sábado, 26 de abril de 2014

Com PAPAS e bolos se enganam os tolos...o genocídio no Canadá!

Ando aqui escandalizada já há algum tempo com este assunto que, já confirmei por vários lados e, é mesmo VERDADE!!!!
Como é possível o povinho ainda acreditar neste Papa Francisco???
Este FDS ainda por cima, vão canonizar dois Papas...ainda vira Santo também!

Várias testemunhas oculares, confirmam que o Papa Bento XVI,  violou e matou várias crianças em rituais de sacrifício.
Toos Nijenhuis da Holanda confirma ritual de sacrifício de crianças pelo papa Bento XVI na Assessoria da Mídia Global do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS) em sua Direcção Central, em Bruxelas. 
 “Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina”: confirma testemunha de um ritual de sacrifício ocorrido em 1987, Toos Nijenhuis da Holanda. 
 Nova prova de culpa do Vaticano leva políticos italianos a enfrentar o Papa Francisco no próximo processo judicial da Lei Comum anunciada – O Papado revida fazendo ataques contra o ITCCS. >A faísca que incendiou este terror todo, teve início no Canadá, com o genocídio das crianças indígenas pactuado entre o governo e as "igrejas" . 



A faísca que incendiou este terror todo, teve início no Canadá, com o genocídio das crianças indígenas pactuado entre o governo e as "igrejas" .


É mais que dramático.
O Kevin Annett tem lutado muito para trazer este escândalo todo à tona.

Este Papa nada mais é que o produto de uma campanha de marketing profissional, elaborado por uma empresa desmoralizada, a Igreja.
Eu acho ridículo estas tentativas de simpatia .... globais .... na tentativa de abafar a Pedofilia, os roubos e arrombos dos cofres vaticanescos, entre outros terrores, como o acima descritos.

The Systematic Destruction of Canada's Indigenous Children and Families
The dark secret of the Canadian government, Roman Catholic, Anglican and United Church is finally revealed.
Watch video footage with proof of child abuse, sexual and spiritual abuse, sterilization and murder suffered by the First Nations people at the hand of wicked men and women posing as Christians.
Native children, forced to play with other children who were dying of tuberculosis and small pox only to fall ill and die themselves.
50% off these children died totaling over 50,000.
The videos you will see below detail a great wickedness that was and is still present and active in the Churches named, a wickedness felt by Canada's aboriginal people and Kevin Annett who despite persecution by the church took up his cross and followed Jesus speaking the truth about Aboriginal Genocide to all who would listen.


Este assunto é mais sério do que isto ... e é mundialmente conhecido, porque actual .
Vejam o vídeo do 1º ministro do Canadá "desculpando-se" pelos internatos católicos e pelo genocídio, torturas, estupros entre outros horrores : de aproximadamente 3000 crianças:




                                                   

June 11, 2008 - Prime Minister Harper offered Canada's aboriginal peoples an official apology for the government's involvement in the Indian residential school system and its ongoing policy of forced assimilation.

Opposition leaders also offered their apologies during a special sitting of the House of Commons.

Aboriginal leaders were welcomed onto the House floor to respond to the apology.

Mass genocide of Mohawk children by, UK Queen and Vatican, uncovered in Canada.


Ainda assim não acreditam????
continuam a dizer que eu tenho a mania da conspiração????
Não admira este Papa dar uma de santinho...os podres começam a vir à tona...está difícil de controlar...a merda já está no ventilador...

sexta-feira, 25 de abril de 2014

DEPOIS DO 25 DE ABRIL....


"A repressão tem tido mais visibilidade ao longo destas quatro décadas através das autarquias. Infelizmente não houve uma educação para a cidadania e o jornalismo demitiu-se. O nosso problema é estrutural. A conjuntura apenas veio precipitar a revelação do simulacro em que toda a nossa sociedade estava alicerçada.

O fado como destino é uma forma estilística para a demissão; o futebol é uma forma identitária e anestesiada para a demissão; os milagres são a forma transcendente para a demissão. É uma nação com um povo demissionário que espera sentado o regresso de D, Sebastião..."

Antígona Becca Salles Casalinho

DEIXEM-SE DE FINGIR





Deixem-se de fingir de heróis da esquerda,
com bancos e bancas de advogados, redacções,
editoriais, automóvel, bolsas e cátedras,
quintas herdadas, páginas literárias.

