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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

O Apogeu




Cada ser humano atinge o seu apogeu de maneira diferente, num dado momento.
Uma vez alcançado esse ponto alto, é sempre a descer. Fatal como o destino.
E o pior é que ninguém sabe onde é que se situa o seu próprio auge.
A linha divisória pode desenhar-se de repente, quando uma pessoa pensa que ainda estava a pisar terreno seguro. Ninguém tem maneira de saber.
Alguns atingem esse pico aos doze anos, e depois espera-os uma vida perfeitamente monótona e sem chama.
Outros continuam sempre em ascensão até à morte; outros morrem no seu máximo esplendor.
Muitos poetas e compositores vivem em estado de permanente arrebatamento e estão mortos quando chegam aos trinta anos.
Depois há aqueles, como é o caso de Picasso, que aos oitenta e muitos anos ainda pintava quadros cheios de vigor e teve uma morte tranquila, sem saber o que era o declínio.


Haruki Murakami 
in, "Dança, Dança, Dança" 



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Coração Inteligente



"Quando o meu coração sentimental sucumbe às penas e dores, o meu coração inteligente ergue-se e agarra as pontas...e grita mais alto do que todos os sentimentos e perdas...

Ele arde sempre por um Amor Maior...

Temos dois corações segundo os egípcios...um é o sentimental básico em que nos envolvemos, o outro é digamos a emoção pura ou estética, desapegado...livre, e que está uma oitava acima do sentimental primário..."


Maat: É a deusa da verdade, da justiça e da ordem divina.
Maat sempre foi uma força imutável e fazia com que os egípcios acreditassem que ela regia os fenómenos da natureza.
Segundo o Livro dos Mortos, Maat também tinha um importante papel na hora de decidir se o morto entraria no submundo ou não.
Para o morto alcançar o submundo, ele precisava fazer a chamada “confissão negativa” que era uma lista das coisas que o mesmo teria evitado durante a vida.
Dentre elas estavam: Não matar, não roubar, não cometer adultério, não mentir, entre outros que no total somavam 42 confissões.
Caso fosse aprovado nessas confissões o morto era considerado “Verdadeiro da palavra” e poderia passar para uma nova sala onde passaria por uma balança.
A pesagem do coração era feita numa balança cujo contra-peso era a pena de Maat, que simboliza a justiça.
Osíris presidia a solenidade.
O coração deveria pesar menos que a pena, para que o mesmo pudesse ter a vida eterna.
Caso o coração fosse mais pesado do que a pena de Maat, o morto era devorado imediatamente por uma espécie de devorador de almas, chamado de Ammit. E quando isso acontecia, o morto deixava de existir, o que para os egípcios era algo de enorme temor.
Não importava se a pessoa era pobre ou rica, ambos teriam que passar pelas mesmas etapas no mundo dos mortos.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Copo meio cheio, ou meio vazio?


La actitud que tomas frente a los problemas o sucesos que se te presentan cotidianamente es finalmente la que determina la dimensión e importancia de los mismos.
Recuerda que hay dos formas de ver el vaso:
medio lleno y puedes alegrarte al observar la mitad llena o puedes preocuparte por la mitad vacía.

Esto no es ni más ni menos que una cuestión de dos actitudes antagónicas:
la positiva y la negativa.

Sin dejar de ser realista o soñador, puedes transformarte en una persona más positiva y creativa para vivir las circunstancias de una manera menos traumática y más relajada.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CULTURA OCIDENTAL...


Na opinião de Camille Paglia, a grande civilização que chamamos de "cultura ocidental" não é nada mais do que manifestações sociais - na literatura, na arte, nas instituições políticas e religiosas – do medo dos homens das forças misteriosas que se escondem dentro do útero das mulheres e, daí, consequentemente, as suas tentativas obsessivo-compulsivo de valorizar seus pénis.
Em suas mentes, que estão sempre buscando a "verdade" e "a luz", estas forças obscuras estão intrinsecamente ligados com a fluidez da natureza.
Ao tentar conquistar a natureza, os homens tentam subjugar o poder que as mulheres têm sobre eles – seja o sexo, seja tudo o que resista a ser encaixado pela sua lógica e pela razão.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Despe



"Despe os teus medos quando te despes à noite."

