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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Como limpar velhas crenças







Vamos experimentar examinar um pouco o nosso passado, e dar uma olhada em algumas crenças que têm nos dirigido.
Algumas pessoas acham essa Parte do Processo de limpeza muito dolorosa, mas não precisa ser assim. Precisamos olhar para o que existe antes de podermos começar a faxina.
Quando se quer limpar uma casa completamente, 
Primeiro é necessário pegar e examinar tudo o que existe nele. Algumas coisas serão olhadas com carinho e receberão limpeza e polimento para ganharem uma nova beleza. 
Outras talvez precisem de conserto ou restauração, o que poderá ser feito depois, com calma.

Outras coisas jamais servirão para nada e deverão ser jogadas fora. 
Jornais e revistas velhos, pratos de papel sujos podem ser postos na lata do lixo sem rodeios. Não é necessário ficar com raiva para se fazer uma boa faxina.

O mesmo acontece quando estamos a limpar nossa casa mental. 
Não é preciso sentir raiva só porque algumas das crenças guardadas nela estão prontas para serem atiradas fora. Livre-se delas com a mesma facilidade com que jogaria restos de comida na lata do lixo depois de uma refeição. 
Você por acaso pegaria no lixo de ontem para fazer o jantar de hoje? 
Você pega no velho lixo mental para criar as experiências de amanhã.

Se um pensamento ou crença não lhe é mais útil, livre-se dele! 
Não existe nenhuma lei que diga que só porque você um dia acreditou em alguma coisa é obrigado a acreditar nela para sempre.


Assim, vamos dar uma olhada em algumas dessas crenças limitantes e descobrirmos a sua origem:

CRENÇA LIMITATIVA: Não sou bom o bastante.

ORIGEM: Um pai que repetidamente lhe dizia que ele era burro.

Ele falou que queria ser um sucesso para o Pai poder se orgulhar dele, porém estava assolado pela culpa, que criava ressentimento, e tudo o que conseguia produzir era um fracasso após outro. O pai continuava a financiar os negócios dele, porém, um a um eles fracassavam. Ele usava o fracasso para se vingar. Fazia o pai pagar, pagar e pagar. Claro, ele era o maior perdedor.

CRENÇA LIMITATIVA: Falta de amor por si própria.

ORIGEM: Tentar ganhar a aprovação do pai.

A última coisa que ela queria era ser como o pai. Os dois não concordavam em nada e estavam sempre a discutir. Ela só queria a sua aprovação, mas só conseguia críticas. Seu corpo estava cheio de dores, exatamente iguais às que o pai tinha. Ela não percebia que a raiva estava criando dores nela, como a raiva do pai criava dores nele.

CRENÇA LIMITATIVA: A vida é cheia de perigos.

ORIGEM: Um pai amedrontado.

Outra cliente encarava a vida como sendo áspera e sombria.
Tinha dificuldade em rir e, quando o fazia, ficava com medo de que algo “mau” iria acontecer. Fora criada com a admoestação: “Não ria ou ‘eles’ poderão pegá-la”.

CRENÇA LIMITATIVA: Não sou bom o bastante.

ORIGEM: Estar abandonado e ignorado.

Era difícil para ele falar. O silêncio tornara-se um modo de vida. Ele acabara de se livrar do álcool e das drogas e estava convencido de que era péssimo. Descobri que a sua mãe morrera quando ele era muito jovem e que fora criado por uma tia. Essa mulher raramente falava, exceto para dar uma ordem, portanto ele foi criado em silêncio. Até comia sozinho em silêncio e passava dia após dia no quarto sem fazer barulho. Teve um amante que também era um homem silencioso e os dois passavam a maior parte do tempo sem se falarem. O amante morreu e, mais uma vez, ele ficou sozinho.


Exercício: Mensagens negativas
O exercício que fazemos em seguida é pegar numa folha grande de papel e escrever uma lista de todas as coisas que seus pais disseram que estavam erradas com você.

Quais foram as mensagens negativas que você ouviu? 
Dê-se tempo suficiente para lembrar o máximo que puder. 
Meia hora geralmente é bastante.

  1. O que eles diziam sobre dinheiro? 
  2. O que diziam sobre seu corpo? 
  3. O que diziam sobre amor e relacionamentos? 
  4. O que diziam sobre seus talentos criativos? 
  5. Quais foram as coisas limitativas ou negativas que lhe disseram?