Deixem-se de uivar em defesa de ismos
que nenhum vos pertence ou a que pertenceis
a não ser para dançar a dança desnalgada
dos que não têm vergonha do povo português.

O único ismos em consonância com os arrotos
de bem comidos, e rosnidos de instalados
naquilo que criticam disfarçando-se,
é o relismo - de reles. Nada mais.


Jorge de Sena




Portugal





(...) 
Torpe dejecto de romano império; 
babugem de invasões; salsugem porca 
de esgoto atlântico: irrisória face 
de lama, de cobiça, e de vileza, 
de mesquinhez, de fátua ignorância; 
terra de escravos, cu pro ar ouvindo 
ranger no nevoeiro a nau do Encoberto; 
terra de funcionários e de prostitutas, 
devotos do milagre, castos 
na hora vaga da doença oculta: 
terra de heróis a peso de ouro e sangue, 
e santos com balcão de secos e molhados 
no fundo da virtude; terra triste, 
à luz do sol caiada, arrebicada, pulha, 
cheia de afáveis para os estrangeiros 
que deixam moedas e transportam pulgas... 
(...) 


Jorge de Sena 
in, QUARENTA ANOS DE SERVIDÃO



“Cada vez mais penso que Portugal não precisa ser salvo, porque estará sempre perdido como merece. Nós todos é que precisamos que nos salvem dele.
Mas sabe que não há maneira fácil?”
Carta de Jorge de Sena a Sofia de Mello Bryener



Li no Jornal de Letras há uns anos que,  quando chegou a Portugal do exílio, depressa constatou que andavam todos a correr atrás do poder.
Foi o que disse a Mécia, justificando a sua vontade de regressar ao exílio após o 25 de Abril.
Depois da sua morte, Mécia de Sena ainda se viu grega para que acolhessem o património do escritor poeta.
A uma dada altura Mécia conta, em entrevista ao JL, que a família Soares não lhes ligou nenhuma.
Ao contrário da família Eanes.
Temos uma história recente de gente muito reles...muito reles...

Mas o povinho quer é Fado, Futebol e a Nossa Senhora de Fátima...






Chega-se a um momento na vida


Chega-se a um momento na vida (e por coincidência a um momento do mundo que seja por linguagem o nosso) em que o poeta se interroga antes de escrever: porquê, e para quê, e para quem?
De nós mesmos falar não é possível: seria necessário que houvesse humano respeito, delicadeza humana, e não este descaso de assassinos que se pisam sem desculpas.
Falar do que vai por este beco do universo onde as comadres se acotovelam para levantar a saia no escuro dos portais?
Seria preciso que a tristeza e a amargura e a visão do abismo fossem partilhadas mais a fundo que a retórica de serem tão infelizes no conforto do piolhoso que vê mais dois piolhos na cabeça do outro.
Pensar em melhores mundos?
Haverá, mas não aqui.
Aqui é o fim da festa, o fechar das luzes do último dia da Exposição dos Centenários, o arriar das bandeiras, o apodrecer dos barcos pela praia.
Aqui só há lugar para metáforas, óbvios símbolos, jogos de prendas poéticas, para a droga de um sexo reduzido a palavras.
Cantem a beleza que se esvai, da juventude que se perde, dos prados e das árvores, com doce melancolia.
O leitor tremula, sente-se irmão, enfia sorrateiramente a mão no bolso das calças, apalpa-se e fecha os olhos, que está salva a pátria.



Jorge de Sena





Não posso desesperar da humanidade






Não posso desesperar da humanidade. E como
Eu gostaria de! Mas como não posso
Pensar que há povos maus, há maus costumes?
A América é detestável. Mas deu - americanos - 
Walt Whitman e Emily Dickson. Posso
não confiar neles? A Rússia é
detestável. Mas Tolstoi é tão russo!
São máus os japoneses? Como podem
sê-lo, se têm Kurosowa e o sr. Roberto
que me vendia hortaliças lá no Brasil?
E o meu Brasil tão infeliz amor, e tão
ridículo? Mas não são brasileiros Euclides 
e o coração dos meus amigos? E
Portugal, como pode ser mau e detestável,
se mesmo eu que amo sobretudo o vário mundo,
o amo - ao mundo - como português?
A humanidade e as patrias são uma chatice, eu sei.
Mas como desesperar delas, desde que
não sejam para mim o gesto ou as sardinhas,
o feijão ou o sirloin, ou a terrível capa
dos usos e dos costumes, da vaidade,
mas uma forma de ser-se humano e solitário
Acompanhadamente?


