião diz: 
“O teu cérebro é demasiado insignificante para compreender, nunca compreenderás. Há apenas a possibilidade de poderes perceber depois de morreres.” 
Eu prefiro o conhecimento deste lado do túmulo.


Peter Atkins
in, Como Surgiu o Universo