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terça-feira, 13 de julho de 2021

Você está onde se põe





Há pessoas fortes, que diante dos desafios do dia a dia, não esmorecem, continuam firmes procurando meios de dar a volta por cima. Geralmente conseguem.
Em contrapartida há outras que são fracas e diante de qualquer dificuldade se desesperam, perdem o controle, não vêm saída, e quando tomam uma atitude, fracassam.

O que faz a diferença ? 
Você pode pensar que isso acontece por causa do nível de evolução de cada um, uma vez que uns estão mais evoluídos do que os outros.

Se examinarmos melhor a questão percebemos que não é bem assim.
Os espíritos iluminados quando reencarnam, sobressaem.
Olhando em volta não nos parece que haja muitos deles encarnados no momento.
Meu filho, Luiz Gasparetto costuma afirmar que:
VOCÊ ESTÁ ONDE SE PÕE.
Isso é a grande verdade.

Dependendo da forma como vê a vida e se vê, você direciona sua força. 
Essa energia está dentro de nós e obedece ao nosso comando. 

Certa vez, vi o caso de uma mãe, cujo filho foi atropelado e ficou preso em baixo do carro, ela foi capaz de, sozinha, levantar o veículo e tirar o filho.
Como ela fez isso ?
A força estava lá e diante do perigo, ela a utilizou.

Essa força também está dentro de você e obedece ao seu comando.
Se não confia em si, julga-se fraco e incapaz, menos preparado do que os outros, está colocando toda a sua força contra si mesmo e ela vai empurrá-lo para baixo. Você se sentirá cada dia mais fraco, os problemas vão se multiplicar em sua vida, sem que apareça uma saída.

Em nossa cultura há muitas crenças falsas que são aceitas como verdadeiras sem questionar. 
Elas atuam no subconsciente influenciando as pessoas a tomarem atitudes inadequadas, que resultam em sofrimento. 
Se sua sua vida está ruim, você pode mudar isso, analisando suas crenças.
Anote em um papel todos os pensamentos negativos que passam pela sua cabeça durante um ou dois dias para verificar como anda seu emocional. Depois, faça uma lista de todas as suas qualidades, de como gostaria que sua vida fosse.
Não pense pequeno. Você merece o melhor. 
Deseja ficar no bem e ser feliz.

Você está onde se põe. É a lei da vida.
Se você se colocar em um lugar melhor, sua vida mudará e coisas boas começarão a acontecer.
Até agora, tem escolhido mal o seu caminho e o resultado é o que você tem. Mas ainda é tempo de mudar. De colocar para fora todo amor, alegria e luz que a vida lhe deu e você apagou.
A escolha está em suas mãos.

Imagine que já possui tudo o que precisa, que as pessoas o aceitam, que seus relacionamentos são bons, que sua situação financeira é maravilhosa. Nessa hora vai aparecer um pensamento de que tudo isso é impossível, é ilusão. Não dê importância, reafirme sua posição otimista.
Durante alguns dias pensamentos negativos vão incomodá-lo. 
É natural, porque você os cultivou durante toda a sua vida e eles ainda estão lá. 
Reaparecem para serem eliminados. Não ceda à descrença. 
Acredite no próprio poder.
Você está onde se põe.
Observe que quem acredita que pode, tem sucesso.
Experimente e verá.



Zíbia Gasparetto





domingo, 3 de maio de 2020

O colapso do mundo como o conhecíamos






Os riscos de decretar um Estado de Emergência são excessos de autoritarismos, tentação antidemocrática, reversão incontrolável de avanços sociais, erros de cálculo. A ilusão de que a declaração do estado de emergência resolve a pandemia ou pode esconjurar o inevitável colapso do mundo como o conhecíamos há algumas semanas é também um risco.
Não pode, nada pode.
George Orwell em 1984 ou Aldous Huxley em Admirável Mundo Novo ficariam espantados connosco e com a nossa forma de viver, mesmo antes desta crise provocada por este ser minúsculo e invisível. Se nos vissem hoje, pensariam que, afinal, erraram por defeito…

Temo que a democracia seja a primeira grande vítima do que estamos a viver. 
Da pandemia e do estado de emergência. 
A democracia é uma complicação, implica diálogo, negociação, paciência, ouvir atentamente os outros que pensam de modo diferente de nós, o respeito pelas minorias, compromissos entre pontos de vista tantas vezes opostos, liberdade de pensar, fazer, dizer o que quisermos e até o direito ao “disparate”.
Com o limite da liberdade dos outros, como diria John Stuart Mill.
Mas é a única maneira decente de se viver com os outros.

