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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

The Double Standard of Aging





Women have another option. 
They can aspire to be wise, not merely nice; to be competent, not merely helpful; to be strong, not merely graceful; to be ambitious for themselves, not merely for themselves in relation to men and children. 
They can let themselves age naturally and without embarrassment, actively protesting and disobeying the conventions that stem from this society’s double standard about aging. 
Instead of being girls, girls as long as possible, who then age humiliatingly into middle-aged women, they can become women much earlier – and remain active adults, enjoying the long, erotic career of which women are capable, far longer. 
Women should allow their faces to show the lives they have lived. 
Women should tell the truth. 

Susan Sontag





domingo, 4 de agosto de 2019

Wild & Free





"Every woman in her truest nature is Wild.
Not that she has a reckless lifestyle or enjoys partying a bit too much, although if that is your cup of then completely accept that and live it.
Wild, in the sense I am speaking of here, means that she has a deep soul-craving to explore, to create, to wander and to discover herself again and again in new and surprising ways. The wild woman is infused with life. She isn't afraid to Dance to the beat of her own drum. She's the truth-teller. She uses passion and intuition to lead her to and through all the world. She dares and creates and destroys- she makes all creative acts and arts possible..."




domingo, 13 de agosto de 2017

........ameaça ao predador natural da história e da cultura.



A mulher que ouve a sua intuição, que percebe os seu sonhos, que ouve a voz interior das velhas e das mulheres guerreiras de sua ancestralidade e que possui o olhar suspeito dos desconfiados, essa sim, é uma ameaça ao predador natural da história e da cultura.
Por isso o predador tem medo dela quando ela percebe a violência de seu algoz.
Para dominar esse predador que está dentro dela, e fora dela na sua cultura, ela precisa tomar posse de seu instinto selvagem, de seus poderes intuitivos, de seu ser resistente, ser guerreira, ser questionadora, ter insight, ter tenacidade e personalidade no amor que procura, ter percepção aguçada, ter audição apurada, ouvir os cantos dos mortos, ter sensibilidade, ter alcance de visão, cuidar de seu fogo criativo, ter espiritualidade, mesmo que para tudo isso ela sofra, ela sangre, ela trema, ela se rasgue e grite ou que vá ao fundo do poço do sofrimento humano para renascer mais bela !!!!! 

É UMA LUTA DELA CONTRA ELA MESMA.
O predador natural da história faz com que ela se sinta ESGOTADA, mas mesmo assim ela vence, se quiser vencer. Ela renascida fará renascer também seus descendentes, inclusive os masculinos.




ELIANE POTIGUARA





quinta-feira, 27 de julho de 2017

Erótica é a Alma que...





Todos vamos envelhecer...
Querendo ou não, iremos todos envelhecer.

As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar.
A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos.
A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
O segredo não é reformar por fora.
É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente.
Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior.
E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar.

Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com a sua história.
Que usa a espontaneidade para ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafectos.
Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.
Erótica é a alma que não esconde os seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo.
Erótica é a alma que aceita as suas dores, atravessa o seu deserto e ama sem pudores.

Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma negligenciada anos a fio.



Adélia Prado





sábado, 3 de junho de 2017

AS 13 QUALIDADES DAS SÁBIAS



AS 13 QUALIDADES DAS SÁBIAS

1. Elas não se queixam! Aceitam que o que foi, foi e não pode ser mudado e o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se veem nem agem como vítimas.

2. São atrevidas, tem coragem de experimentar o novo, a buscar o não vivido, o não conhecido.

3. “Tem mãos para as plantas”, concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos...

4. Confiam em seus pressentimentos/ em sua intuição, honram sua sabedoria interna.

5. Meditam a sua maneira, cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado.

6. Defendem com firmeza o que mais importa, descobrem sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.

7. Decidem seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.

8. Dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.

9. Escutam seu corpo, não o veem como um objeto a ser aperfeiçoado, mas como um instrumento de prazer e auto conhecimento.

10. Improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.

11. Não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.

12. Riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é um riso que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .

13. Saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo que mesclada de sofrimentos.


Wild Gwen





segunda-feira, 8 de maio de 2017

Conselhos Para a Mulher Forte





Se és mulher forte
Te protejas das hordas que desejarão almoçar teu coração.
Eles usam todos os disfarces dos carnavais da terra:
- se vestem como culpas
- como oportunidades,
- como preços que se precisa pagar
Te cutucam a alma
Metem o aço de seus olhares ou de seus prantos
Até o mais profundo do magma de tua essência
Não para alumiar-se com teu fogo
Senão para apagar a paixão
A erudição de tuas fantasias.

Se és uma mulher forte
tens que saber que o ar que te nutre 
carrega também parasitas, varejeiras, 
miúdos insetos que buscarão se alojar em teu sangue
e se nutrir do quanto é sólido e grande em ti.
Não percas a compaixão,
Mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra,
 a esconder quem és, 
tudo que te obrigue a abrandar-te e te prometa um reino terrestre 
em troca de um sorriso complacente.

Se és uma mulher forte prepara-te para a batalha:
- aprende a estar sozinha
- a dormir na mais absoluta escuridão 
sem medo que ninguém te lance cordas 
Quando rugir a tormenta nada contra a corrente.
Treina-te nos ofícios da reflexão e do intelecto.
Faz o amor a ti mesma
Constrói teu castelo
O rodeia-te de fossos profundos
Mas lhe faça amplas portas e janelas.
É fundamental que cultives enormes amizades
Que os que te rodeiam e queiram saibam o que és
Que te faças um círculo de fogueiras
E acendas no centro a tua habitação
Uma estufa sempre ardente de
Onde se mantenha o fervor de teus sonhos.

Se és uma mulher forte
Te protejas com palavras
E árvores
E invoques a memória de mulheres antigas.
Saberás que és um campo magnético
Até onde viajarão uivando os pregos enferrujados
E o óxido mortal de todos os naufrágios.
Ampara, mas te ampara primeiro.
Guarda as distâncias.
Te constrói. Te cuida.
Entesoura teu poder.
O defenda
O faça por você
Te peço em nome de todas nós.


Gioconda Belli





sábado, 6 de maio de 2017

................. deixar para trás alguns padrões


Sina Domke





Chega um momento da caminhada que nós deixamos para trás, alguns padrões.
Deixamos de lado a necessidade de nos importar com o príncipe do cavalo branco, e passamos a nos conectar com os sentimentos da princesa que reside dentro de nós.
Deixamos de lado a necessidade da procura, para nos satisfazer com a necessidade da solitude.

Não queremos alguém que nos diga coisas bonitas, e nos faça nos sentir amada, em primeiro lugar procuramos o amor dentro de nós.
Compreendemos que não existe um Oasis tão perfeito, quanto aquele que nós mesmas ofertamos para nós. A gente aprende a se amar, a se respeitar, a se compreender.
O nosso silencio passa a ser um porto seguro, e nossa essência a nossa plenitude.

Para chegar a esse ponto, precisamos descer em um submundo, muitas vezes tenebroso, que nos faz enxergar que não precisamos nos contentar com migalhas e nem nos colocarmos em situações que nos oprimem e nos enclausuram para acalentar aquela criança ferida e machucada.

O resgate da menina interior, e o acolhimentos de seus medos é um grande processo de cura, quando queremos curar o nosso feminino.
É essa menina que procura segurança e quer ser raptada para ser levada a um grande castelo, e assim nos colocamos em ciladas que nos ferem, que nos machucam. Quando acolhemos essa menina e deixamos ela em um local seguro, reconhecendo seus conflitos, ela compreende que o conforto que ela tanto busca fora, esta dentro. A mulher selvagem vem à tona, a mulher segura de si desperta e fica atenta aos campos perigosos que pode entrar.
Ela aventura-se em seu castelo, mas reconhece que no fundo dele pode existir um calabolso.
Ela não espera mais o príncipe que a raptará, mas sim sai em busca daquilo que faz a sua alma vibrar: A sua verdade.

Ela não odeia o masculino, e deixa de lado a ideia errónea que o masculino é algo que a oprime; ela reconhece que são as suas sombras inconscientes que permitem que ela se coloque em lugares que esse masculino machucado impere. 

E assim reconhecendo suas feridas, limpando-as, ela se permite não colocar-se mais nesses locais, porque o amor está dentro e não fora.

