sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Yes Please




Because what else are we going to do?
Say no?
Say no to an opportunity that may be slightly out of our comfort zone?
Quiet our voice because we are worried it is not perfect?

I believe great people do things before they are ready.
They do things before they know they can do it.
Doing what you’re afraid of, getting out of your comfort zone, taking risks like that - that’s what life is.

You might be really good.
You might find out something about yourself that’s really special and if you’re not good, who cares?
You tried something.
Now you know something about yourself.


 ― Amy Poehler 
in, Yes Please



Tiremos os nós ao fio corrido dos dias




Talvez a razão das coisas esteja exactamente 
no facto de não as estarmos a ver...
talvez esse seja o único motivo 
pelo qual as circunstâncias adversas aparecem.


Se não concebermos a hipótese de simplesmente desconhecemos o motivo, não seremos nunca capazes de nos descolarmos, nem da circunstância nem do efeito que criamos para nós mesmos.

Não será pela zanga e pelo bater o pé que sairemos do sítio do mal-estar, será sim pela calma com que admitimos que, naquele momento, não estamos a perceber o motivo e aguardamos. Não é fácil nem difícil, depende da forma como usarmos o nosso poder pessoal.

Nada é mais doce que as nossas mãos vazias em entrega... não em súplica, mas em entrega. Se no momento não temos capacidade para resolver isto ou aquilo, haverá quem saiba, neste plano ou noutro.

Tiremos os nós ao fio corrido dos dias, e o caminho torna-se mais fácil.


Alexandre Viegas


.........................o impulso é para cima, não para baixo




Todos queremos evoluir.
Todos queremos ser mais do que o que somos.
Todos queremos ter mais do que o que temos.
Todos queremos chegar mais longe do que o lugar onde estamos.

No meio de uma imensa escadaria, o impulso é para cima, não para baixo.

Mas se por um lado ninguém duvida que o caminho é sem dúvida rumo às energias do amor, da Luz, da consciência superior e da abundância, parece haver ainda em muitos uma negação ou conveniente esquecimento de que viemos das energias do medo, das trevas, da ignorância e do vazio.

Todos estamos na mesma escadaria evolutiva. 

O nosso ego tende a iludir-nos fazendo-nos acreditar que já estamos num degrau bastante elevado. Mas um dia lá em cima, com a devida perspectiva, iremos ver em que estágio da escada de facto andámos, pois cá de baixo não temos a visão da escada toda, certo?

Independentemente do degrau em que estamos, só nos resta rendermo-nos ao estágio evolutivo actual, importante mesmo é considerarmos duas coisas para conseguirmos subir mais facilmente:
1. O nosso passado foi algures num degrau inferior e logo menos iluminado do que o presente. Para fecharmos estas portas precisamos então de sabedoria, humildade, amor-próprio, transparência, coragem e consciência.
2. Existem muitos mais degraus acima daquele em que estamos. Para abrirmos estas portas precisamos de sabedoria, humildade, amor-próprio, transparência, coragem e consciência.

Resumindo, passa por desenvolver uma atitude interna e não propriamente apenas uma postura externa. É o trabalhar de cada uma dessas qualidades no nosso SER, e não tanto investir no TER que faz de facto a diferença.
Assim, não há nada mais importante do que despertar em ti as energias da sabedoria, da humildade, do amor-próprio, da transparência, da coragem e da consciência, e levá-las a cada assunto da tua vida, pois são elas que te irão permitir fluíres maravilhosamente pela tua escadaria acima.


Vera Luz


Sem ânsias, sem pressa, sem correr, sem tentar saltar degraus...só nos faz tropeçar e cair.
E, quanto mais vezes cairmos, mais feridos ficamos, e voltar a levantar e começar de novo vai custando cada vez mais...


terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Beleza Física



"A beleza semeia a desordem nas almas e nos corpos que anima. A beleza alimenta-se de uma liberdade particularmente virulenta. É impertinente. Não conhece regras. Vive da vida e de mais nada."






WHO IS STEALING MY FOREST?