Há situações-limite em que se podem admitir restrições à liberdade de imprensa, ou a outras liberdades. O contexto em que estamos poderá ser uma delas.
A necessidade de compatibilizar direitos ou liberdades constitucionalmente protegidos em conflito, aquilo a que por vezes se chama descortinar ou encontrar a sua “concordância prática”, pode justificar a aceitação de exceções normalmente inaceitáveis.
Por isso mesmo é, pelo menos, discutível que a declaração do estado de emergência, ainda que numa versão não muito extrema, seja a melhor decisão política, neste contexto.
Os perigos para a democracia são reais. 
Mas também é verdade que todos os contactos evitáveis potenciam enormes riscos de agravamento da situação em termos de saúde pública e do direito à saúde de cada um de nós. Não é uma decisão fácil, não tenho a certeza de qual eu tomaria se estivesse na posição de ter de o fazer.

Portugal e o mundo jamais serão como os conhecíamos há escassas semanas.
Mas é bom lembrar que o inferno já existia – e continua a existir – em muitas partes do mundo, do Sudão ao Congo ou da Faixa de Gaza ao Afeganistão ou à Síria e “por aí fora”.
Ou em geral nas zonas do globo onde a fome e as doenças evitáveis – além das guerras – matam muita gente todos os dias. É muito difícil, aliás, explicar a uma criança a razão pela qual metade do mundo morre de fome e a outra metade, de excesso de comida. E que as duas metades não são iguais.

Um terreno arde e, na primavera seguinte, o verde teima em reaparecer vindo de debaixo das cinzas. Podem vir “transtornados”, mas até em Chernobyl aparecem seres vegetais novos depois do desastre. Quem sabe haverá lições de solidariedade e de compaixão que poderão atingir e fazer infletir caminho aos mais empedernidos ou distraídos...

Olhando em volta, na verdade, não vejo grandes “líderes”. 
Vejo, aliás, vários que seria melhor que não estivessem lá.
Há exceções, e António Costa, em Portugal, é certamente uma. Jacinda Ardern, na Nova Zelândia, outra. Talvez Justin Trudeau, no Canadá. Ou mesmo Angela Merkel. Mas não tenho a certeza de que a existência de “líderes globais” em sentido próprio seja ou fosse grande ideia. 
A menos que se esteja a falar de inspiração – e aí temos muita, em grandes poetas, músicos, escritores e pensadores. Artistas e criadores de todas as áreas em que os seres humanos se “excedem” na criação da beleza ou na desmontagem do desconcerto do mundo. Homens e mulheres, de todas as cores, feitios e nacionalidades, ou mesmo sem nenhuma.
Talvez esteja na altura de mudar o nosso conceito de “líderes”.
Lembro, em qualquer caso, que alguns dos maiores líderes políticos foram também (e não por acaso) grandes intelectuais, de Léopold Sédar Senghor e Agostinho Neto a Mitterrand ou Churchill. Ou Amílcar Cabral, ou o atual Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, de quem tive a honra de ser colega e tenho a de ser amiga. Angela Merkel é doutorada em Química Quântica. E penso como Martin Luther King era um extraordinário pregador, que James Baldwin poderia tê-lo sido se o não tivessem perseguido, Angela Davis ainda hoje fala, escreve e pensa de forma brilhante. Ou como Mandela foi um ser de exceção “extremamente único”, e como Indira Gandhi ou Benazir Bhutto eram mulheres determinadas e grandes líderes, também assassinadas por isso mesmo.
Agora já não há “gente” assim?
Há claro, é preciso estar atenta e procurar.
Há promessas eloquentes, como Malala e Greta Thunberg, ou mesmo o jovem Miguel Duarte, que insiste em ajudar os migrantes e refugiados perdidos no mar, desafiando leis injustas e inumanas.

Mas, não tenho dúvidas de que estes tempos difíceis serão combustível para os populismos.


Teresa Pizarro Beleza





domingo, 12 de abril de 2020

Andrea Bocelli: Music For Hope - Live From Duomo di Milano

                         



On Easter Sunday (April 12, 2020), by invitation of the City and of the Duomo cathedral of Milan, Italian global music icon Andrea Bocelli gave a solo performance representing a message of love, healing and hope to Italy and the world.

“On the day in which we celebrate the trust in a life that triumphs, I’m honored and happy to answer ‘Sì’ to the invitation of the City and the Duomo of Milan. I believe in the strength of praying together; I believe in the Christian Easter, a universal symbol of rebirth that everyone – whether they are believers or not – truly needs right now. Thanks to music, streamed live, bringing together millions of clasped hands everywhere in the world, we will hug this wounded Earth’s pulsing heart, this wonderful international forge that is reason for Italian pride. The generous, courageous, proactive Milan and the whole of Italy will be again, and very soon, a winning model, engine of a renaissance that we all hope for. It will be a joy to witness it, in the Duomo, during the Easter celebration which evokes the mystery of birth and rebirth”
Andrea Bocelli 

 Andrea Bocelli, with the Foundation that carries his name, is currently involved in an emergency COVID-19 campaign. The Andrea Bocelli Foundation (ABF) has started a fundraiser to help hospitals purchase all the instrumentation and equipment necessary to protect their medical staff.