O processo de empoderamento acontece e ela compreende que para reconhecer um masculino curado, é necessário caminhar pelo processo de auto-conhecimento e reconhecer o seu feminino, sublime e amável que sabe sobre os seus limites, verdades e desejos.

Ela escolhe viver o AMOR por ela, para assim curar o seu feminino, a sua alma, e a partir de então encontrar o masculino que a acompanhará na grande jornada alquímica da vida

Ela escolhe ser Ela,
Estar Nela!


Carol Shanti




sábado, 15 de abril de 2017

A Jornada do Fogo


Zoltan Toth





O Fogo é visto no Sol, nas Estrelas.

O Fogo é a explosão.
É a energia que cria.
É a transição da escuridão para a luz.

O fogo está na Paixão. Na guerra. Na batalha

É o calor! Calor do desejo; da chama; da luz.





No Xamanismo de Arriés, o fogo traça o caminho do visionário.

É a centelha de luz que mostra o nosso eu interior.

Distingue o que é sombra e luz.

É quando você pode enxergar.
E o que você, ser desperto, está a enxergar?

Suas sombras ou sua luz?

O fogo mostra a dualidade.

Mostra a sombra que amedronta.
Mostra a luz que acolhe e afaga.
Tudo faz parte do seu EU.

E ao mesmo tempo, este fogo impulsiona o movimento.

O desejo de tornar a sombra em luz.
É a ímpeto do desejo que traduz o nosso calor.
É o que acelera o sangue.
O elemento que aciona os nossos instintos de sobrevivência para a batalha da vida.
O que o seu fogo irá alimentar hoje?




Lívia Correia












quinta-feira, 17 de novembro de 2016

A MULHER INTUITIVA




A mulher que ouve a sua intuição, que percebe os seus sonhos, que ouve a voz interior das velhas e das mulheres guerreiras de sua ancestralidade e que possui o olhar suspeito dos desconfiados, essa sim, é uma ameaça ao predador natural da história e da cultura.
Por isso o predador tem medo dela quando ela percebe a violência de seu algoz.

Para dominar esse predador que está dentro dela, e fora dela na sua cultura, ela precisa tomar posse de seu instinto selvagem, de seus poderes intuitivos, de seu ser resistente, ser guerreira, ser questionadora, ter insight, ter tenacidade e personalidade no amor que procura, ter percepção aguçada, ter audição apurada, ouvir os cantos dos mortos, ter sensibilidade, ter alcance de visão, cuidar de seu fogo criativo, ter espiritualidade, mesmo que para tudo isso ela sofra, ela sangre, ela trema, ela se rasgue e grite ou que vá ao fundo do poço do sofrimento humano para renascer mais bela !!!!!

É UMA LUTA DELA CONTRA ELA MESMA.
O predador natural da história faz com que ela se sinta ESGOTADA, mas mesmo assim ela vence, se quiser vencer.
Ela renascida fará renascer também seus descendentes, inclusive os masculinos.


ELIANE POTIGUARA
in, "METADE CARA, METADE MÁSCARA"


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Mulher...o sexo e a sua feminilidade




  • A mulher desperta não usa o sexo ou a sua feminilidade para manipular ou conseguir o que quer.
  • Ela já não se envolve em amores onde o coração está ausente, ela escolhe fazer amor conectado, orgânico, completamente recíproco e a partir de um ego saudável.
  • Ela já não se permite usar o sexo como um substituto para a verdadeira intimidade ou como distração de feridas não resolvidas.
  • Ela não receia ser apelidada de puritana ou de puta por tomar as suas próprias decisões conscientes em torno do sexo.
  • Ela não permite que o patriarcado, a religião, a política, os meios de comunicação, ou que o ego masculino doentio definam sexo, beleza, ou os relacionamentos por ela.
  • A sua relação com o sexo é a sua própria e vem de dentro, não do que foi lhe ditado, toda a vida, por uma cultura que não valoriza a sexualidade saudável.


Jessica Bahr


sábado, 4 de junho de 2016

...............all good things are wild and free



In short, all good things are wild and free.
There is something in a strain of music, whether produced by an instrument or by the human voice… which by its wildness, to speak without satire, reminds me of the cries emitted by wild beasts in their native forests.
It is so much of their wildness as I can understand.
Give me for my friends and neighbors wild men, not tame ones.