In, 40 ANOS DE SERVIDÃO 
- JORGE DE SENA
1965





Nasci português e morrerei português
ainda que mude de nacionalidade vinte vezes
A literocambada lusitana nasceu portuguêsmente pulha
e portuguêsmente pulha há-de morrer
seja qual fôr o ismo a que pertença.

in, "40 anos de servidão" 
JORGE DE SENA





Pátria assim!





Para se amar uma pátria assim, com tal pompa e tal doçura, com tamanha e tão delicada memoria de ternura, será preciso que ela seja escrava, ao mesmo tempo, de um passado glorioso, e de um presente cujo escândalo seja em vileza diária a demissão de um povo, à culpa do estrangeiro que reinará nos palácios e nas praças, usurpando o verdadeiro senso de que só escravo se torna quem o era já....
Mas nós não temos de estrangeiros outros mais que nós.
Não dá portanto o que pensamos para tais doçuras.
Pois de nós mesmos - porcos - não brotam pátrias puras.


Jorge de Sena
in, 'Má Vlast', de Smetana, 
in Poesia II, Moraes, 
1978





Em Busca do Outro


"Não é à toa que entendo os que buscam caminho.
Como busquei arduamente o meu!
E como hoje busco com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, o meu atalho, já que não ouso mais falar em caminho.
Eu que tinha querido.
O Caminho, com letra maiúscula, hoje me agarro ferozmente à procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja finalmente eu, isso não encontrei.
Mas sei de uma coisa: meu caminho não sou eu, é outro, é os outros.
Quando eu puder sentir plenamente o outro estarei salva e pensarei: eis o meu porto de chegada."

Clarice Lispector

Matrismo



"Acho que não vale a pena a mulher libertar-se para imitar os padrões patristas que nos têm regido até hoje.
Ou valerá a pena, no aspecto da realização pessoal, mas não é isso que vem modificar o mundo, que vem dar um novo rumo às sociedades, que vem revitalizar a vida.
A mulher deve seguir as suas próprias tendências culturais, que estão intimamente ligadas ao paradigma da Grande Mãe, que é a grande reserva, a eterna reserva da Natureza, precisamente para os impôr ao mundo ou pelo menos para os introduzir no ritmo das sociedades como uma saída indispensável para os graves problemas que temos e que foram criados pelas racionalidades masculinas.
É no paradigma da Grande Mãe que vejo a fonte cultural da mulher; por isso lhe chamo matrismo e não feminismo.
É aquilo a que eu chamo o cansaço do poder masculino que desemboca no impasse temível do tal equilíbrio nuclear que criou uma situação propícia a que os valores femininos possam emergir, transportando a sua mensagem. "

NATÁLIA CORREIA, in Diário de Notícias, 11-09-1983
(entrevista concedida a Antónia de Sousa)
Entrevistas a Natália Correia,
Parceria A.M.Pereira,
2004

Eva



"Lilith foi recalcada para dar lugar a Eva.
Eva representa portanto a mulher vista, educada, modelada pelo homem.
Eva está incompleta, falta-lhe alguma coisa: trata-se do aspecto Lilith que ela por vezes toma quando se revolta; o aspecto que Eva tomou, quando comeu a maçã; o aspecto que tomará a Virgem Maria ao dar à luz um filho que se revoltará contra o pai e imporá uma nova lei, o Evangelho (a boa nova) do Filho (e da Mãe).
Assim se processa a passagem do Judaísmo (Paternalismo) ao Cristianismo primitivo (Maternalista), que será imediatamente recuperado pelas autoridades Patriarcais e desviado dos seus verdadeiros objectivos.
 Com efeito, Eva, a mulher, encontra-se alienada.
Ela não possui por inteiro a sua personalidade.
Ela não será mais que a forma castrada (de Jeová e de Adão) e não a imagem da parte feminina de Deus.
Deste modo, a representação duma forma do desejo, duma metade da ex-potência divina absoluta é afastada, e torna-se tão silenciosa como a vagina duma rapariguinha.
Eva é a mulher muda, a sombra da mulher, quase um fantasma.

