With our minds alone
we can discover those principles
we need to employ
to convert all humanity to success
in a new, harmonious relationship
with the universe.
Buckminster Fuller
Shivaratri, a fusão cósmica de Shiva e shakti, é celebrada na lua escura de magha. Esta união simboliza o conceito de kundalini yoga em que shiva vai encontrar-se com shakti. Representa o despertar da consciência no nível material de existência e a união com shakti no ponto mais alto da evolução. A Palavra ' Ratri ' usada aqui refere-se à ' noite escura da alma ', o estado pouco antes da iluminação. Shivaratri é considerado o dia mais auspicioso para sannyasins e para tomar sanyas diksha (Iniciação).
"Being able to integrate inner feelings and perceptions with external sensual experiences"
Analisar esta frase na perspetiva não dual da filosofia tântrica, em relação ao propósito maior da fusão entre shakti kundalini com Shiva.
Que significa estarmos disponíveis para acedermos à energia do espirito em integração com a da matéria, isto é, vivermos para nos auto conhecermos, termos a capacidade para nos auto percepcionarmos e sentimentos/pensamentos nobres (como Shiva quando está a meditar em consciencia) mas ao mesmo tempo não descurarmos o prazer que é viver, o desfrutar do corpo, dos sentidos, da arte, da criatividade, do eros e do amor (como Shakti quando está a dançar e a manifestar neste plano).
Para sermos inteiramente realizados, ambas as abordagens casam-se.
Rita Évora Ferreira
This newly released detailed simulation of the current state of the universe's large scale structure is centered on a large galaxy cluster and was created as part of the Illustris simulation. The distribution of what is thought of as "dark matter" is shown in blue and gas distribution is in orange over a region which is about 300 million light-years across.
This image also resembles a neural network, root system, mycelial network, the internet's structure and the patterning of the construction of modern cities. We are the universe learning about itself...
Nassim Haramein
“Que as grandes fortunas foram feitas em silêncio e a velha guarda dos bilionários às vezes é flagrada até viajando numa classe económica. Não sei porquê, mas boa parte dos homens mais ricos que conheci tinham a camisa meio surrada e, quando tinham avião, sempre era em sociedade com amigos. E jamais entraram num Ferrari ou sabem o que é um camarote de boate. A não ser que tenham sociedade na boate, é claro.
Um dia, perguntei a um poderoso amigo Francês por que os ricos de sua terra eram discretíssimos em relação ao dinheiro, a ponto de jamais tocar no assunto e levar uma vida de classe média.
Num surto de sinceridade, meu amigo, cujas filhas só ficaram sabendo aos 30 anos que o pai tinha um avião, disse: ” Tão perigosa quanto a inveja é a capacidade de o ser humano achar que chegou ao topo. Quando ele acha que pode tudo, começa o fim.”
Bruno Astuto
” Tão perigosa quanto a inveja é a capacidade de o ser humano achar que chegou ao topo. Quando ele acha que pode tudo, começa o fim.”
Desde os anos 60 que se discute o feminismo tanto no seu lado positivo como no seu lado negativo. Se por um lado equilibrámos direitos, resgatámos regalias e reclamámos igualdades perante os homens, por outro perdemos a nossa capacidade de estar perto dos filhos e de cultivarmos a nossa comunidade onde se partilham histórias, onde se criam vínculos, onde nos sentimos apoiadas pelas outras mulheres da nossa “tribo”. Perdidas num mundo de homens, longe da toca que seria o abrigo da nossa Alma, sem espaço de qualidade para o sentir e respeitar o mundo interior, acabamos por nos sentirmos sozinhas, frustradas e cansadas por andarmos a lutar uma luta desigual.
Ou seja, a partir do momento em que a mulher, representante da energia feminina e da (sobre)vivência da mesma no mundo, vive sujeita ao excesso de uma qualquer energia masculina ou simplesmente abandona as suas características para passar a competir com a energia do homem, tentando a todo o custo provar que consegue ser igual a ele, criou a um nível global, todo um desequilíbrio energético. Numa sociedade patriarcal, gerida maioritariamente por homens e orientados por um Deus Pai, homem também, estamos hoje a viver as consequências desse abandono na violência e excesso de agressividade do mundo, dentro de nós, entre nós, contra a Mãe Natureza em que descartámos quase por completo as características essenciais ao equilíbrio da energia feminina.
O mundo não precisa de mais mulheres a competir com homens.
O que o mundo precisa é de mais representantes dessa bela energia feminina do amor, do cuidar, do sentir, do tocar... Mais do que provas de força exterior e egóica, o mundo precisa sim de força interior e humildade.
Vigilância é atenção permanente.
Quando estamos vigilantes, não nos fundimos com as coisas. Estamos em uma posição de observador.
“Pessoas comuns percebem tão pouco que acabam esquecendo que existe uma diferença entre o pensar e o perceber. Esqueceram-se a ponto de acharem que aquilo que pensam é o que percebem. Projetam seus pensamentos a uma realidade externa e assim, continuamente, afastam-se da realidade, substituindo-as por seus pensamentos”.
Victor Sanchez
Medo de não ser aceite por quem sou.
Mostro a alma e atrevo-me a ser quem sou ou vivo para alimentar a máscara e viver a altura das expectativas dos outros?
Medo de perder segurança que normalmente gera apego a bens materiais ou pessoas.
A segurança interior é um estado de ter ou um estado de SER?
Medo da rejeição e solidão tanto romântica como social.
É mais importante a ilusão do “juntos para sempre” ou investir na autonomia emocional e no amor próprio?
Medo de não encontrar sentido para a nossa vida.
É mais importante ter sucesso profissional ou resgatar os anseios da nossa alma e evoluir espiritualmente?
Procura em cada área da tua vida em que estado está cada um destes medos assim como os esquemas que te mantêm preso a ele.
Reforça dentro de ti que tens o que precisas para mudar a tua vida e enfrentar os teus medos, começando primeiro com a mudança interior de os veres como um adversário a enfrentar e não como algo a evitar.
A espada é símbolo não só de poder, mas também de justiça. A espada de dois gumes permite cortar em ambas as direções, e por isso, ao mesmo tempo, tem o poder de criar e de destruir. Ela representa a aplicação da lei, discernindo e executando, estando por isso presente em muitos dos mitos e histórias que nos constroem enquanto sociedade.
Uma nota final:
quando, em sonhos, Deus surgiu a Salomão, acabado de se tornar rei, e lhe disse “Pede o que queres que eu te dê”, ele respondeu “A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar o teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal”.
Este é o caminho da Sabedoria.