Shlomi Nissim




I light my green leaves
and warm my self .
I exhale
and slip
with the ecstasy of one falling into the enemy ’s embrace
with the delight of one accepts his tortureer ’s judgment
or with the ravenousness of one who shares the murder his guilt

I flee
from innocent weakness to absolute frailty
from sex to a pleasure that sex cannot kill off
from my own wisdom
to the ice of escape.
I find shelter in the land of a brazen angel,
in brimstone growing within its own secrets ,
from my intelligent misery
to a storm of cruelty purified of hope
like the like return of the prodigal daughter to her last escapade
to the wedding that follows the sun
where I will neither live nor vanish .

And my spirit calls me toward a reasonable, foolish kind of madness
that has ebbed and flowed through my life
So I began to sway from rebellion to infatuation
and from ecstasy to dispersion
completely unaware

Here I am returning
Here I am returning to love
like the return of the she-lion to her husband the lion
So who will steal the forest from me now


JOUMANA HADDAD


domingo, 27 de novembro de 2016

The Planck Spherical Units




Space itself is quantized into tiny vibrations called Planck Spherical Units (PSUs).
There are ten to the 60 (100000000000000000000000000000000000000000000000000000000000) of these minuscule vibrations within the volume of a single proton...
The Planck Spherical Units can be thought of as the voxels (spherical pixels) that make up everything in the universe...


Guadalupe e a Guerra da Síria


Luís Francisco Ribeiro



Guadalupe é uma freira de ideias fortes. 
Chegou à Síria antes da guerra civil 
e viu de perto a região tornar-se um inferno. 
Garante que 
"a primavera árabe foi uma grande mentira".
Além da Síria, Guadalupe já esteve em países como 
o Egipto, a Jordânia, a Tunísia ou a Palestina 



A irmã Maria de Guadalupe Rodrigo, uma freira argentina que viveu durante quatros anos na Síria, escapou à morte por escassos minutos várias vezes. Enquanto viveu em Aleppo, viu um míssil cair a 50 metros de sua casa e habituou-se a dormir ao som das explosões constantes. “Quando uma vez fomos ao Líbano, na primeira noite lá foi difícil dormir, por causa do silêncio”, conta ao Observador. E explica que foi para a Síria porque a sua congregação — o Instituto do Verbo Encarnado — vai para “os lugares onde ninguém quer ir”.

Quando chegou à Síria, ainda antes do início da guerra civil, estava num país calmo. “Mais do que qualquer país do Médio Oriente”, sublinha. Teve de regressar, por motivos de saúde, mas ainda quer voltar à Síria. Entretanto, tem passado por vários países para contar o seu testemunho, que é uma história do Médio Oriente muito diferente daquela a que o Ocidente está habituado.
A religiosa defende que a primavera árabe foi “uma grande mentira”, e que não há, atualmente, “oposição moderada” nem “rebeldes sírios”. “A única defesa do povo é o exército nacional, do regime” de Bashar al-Assad, acrescenta.

Guadalupe esteve em Portugal a convite da fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que apresentou a semana passada o relatório sobre a liberdade religiosa no mundo. Numa sala na parte de trás do altar-mor da igreja da Encarnação, no Chiado, em Lisboa, que já estava cheia para ouvir o seu testemunho, a irmã Guadalupe falou ao Observador sobre a sua vida em Aleppo, sobre a relação entre cristãos e muçulmanos na Síria e, sobretudo, sobre o conflito político, religioso e económico que o Médio Oriente atravessa.





Como é que uma freira como a irmã Guadalupe deixa a Argentina para acabar na Síria?
Porque sou missionária, pertenço a uma congregação que se chama Família Religiosa do Verbo Encarnado, uma congregação fundada na Argentina, que tem missionários em todo o mundo. Temos sacerdotes e irmãs, e temos missões em locais difíceis. O nosso fundador, o padre Carlos Buela, dizia sempre: “Temos de ir aos locais onde ninguém quer ir”. Claro que a Síria não é um lugar lindo para escolher para ir em missão, mas é por isso que queremos estar nesses lugares.