domingo, 29 de março de 2020

Cristóvam - Andrà Tutto Bene (English)

                                               




Lyrics:

Cities are vacant like they've never been
Everyone's scared of what blows in the wind
The plans we all had
Have all gone down the drain
Our lives were postponed
But I know in the end we'll be alright
We stand together as one

People are lining in grocery stores
Silence is screaming the fear in their hearts
Don't give up your faith, no
Don't let your light fade
Together we'll get through the dark of these days

Two or three months
They're saying on TV
Be safe in your shelters and soon we'll be free
One day we'll remember the hardest of times
When distance meant love and it kept us alive

Andrà tutto bene
Vai ficar tudo bem
Everything will be alright
Andrà tutto bene
Tout ira bien
Everything will be alright

To doctors and nurses
And all those who fight
The heroes that save us
By risking their lives
We'll give them our love, yeah
We'll shout to the skies
Brothers and sisters
We're here by your side

Take care of our loved ones
Be strong and be brave
Your kindness is something that cannot be paid
And when this is over the memories will shine
Of those who passed on and those who stood in line

A few more months
The anchorman said
Divided we fight but united we stand
One day we'll remember the hardest of times
When distance meant love and it kept us alive

Andrà tutto bene
Vai ficar tudo bem
Everything will be alright
Andrà tutto bene
Tout ira bien
Everything will be alright
Andrà tutto bene
Alles wird gut
Andrà tutto bene
Todo estará bien
Everything will be alright


Cristóvam





domingo, 2 de dezembro de 2018

.................................... exercitar a compaixão





"Nesta cena a pessoa que está em cima não pode ver a cobra a morder a pessoa de baixo, e a pessoa de baixo não consegue ver a pedra nas costas da pessoa de cima.
Sabe o que isto significa???
Nem sempre conseguimos ver a dor do outro, e nem sempre o outro consegue entender a pressão que estamos a passar...
É Preciso exercitar a compaixão, a boa comunicação, falar das nossas dificuldades, ouvir sobre as fraquezas do outro, respeitar as diferenças e ter empatia para entender, que mesmo o outro não fazendo exatamente o que gostaríamos, ainda assim ele pode estar a fazer o seu melhor."




quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Identifique os papéis que tem assumido





Se você é infeliz no amor, preste atenção no que está fazendo em sua vida.
Identifique os papéis que tem assumido e reconheça que você não é nada daquilo.

Descobrir como você é, do que gosta é a chave para obter felicidade.
Conhecer-se é fundamental.

Saiba avaliar o que lhe dá prazer.
Respeite seus sentimentos.
Não tenha medo de ser o que é.

Se fizer isso, sentirá um calor agradável no peito, uma alegria gostosa, que tornará sua vida mais bonita e colocará mais sedução em seu sorriso.
Essa beleza da alma que se reflete nos sentimentos verdadeiros atrai, conquista, seduz.
É o carisma.
E se você jogar fora seu "sonho de amor", deixar acontecer naturalmente, gostar das pessoas como elas são, descobrirá de quanta beleza, dignidade, dedicação e amor elas são capazes.

É só tentar.


Zíbia Gasparetto




segunda-feira, 26 de junho de 2017

Da inexorável morte do amor





Queimar tudo.
Alugar uma casa num lugar sem história na história da minha vida, um lugar de postais antigos, desbotados, e do passado guardar apenas uma urna de cinzas, no compartimento por baixo do lava-louças.
Ver filmes sem mérito, ler livros sem arte, ouvir óperas cómicas e inêxitos impopulares e anacrónicos.
Tentar, sem sucesso, pescar, e ir ao mercado comprar peixe miúdo e roupas com defeitos às ciganas.
Ser anónimo por fora e por dentro, criança que não se conhece nem quer conhecer e que procura apenas o início e o fim dum carreiro de formigas, revelação suficiente para quem ainda não desperdiçou a vida a perscrutar os gloriosos fundos de um oceano de merda.
Beber pouco.
Foder com a moderação que a improbabilidade do diálogo impõe.
Emular os pioneiros americanos, pecadores em busca de recomeço e horizonte, longe das catedrais e de si próprios, longe dos quiromantes e das sibilas e, sobretudo, da inexorável morte do amor.


Miguel Martins




sábado, 10 de junho de 2017

..................................não há senão uma forma de ficar





Acontece isso também:
A possibilidade de escapar indo para outros mundos.
Muitas pessoas fazem isso: partem algures, para mundos mais ou menos subtis.
Na verdade, há milhares de maneiras de fugir; e não há senão uma forma de ficar, que é verdadeiramente ter a coragem e a resistência, em aceitar todas as aparentes enfermidades, as aparências de impotência, as aparências de incompreensão, a aparência, sim, de uma negação da verdade!
Mas se nós não aceitarmos isso nunca mais será mudado.
Aqueles que querem ficar luminosos, fortes, poderosos, blá, blá, blá, pois bem, fiquem por lá, e assim eles não poderão fazer nada pela terra.