Se puder, apenas olhe de forma objetiva para essas frases e diga a si mesmo: 
Então, foi daí que veio aquela crença.

Agora peguemos uma nova folha de papel e vamos um pouco mais fundo. 
Que outras mensagens negativas você ouviu quando era criança?

  • De parentes
  • Professores
  • Amigos
  • Autoridades
  • Sua Igreja

Anote todas elas. 
Leve o tempo que for necessário. 
Tome consciência das sensações que estão ocorrendo no seu corpo.

O que está escrito nessas folhas de papel são os pensamentos que precisam ser removidos de sua consciência. 
São crenças que o fazem sentir “não bom o bastante”.


Vendo-se como uma criança
Se eu pegasse uma criança de três anos e a colocasse no meio da sala e nós começássemos a gritar com ela, dizendo-lhe que é burra, que nunca fará nada direito, que deve fazer isto ou aquilo, olhar para a bagunça que fez, talvez bater nela algumas vezes, terminaríamos com uma criancinha assustada, sentada docilmente num canto da sala, ou então com uma arrebentando a casa toda. 
Ela agirá de uma dessas duas maneiras e nunca saberemos qual é o seu verdadeiro potencial.

Agora, se pegarmos a mesma criança e lhe dissermos o quanto a amamos o quanto nos importamos com ela, que adoramos sua aparência e nos orgulhamos da sua esperteza e inteligência, que ficamos encantados com as coisas que faz e que ela pode cometer erros enquanto aprende – que estaremos sempre do seu lado tanto nas horas boas como ruins -, o potencial dessa criança será ilimitado.

Cada um de nós tem uma criança de três anos no nosso interior e com frequência passamos a maior parte de nossas vidas a gritar com ela. 
Depois ficamos a pensar por que a nossa vida não funciona.

Se você tivesse um amigo que estivesse sempre a critica-lo, gostaria de estar sempre com ele? 
É possível que você tenha sido tratado dessa forma quando criança, e isso é muito triste. 
No entanto, isso aconteceu há muito tempo atrás. 
Se atualmente você está a escolher tratar-se da mesma forma, então é algo mais triste ainda.

Agora, bem à nossa frente, temos uma lista das mensagens negativas que ouvimos quando crianças. Como essa lista corresponde ao que você acredita estar errado com você? 
São quase as mesmas coisas? 
Provavelmente sim.


Baseamos o nosso roteiro de vida nas nossas mensagens de infância. 
Éramos todos bonzinhos e aceitamos obedientemente o que “eles” nos disseram como sendo verdade. Seria muito fácil só culparmos nossos pais e sermos vítimas pelo resto da vida, mas isso não teria graça nenhuma e com toda a certeza não nos tiraria da encrenca em que nos encontramos agora.

Culpar a família
A culpa é um dos modos mais garantidos de se permanecer dentro de um problema. 
Quando culpamos alguém, estamos a abrir mão do nosso poder. A compreensão permite-nos elevarmo-nos acima da questão e assumirmos o controle de nosso futuro.

O passado não pode ser mudado. O futuro é moldado pelo pensamento atual. É imperativo para a nossa liberdade entender que nossos pais estavam a fazer o máximo que podiam com a compreensão, consciência e sabedoria que tinham. Sempre que culpamos alguém, não estamos a assumir a responsabilidade por nós mesmos.

Aquelas pessoas que nos fizeram todas aquelas coisas horríveis estavam tão assustadas e amedrontadas como você está agora. Sentiam a mesma impotência que você sente agora. As únicas coisas que podiam ensinar eram as que tinham aprendido.

Quanto você sabe sobre a infância dos seus pais, especialmente antes dos dez anos de idade? 
Se ainda for possível, descubra mais perguntando-lhes. 
Se conseguir mais informações sobre a infância de seus pais, você vai entender com maior facilidade por que fizeram o que fizeram. A compreensão resultará em compaixão. 
Se você não sabe e não tem como descobrir, tente imaginar como deve ter sido. 
Que tipo de infância criaria um adulto como aquele?

Você precisa desse conhecimento para sua própria libertação. 
Você só poderá se libertar depois de libertá-los. 
Você só poderá se perdoar depois de perdoá-los. 
Se exigir perfeição deles, exigirá perfeição de si mesmo, o que o tornará infeliz a vida toda.