A mulher real é Lilith.
E no mito celta, Blodeuwedd, nascida das flores – é este o sentido do seu nome –, não é senão uma sombra de mulher: é uma criação artificial do espírito macho de Gwyddyon, não passa dum reflexo castrado do homem.
Mas quando se revolta, ela abandona o seu aspecto Eva para assumir o de Lilith e deixa de estar alienada.
Nascida das flores e ligada à terra no passado, torna-se agora ave nocturna, podendo assim aparecer a qualquer homem durante a noite, ou seja, enquanto o sono permite ao inconsciente que ela surja nos seus sonhos.
 Na verdade, qualquer homem, insatisfeito no fundo de si próprio, e sem ousar admiti-lo, sonha com Lilith-Blodeuwedd, a única que poderia satisfazer o seu desejo de infinito, uma vez que a Eva que ele tem ao seu lado não é mais do que uma caricatura da feminilidade, embora tenha sido ele quem assim a quis."

in, La Femme Celte
 Jean Markale

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Há dias assim...


Estou bem.
Quase todos os dias.

"Tens esse ar frágil, mas és dura na queda" – já me disseram.
Mas também já disseram tantas vezes o contrário:
"Tens esse ar de durona, que nada te afecta, mas por dentro estás a sangrar"

É a minha alma que não consegue agarrar-se a sentimentos negativos.
Mas às vezes, quebra.

Alguns momentos maus atingem-me como um comboio desgovernado vindo não sei de onde.
Como hoje!
Atinge-me.
Deixa-me tonta, nauseada e dorida.
A raiva e a tristeza entram-me na corrente sanguínea.
Mas chega e logo vai.
Levanto-me.
Volto a andar.
Estou (quase) em paz comigo.
E contigo.

Hoje é um desses dias...

Fizeram-nos acreditar...


"Fizeram-nos acreditar que amor mesmo, amor a sério, só acontece uma vez, geralmente antes dos trinta anos.
Não nos contaram que o amor não é accionado, nem chega com hora marcada.

Fizeram-nos acreditar que cada um de nós é metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não nos contaram que já nascemos inteiros e que ninguém na nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: cada um cresce através de si mesmo. Se estivermos em boa companhia é só mais agradável.

Fizeram-nos acreditar numa fórmula chamada "dois em um", duas pessoas pensando igual, agindo de modo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem um nome: anulação.
Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram-nos acreditar que casamento é obrigatório e que desejos de impulso devem ser reprimidos.

Fizeram-nos acreditar que os bonitos e os magros são mais amados, que os que namoram pouco são mais confiáveis e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não nos disseram que existe muito mais cabeças tortas que pés tortos.

Fizeram-nos acreditar que só há uma fórmula para ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.

Ah, também não nos contaram que ninguém nos vai contar isso a cada um de nós.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.

E aí, quando estiveres muito apaixonado por ti mesmo, vais poder ser muito feliz e apaixonar-te por alguém."

Martha Medeiros

Otis Redding-Sitting on the dock of the bay

Separação


“Hoje, separamo-nos todos com muita facilidade.
A paciência deixou de ser uma das nossas virtudes e a ansiedade tomou conta de nós com a força de uma febre.
Tudo tem de ser perfeito.
Tudo deve ser como nós imaginámos.
Já não se pensa na hipótese de vencer em conjunto dificuldades porque a sua existência é sinónimo de uma relação condenada ao fracasso.
Na vida, nada se cria sem entrega, nada se constrói sem vontade.
Uma relação é um trabalho cada vez mais difícil de se concretizar.
Já não chega apenas o amor.
É também necessário edificar a honestidade e a lealdade entre um homem e uma mulher.
Sem tais valores, a casa rui, mesmo antes de ser casa, mesmo antes de parecer um lar.”