Mère





sexta-feira, 15 de julho de 2016

Paciência tem limites...




Até Os Tolerantes, 
Às Vezes, 
Têm Necessidade 
De Mandar ‘Ir À Merda’


Como defendi e defendo vigorosamente na minha vida quotidiana e banal, a generosidade e a gentileza devem ser palavras de ordem. Dizer bom dia, boa tarde, boa noite, sorrir, acenar, falar obrigado e por favor, pronunciar um elogio sincero fazem bem para os outros e para nós mesmos.

Por outro lado, paciência tem limites e bondade não é sinónimo de burrice. 

Ás vezes é preciso mandar ir à merda mesmo, alto e em bom som caso a pessoa em questão não escute direito ou tenha problemas para abstrair.

Ninguém é obrigado a pensar como ninguém, mas ninguém precisa destilar suas verdades como o mais vil veneno. Ninguém é obrigado a simpatizar com ninguém, mas ninguém tem o direito de jogar tal antipatia na cara dos outros. Mas se por acaso alguém desrespeita a opinião alheia, dá um show de antipatia ou esculhamba por falta de coisa melhor para fazer ou simplesmente para se sentir menos péssimo consigo mesmo, deve preparar-se para ir à merda.

Muita gente acha que é falta de educação dar respostas malcriadas para gente sem noção, que se sente dona da verdade, que quer convencer os outros com argumentos baixos, que finge não entender para criar polémica.

Acho que a pessoa perde o direito de ser tratada com educação quando ela é propositadamente idiota.

Infelizmente, algumas pessoas param de encher o saco apenas quando são tratadas com firmeza e um pouco de ironia. Caso contrário continuam a achar-se as maravilhosas do pedaço. Acham-se poderosas e assertivas por dizerem palavras ofensivas. Para mim estas pessoas inconvenientes, pretensiosas, que vomitam suas lindas verdades sem filtros, têm preguiça mental porque discordar com classe e educação exige um trabalho intelectual muito mais elaborado e cuidadoso do que simplesmente exibir o seu acervo de grosserias.

Mandar ir à merda não significa necessariamente usar estas palavras. 

Ás vezes mandamos à merda com um olhar de desprezo, com uma resposta irónica ou apenas com um constrangedor silêncio. Um e-mail não respondido, um convite não aceito podem ser formas bem eloquentes de mandar ir à merda. Não quero dizer que toda vez que não respondem a um e-mail nosso, estão ama mandar-nos à merda. Às vezes a pessoa em questão não respondeu porque está num mau momento. O mesmo se refere a convites. Mas quando alguém começa a nos evitar de forma sistemática, ela provavelmente está a mandar-nos à merda.
Às vezes com motivo, às vezes sem motivo. Não entrarei nesta questão.

O que desejo ressaltar é que não precisamos engolir tudo.
Não precisamos levar na cara e achar normal. Ninguém é saco de pancada de ninguém. E se alguém se sente no direito de transformar os outros em sua válvula de escape para o stress do dia a dia, mande à merda sem a menor cerimónia.

Digo mais: quando o idiota em questão for você mesmo, mande a sua insegurança e os seus traumas e manias irem à merda também. 
Seu lado medroso está a privar-te de um prazer delicioso? Mande-se à merda!
As suas manias estão a roubar o seu tempo livre e o seu bom humor? Mande-se à merda!
O seu passado triste está a atrapalhar o seu presente? Mande-se à merda juntamente com quem te ajudou a ferrar o seu passado!
Pode ser bem divertido!



Sílvia Marques 

As Lamúrias, Os queixumes...e Afins




O hábito que a maior parte das pessoas têm 
de irem descarregar-se nos outros 
quando se sentem tristes e infelizes 
revela uma grande fraqueza.


Muitas delas, à menor preocupação, à menor contrariedade, apressam-se a ir a casa de familiares, de amigos, de vizinhos… Ou então a pegar no telefone! E lá fica uma vintena de pessoas igualmente envenenada…

Porventura, elas questionaram-se alguma vez sobre se os outros estão lá para aguentar com os seus fardos ou, inclusive, se eles são capazes de os suportar?

Se elas quiserem realmente progredir, devem abandonar esse hábito e arranjar maneira de não continuar a sobrecarregar aqueles que as rodeiam.

Quando tiverem preocupações, desgostos, procurai uma forma de neutralizar esses estados.

Perguntai a vós próprios:
«O que posso eu fazer para me tornar mais resistente, mais senhor de mim mesmo, e para me comportar como um verdadeiro filho de Deus, com o qual o Céu pode contar para o seu trabalho?»