A escolha dos pais
Concordo com a teoria de que escolhemos os nossos pais. 
As lições que aprendemos parecem combinar perfeitamente com as “fraquezas” dos pais que temos.

Acredito que estamos todos numa viagem interminável através da eternidade. Viemos a este planeta para aprendermos lições especiais necessárias para nossa evolução espiritual.

Escolhemos o nosso sexo, cor e país, e em seguida procuramos o casal perfeito para “refletir” nossos padrões.

Nossas visitas a este planeta são como ir a uma escola. Se você quer ser esteticista, você vai fazer um curso de estética. Se você quer ser um mecânico, vai para a escola de mecânica. Se você quer ser um advogado, vai para a faculdade de direito. 
Os pais que você escolheu nesta vida eram o casal perfeito de “peritos” no que você queria aprender.

Quando crescemos, temos a tendência de apontar um dedo acusador para os nossos pais e dizer: 
“Vocês me fizeram isso!” Porém, eu acredito que nós os escolhemos.


Dando ouvidos a outros
Nossos irmãos e irmãs mais velhos são deuses para nós quando somos pequenos. Se eram infelizes, provavelmente descontaram em nós tanto física como verbalmente. 
Podem ter dito coisas como:

“Vou contar tudo o que você fez” (instilando culpa).

“Você é pequenininho, não pode fazer isso”.

“Você é novo demais para brincar connosco”.

Os professores muitas vezes nos influenciam muito. 
Quando eu estava no quinto grau, uma professora me disse enfaticamente que eu era alta demais para ser dançarina. Acreditei nela e pus de lado as minhas ambições no campo da dança até estar velha demais para começar uma carreira como dançarina.

Você compreendeu que exames e notas eram só para ver o seu grau de conhecimento numa época determinada ou foi daquelas crianças que deixavam medir seu valor?

Nossos primeiros amigos compartilharam a sua falta de informação sobre a vida connosco. Nossos coleguinhas podem gozar connosco e deixar mágoas perenes. Quando eu era criança, sofri muito porque meu sobrenome era Lunney e os meninos me chamavam de “lunática”.

Os vizinhos também exercem influência, não só por causa do que dizem, mas porque também nos perguntamos: “O que os vizinhos vão pensar?”

Pense bem nas autoridades que tiveram influência na sua infância. 
E, naturalmente, existem as declarações fortes e muito persuasivas dos anúncios na imprensa e televisão. Um excesso de produtos é vendido fazendo-nos sentir que seremos indignos ou errados se não os usarmos.

Todos estamos aqui para transcendermos as nossas limitações iniciais, sejam quais tenham sido. Estamos aqui para reconhecer a nossa própria magnificência e divindade, não importa o que eles nos tenham dito. Você tem as suas crenças negativas para superar e eu tenho as minhas crenças negativas para superar.


Novo padrão
  1. Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
  2. O passado não tem poder sobre mim porque estou disposto a aprender e mudar.
  3. Vejo o passado como necessário para me trazer até onde estou hoje.
  4. Estou disposto a começar bem aqui onde estou agora, a limpar os quartos de minha casa mental. Sei que não importa por onde inicio, de modo que agora começo com os quartos menores e mais fáceis, e assim verei os resultados rapidamente.
  5. Sinto-me emocionado por estar no meio desta aventura, pois sei que nunca passarei por essa experiência em particular de novo. Estou disposto a me libertar.
  6. Tudo está bem no meu mundo.


Louise Hay 
in, “Você pode curar a sua vida”





terça-feira, 27 de outubro de 2020

Dez maneiras de se amar






Eu escolho me sentir bem comigo mesma a cada dia.
Todas as manhãs eu me lembro de que posso fazer a escolha de me sentir bem.
Este é um novo hábito a cultivar.

Para aqueles que estiveram a trabalhar por algum tempo com o amor próprio, esta pode ser uma mensagem de reciclagem para vocês. No entanto, para aqueles que são novos nisto, irei compartilhar algo que enviei a milhares de pessoas ao longo dos anos – Meus Dez Passos – ou AS DEZ MANEIRAS DE SE AMAR.

Estou disposto a aprender a me amar.