 Henry David Thoreau


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Meu nome é Mulher




Meu nome é Mulher, e encontro a minha morada na liberdade.
Não sei ser presa, mas aprendi a me deixar ser a caça quando necessário, e a caçadora quando o cheiro encanta o meu faro.
Se enjaulada, mostro-me pela metade e a minha busca é ser inteira.
Inteira com meus erros, acertos e vontades.
Com meu faro, com meu sexo, com minha ousadia.
Busco-me na solidão e encontro-me no meu silêncio.
Aventuro-me na minha matilha, e encontro o meu esconderijo nos aposentos da minha alma.
Nesses aposentos, reside a "velha que sabe" que me esina ao sussurrar de cada melodia. Me traz a força na hora da fraqueza e me mostra que o tempo de menina boazinha já não é mais o meu tempo.
Sou um pouco de Eva, e tenho os trejeitos de Lilith.
Sou menina-mulher, sombra e luz, medo e coragem.
Sou a dona de mim, carregada de emoções e cíclica por natureza.
Me pergunte por onde eu ando e te responderei que não tenho caminho para caminhar, deixo o meu instinto me levar.
Fiz do hoje o meu único dia.
Danço e bailo quando o medo se apresenta no meu castelo, ao abrir a porta lhe dou as boas-vindas, convido-o para entrar e aprendo com ele a conhecer todo o palácio.
Hoje sei quem eu sou! Amanhã? Eu me reivento.
Borboleta por natureza, sou adepta das transformações.
Minha alma tem sede de liberdade e ousadia.
Aprendi a não me deixar vencer pelo cansaço, e sim encontrar nele o impulso necessário para as minhas vontades.
Mergulho nas minhas profundezas e coloquei a palavra Intensidade no meu sobrenome.
Não breco até conhecer, e ao conhecer me permito vivenciar as dores e as delicias do SER.
Sou assim Fêmea, filha da Mãe, filha da Terra;
Me Buscando, Me Perdendo, Me ENCONTRANDO!!

Carol Shanti


sexta-feira, 25 de março de 2016

...............fundamento da condição guerreira




Temos medo de enfrentar-nos a nós próprios.
Esse é o obstáculo.
Enfrentar o núcleo mais sombrio da nossa existência é muito embaraçoso para muita gente.
A maior parte das pessoas volta-se para algo ou alguém com a esperança que os possa libertar sem terem de se enfrentar. Isso é impossível. Não pode nem vai acontecer.
Temos de ser honestos connosco.
Temos de confrontar-nos com a nossa sombra, as nossas mentiras, as nossas facetas mais indesejáveis.
Temos que encara-las.
Esse é o fundamento da condição guerreira.
O que quer que lá esteja, temos de encarar, enfrentar, aprender e transcender.


Chögyam Trungpa Rinpoche


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

.................................até que ponto orgulho é vaidade




A vida muitas vezes nos ensina a nos orgulharmos de quem nós somos, do que conquistámos e onde chegámos.
Muitas vezes deixamos de nos parabenizar, pois acreditamos que sentir orgulho de nós mesmas é vaidade.

Acredito que tudo é uma faca com dois gumes, e precisamos estar atentas para ver até que ponto orgulho é vaidade, ou é algo que nos faz olhar para nós mesmas e ter força para continuar a caminhada.

Quando escolhemos caminhar por um caminho diferente, onde lutamos por um ideal, sabemos que enfrentaremos muitas provas para colocar para andar as nossas palavras; pois de nada adianta pregarmos algo se antes nós não vivermos na nossa pele momentos de cura, de transformações; e muitas dessas aprendizagens vêm através da dor, do desapego, da mudança, da solidão.

E por isso, acredito que quando olhamos para a nossa estrada e conseguimos ver momentos que passámos que nos trouxeram a onde estamos, é que precisamos ter admiração por nós mesmas e seguir com a única certeza: que não existe nada nem ninguém capaz de nos parar quando confiamos e acreditamos no nosso potencial de co criadoras da nossa realidade.

Quando nos orgulhamos de nós mesmas, nos fortalecemos e não admitimos mais situações que rasguem a nossa verdade. Pois sabemos que só chegámos onde estamos quando conhecemos a nossa verdade e a colocamos a andar.