Os testemunhos que já tem dado um pouco por todo o mundo são absolutamente impressionantes. Fala da forma como se apanhavam pés e mãos nas ruas de Aleppo, depois de mais uma bomba, de forma como as pessoas se habituam à queda de mísseis… Sente que num local como a Síria se dá menos valor à vida humana?
O que é certo é que os grupos fundamentalistas espezinham a vida…

E no Ocidente damos menos valor às vidas do Médio Oriente?
Creio que se conhece pouco o que se passa, e quando acontece um atentado na Europa fala-se uma semana disso nos meios de comunicação, mas na Síria e no Iraque há mortos todos os dias. Todos os dias. Sobretudo cristãos, mas morrem todos os tipos de pessoas. Há cristãos que morrem de forma atroz, crucificados, enterrados vivos. Isso não vemos nos meios de comunicação.

Estava à espera do que encontrou ao chegar à Síria?
Não! Não, não, não! Eu fui para a Síria quando ainda era um país tranquilo, seguro, calmo, pacífico. Mais do que qualquer país do Médio Oriente.

Estava na Síria na altura das primaveras árabes…
Antes. Conheci a Síria assim durante muitos anos. Eu na altura estava mal de saúde e pedi para ir para a Síria, para a nossa comunidade em Aleppo, por ser uma sociedade muito tranquila, de boa convivência entre cristãos e muçulmanos.

Como viveu a primavera árabe na Síria?
A primavera árabe é uma invenção, artificial, que, para os árabes, não tem nada de primaveril. Foi uma coisa inventada a partir de fora, não foi uma revolta popular, nem começou nas ruas. Foi planeada num escritório, por gente de fato e gravata, ao detalhe. Fazia-se a primavera árabe, país após país, chegava-se à Síria, tirava-se o presidente, fazia-se uma guerra civil, manipulavam-se os meios de comunicação social para convencer o Ocidente da necessidade de apoiar a oposição. Tudo uma grande mentira.

E a vida mudou para as pessoas.
Sim. Para as pessoas, a guerra foi totalmente inesperada, não tinha sido algo preparado pelo povo. Nem é uma guerra em que participe o povo. A única participação do povo é com vítimas.

O seu trabalho na Síria também teve de mudar, calculo.
Claro. Antes, tínhamos uma paróquia, em que fazíamos trabalho pastoral, e tínhamos – ainda temos – uma residência para estudantes universitárias. Claro que, com a guerra, intensificou-se o apoio às famílias cristãs, sobretudo, mas também às não cristãs, também às muçulmanas, que ficaram sem nada, e precisavam do mínimo para comer, e ficaram sem casa. E depois era preciso o consolo e o apoio às famílias que enfrentam a morte.

Esse é um detalhe interessante, porque no Ocidente parece haver uma tendência para pensar apenas em muçulmanos quando se fala do Médio Oriente, mas também há cristãos e outras religiões. Como é esta convivência religiosa atualmente?
Bom, o Médio Oriente é terra cristã. O Islão depois invadiu estes países, e passou a ser maioria, pela força e pela violência em muitos casos. Na maioria dos países, os cristãos são minoria, e minoria perseguida, minoria discriminada, sem direitos. Na Síria era diferente, ainda é, porque não temos governo islâmico, temos um governo laico, não confessional. De alguma forma, isto favorecia a liberdade religiosa e a convivência entre cristãos e muçulmanos.

Como era o seu dia-a-dia nos últimos anos, numa Síria em guerra?
Estive durante quatro anos da guerra, na Síria. O dia-a-dia dependia muito da circunstância, de cada momento, porque os ataques são permanentes. Dia e noite. Vivíamos assim, dormíamos nas caves, no subsolo, mas tínhamos de sair sempre que era necessário, quando era necessário comprar coisas, visitar famílias, tratar de formalidades… Estávamos expostos a que pudesse acontecer qualquer coisa, à chegada da morte. É que os ataques dos rebeldes contra os bairros civis são permanentes.

Viu a morte todos os dias…
Sim, via gente a morrer todos os dias, e vi a morte a passar muito perto, e não me tocou por minutos.

O que aconteceu?
Eram coisas como estar numa loja a comprar qualquer coisa, muito rapidamente, e sair, e passados 10 minutos caem quatro bombas e desaparece tudo, morre toda a gente, nesse local onde estávamos.

Falávamos da sua vida diária na Síria.
Exatamente. Saber que morre gente todos os dias e que não há um único lugar seguro faz-nos aprender a conviver com a guerra.