Muitos parecem sofrer de uma falta de auto-estima, num nível ou outro.
É muito difícil amarmos-nos porque temos todas estas chamadas falhas dentro de nós que sentimos e que nos torna impossível nos amarmos exactamente como nós somos. Geralmente nos amamos de forma condicional, e, então, quando estamos envolvidos em relacionamentos, amamos a outra pessoa de forma condicional, também.
Assim, como podemos superar este pensamento e dar o próximo passo para nos amarmos?


DEZ MANEIRAS DE SE AMAR

1 - Provavelmente, a chave mais importante é deixar de se criticar.
Quando dizemos a nós mesmos que estamos bem, não importa o que esteja a acontecer, podemos fazer mudanças nas nossas vidas, facilmente. É quando nos consideramos maus que temos grande dificuldade.

2 - Devemos também parar de nos assustar.
Muitos de nós aterrorizamos-nos com pensamentos terríveis e tornamos as situações piores do que elas são. Temos um pequeno problema e o transformamos num grande monstro.

3 - Outra maneira é ser gentil, amável e paciente consigo mesmo.
A maioria das pessoas sofre com a expectativa da satisfação imediata. Temos que tê-la agora. A impaciência é uma resistência à aprendizagem. Queremos as respostas sem aprender a lição ou dar os passos que são necessários.

4 - Devemos aprender a sermos gentis com as nossas mentes.
Não nos odiemos por termos pensamentos negativos. Podemos considerar os nossos pensamentos a  fortalecer-nos, em vez de nos abater.

5 - O próximo passo é elogiar-se. 
A crítica abate o espírito interior, e o elogio o fortalece. Reconheça o seu Poder. Somos todos nós expressões da Inteligência Infinita.

6 - Amar-se significa apoiar-se. 
Permita que os seus amigos o ajudem. Você está a ser realmente forte quando pede ajuda, quando precisa.

7 - Ame os seus pontos negativos. 
Todos eles fazem parte da sua criação, assim como todos nós fazemos parte do Universo. A Inteligência que nos criou não nos odeia porque cometemos erros. Esta Inteligência sabe que estamos a fazer o melhor que podemos e ama toda a sua criação, como podemos amar a nossa.

8 - Cuide do seu corpo.
Pense no seu corpo como uma casa maravilhosa em que você vive por algum tempo. Você gostaria de sua casa e cuidaria dela, não é? Então, observe o que você coloca no seu corpo.

9 - Muitas vezes, eu enfatizo a importância do trabalho do espelho, a fim de descobrir a causa de um problema que nos impede de nos amarmos. Olhe no espelho logo ao acordar e diga: “Eu te amo. O que posso fazer por ti hoje? Como posso fazer-te feliz?”
Ouça a sua voz interior e comece a seguir o que você ouvir.

10 - Finalmente, ame a si mesmo agora – não espere até que esteja bem. Se você puder se amar e se aprovar agora, então, quando o bem chegar à sua vida, você será capaz de apreciá-lo. Uma vez que aprenda a se amar, você pode começar a amar e a aceitar as outras pessoas, também.

Amar-se é uma aventura maravilhosa.
É como aprender a voar.
Imagine se todos nós tivéssemos o poder de voar à vontade.
Como seria empolgante!

Vamos afirmar:
“Eu me amo exactamente do jeito que sou.”



Louise Hay





segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O ato de perdoar se dá na sua mente. Não tem absolutamente nada a ver com a outra pessoa.


Laura Zalenga





Você nunca estará livre da amargura enquanto continuar a ter pensamentos de rancor.
Como poderá ser feliz se continuar a escolher guardar raiva e ressentimento? 

Pensamentos amargos não criam alegria.
Não importa o quanto você possa achar que tem razões para a mágoa, não importa o dano que os outros lhe causaram. 

Se Você insistir em ficar preso ao passado, nunca será livre. 
Perdoar a si mesmo e aos outros libertará Você da prisão do passado.
Se Você se sente preso a uma determinada situação, ou se suas afirmações não estão funcionando, geralmente isso significa que ainda há trabalho a ser feito em relação ao perdão.