Se não quiserem fazer esforços, se preferirem permanecer fracos, continuai com as vossas velhas práticas e as consequências que delas advirão!

Mas ficai a saber que, num Ensinamento Iniciático, é-vos indicado o caminho para vos tornardes fortes, luminosos, e também para serdes capazes de ajudar os outros.



Omraam Mikhaël Aïvanhov






Sensibilização para não viver na lamúria, nem na queixa permanente, no vómito, e no veneno, na indignação, no julgamento, e todas aquelas coisas que nos baixam a energia e a de todos à nossa volta.
Ser uma influência positiva - dentro do possível - e um vírus que dê gosto. Se possível.
- senão ao fim de um tempo o vírus dá por si sozinho, a afundar-se no seu próprio vómito a questionar-se por que é que estão todos a uma distância de segurança, por que é que nem as palmadinhas nas costas lhe soam a autênticas, e a queixar-se de que não tem quem se interesse por si. I mean, por que é que haveria de ter?

Para se ser nutritivo neste Mundo, e portanto para se ser nutrido (é tudo eco, ressonância e reflexo) é preciso lidar com a própria toxicidade, com a sua própria boca faminta, e isso é entre e dentro de Si, o adulto, a parte infantil, e Deus.
É um processo vertical, de modo a que o que emana horizontalmente depois, para o mundo e os outros, e do mundo e dos outros como eco, seja reflexo e resposta à própria verticalização, positividade, alegria, e conquistas.

Parece que vivemos à espera das condições externas para nos 'sentirmos Bem", como se isso não nascesse, antes, de uma decisão e de uma disponibilização pessoal em aproveitar cada segundo para fazer o seu Trabalho.

Da decisão de lidar com o próprio estrume e dividir com o mundo os frutos e o perfume.
Em vez de oferecer o estrume na expectativa de bons frutos.
(que negócio seria esse? Um negócio da China! Infelizmente, ninguém está interessado nessa troca trouxa - a não ser que tenha, também, muito estrume para dispensar disfarçado de maçãs: são rosas, senhor, são rosas - e o cheiro?, alguém mo explica? É que isto rapidamente começa a cheirar a esturro)

Bá!, toca todos a lidar conSigo própri@.
Senão, para que é que servem - como se aproveitam - as bênçãos contidas nas contrariedades?
Contaminar por contaminar... Que seja com coisas boas. Alegria. Presença de Espírito. Humor. Inspiração. Reminders. Provocações. Testemunhos. Ideias. Exemplos. Possibilidades. Conhecimentos. Modelos.
(mesmo que seja só para saber, não tem que ser para adoptar. Como dizia o outro, mais triste do que não mudar de ideias é não ter ideias novas para mudar )

Mas queixas, críticas, lamentações, por favor e pela graça de deus...
Que seja por mensagem privada. Para si próprio. Deus em Ti há-de recebê-las.
E saber o que fazer com elas.
Despeja, e o único que consegues
É que te seja oferecido ainda mais do mesmo.
Contém e lida: e descobrirás que nisso reside a riqueza e a alquimia da tua própria transformação. Maturidade. E Poder.
E Abundância, e Prazer, e Alegria, e Amor, e Propósito, e Sentido,
E por falar em sentido,
Não há sentidos proibidos. Mas há rotundas que são um enjoo.



Nuno Michaels


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Palavras que ferem de morte



As palavras podem, realmente, ferir e causar graves danos emocionais.
E, a dor causada por elas, muitas vezes persiste por muito mais tempo do que a cicatrização de qualquer corte ou ferida física. Algumas palavras podem causar dor que pode demorar a sarar ou criar uma cicatriz "invisível" que se transporta para o resto da vida. A memória de palavras dolorosas pode levar a uma vida de ansiedade, raiva, ressentimento e medo, entre outras repercussões. Podemos magoar e causar danos uns aos outros, a um nível profundo.
Você consegue aperceber-se de quantas vezes diz algo que pode ferir profundamente alguém?

Estamos todos inevitavelmente propensos a ferir alguém com as nossas palavras, mesmo quando é intencional mas, uma escolha que todos podemos fazer é estar conscientes do que estamos a dizer, de como o dizemos e do impacto que as nossas palavras têm sobre os outros.
Afinal, palavras começam e terminam guerras...

Pergunte a si próprio se as suas palavras são necessárias para alguém ouvir ou se está simplesmente a suprimir as suas próprias emoções e à procura de uma saída para elas? 
Se está a tentar curar a sua dor emocional ou à procura de alguém em quem a descarregar?


Como Blaise Pascal escreveu: 
"As palavras amáveis não custam muito. 
Elas nunca magoaram a língua ou os lábios." 