É possível habituar-se a um cenário como esse?
Habituamo-nos, sim… Ao princípio, por exemplo, não conseguia dormir, por causa dos bombardeamentos. Mas é preciso dormir, para ter força, não podia estar quatro anos sem dormir. E conseguíamos, dormíamos mesmo com os bombardeamentos. E, quando uma vez fomos ao Líbano, na primeira noite lá, foi difícil dormir por causa do silêncio. Já estávamos habituados a este barulho permanente das explosões, dos tiros. É possível acostumar-se, e fazemos a vida quotidiana…

Não tinha medo?
Não, não tive medo, e sou muito medrosa. Muito medrosa mesmo. Antes de ir para a Síria, se me perguntassem se iria a um lugar de guerra, eu dizia que não, porque sou muito débil de saúde e tenho sempre muito medo, de qualquer coisa. Mas lá uma pessoa experimenta uma graça especial de Deus. Creio que é isso, não vejo outra explicação. Nunca tive medo, nunca me quis ir embora. E quero regressar lá.

E vai voltar?
Eu quero. Agora estou com a família na Argentina. Realmente, creio que participamos um pouco da graça que recebem os mártires. Não é fácil manter-se firme.

Qual foi a experiência mais difícil que viveu na Síria?
Uma das mais trágicas foi a queda de um míssil terra-terra a 50 metros do lugar onde vivemos. Causou mais de 400 mortos, muitos eram jovens universitários, porque nós vivemos na cidade universitária. E morreram muitos dos nossos jovens, muitos ficaram feridos. E muitos danos, na catedral, na nossa casa. Nós próprios salvámo-nos por uma questão de minutos.

Como se sentiu nesses momentos em que não morreu por uns minutos?
Percebemos a forma como Deus nos protege, a forma como cuida de nós…

E não protege os que morreram?
Sim, claro. Mas pensamos: “Se continuo viva, é porque tenho uma missão, e por isso sou útil aqui”. Continuar a viver, nestes momentos, significa poder continuar a ajudar. Até que a morte nos encontre.

Quando dá o seu testemunho junto de comunidades em países ocidentais, que mensagem é que quer passar?
Na Síria, é muito forte a experiência de dor, é muito forte a experiência de abandono. As pessoas dão-se conta de que estão abandonadas pelo Ocidente. Não digo pelos cristãos em particular, porque há muita gente que reza por eles, que os acompanha. Mas são abandonados pelas organizações internacionais, pelos governos, pelos que decidem esta guerra e que apoiam os rebeldes. O povo sente-se abandonado e traído. A experiência de dor é muito forte para eles.

Na guerra da Síria, fala-se muitas vezes do facto de haver três lados. O governo, os rebeldes, e o Estado Islâmico…
Rebeldes e Estado Islâmico são praticamente a mesma coisa. Têm o mesmo objetivo: contra o governo, contra os cristãos e contra os muçulmanos que não queiram adotar o fundamentalismo. Não há rebeldes sírios, não existe a oposição moderada. Só há dois lados nesta guerra, o que acontece é que são grupos distintos. Há o Estado Islâmico, a frente Al-Nusra, a Al-Qaeda, há muitos grupos distintos. Mas todos unificados por este mesmo objetivo, e atacando o povo.

De quem é que o povo sírio tem mais medo?
A única defesa do povo é o exército nacional, do regime. A única defesa em todos estes anos. As pessoas defendem-se com o seu próprio exército. Só têm medo dos rebeldes.

Sente que a imagem que o Ocidente tem da Síria é completamente diferente do que viveu?
Sim, é completamente distinto. E por isso é que digo que se sofre muito. As pessoas não conhecem esta manipulação, esta mentira. Mas, para terminar a ideia, além de ser muito forte a experiência de dor, é muito forte também a experiência de fé das pessoas.

Dos cristãos?
Claro, dos cristãos. São jovens, rapazes e raparigas, que estão decididos a morrer, da forma que for [passa com o polegar pelo pescoço, a simular uma decapitação], para não se converterem ao Islão, para não negarem Jesus Cristo. E não o dizem com medo ou em desespero. Dizem-no com muita honra: “Eu sou cristão e o céu não me vai deixar ficar mal”.