Quando Você não flui de modo livre com a vida, normalmente é porque está aprisionado a um acontecimento passado. Pode ser arrependimento, tristeza, mágoa, medo, culpa, acusação, raiva, ressentimento, ou às vezes até desejo de vingança. Cada um desses estados de espírito resulta da ausência de perdão, da recusa em desapegar-se do que passou e viver plenamente o momento presente. Desta forma, Você compromete seu futuro, pois ele só pode ser criado no agora.

Se Você permanece ligado ao passado, não consegue usufruir o presente. É somente nele que os pensamentos e palavras têm poder. Se o presente está contaminado pelas mágoas antigas, você estará criando seu futuro a partir do lixo do passado.

Quando você acusa outra pessoa, abre mão do seu próprio poder, pois está deslocando a responsabilidade para o outro.

As pessoas que fazem parte da sua vida podem se comportar de maneira que provoquem reações incómodas em você. No entanto, se elas passam a ocupar sua mente, é você quem as deixa permanecer lá, produzindo sofrimento e drenando sua energia. Assumir a responsabilidade pelos próprios sentimentos e reações equivale a assumir as rédeas da sua vida. Esta é uma escolha que você faz a cada momento: dominar o processo e dar à sua vida a direção que você deseja ou simplesmente reagir aos acontecimentos externos.

A maioria das pessoas não entende direito o que é o perdão nem sabe que existe diferença entre perdão e aceitação.

Perdoar alguém não significa justificar o seu comportamento!
O ato de perdoar se dá na sua mente. Não tem absolutamente nada a ver com a outra pessoa. O verdadeiro perdão consiste em se libertar da dor. É apenas um ato de libertação da energia negativa à qual você escolheu ficar ligado.

E também o perdão não significa permitir que comportamentos e ações dos outros que causam sofrimento continuem a ocorrer.
Às vezes o perdão significa desapegar-se, você perdoa a pessoa e a libera.
Assumir uma posição de recusa à agressão alheia e estabelecer limites saudáveis é geralmente a atitude mais amorosa que você pode ter, não apenas em relação a si mesmo como também ao outro.

Sejam quais forem suas razões para ter sentimentos de amargura e rancor, você pode superá-los. Você tem essa escolha. Pode escolher permanecer prisioneiro e ressentido, ou pode fazer um favor a si mesmo perdoando o que aconteceu no passado, desapegando-se, e passando a criar uma vida de alegria e realizações.

Você tem a liberdade de fazer da sua vida o que quiser, porque tem a liberdade de escolha.


Louise Hay





sexta-feira, 15 de março de 2013

VOCÊ ENTREGOU O SEU PODER?



Quando culpamos o outro, entregamos o nosso poder, porque estamos colocando a responsabilidade pelos nossos sentimentos em outra pessoa. As pessoas em nossas vidas podem se comportar de maneiras que desencadeiem reacções desconfortáveis em nós. Entretanto, elas não entraram em nossas mentes e criaram os botões que foram empurrados.

Assumir a responsabilidade pelos nossos próprios sentimentos e reacções é dominar a nossa “capacidade de responder.” Em outras palavras, aprendemos a escolher conscientemente, ao invés de simplesmente reagirmos.

Não podemos falar de ressentimento sem também falarmos sobre o perdão. Perdoar alguém não significa que toleremos o seu comportamento. O ato do perdão ocorre em nossa própria mente. Ele realmente nada tem a ver com a outra pessoa. A realidade do verdadeiro perdão está em deixarmos de nos agarrarmos à dor. É simplesmente um ato de nos liberarmos da energia negativa.

O Perdão não significa permitir que as acções ou comportamentos dolorosos do outro continuem em sua vida. Algumas vezes, o perdão significa liberação. Você os perdoa e os libera. Tomar uma posição e estabelecer limites saudáveis são, muitas vezes, as coisas mais amorosas que você pode fazer – não somente para si mesmo, mas para a outra pessoa também.

Eu realmente acredito que não há erros. Quando os nossos corações estão fechados e sentimos ressentimento, raiva e tristeza, é difícil ver alguma coisa boa. No entanto, quando os nossos corações estão abertos, é como se grande parte desta negatividade desaparecesse e fôssemos capazes de liberar estes velhos pensamentos e despertarmos para a alegria. Para cada um de nós, há sempre a alegria interior. E precisamos saber que somos muito perfeitos como somos.