~ Deborah King


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Aceitar-se a Si Mesmo



Assim como as águas, estas emoções intuitivas devem ter seu lugar espontaneamente em nossas vidas.
Assim como as águas, as emoções precisam fluir para que haja equilíbrio.
Nenhuma emoção deveria ficar tempo demais, e nós não deveríamos obcecarmo-nos com o tema.
Nem dar valor demais às emoções, nem negá-las ou reprimi-las. 

É preciso compreender que o que somos em termos absolutos transcende em muito a subjectividade das nossas emoções. 
O segredo é estabelecer uma relação equilibrada com elas reconhecendo que a nossa vida é muito maior que qualquer sentimento.

Havendo saúde e boa disposição, nenhuma emoção irá ficar tempo demais.
Elas sempre passam, como as águas de um rio que corre. 
A aceitação dessa fluidez implica eventualmente, deixar de lado o impulso de tomar alguma medicação para reprimir emoções que desapareceriam se as deixássemos repousar por um tempo adequado.


Pedro Kupfer

terça-feira, 21 de abril de 2015

................despregar os olhos da cruz




Que o sofrimento engrandece e que aumenta exponencialmente as hipóteses de nos tornarmos mais fortes, mais sábios e mais evoluídos, já todos sabemos.
E não é para quem quer, é só para quem pode, como se se tratasse de um luxo, de um mérito reservado aos eleitos, de uma qualidade dos mártires, embora também assole, afinal, todo e cada um ser mortal que se preze, feito da carne comum que a todos nos cobre.

Sofrer. Sofrer muito.
Sofrer até que não haja mais nenhuma célula que não lateje de dor.
Sofrer nem sequer até dizer chega, porque não há nada que chegue, nem sempre há algo que faça passar, alguma coisa que cure, que alivie, a não ser sofrer ainda mais e aguentar firme, enquanto mágoas e dores nos rasgam por fora, ao mesmo tempo que nos comem por dentro.

Temos todos dias assim, vidas assim, manias assim.
A imagem de Cristo na cruz, com as mãos e os pés esventrados por pregos e coroada de espinhos, deixou-nos gravada nos genes esta certeza de que só quem sofre até aos limites pode algum dia vir a alcançar as alturas, o paraíso, o reino dos céus.

Experimentem passar os vossos dias na calma beatitude dos que não padecem de qualquer espécie de mal, dos que não se queixam de nada, não são acometidos por espasmos nem febres e verão como é pouco o respeito que colhem em troca. 

Quem não sofre, por pouco que seja, não é digno de compaixão, de carinho, de mimos. 
Tão pouco é normal, já que o normal, humanamente falando, é sofrer.
E então agarramo-nos à normalidade, agarramos-nos ao sofrimento, carregamos cruzes às costas até ficarmos em sangue, esventramos os pés e as mãos e o peito e exibimos as feridas como se fossem medalhas de guerra.
E assim vamos ganhando algum mérito, conquistando a compaixão dos que nos rodeiam, que nos pegam ao colo e que nos fazem festas e que nos limpam as lágrimas, ao mesmo tempo que dizem "pronto, pronto, já passa". 

Com sorte, somos aquele ou aquela "que já sofreu tanto" e isso, de certa forma, dá-nos estatuto, dá-nos credibilidade, dá-nos alento e razões para não abrirmos mão de tudo o que nos queima por dentro. Não concebemos sequer a possibilidade de o sofrimento ser só uma ideia, um conceito, um preconceito, uma herança. e sofremos até quando não queremos sofrer. sofremos para não sofrer mais.

Despregar os olhos da cruz é negar a nossa própria humanidade e é por isso que nos é tão difícil fazê-lo.
Quem seríamos nós, sem dores e sem feridas?
Quem seríamos nós, se não houvesse mais nada de que nos queixássemos?
Quem seríamos nós, se Cristo afinal não tivesse sido cruxificado?

E, no entanto, todos nós temos dias assim, pedaços de vida sem dor, momentos em que despregamos os olhos das feridas, alturas em que sofrer nos parece, afinal, o maior dos absurdos e o desperdício mais estúpido.
Quase me atreveria a dizer que, quando largamos as nossas dores, quando as esquecemos, quando nem sequer nos lembramos que as temos, não sabemos quem somos. 
A leveza que toma conta de nós parece irreal, levitamos como se não houvesse mais peso, tornamo-nos anormalmente felizes.

Humanamente, porém, é impossível que o sofrimento nos tenha deixado para sempre a gozar dessa anormalidade, ou então seríamos anjos ou qualquer outra coisa que a matéria não pudesse atingir.
Mas somos humanos, pois é. 
Não deixou de haver carne nem sangue, não deixou de haver cruz, não se escoou do nosso corpo a memória das dores ancestrais, nem nós saberíamos o que fazer se o lugar onde sempre as guardámos desaparecesse sem deixar rasto do nosso mapa genético. 