Também há jovens muçulmanos dispostos a morrer…
Mas não é a mesma coisa. Os jovens muçulmanos que se dispõem a morrer, fazem-no para matar muita gente. Isso não é martírio. Os cristãos morrem a defender a sua fé, por se manterem firmes na sua fé. Por viver a vida verdadeira. Não se pode comparar.

O que leva daqui quando (e se) regressar à Síria?
Creio que levo o consolo das orações de tanta gente. Tenho estado longe da Síria durante algum tempo, e escutar tanta gente, escutar crianças pequenas a dizer “todos os dias rezo pela paz na Síria” é muito consolador.

Sente esse envolvimento no Ocidente, mesmo, como defende, que não haja uma perceção do que realmente acontece?
Na verdade, sempre que convidam a dar o meu testemunho, é porque há interesse. Mas não é o comum na maioria das pessoas. Estar na Síria dá-nos a ideia de que a vida é curta, de que podemos morrer hoje, muda-nos o ambiente. E, quando morremos, tudo recomeça, no céu, e as coisas materiais estão em segundo lugar. Quando chego a países como os da Europa ou da América, sinto que toda a gente está entretida com as coisas materiais.

Vejo que anda com o terço, anda com o hábito, não tem vergonha de mostrar que é católica. Qual é a imagem de um cristão no Médio Oriente?
Na Síria, os muçulmanos gostam muito dos cristãos. Estão preocupados com a diminuição da presença cristã na Síria. Estão mais preocupados eles do que os ocidentais.

Disseram-me isto a mim: 
“Os cristãos são quem mantém o nível académico nas nossas universidades, os cristãos são os cultos, os que estudaram, os cristãos mantêm o nível cultural, mantêm os valores que a nossa sociedade não tem, como o perdão”.
O Islão da Síria é um Islão moderado, muito aberto, tolerante, e valoriza a presença cristã.

Este é um conflito religioso?
Religioso e económico.
Apoiar os grupos rebeldes é uma questão económica.



João Francisco Gomes





O Que Ninguém Sabe Ninguém Estraga




“O silêncio é um amigo que nunca trai”
Confúcio




É normal querermos que os outros saibam das nossas conquistas pessoais e de nossos queridos, uma vez que, da mesma forma que a tristeza, a alegria costuma ficar estampada nos nossos semblantes. Existem momentos tão intensamente felizes na nossa vida, que mal cabemos em nós de tanto contentamento e acabamos por querer contar e espalhar o quanto estamos felizes.

Entretanto, sempre estaremos rodeados por pessoas invejosas, maldosas e que não suportam ver alguém feliz, pois a felicidade lhes é tão estranha, que não são capazes de entendê-la, a ponto de fazer de tudo para destruí-la. Não devemos temer a maldade alheia, no sentido de que ninguém é capaz de fazer connosco aquilo a que não estivermos vulneráveis. Cautela, porém, é preciso, a fim de que não tenhamos que enfrentar o pior dos outros na nossa jornada.

Por mais que estejamos seguros e certos quanto às nossas convicções, existirão pessoas que tentarão nos diminuir por meio de provocações constantes e de maledicências espalhadas ao nosso redor. Incapazes de torcerem pelo sucesso de ninguém – nem de si mesmas -, não se permitirão conviver com as conquistas alheias sem que tentem trazer o outro ao nível da própria escuridão emocional, muitas vezes utilizando-se de meios antiéticos e covardes.

Muitas vezes, é inevitável disseminarmos pelas redes sociais o contentamento pelas nossas viagens, nossas conquistas amorosas e profissionais, pelo sucesso dos nossos filhos, inclusive seria muito chato apenas postarmos lamúrias, indirectas venenosas e lamentações nos nossos perfis – existem óptimos psicólogos para isso. No entanto, é necessário saber que muitos verão tudo isso como ostentação inútil, excesso de vaidade, ego inflamado, ou seja, estaremos sujeitos a comentários desagradáveis sobre nós, muitos deles pelas nossas costas.