Napoleão

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Paciência


“Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados.
É a capacidade de suportar incómodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar.
É a capacidade de persistir em uma actividade difícil, tendo acção tranquila e acreditando que você irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido.
É a capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade.
A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar.
Ser paciente é ser educado, ser humanizado e saber agir com calma e com tolerância.
A paciência também é uma caridade quando praticada nos relacionamentos interpessoais.”
Wikipédia


“A paciência serve de protecção contra injustiças como as roupas contra o frio.
Se você veste mais roupas com o aumento do frio, este não terá nenhum poder para feri-lo.
De forma idêntica você deve crescer em paciência quando se encontra em grandes dificuldades e elas serão impotentes para atormentar a sua mente.”

Leonardo da Vinci

terça-feira, 7 de junho de 2011

A importância de se ser verdadeiro consigo mesmo




Há uma capa que quer esconder os nossos defeitos dos outros e podemos chamá-la de vaidade.

É fácil fazer propaganda de nossas qualidades, mas é difícil reconhecermos publicamente e mesmo diante de nós mesmos os nossos defeitos.Tão difícil quanto isso é não julgar nem a nós mesmos nem aos outros, mas quanta felicidade há na mente que disso é capaz!

A humildade de reconhecer os próprios erros é indicação de elevada auto-estima.

A vaidade de esconder ou justificar os próprios erros é indicação de baixa auto-estima.

Observar a si mesmo exige uma profunda honestidade consigo mesmo.

As vezes pensamos que estamos escondendo os nossos erros dos outros mas na verdade estamos escondendo de nós mesmos, nos enganando e assim a nossa caminhada pessoal fica estancada e as coisas não fluem como deveriam.

Há na humildade de reconhecer-se tal como se é um brilho que irradia uma simpatia própria da essência. A verdade do ser é bela, despida de hipocrisia, como uma criança que não tem medo de mostrar-se.

A mente é muito ardilosa ainda mais quando alimentada por ideias espirituais, reveste-se então de um orgulho sutil que é muito difícil de vermos em nós mesmos, fazendo do enfrentamento de nossa própria sombra um jogo de esconde-esconde.

Muitas vezes em meditação alcançamos estágios de iluminação maravilhosos mas temos sempre que voltar e nos relacionar com os nossos semelhantes e aí percebemos que perdemos aquela experiência do divino com facilidade no humano do cotidiano.

E esses momentos onde vemos os nossos erros estampados em nós mesmos são tão ou mais valorosos que os momentos de beatitude espiritual, porque se trata de jogar luz sobre a sombra em nós e dela extrair uma nova percepção para nós mesmos.

(...)
in, pistas do caminho

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sempre sozinhos


(…) “Apesar de todas as amizades, sempre na vida estamos sozinhos; o que é mais grave, mais doloroso, exactamente como o que é mais belo, passa-se apenas connosco. Entre um homem e outro homem (entre um ser humano e outro ser humano, diria eu) há barreiras que nunca se transpõem. Só sabemos, seguramente, de uma amizade ou de um amor: o que temos pelos outros. De que os outros nos amem nunca poderemos estar certos”.

Agostinho da Silva

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os Portugueses


“O que mais nos caracteriza é aquele ar sonâmbulo, abstracto, aquela ideia fixa em parte alguma, aquele devaneio em pleno Vácuo, ou manso delírio extasiado na sua própria nulidade.

“Sonhamos um sonho estéril, incapaz de se converter em acção (…) O português olha, mas não vê, ou vê como se ouvisse, porque o absorve uma espécie de música silenciosa, uma tendência artística inutilizada por incapacidade realizante. Mas embala-se, como esquecido, nessa música.

“ (…) O português é um ser indefinido; ignora o limite das coisas; não pode ter um conceito claro da existência, mas uma concepção nublosa* sentimental. E, por isso, principia tudo e nada acaba”.

(Pascoaes, Idem, Parte I,

terça-feira, 31 de maio de 2011

Blake


‎"Satã é uma mutação da grande mãe"
Não há sexo sem submissão à mãe natureza. 
E a natureza é um domínio feminino."

Blake ressuscita a deusa sedenta de sangue dos antigos cultos mistéricos, com o seu sensaconal barbarismo asiático. Deseja vencê-la. Mas ao atacá-la limita-se a criá-la e a confirmar o seu poder. Ironicamente Blake torna-se seu escravo e seu porta-voz, uma voz a clamar no deserto.
Não há obra literária onde a Voz da Grande Mãe seja tão violentamente expressiva como em Blake.