E, de novo, sofremos.
Sofremos tanto, sofremos por tudo, sofremos por nada, sofremos até quando não sabemos por que é que sofremos, quase como se a dor fosse uma prova de vida, uma garantia de que continuamos aqui, uma maneira de ocuparmos o tempo, um mérito que um dia nos fará ser merecedores da redenção e da glória dos céus.

E então desprego os olhos da cruz, palpo o meu corpo e não encontro uma única chaga, não há sequer cicatrizes de feridas antigas, não me dói nada.
Desfaço a noção que tenho de mim como um punhado perene de ossos, de órgãos, de células, de músculos e nada lateja.
Ponho as mentiras de lado e desligo os ecrãs onde, repetidamente, se projectam todos os filmes desde que nasci até hoje e alguns outros que nem sequer aconteceram ainda.
Escrevo 'paixão' na certeza de que as palavras nem sempre falam verdade.
É sexta feira e a paixão de hoje exala um hálito trágico que não vou respirar.
E escolho escrevê-la sem recorrer à memória de nada, mas apenas à terra que habito.
Pai chão.
E Cristo surge-me então como uma luz de presença benigna.
E o milagre da cura é segui-la sem deixar que se apague, já que é apenas no escuro que o sofrimento se acende.


Inês de Barros Baptista

sábado, 11 de abril de 2015

O PODER DE RENASCER



Muitas situações na vida levam o ser humano a sentir-se derrotado. 
De repente, todas as coisas deixam de fazer sentido.

Nesses momentos-limite julgamos que as forças nos abandonaram por completo e que jamais conseguiremos recuperá-las. Mas, existe algo misterioso, belo e imutável dentro de nós: a capacidade de renascer.
O mito da fénix, a ave que renasce das próprias cinzas, é a metáfora perfeita da história do ser humano que, muitas vezes, cria para si mesmo o fogo destruidor, à semelhança da ave que eriça as próprias asas provocando as chamas que irão consumi-la.
Assim como a ave mitológica, também nós possuímos o segredo para fazer surgir de dentro de nós um novo ser, quando o velho ego já não nos garante a força necessária para enfrentar a vida.
Esse poder, que reside dentro de nós, precisa de ser accionado pela vontade, a alavanca mágica com a qual fomos todos dotados pelo Criador.

Porém, dirão alguns, quando a tristeza nos domina e perdemos o encanto pela vida, a nossa vontade parece desaparecer, como podemos recuperá-la?
Se conseguirmos vislumbrar, nos acontecimentos da nossa vida, uma razão superior, por mais incompreensível que ela nos pareça no momento, então, todos os factos se tornarão parte de um todo maior, um projecto do Criador para que recuperemos a nossa essência divina.

Muitas vezes a dor torna-se a única estrada através da qual chegaremos ao Caminho. Porém, se soubermos entendê-la exactamente desse modo, como um atalho para a chegada a um novo estado de ser, poderemos transcendê-la, ao invés de nos tornarmos seus reféns."

Elisabeth Cavalcante

sábado, 28 de fevereiro de 2015

...............sensação que nada está a acontecer



Há momentos em que pura e simplesmente temos a sensação que nada está a acontecer.
Mas... é isso mesmo, apenas uma sensação!
Na verdade, tudo está em permanente movimento e evolução.
Os planetas movem-se, as galáxias movem-se, os átomos movem-se, nada está parado...

Claro que temos por vezes essa perceção errada ou desfasada da realidade, devido à nossa própria condição humana. Este "vestido" que usamos nesta dimensão torna os processos muito lentos, mais aborrecidos, mais longos...
O Relógio Cósmico, trabalha de forma diferente do Relógio Humano.

Porém, acham mesmo que isso acontece por acaso ou apenas para nos fazer sofrer?

Eu acho que não! Sei que tudo tem um propósito e que nada, mas mesmo nada acontece por acaso.

As dores, os sofrimentos, as "injustiças", são apenas testes à nossa paciência. 
Testes esses que desenhámos para nós.

Sim, não se assustem com as minhas palavras, nem pensem que endoideci de vez.

Somos nós os responsáveis pela nossa vida, somos nós que decidimos onde e como vamos nascer, onde vamos viver o nosso propósito de vida, cumprindo desse modo a nossa missão. 
Com quem vamos aprender preciosas lições de vida, quer sejam vividas pela negativa ou pela positiva. 
Somos nós que escolhemos os pais, a família, o país, a condição social e económica, a saúde e assim por diante.

Portanto, como veem, não adianta depois sentir tanta raiva ou tanta revolta pelas nossas experiências.
Cabe a nós tomar consciência de quem somos, do que viemos fazer, do que viemos cumprir.

Muitos de nós, passam pela Escola da Terra, sem nunca resgatar este poder - o poder de mudar a própria realidade.

Hoje, aqui e agora, temos a possibilidade de alcançar essa bênção. Mas para isso há que confiar a quinhentos mil por cento nessa possibilidade, não há espaço para hesitações, medos ou temores.