Sempre existirá quem torcerá por nossa felicidade, quem caminhará connosco sob sol ou tempestade, quem nos amará verdadeiramente, quem, enfim, será capaz de compartilhar nossas vidas com reciprocidade sincera, porém, serão bem poucos capazes disso.
Por isso, uma das nossas maiores conquistas será exactamente poder contar com pelo menos alguns poucos que nos admirem realmente, sem qualquer ranço de negatividade. A esses, sim, poderemos nos desnudar inteiramente, em nossa grandeza e em nossa pequenez mais inconfessável.
Quanto aos demais, repete-se, cautela.

Não precisaremos estampar a nossa felicidade nas vitrines sociais e virtuais, para que ela se complete. Aqueles que sempre estiveram connosco, bem de perto, ali ao lado, a compartilhar verdades, lerão a felicidade nos nossos olhos e comemorarão de mãos dadas connosco cada conquista, cada degrau superado, e é por eles que sempre valerá a pena sobreviver com ética e dignidade a cada batalha do nosso caminhar.



Marcel Camargo


O envenenamento por alumínio da Humanidade via Geoengenharia




Químico Nuclear Publica Documento Detalhado 
“O envenenamento por alumínio da Humanidade 
via Geoengenharia”



Apenas nos últimos dois anos o conceito de geoengenharia gerou um interesse crescente (que parece acelerar a um ritmo crescente) no mundo académico.

Isso também acendeu um grande interesse na formulação de políticas, o que não é surpresa, dado que estamos a falar de “geoengenharia” do clima global em resposta às mudanças climáticas globais.

Isso é exactamente o que a geoengenharia é – uma resposta à actividade humana destrutiva que ainda temos de cessar – e envolve a injecção de partículas / aerossóis estratosféricos na atmosfera para, novamente, reduzir o efeito da mudança climática global.
Isto é o que querem que o povo acredite...

Por exemplo, o SPICE é um projecto de pesquisa de geoengenharia financiado pelo governo do Reino Unido, que colabora com as universidades de Oxford, Cambridge, Edimburgo e Bristol para examinar a ideia da gestão da Radiação Solar [Solar Radiation Management – SRM].

Algumas das partículas candidatas a pulverizar no ar propostas pela SPICE (para citar apenas algumas) são:

Sulfato / Ácido sulfúrico / Dióxido de enxofre
Titania
Carbeto de silício
Carbonato de cálcio
Alumina
Sílica
Óxido de zinco




Investigação inovadora

O Dr. Marvin Herndon, PhD., químico nuclear, geoquímico, e cosmoquímico – mais conhecido por deduzir a composição do núcleo interno da terra como sendo de silicieto de níquel, e não o metal de níquel-ferro parcialmente cristalizado – publicou uma investigação inovadora na revista de análise pelos seus pares, a Current Science (Academia Indiana de Ciências) intitulado “Envenenamento com alumínio da Humanidade e do biota da Terra pela actividade de geoengenharia clandestina: implicações para a Índia”.

O resumo diz o seguinte:

"Em resposta a um apelo urgente por meio de um artigo na Current Science para auxiliar na compreensão da associação geológica da alta mobilidade do alumínio na saúde humana na planície aluvial de Ganga, eu descrevo as evidências da actividade de geoengenharia clandestina que ocorre há pelo menos 15 anos e que tem escalado acentuadamente nos últimos dois anos. A actividade de geoengenharia através de aviões-tanques a jacto lança uma substância não-natural e tóxica na atmosfera da Terra que, com a água da chuva, liberta alumínio altamente móvel. Para além disso, apresento as provas de que a substância tóxica é a cinza volante da combustão do carvão. A dispersão clandestina de cinzas de carvão e a consequente libertação de alumínio altamente móvel, eu afirmo, é uma causa subjacente do aumento generalizado e pronunciado das doenças neurológicas assim como da debilitação actualmente difundida e crescente na biota da Terra. Recomendações são feitas para verificar se a evidência apresentada aqui é aplicável à planície aluvial do Ganga."


O artigo continua, discutindo e citando publicações que detectaram metais pesados como o alumínio, bário, estrôncio e mais na água da chuva, cinzas volantes e muito mais. Por exemplo, durante o período entre Julho de 2011 e Novembro de 2012, 73 amostras da água da chuva foram colectadas e analisadas para o alumínio e bário; 71 foram recolhidas em 60 locais diferentes na Alemanha, 1 na França e 1 na Áustria.