José Micard Teixeira

Como dizia a minha avó, um barco para ir para a frente, tem de ser as 2 pessoas a remar juntas para o mesmo lado, ao mesmo tempo...
Hoje as pessoas tornam as Relações que podiam ser Lindíssimas, em Ralações, e depois tornam-se Azedas Crónicas.
E eu não sou exemplo para ninguém...
Mas, quando um deixa de remar, o barco passa a andar à volta de si mesmo e não sai do mesmo lugar. Mais um paradoxo da vida...

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Eckhart Tolle- "Por que não consigo despertar?" (Legendas em Português)

Grande Cruz Cardinal De MARTE, JÚPITER, URANO E PLUTÃO


Em Abril teremos acontecimentos astrológicos que indicam a necessidade de sairmos da zona de conforto para buscar limpezas, mudanças e libertações.
Já venho falando da grande cruz cardinal que se fechará na última semana do mês, entre Marte (retrógrado em Libra), Júpiter (exaltado em Câncer), Urano em Áries e Plutão em Capricórnio.

Marte retrógrado em Libra se sente frustrado, pois quer acção, movimento, impulso e caminhos livres para conquistar. Mas em Libra enfrenta resistências, deve promover revisões, deve aprender a agir em conjunto, deve harmonizar polaridades. Ser guerreiro pressupõe capacidade de enfrentar e confrontar. Atitudes diplomáticas, controle dos impulsos agressivos e resistência pacífica são lições por demais elevadas para qualquer ser humano. Por isso Marte em Libra é considerada uma posição frágil e difícil.

O senso comum nos diz que para ser forte é preciso ser impositivo, mas aqui a lição é outra.
O aprendizado é: afirmar nossa individualidade através da capacidade de nos relacionarmos em harmonia e de compreendermos, antes de tudo, o ponto de vista do outro. Podemos inclusive aproveitar para afinar isso durante essa semana, quando Vênus e Marte seguem em harmonia. Temos um bom momento para encontros, reuniões de pauta, alinhamento de estratégias. Usar nosso arsenal de qualidades diplomáticas e argumentos para convencer as pessoas.

Marte em Libra também representa um paradoxo. Pode acontecer o contrário: a pessoa pode pode buscar conflito para testar a capacidade de resistência durante uma contenda, brigas e desavenças. Ao lutar por justiça e harmonia, provocar a ira do outro pra buscar o caminho da pacificação.

A força deve ser dosada para que se obtenha um resultado bom para ambas as partes. Mas é possível também um recuo: a dificuldade de agir sem a aprovação dos outros, a desistência de levar adiante um objetivo íntimo, a queda de resistência física, o desgaste e estresse emocional quando a estabilidade nas relações é quebrada, o compometimento do bem-estar corporal. Ou a falsidade, aquele que age pelas costas.

Por tudo isso, agora é preciso agir com cautela e prudência. Tomar iniciativas com plena consciência dos projetos, empreendimentos, causas e motivos. Novas soluções, acontecimentos e ideias supreendentes podem acontecer para quem estiver alinhado com seus propósitos. Para quem age às escuras, para quem há tempos alimenta um desequilíbrio, uma reviravolta pode acontecer também. No fim das contas, tudo acontece para o nosso bem, só que muitas vezes não conseguimos enxergar como positiva uma coisa que o nosso ego limitado não quer. Tem gente que prefere viver na ilusão e na ignorância até que algo as surpreenda...

Marte enfrentará Urano, que está em Carneiro e pede justamente reinvenções. O impulso do novo é algo impossível de conter. Ou a gente muda com a vida, ou a vida muda para a gente. Urano em Áries quer mais independência e automonia para poder olhar para a frente, para o futuro, para viver novas experiências, ousar, experimentar.

Júpiter está exaltado e poderoso em Caranguejo: quer mais segurança, quer lutar por seus ideais, quer fortalecer suas bases emocionais, defender sua pátria, suas leis, seu território. Quer mais direitos para si e toda a sua família. Quer possibilidades de garantir e expandir seus territórios. Mas existem aqueles que lutam por causas equivocadas, que agem movidos por emoções exaltadas, que creem que devem lutar até à morte por sua pátria, seus valores. Aqueles que alimentam posturas dogmáticas e se acham os donos da verdade.