A mulher diabolizada e a mulher fatal...são a sombra da mulher que a religião opõe à Mulher religiosa, casta e fiel...à mulher submissa, a eva sem desejo mas... com pecado. Hoje vive-se a mesma a sua condenação nas ideias difundidas pela nova era sobre uma mulher pura, virginal, ascendida, em contacto com as energias masi puras do cosmos...tal e qual a nossa senhora imaculada. Igual...a mesma negação da mulher sombra, terra natureza instintiva...uma mulher sem pecado...em nome não de deus pai mas da ascenção...

Não há nada que mais me choque do que esta negação persistente da natureza humana e da Terra, da maravilhosa manifestação de todos os seres e a obsessiva apologia de um pureza imaculada (bem cristóide) e dos céus e anjos como fonte única de realização humana...Como se partíssemos do princípio de que a Natureza a Mulher e a Lua são negativas e malignas e só os céus...a ascenção, a pureza do além, uma realidade a almejar!
A mim choca-me ainda amais as mulheres negarem-se na sua essência mulher-mãe-terra para se elevarem aos céus como beatas com os seus padres...agora mentores nova era.

‎" (...) A grande tarefa civilizacional, talvez a mais urgente nos dias atuais, consiste no resgate do princípio feminino. Chamo atenção para o fato de que não falo de categoria feminino/masculino, mas de princípio feminino/masculino (...)"
O resgate do princípio feminino

Leonardo Boff





Faz-me lembrar esta música, "Super-Homem" de Gilberto Gil:

‎" Um dia vivi a ilusão de que ser homem bastaria
Que o mundo masculino tudo me daria
Do que eu quisesse ter

Que nada, minha porção mulher que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora
É o que me faz viver

Quem dera pudesse todo homem compreender, ó mãe, quem dera
Ser o verão no apogeu da primavera
E só por ela ser.(...)"

segunda-feira, 30 de maio de 2011

....................um amor que fala



"Sempre quis um amor que falasse, que soubesse o que sentisse. 
Sempre quis um amor que elaborasse e que quando dormisse,
Ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice."



Amizades


(…)
“Apesar de todas as amizades, sempre na vida estamos sozinhos; o que é mais grave, mais doloroso, exactamente como o que é mais belo, passa-se apenas connosco.
Entre um homem e outro homem há barreiras que nunca se transpõem.
Só sabemos, seguramente, de uma amizade ou de um amor: o que temos pelos outros.
De que os outros nos amem nunca poderemos estar certos”.

Agostinho da Silva

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma paleta de cores


A vida é como uma paleta de cores…
Contem nas emoções todas as cores do arco-Íris.
Podemos nós dizer que há cores boas e más? Não.
Podemos dizer que há cores alegres ou tristes, de acordo com os nossos estados de espírito, mas da mesma forma que as cores, os nossos estados interiores correspondem a uma paleta de emoções em que há prazeres e sofrimento, alegrias e dores, e todas fazem parte de numa mesma escala de valores…Todas elas fazem parte da vida!
A vida não se vive só a preto e branco…



"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios ... 
Por isso canta, dança, pula, ri, chora, vive intensamente cada minuto da tua vida ... 
Antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
Charlie Chaplin

Dinheiro não se come



Hora da Mãe...da Mãe Terra


"Chegámos à Hora da Mãe. Isto significa que os nossos pés estão a receber Energia Divina. Do âmago da matéria estão a chegar ondas Divinas. E não estamos a falar de Energia Telúrica. Nós estamos a falar da Brancura Suprema que existe no Coração da Terra. Indizível! Essa Brancura da Luz guarda os códigos Luminosos que negam a entropia... em que a Terra entrou. A Mãe é o oposto da entropia. A Mãe não vem só para abençoar. Ela vem para Imortalizar!
A Mãe está a despertar na matéria, está a despertar do Seu Sono pelo Beijo do Logos Planetário, está a começar a galgar os abismos intraterrenos... Donde que, nós vamos ter, muito em breve, uma nova Fisiologia, uma nova Pediatria, uma nova Bioquímica, uma nova Química... A alteração do ritmo do batimento da Terra é um dos avisos da Mãe de que Ela está a acordar... O nosso aparelho precisa de se refinar e começar a dançar a Ascensão Terrestre. De ancorar a Luz que vem de baixo, com a Luz que vem de cima...
Eu preciso de Espiritualizar os meus sentidos. Se um ser se mantém num nível denso, ele não consegue funcionar como um fusível de ligação entre os dois Fogos. Na proporção que o ser vai ficando leve, ele vai sendo permeado pela Energia Intraterrena. É no Alto da tua cabeça e no Profundo do teu coração que a Anunciação será feita ! "