Olhar o nosso passado, com a sensação de que ele ajudou a construir um presente realizador, é olhar para a nossa história de vida e ter a certeza que somos abençoadas e podemos criar um amanhã que nos nutra.

Carol Shanti


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Sede da Alma




Ela tinha sede.
Não dessas que você resolve com um copo d'água.
Não! A sua sede era na alma.
Queria experimentar todos os gostos, todos os sabores e todos os amores.
Queria todas as horas em um só segundo.
Saber de tudo, experimentar tudo, conhecer todos os lugares.
Queria não, precisava.
Amava e desamava com a mesma intensidade.
Tinha sempre muita dificuldade de fazer escolhas, já que não se permitia abdicar de nada.
Sentia pressa de viver e via tudo passando depressa demais.
A ressaca era sua companheira.
Física e moral.
Mas gostava de sentir isso.
Gostava do desafio, do improvável, do perigoso e do proibido.
Não tinha tempo para o morno.
Ou congelava ou pegava fogo.
Sempre apostava tudo.
Como num jogo de Poker.
No caso dela, Strip Poker.
Adorava o risco.
Perder e ganhar fazia parte da diversão.
Nem sempre era a primeira a chegar, mas sempre a última a sair.
Andava em bando.
Andava sozinha.
Acordava com o Sol, dormia na chuva.
Chorava escondida, debaixo do chuveiro pra nem ela mesmo ver suas lágrimas caindo.
Não admitia sofrimento.
Quem a encontrava via sempre um sorriso.
Só o seu travesseiro sabia a verdade.
Por muitas vezes comprou passagens só de ida.
Por muitas vezes amou profundamente por uma só noite.
Sentia saudades, amor e ódio em uma fração de segundo.
E depois passava.
E depois voltava.
Tudo ao mesmo tempo.
E de repente ela virava.
Muitas vezes foi apontada, julgada ou mal compreendida.
E tanta gente pode dizer quase tudo a seu respeito, menos que ela não tenha vivido.
Eu, que tive a sorte de conhecê-la, digo que a ela sempre foi muito especial, porque talvez tenha entendido o sentido dessa vida antes de todos nós.


Rafael Magalhães


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Uma mulher sensual é...





Uma mulher sensual é como uma mente selvagem e livre, livre para pensar, agir e se comportar de uma maneira que expressa a sua verdadeira autenticidade.
Sensualidade é educar a mente.
Ser sensual é quando os pensamentos de uma mulher não se limitam à "norma".
Sensualidade não é agradar os outros para manter a paz, às vezes uma mulher tem que levantar um pouco o inferno, a fim de obter o seu ponto de vista.
Sensualidade é ter medo, e fazê-lo de qualquer maneira.
Ser Sensual é ter a confiança, e descobrir o seu valor.
Sensualidade é quando uma mulher fala o que pensa e traz paz à sua alma.
Ser sensual é uma corrida de coração, com emoção e paixão pela vida, e compartilhar isso com alguém que ela realmente Ama.
Ser Sensual é quando uma mulher faz as pazes com ela mesma e com quem ela é, e ela não se compara com outras mulheres.
Todos nós definimos sensualidade de forma diferente, mas para mim sensualidade é encontrar as respostas, em vez de me dizerem quais são as respostas.
Ser sensual é ir descobrindo a vida e interpretá-la em seu próprio caminho...através de seus próprios olhos e por meio de suas próprias palavras, pensamentos e sentimentos.
Sensualidade é viver com integridade.
Ser Sensual é envelhecer com graça e charme.
Sensualidade é estar a viver no momento presente e amoroso cada minuto.
Sensualidade é ser e estar orgulhosa de quem você é.

Maria Costanza

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Amar uma Mulher Desperta


Sofia Ajram



Se escolher amar uma mulher desperta, entenda que estará a entrar num território novo, radical e exigente.
Se escolher amar uma mulher desperta não poderá continuar adormecido.
Se escolher amar uma mulher desperta cada parte da sua alma será  despertada, não apenas os seus órgãos sexuais, mas também o seu coração.
Mas, se pretende uma vida normal, siga com uma mulher normal.