Não importa quanto caos possa estar acontecendo ao nosso redor, não importa quantas coisas possam estar acontecendo de errado ou não da forma como queremos, não importa o que os nossos corpos possam estar fazendo no momento – podemos amar e aceitarmos a nós mesmos. Pois a nossa verdade – a verdade do nosso ser – é que somos eternos. Sempre fomos e sempre seremos. E esta parte de nós mesmos continua para sempre. Alegre-se que assim seja. Quando nos amamos e nos aceitamos exactamente como somos, torna-se mais fácil passarmos pelos momentos difíceis. Não estamos mais lutando contra nós mesmos. Estamos nos aceitando.

Estamos nos tornando sensíveis. Estamos nos valorizando. Estamos nos confortando e tornando as coisas mais fáceis para nós mesmos.

Veja-se na frente de um espelho, olhando para os seus próprios olhos e dizendo: “Eu o amo e o aceito exactamente como você é”. E respire. Permita-se sentir o que você está sentindo. Você não tem que ser perfeito. Você já é perfeito como é: Você é você. Você é exactamente o que escolheu ser nesta existência. De todos os corpos e de todas as personalidades que estavam disponíveis, você escolheu ser quem você é – viver neste mundo, esta vida, através do seu corpo, através de sua personalidade. Assim, ame a sua escolha, pois é parte da sua evolução espiritual.

Louise Hay

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Agradecendo o Universo


Tenho percebido que o Universo ama a gratidão.
Assim, quanto mais agradecido você for, maiores serão os benefícios que obterá.

Quando digo benefícios, não me refiro apenas a objectos materiais,mas também incluo, entre eles, todas as pessoas, lugares e experiências que tornam a vida tão maravilhosamente digna de ser vivida. Você tem consciência de que está bem quando a sua vida é plena de amor e alegria, saúde e criatividade, e você encontra todos os sinais abertos para dar prosseguimento a suas tarefas ou empreendimentos.

É desta maneira que nossas vidas devem ser vividas.

O Universo é um doador generoso, abundante, e que gosta de ser apreciado.
A gratidão põe em ação mecanismos para que se tenha mais motivos para sentir gratidão.
Ela aumenta a abundância da vida que você tem.

A falta de gratidão, ou as queixas, nos dão poucos motivos para que nos regozijemos.
Os que vivem se queixando sempre acham que têm poucas coisas boas em suas vidas ou, então, não usufruem do que têm.

O Universo sempre nos dá aquilo que acreditamos que merecemos. 
Muitos de nós foram educados para olhar apenas para o que não têm, e sentir a falta destas coisas. Somos produtos da crença na escassez e assim ficamos nos indagando por que nossas vidas são tão vazias.

Nós devemos ser gratos até pelas lições que recebemos. 

Não fuja das aprendizagens, pois elas são pequenos pacotes que envolvem tesouros que nos foram oferecidos. Na medida em que formos aprendendo com elas, nossas vidas sofrerão uma transformação para melhor.
Utilizemos o máximo de tempo que pudermos agradecendo, diariamente, tudo de bom que há em nossas vidas.
Se você recebe pouco agora, irá receber mais.
Se você já possui uma vida de abundância, está será intensificada.

É uma situação de lucro – você está feliz, e o Universo está feliz.

A gratidão multiplica a abundância.
Partilhe o segredo da gratidão.
Vamos ajudar a transformar o mundo em um lugar de pessoas agradecidas, um lugar para dar e receber...

 LOUISE L. HAY
in,Gratidão

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Deixando Ir



Exercício:

Enquanto lê, tome uma respiração profunda e, à medida que for exalando, deixe toda a tensão sair de seu corpo.
Deixe seu couro cabeludo, sua testa e seu rosto relaxarem.
A cabeça não precisa estar tensa para você ler.
Deixe a língua, a garganta e os ombros relaxarem.
Você pode segurar o livro com braços e mãos relaxados.
Faça isso agora - deixe as costas, o abdômen e a pélvis relaxarem.
Deixe sua respiração se tranquilizar enquanto você vai relaxando as pernas e os pés.
Note o quanto você se prende.
Se está fazendo isso com seu corpo, está fazendo com sua mente.
Nessa posição relaxada, confortável, diga a si mesmo: "Estou disposto a deixar ir. Eu solto.
Eu deixo ir.
Solto toda a tensão.
Solto todo o medo.
Solto toda a raiva.
Solto toda a culpa.
Solto toda a tristeza.
Deixo ir todas as minhas velhas limitações.
Deixo ir e estou em paz.
Estou em paz comigo mesmo com o processo da vida.
Estou em segurança".
Estou em paz.
Repita esse exercício duas ou três vezes.
Sinta como é fácil deixar ir.
Faça-o de novo sempre que sentir pensamentos de dificuldade aparecendo.
É preciso um pouco de treinamento para a rotina tornar-se uma parte integrante de sua vida.
Quando você primeiro se põe nesse estado de paz, fica fácil para as afirmações se assentarem.
Você torna-se aberto e receptivo a elas e não há mais necessidade de luta, tensão ou esforço.
Apenas relaxe e se entregue aos pensamentos apropriados.
Sim, é mesmo fácil.


in,VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA
- Louise Hay

Dissolvendo o Ressentimento



Exercício:

Existe um velho exercício criado por Emmet Fox que sempre funciona.

Ele recomenda que você se sente numa posição confortável, feche os olhos e deixe sua mente e corpo relaxarem.
Depois se imagine sentado num teatro, vendo à sua frente um pequeno palco.
Ponha nesse palco a pessoa da qual tem mais ressentimento.
Pode ser alguém do presente ou do passado, vivo ou morto.
Quando conseguir ver essa pessoa com clareza, visualize boas coisas acontecendo a ela, coisas que teriam grande significado para ela.
Veja-a sorrindo e feliz.
Mantenha essa imagem por alguns minutos e depois deixe que desapareça vagarosamente. Eu gosto de acrescentar uma outra etapa.
Quando a pessoa sair do palco, coloque-se lá.
Veja coisas boas acontecendo a você.
Veja-se sorrindo e feliz.
Tome consciência de que a abundância do Universo está disponível para todos nós.
O exercício acima dissolve as nuvens escuras de ressentimento que a maioria de nós carrega.
Para alguns, será muito difícil fazê-lo.
Você pode pôr no palco uma pessoa diferente a cada exercício.
Pratique-o uma vez ao dia durante um mês e note como se sentirá muito mais leve.

in,VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA
- Louise Hay

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Louis Hay You Can Heal Your Life 1 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 2 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 3 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 4 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 5 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 6 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 7 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 8 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 9 of 10

Louis Hay You Can Heal Your Life 10 of 10

Interview - Louise Hay Part 2




RECENTLY DUBBED "the closest thing to a living saint" by the Australian media, Louise L. Hay is also known as one of the founders of the self-help movement. Her first book, Heal Your Body, was published in 1976, long before it was fashionable to discuss the connection between the mind and body. Revised and expanded in 1988, this best-selling book introduced Louise's concepts to people in 33 different countries and has been translated into 25 languages throughout the world.

Through Louise's healing techniques and positive philosophy, millions have learned how to create more of what they want in their lives, including more wellness in their bodies, minds, and spirits. Her own personal philosophy was forged from her tormented upbringing. Her childhood was unstable and impoverished, and her teen years were marked by abuse. Louise ran away from home and ended up in New York City, where she became a model and married a prosperous businessman. Although it appeared that her life had turned around, it was not until the marriage ended 14 years later that her healing really began.

Louise started what would become her life's work in New York City in 1970. She attended meetings at the Church of Religious Science and began training in the ministerial program. She became a popular speaker at the church, and soon found herself counseling clients. This work quickly blossomed into a full-time career. After several years, Louise compiled a reference guide detailing the mental causes of physical ailments, and developed positive thought patterns for reversing illness and creating health. This compilation was the basis for Heal Your Body, also known affectionately as "the little blue book." She began traveling throughout the United States, lecturing and facilitating workshops on loving ourselves and healing our lives.

Louise was able to put her philosophies into practice when she was diagnosed with cancer. She considered the alternatives to surgery and drugs, and instead developed an intensive program of affirmations, visualization, nutritional cleansing, and psychotherapy. Within six months, she was completely healed of cancer.

In 1980, Louise moved back to her native Southern California, and it was here that she began putting her workshop methods on paper. In 1984, her new book, You Can Heal Your Life, was published. In it, Louise explains how our beliefs and ideas about ourselves are often the cause of our emotional problems and physical maladies and how, by using certain tools, we can change our thinking and our lives for the better.