André Louro de Almeida

Compaixão


"Hoje, nós só vemos o caminho, quando conhecemos o poder de destravar a energia que só a Compaixão contém. Se eu não vivo Compaixão, eu não consigo ver o caminho.
O nosso coração está dentro de uma cápsula hermética, o nosso coração, ele é guardado por uma cápsula hermética, que só é despressurizada através da Compaixão. Eu tenho que ...olhar para o perfeito e para o imperfeito com um coração impassível. Porque, psicologicamente, nós olhamos para o perfeito e amamo-lo. E olhamos para o imperfeito e julgamos - para poder rejeitar o imperfeito. Mas isso não é a Energia da Mãe. Nós precisamos de olhar para o perfeito e para o imperfeito com a mesma Compaixão, com a mesma amplitude, com a mesma disponibilidade implacável para dar. O nosso coração permanece como uma tampa fechada, enquanto não praticamos a capacidade de incluir o outro, no nosso próprio afecto.
E o que a Mãe pede, é um coração idêntico, um coração em chamas, em relação a todos os pontos à sua volta. Isto faz parte do trabalho de reconhecimento da Energia da Mãe. O abraço da Mãe é todo abrangente. Ela não está interessada em fragmentar a criação. "

André Louro de Almeida

Owning your own shadow


"O sofrimento pessoal começa quando somos crucificados entre dois opostos. Se tentarmos abraçar um sem pagar tributo ao outro, degradamos o paradoxo ao nível da contradição. Todavia ambos os lados dos pares de opostos devem merecer e ter igual mérito. O sofrer a nossa confusão é o primeiro passo para a cura. "
"Passar da oposição (sempre uma discórdia) para o paradoxo (sempre sagrado) é dar um salto de consciência. Esse salto transporta-nos através do caos da meia idade e dá-nos uma visão que ilumina os dias que nos restam."

In "OWNING YOUR OWN SHADOW" 
Robert A. Johnson

terça-feira, 10 de maio de 2011

Caminho dos Ventos



É o que vejo as vezes no encontro dito "amoroso" das pessoas, onde cobranças, medos, ciúmes e ansiedades preenchem o que poderia ser o partilhar da maravilha de estar vivo entre seres que se sentem felizes pela vida do outro.
Há muitas complexidades no caminho dos Ventos, mas ele não pode ser trilhado por "busca do amor perfeito" ou por quaisquer outros interesses egoticistas.
Para poder fluir com os ventos temos de ser nada, para nele flutuar temos de ser inteiros.

Nuvem que Passa

O amor é liberdade...e serve para lambermos as feridas uns aos outros...

É como a história da bela e do monstro...porque há um nível onde todos somos doentes e disformes...por isso queremos parecer o que não somos...

Emoções



“La ciencia ha descubierto que con cada emoción que experimentamos en nuestros cuerpos sufrimos cambios químicos en aspectos como el ph y las hormonas.
A través de las experiencias positivas como el amor, la compasión y el perdón, y las emociones negativas del odio, los prejuicios y la envidia, cada uno de nosotros tiene el poder para afirmar o negar nuestra existencia en cada momento del dia.
Además, la misma emoción que no da este poder en el interior de nuestros cuerpos extiende esta influencia hacia el mundo cuántico que está mas allá de nuestros cuerpos”

La Matriz Divina

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Linguagem


"A linguagem criou a impressão de que existem lugares absolutos ao alcance do comportamento imediato. NOT SO.
A ambiguidade, a complexidade, a multisexualidade, o mago, o guerreiro, o amante, a castidade ígnea, o cosmopolita e o hermita convivem todos DENTRO de nós.
E todos têm força suficiente para pretender o Trono da identidade central.
Em quietude podemos ouvir as suas vozes até que, no centro maior do Ser soa a voz do Rei.
A androginia resulta da síntese profunda da existência e parece emergir de um terreno psíquico simultaneamente interessado no Eros e totalmente distanciado dele... mais que ambiguidade é este complexo de amor, transcendência, humor e tragico-comédia a que chamamos Individuação que nos pode levar além dos opostos... todos os lugares absolutos - para o homem - são lugares descritos, conquistas da linguagem - mas não são casas autênticas.
As minhas personagens são pretendentes ao Trono, mas EU decido Quem comanda o navio do SER. Além disso... podes conhecer a lingua dos anjos (erotico?) mas se não tiveres amor serás como um sino rachado ( SP )"

andré louro de almeida 2011