Se deseja  uma vida dócil, encontre uma mulher que decidiu ser submissa.
Se deseja  apenas mergulhar o dedo do pé nas águas que correm de Shakti,  mantenha-se com uma mulher correta, que ainda não mergulhou na fúria do oceano sagrado feminino.

É fácil amar uma mulher que ainda não activou os seus poderes sagrados internos, porque ela nada exigirá.
Ela não te porá à prova.
Ela não exigirá que te tornes o mais alto Ser que podes ser.
Ela não acordará as partes esquecidas e anestesiadas do seu Espírito  pedindo que te lembres que há mais possibilidades de vida do que isso.
Ela não vai olhar fundo nos teus olhos cansados e enviar raios de  Verdade através do teu corpo, balançando-o acordado e sacudindo os teus desejos perdidos há muito dentro de ti.

Se isso não for suficiente  para ti - se o teu coração, corpo e espírito anseiam pela "Outra  Mulher" - então deves saber que estás prestes a transformar a alma.
Deves  saber que estás a fazer uma escolha séria com consequências kármicas.
Pois, se decidir adentrar a aura e o corpo de uma mulher cujo fogo  espiritual está a queimar, então saibas que estás a ansiar por um certo  nível de risco e perigo, com o propósito de crescer.

Uma vez que começas a amar uma mulher dessa natureza, deves aceitar a responsabilidade.
A tua vida não será mais confortavelmente sonolenta o tempo todo.
A tua  vida não permitirá que fiques preso aos velhos sulcos e rotinas  estagnadas, pois ela - A Vida - assumirá radicalmente novo sabor e aroma.
Serás inflamado pela presença do selvagem feminino e irás sintonizar-te com o chamado Divino.

A escolha de ser sexualmente e amorosamente íntimo de uma mulher  desperta, é para os homens que precisam de coragem para caminhar sem medo do desconhecido.
Mas esse homem, vai colher recompensas além da compreensão da sua mente.
Ela o levará a mundos desconhecidos de mistério e magia.
Ela vai levá-lo hipnotizado e meio entorpecido de amor, às florestas selvagens do êxtase sensual e de admiração.
Ela não vai fugir da sua "escuridão", porque a sua escuridão não vai assustá-la.
Ela falará palavras que a sua alma entende.

É um risco enorme amar  uma mulher desperta, porque de repente não há um lugar para se esconder. Ela vê tudo, para que ela possa amar com profundidade.
Amar uma mulher  como essa é escolher começar a viver com a tua alma no fogo.
A tua vida  nunca mais será a mesma, uma vez que convidaste essa energia para entrar.
Certifica-te, caso escolhas amar uma mulher desperta, de que escolheste por não passar o resto da vida a olhar para trás sobre o teu ombro,  a tentar ver mais uma vez a visão turva de mistério feminino que  desapareceu da tua vista.
Pois ela terá voltado para as estrelas e galáxias distantes do céu...de onde ela veio...


 Sophie Bashford

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O chamado da Mulher Selvagem



Era uma vez uma mulher.
Essa mulher era amada.
Por ser amada, era reconhecida como inteira em si mesma.
Por ser reconhecida, era livre para existir.
Essa mulher vivia com os pés na terra e a cabeça nas nuvens, possuía todos os atributos de uma deusa. Era humana e ao mesmo tempo divina, e havia algo de selvagem em seus olhos que nenhuma civilização ou religião poderiam domar.
Por isso mesmo, essa mulher foi temida...
Porém, essa mulher faz parte da própria natureza, ela é a própria natureza e não pode ser aniquilada. De sua completude temos apenas resquícios mas, ela sobrevive nas histórias e nos contos e no fundo da alma de todos, homens e mulheres que sentem um profundo sentimento de VIDA.
Eles escutam o chamado que vem dos ossos, das profundezas da carne.
O chamado da mulher selvagem, há muito reprimida mas de nenhuma forma esquecida.

 in, "O chamado da Mulher Selvagem"