You Can Heal Your Life reached the New York Times bestseller list and remained on it for 13 consecutive weeks. More than 35 million copies of You Can Heal Your Life have been sold throughout the world.

In 1985, Louise began her famous support group, "The Hayride," with six men diagnosed with AIDS. By 1988, the group had grown to a weekly gathering of 800 people and had moved to an auditorium in West Hollywood. Once again, Louise had started a movement of love and support long before people began to wear red ribbons in their lapels. It was during this time that she wrote The AIDS Book: Creating a Positive Approach, based on her experiences with this powerful group.

Louise now heads Hay House, a successful publishing company. What began as a small venture in the living room of her home has turned into a prosperous corporation that has sold millions of books and tapes worldwide. Hay House authors include many notables in the self-help movement, including Wayne Dyer, Joan Borysenko, and Doreen Virtue, among others. In addition, The Hay Foundation and the Louise L. Hay Charitable Fund are two non-profit organizations established by Louise that support many diverse organizations, including those dealing with AIDS, battered women, and other challenged individuals in our society.

Louise's healing message has been the subject of many newspapers and magazine articles. She has appeared on television around the world, and her monthly column, "Dear Louise," appears in more than 50 publications in the United States, Canada, Australia, Spain, and Argentina. At 81, Louise is proud to release her first-ever film on her life and work You Can Heal Your Life: The Movie. To watch the trailer visit www.youcanhealyourlifemovie.com.

When she's not traveling, Louise enjoys painting, gardening, and dancing at her home in San Diego, California.

http://www.louisehay.com/about-louise/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ACABEMOS CON LAS CRITICAS


En lo relativo al tema de la crítica, normalmente nos pasamos la vida criticándonos por las mismas cosas, una y otra vez. ¿Cuándo vamos a despertar y comprender que la crítica no sirve de nada?

Ensayemos otra táctica. Aprobémonos tal como somos en este preciso momento. Las personas dadas a criticar, también suelen
atraer muchas críticas, porque ésa es su pauta: criticar. Lo que damos, lo recibimos de vuelta. Puede que también necesiten ser perfectas en todo momento. ¿Quién es perfecto? ¿Has conocido a alguien perfecto? Yo no. Cuando nos quejamos de otra persona, en realidad nos estamos quejando de algún aspecto de nosotros mismos.

Todas las personas son un reflejo de nosotros mismos, y lo que vemos en los demás, también lo vemos en nosotros. Muchas veces nos sucede que no queremos aceptar algunos aspectos de nuestra forma de ser. Nos maltratamos con alcohol, drogas o cigarrillos, o comiendo en exceso o de cualquier otra manera. Son formas de castigarnos por no ser perfectos; pero, ¿ser perfectos para quién? ¿Las exigencias y expectativas de quién queremos satisfacer? Decídete a dejar atrás eso. Sencillamente «sé». Descubrirás que eres una persona maravillosa tal como eres en este mismo momento.

Si siempre has sido una persona crítica que ve la vida con ojos muy negativos, te va a llevar tiempo dar un giro completo para amar y aceptar más. Aprenderás a tener paciencia contigo mismo a medida que te ejercites en eliminar la crítica, que sólo es un hábito, no la realidad de tu ser.

¿Te imaginas lo maravilloso que sería que pudieras vivir sin que jamás nadie te criticara? Te sentirías totalmente a gusto, cómodo. Cada mañana sería un hermoso nuevo día porque todo el mundo te amaría y aceptaría y nadie te criticaría ni te despreciaría. Tú te puedes proporcionar esa felicidad acogiendo y aceptando las cosas que hacen de ti un ser único y especial.

La experiencia de vivir contigo mismo puede ser la experiencia más maravillosa que puedas imaginar. Al despertar por la mañana, siente la alegría de pasar otro día contigo.

Cuando te ames verdaderamente a ti mismo, despertarás lo mejor que hay en ti.

No quiero decir con eso que serás mejor de lo que eres ahora, porque eso equivaldría a suponer que ahora no eres tan buena persona. Pero sí descubrirás formas más positivas de satisfacer tus necesidades y de expresar con más plenitud lo que realmente eres.

Louise Hay  
in, El Poder está dentro de tí