Plutão está no conservador Capricórnio, em recepção mútua com Saturno em Escorpião. Plutão pede transformações profundas nas instituições, na forma como manifestamos e lidamos com o poder, nas nossas sombras, nos nossos instintos inconscientes e animais. Tudo o que está rígido e não serve mais tem suas bases estremecidas, porque deve dar lugar para novas possibilidades, para cura, para a morte e o renascimento. O poder institucionalizado, com suas bases estremecidas, pode recrudecer ainda mais. Vemos também manifestações com pensamentos reacionários, retrógrados, que não condizem com a nova consciência.

Urano representa a mente superior, a consciência cristica.
Plutão está relacionado ao chacra básico. 
Para que a energia Kundaline de toda a humanidade circule, os instintos básicos devem ser iluminados e transformados pela mente superior.
Marte em Libra e Júpiter em Caranguejo representam as polaridades masculina (lógica, razão, assertividade, acão) e feminina (emoção, sensibilidade, intuição, critatividade) que devem ser harmonizadas e integradas. Tanto planetariamente, quanto individualmente.

Questões ligadas aos relacionamentos (eixo Áries/Libra) e ao trabalho, carreira, profissão, família e mundo emocional (eixo Caranguejo/Capricórnio) estão activadas.
Aquela velha consciência de que sucesso é se matar no trabalho, é viver na competitividade, é puxar o tepete dos outros... Ou o contrário: o medo do mundo, aquele que vive fechado em sua concha, não cultiva seu lado empreendedor.
Quem é consdecendente demais, não sabe dizer não... ou quem é egoísta e passa por cima de todos. (As variáveis são muitas. Pra um estudo minucioso vale consultar um astrológo de confiança, ver em que casas do mapa a cruz acontece e se ele pega algum planeta aos 13 gruas de um desses signos.)

Percebem como vivemos um momento importante?
Podemos esperar muitos acontecimentos, manifestações, surpresas e imprevistos pra toda a humanidade em abril. Muitos astrólogos falam em guerras, confrontos, revoltas, disputas de poderosos... mas e individualmente?
Qual a guerra interna que cada um de nós está travando?
O que deve ser pacificado, curado e transformado em nós mesmos, pra que haja mais liberdade, estabilidade, entusiasmo e equilíbrio emocional?

Aprendo cada vez mais que acusar, criticar, ficar indignado e revoltado com o problema é reforçar o problema, é fortalecer a sombra. Focar no bom, no belo, na cura, identificar-se com as soluções, divulgar e veicular os antídotos e trabalhar pela expansão da consciência é fortalecer a LUZ. 
Ao invés de perder tempo olhando pros outros, dando poder aos outros e criticando o mundo, seria mais lógico e inteligente fazer o caminho interno, olhar pra nós mesmos. 
Respeito as escolhas de cada um... mas a verdadeira mudança deve começar em nós. 
Vale sempre lembrar!

Muitos podem dizer: mas uma boa briga é válida também pra entornar o caldo logo de vez.
Sim, tudo tem o lado bom... no fim tudo é válido como experiência.
Mas... vejamos o exemplo de Gandhi, que conseguiu importantes mudanças pregando a resistência pacífica, por exemplo.
Se cada um se propusesse, ao invés de projetar sua raiva e sua frustração fora, olhar pra dentro, buscar crescer, se lapidar...

O que desejo: que as fichas caiam em cada um de nós.
Vamos vigiar, ficar atentos ao que nos acontece, são oportunidades de transformação.
Raras, pois essa cruz astrológica é um evento raro.
Podemos encontrar energia para promover realmente verdadeiras limpezas e curas em nossas vidas.
O que se espera é que tudo não seja fogo de palha...

Marcelo Dalla

Grande Cruz Cardinal 23 Abril 2014



Meu mapa natal:

Tenho PLUTÃO na Casa 6, em Balança.
Casa do Trabalho e da Saúde
Representa o ambiente geral do trabalho; o tipo de roupa que costumamos usar; a maneira de vestir; a nutrição geral do organismo, a dieta; a higiene e os cuidados conferidos ao corpo físico. Está ligada aos animais domésticos. Representa os trabalhos dependentes.
Tem como valores: o Dever

Por isso é que quando Saturno entrou na Casa 6, em 2009, rebentou tudo...Saturno com Plutão, pior não poderia ter sido...

Tenho URANO na Casa 6,em Balança em oposição ao Ascendente.
O meu Ascendente é Carneiro
E Urano hoje está em Carneiro, na grande Cruz cardinal.