Eu sei... eu sei que vos é difícil acreditar nestas palavras, mas façam um pequeno esforço interior e a vossa visão interna abrir-se-á, mostrando-vos novas dimensões da existência, novas possibilidades de ser e de estar.
A mais imediata é a possibilidade de largar a velha energia: já experimentámos e passámos pelo papel de vítima e de carrasco vezes sem contas, ora de um lado ora de outro, numa viagem ininterrupta até ao momento em que percebemos que esteve sempre nas nossas mãos a possibilidade de fazer escolhas diferentes, passíveis de mudar a realidade.

Outrora, como hoje, apresenta-se-nos essa possibilidade mais uma vez.
Vamos escolher em consciência?

Ainda acham que não está a acontecer nada?



Eva Vilela Veigas

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

................humm, não me parece



A nossa "missão" é sermos "felizes"....

"É a "felicidade" um bem comum e mensurável, para sermos tão atrevidos assim, e afirmarmos essas coisas?

Não há nada mais chato do que as pessoas "passadas" passarem da sua miséria emocional e confusão mental, para um delírio qualquer de sonho e bondade e realização - eureca, AGORA sou feliz!
Só me apetece dar-lhes uma grande bofetada, para saírem do histerismo!

... eu anoiteço e amanheço, me entristeço e me alegro, acredito no princípio da dualidade, um não vive sem o outro, somos luz e escuridão simultaneamente, passivo e activo, escuro e claro, frio e quente, diurno e nocturno ... frente e verso proporcionais, não há nada neutro, tudo possui sua polaridade, um começo e um fim num ciclo constante ...

 Há uma "felicidade", ou muitas "pequenas felicidades", ou pequenos momentos em que dizemos estarmos felizes?

Não creio que a nossa missão seja essa.

Tantas e tantas vidas e reencarnações reduzidas a isso?

Soa-me a pouco.
E a ti?"


domingo, 5 de outubro de 2014

..............o sofrimento


"O sofrimento abre nossos olhos, ajuda a ver o que não veríamos de outra forma.
Portanto, só é útil ao conhecimento e, fora isso, não serve senão para envenenar a existência.
O que, diga-se de passagem, favorece ainda mais o conhecimento.
“Ele sofreu, logo, compreendeu.”
É tudo o que podemos dizer de uma vítima da doença, da injustiça, ou de não importa que variedade de infortúnio.
O sofrimento não melhora ninguém (salvo aqueles que já eram bons), é esquecido como são esquecidas todas as coisas, não entra no “património da humanidade”, não é conservado de maneira alguma, mas se perde como tudo se perde.
Mais uma vez, não serve senão para abrir os olhos."

Emil Cioran 
in,De l’inconvenient d’être né



"Se as doenças têm uma missão filosófica neste mundo, ela não pode ser outra senão, demonstrar quão ilusória é a sensação da eternidade da vida, e quão frágil é a ilusão de uma indefinição e de um triunfo da vida.
Pois, na doença, a morte está sempre presente na vida.
Os estados genuinamente doentios nos conectam a realidades metafísicas que um homem normal e saudável é incapaz de entender.
É evidente que entre as doenças, há uma hierarquia conforme sua capacidade de revelação. (...)
…nos estados normais e não reveladores, a morte é considerada vinda de fora e completamente externa à vida.
A mesma sensação têm os jovens ao falar da morte.
Mas quando a doença os golpeia em pleno elã, todas as ilusões e seduções da juventude desaparecem. Com certeza, neste mundo, as únicas experiências verdadeiramente autênticas são as que brotam da doença.

... Só as pessoas que realmente sofrem, são capazes de conteúdos autênticos e de uma seriedade infinita.
[...] Toda doença é heroísmo; mas um heroísmo de resistência, não de conquista.
O heroísmo na doença se manifesta por resistência nos bastiões perdidos da vida."

Emil Cioran
in, Nos cumes do Desespero



É triste, mesmo muito triste mas, só mudamos naqueles momentos de muita dor, mas ela passando, voltamos a cometer erros, e até os mesmos.....
Esta é a realidade mas, já é um bom sintoma ter essa consciência!

Qualquer que seja o sofrimento, edifica e fortalece,...
No fundo, é uma mutação Iluminada e todo o que sofre, seja de que modo for(...pois todos temos a nossa espécie de sofrimento...)aprendemos sim, mesmo que seja pouco ou nada, que sejamos esquivos a este acordar...
A lição fica lá dentro, na Alma....
Aqui, estamos todos numa escola maravilhosa de infinitas aprendizagens....
Só olhar um pouco para o lado, para os que sofrem mais do que nós...uma visita aos hospitais, um olhar atento a um amigo, pode fazer a diferença e levar-nos ao reconhecimento e gratidão do caminho...

Ou crescemos e aceitamos, ou......