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Just Dare



Dare to re-invent yourself
even when you don’t know 
what that looks like yet.
Dare to dream bigger than
you feel comfortable dreaming.
Dare to love unreasonably,
even if you have been hurt. 
Dare to practice radical self love
even when you aren’t sure how.
Dare to practice big compassionate love
for others, even those you don’t know.
Dare to say yes to your own self
even when your life or family or friends
don’t see it that way. 
Dare to not let fear get in your way,
and when it does, dare to keep moving forward.
Dare to be the most you that you can be
while daring to accepting yourself as you are.
Dare to discover what beautiful means,
to you and only you.
Dare to call yourself an artist, a poet, a dreamer,
a thinker, a revolutionary…
and then dare to take passionate action.
Dare to take risks that make you feel hopeful
even when you don’t know how it will all work.
Dare be a colorful woman, and dance alone.
Dare to live. Dare to love. Dare to laugh. 
Dare to not get it right. 
Dare to live in amazing grace.


Shiloh Sophia McCloud

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Tree Hugging Now Scientifically Validated



It has been recently scientifically validated that 
hugging trees is good for you. 


Research has shown that you don’t even have to touch a tree to get better, you just need to be within its vicinity has a beneficial effect.

In a recently published book, Blinded by Science, the author Matthew Silverstone, proves scientifically that trees do in fact improve many health issues such as concentration levels, reaction times, depression, stress and other various forms of mental illness.
He even points to research indicating a tree’s ability to alleviate headaches in humans seeking relief by communing with trees.

The author points to a number of studies that have shown that children show significant psychological and physiological improvement in terms of their health and well being when they interact with plants and trees. Specifically, the research indicates that children function better cognitively and emotionally in green environments and have more creative play in green areas. Also, he quotes a major public health report that investigated the association between green spaces and mental health concluded that “access to nature can significantly contribute to our mental capital and wellbeing”.


So what is it about nature that can have these significant effects? 
Up until now it has been thought to be the open green spaces that cause this effect.
However, Matthew Silverstone, shows that it is nothing to do with this by proving scientifically that it is the vibrational properties of trees and plants that give us the health benefits and not the open green spaces.
The answer to how plants and trees affect us physiologically turns out to be very simple.
 It is all to do with the fact that everything vibrates in a subtle manner, and different vibrations affect biological behaviours. One research experiment showed that if you drink a glass of water that has been treated with a “10Hz vibration” your blood coagulation rates will change immediately on ingesting the treated water. It is the same with trees, when touching a tree its different vibrational pattern will affect various biological behaviours within your body.


This vibrational idea is backed up throughout the book by a number of scientific studies to provide convincing proof that tree hugging has incredible benefits to us. One report even concluded the following: “safe, green spaces may be effective in treating some forms of mental illnesses”.




There is one other school of thought 
are in alignment with this remarkable theory: 
Taoism.

For example, the Taoist master Mantak Chia teaches students to meditate with trees, as a way of release “negative energies.” In his Cosmic Tree Healing Qigong method, Master Chia teaches how to align one’s body with the “aura” (or energetic field) of a tree.
He explains that trees are natural processors that can help you transform your body’s sick or negative energy into positive, vital life force energy. As you connect your energy with the tree you facilitate your own physical and emotional healing. The Taoist theory is that because trees stand very still, they are better at absorbing the Earth’s Energy and the Universal Force from the Heavens. Trees and all plants have the ability to absorb the light frequencies and transform them into physical food; and they do the same with energetic food. The Taoist view of trees is to see them constantly in meditation, with subtle energy as their natural language.



One other fascinating laboratory that studies plant vibrational energies is Damanhur, an intentional community in Italy. In this peaceful and spiritual ecovillage there is a laboratory in the woods that offers a beautiful choir of singing trees.
Yeah, you read that right… Singing trees.
Since 1976, researchers at Damanhur have invented and developed equipment that can capture electromagnetic changes on the surface of leaves and roots, transforming them into actual sounds. The best part is, these trees seem to control their electrical responses via a feedback mechanism, and demonstrate a kind of awareness and preference for types of music.
The singing plants and trees of Damanhur have sparked off such a worldwide fascination that the people began organizing “Plant Concerts”, where musicians perform to the music created by the trees.


in, The Mind Unleashed


Quando me despeço de alguém que gosto muito, digo sempre: ABRAÇO DE BAOBÁ
Quem já teve o privilégio de abraçar um Baobá, ou embondeiro como é mais conhecido, sabe do que falo...a energia é única, mágica, renovadora e transformadora.