O alumínio foi detectado em 77% das amostras da água da chuva e havia também uma concentração muito alta de bário e estrôncio.

Ele também discute como essas concentrações de metais não são o resultado de fenómenos naturais, como explosões vulcânicas, por exemplo.


Esta não é a única publicação recente e inovadora que vem do mundo da academia sobre este fenómeno.
Há alguns meses, a Dra. Rose Cairns, doutorada, que pertence à Escola do Meio Ambiente e da Terra da Universidade de Leeds, publicou um artigo no Geophysical Journal, revisto por pares, intitulado “Climas de suspeição: narrativas da conspiração dos “rastos químicos” e Políticas da geoengenharia”.

Ela também está a realizar pesquisas sobre a Geoengenharia como parte de um projecto multidisciplinar colaborativo entre a Universidade de Sussex, UCL e Universidade de Oxford (http://geoengineering-governance-research.org/).
O projecto examina as implicações sociais, éticas e políticas das propostas de geoengenharia climática.
No seu artigo, ela descreve desenvolvimentos no discurso académico e político sobre a geoengenharia, e como a modificação climática, também a ser discutida pelos cidadãos do mundo (que usam o termo “rastos químicos”), está a ter efeitos ecológicos e na saúde devastadores por todo o mundo. De acordo com o seu trabalho:

"Entender a política emergente da geoengenharia e levar a sério as reivindicações sobre a importância da participação pública requer uma compreensão de toda a paisagem discursiva em torno das ideias do controlo climático global – incluindo as ideias marginais como aquelas defendidas pelos activistas dos rastos químicos. Ignorar ou descartar esses discursos como patológicos ou paranóicos é ignorar perspectivas potencialmente reveladoras sobre a política emergente da geoengenharia." 

Ela também menciona que:

"Esta análise sugere um número de formas pelas quais a narrativa dos rastos químicos pode conter perspectivas e implicações importantes para as emergentes políticas de geoengenharia, que não podem ser descartadas como “paranóicas” ou “patológicas”." 


Embora o Dra. Rose não seja uma proponente da “conspiração dos rastos químicos”, é bom ver outro artigo publicado por um académico tendo uma perspectiva neutra, reconhecendo a importância dessas alegações, em vez de descartá-las directamente.

A diferença básica aqui é que a geoengenharia no âmbito académico é estritamente uma proposta, e que esses meios de engenharia do clima da Terra ainda não estão operacionais. Quando se trata dos defensores dos “rastos químicos”, eles acreditam que eles estão operacionais, assim como o artigo académico descrito no início deste artigo, juntamente com muitos outros.

A verdade é que parece haver uma tremenda quantidade de informações que sugerem que esses programas estão verdadeiramente operacionais. Ainda não é claro se a sua intenção é modificar o clima para combater os efeitos do aquecimento global ou promover algum outro tipo de agenda.





Evidências que sugerem que esses programas já estão operacionais:

"Nos últimos anos tem havido um declínio no apoio à pesquisa da modificação climática, e uma tendência para os deslocar directamente para projectos operacionais"
 – Associação Meteorológica Mundial 

Para além de programas de pesquisa específicos patrocinados por agências federais, existem outras funções relacionadas com a modificação climática que são realizadas em vários lugares do ramo executivo. Vários painéis e comités consultivos federais – criados para realizar estudos aprofundados e preparar relatórios, fornecer conselhos ou recomendações ou coordenar programas de modificação climática – foram alocados e apoiados dentro de departamentos executivos, agências ou serviços


Fontes:

SPICE

http://www.geoengineering-governance-research.org/perch/resources/workingpaper9cairnsclimatesofsuspicion-1.pdf

http://www.wmo.int/pages/prog/arep/wwrp/new/documents/WM_statement_guidelines_approved.pdf

http://www.collective-evolution.com/2014/10/27/geoengineering-aka-chemtrails-should-be-included-when-talking-about-climate-change-heres-why/



Prime number patterns




A prime number is a natural number that has no positive divisors other than 1 and itself.
There are twenty-five primes between one and a hundred;
168 between one and a thousand;
and 78,498 between one and a million...