Tenho MARTE na Casa 1, em Touro.
Casa do Eu, do Corpo
Tem como valores a Identidade.
É a Casa do Ascendente, que no meu caso, vejam só, tenho a casa 1 em Carneiro, precisamente onde está Marte hoje na Grande Cruz Cardinal.
Aguenta coração!
O ascendente, cúspide da Casa 1, é essencial quando se interpreta uma Carta Natal. O temperamento de uma pessoa não só está em harmonia com o seu próprio ascendente, como também, através da sua vida, tenderá a relacionar-se afectivamente com outros que também o tenham; e até a profissão que eleger estará relacionada com o mesmo signo.

Representa o corpo físico e a vida da pessoa; a sua constituição, a sua personalidade, a sua aparência. Mostra de que maneira é vista pelos outros, ou como pretende ser vista pelos outros.

Tudo aquilo que corresponde à personalidade e ao carácter. O corpo do nativo, a sua vitalidade, o seu comportamento, a sua aparência. O nativo face a si próprio, a sua maneira de se afirmar e de se projectar na vida, os seus meios de o fazer e aquilo que os astros lhe concedem de bom ou mau no nascimento.

Aquilo que vai permitir ao nativo orientar o seu destino e fazer funcionar o seu livre arbítrio quando tiver possibilidade disso. É a mais importante, dado que representa a auto-consciência e a reacção a estímulos externos. Tudo aquilo que corresponde à personalidade e ao carácter.


Tenho JÚPITER na Casa 11 em Aquário.
Casa do social, dos Grupos.
Tem como valores a consciência social.
Representa as amizades (sem necessidade de um vínculo íntimo ou pessoal).

Também o hábito de frequentar clubes, instituições ou locais de reunião. Os interesses humanitários.

Simboliza os desejos e as esperanças; os filhos adoptivos, enteados (ou de qualquer outro tipo que não sejam próprios). A capacidade da pessoa fazer amigos e conhecidos em geral.

Representa o amor que se recebe dos outros.

A sociabilidade, as amizades, as esperanças, a clientela, os protectores, as simpatias espontâneas, os apoios imprevistos, os desejos, os sentimentos ponderados.

O nativo que tiver esta Casa com uma influência muito forte dos planetas, deverá prestar uma atenção especial ao sentido das significações do ou dos signos que estes astros transitam nesta Casa.

Isto a fim de saber qual o caminho a seguir para poder actualizar os efeitos benéficos ou maléficos que o destino irá dar-lhe se ele não tiver a possibilidade de fazer uso do seu livre arbítrio. Esta Casa pode dispor o nativo à filantropia ou à misantropia, consoante as influências do destino.



Os efeitos desta Grande Cruz não começam a desaparecer amanhã.
Nem pensar nisso, pois é criar uma ilusão.
A Grande Cruz começou a formar-se com a quadratura de Úrano e Plutão no céu, em 2011/12, isso quer dizer que a Grande Cruz (em si) irá desfazer-se, mas os seus efeitos irão manter-se, no mínimo até 2017, data em que terminará a quadratura Urano e Plutão.
Um evento astrológico de imensa magnitude como é esta GRANDE CRUZ CARDINAL, é em si, uma fonte de energia codificada, que nos afecta a todos de forma dinâmica.
Esta Grande Cruz vai para além da compreensão humana.

"Tudo começou de 2010 para 2011 com uma quadratura no céu, entre Plutão e Úrano, que muitas alterações tem causado no mundo e em nós, também.
Esta quadratura permanecerá até 2017, havendo ao longo desses anos 7 aplicações nos graus exactos.
As datas exactas em que se darão as 7 quadraturas entre Úrano e Plutão:
- 2012, Junho 24
- 2012, Setembro 19
- 2013, Maio 21
- 2013, Novembro 1
- 2014, Abril 21
- 2015, Março 17’
[Para que muitos percebam: QUADRATURA: a palavra-chave é desafio. Este aspecto desafiador denota tensão entre as energias em presença, não só pela essência do ângulo em si, mas também porque, normalmente, os planetas estão colocados em Elementos desarmónicos: o Fogo desafiando a Terra ou a Água; a Terra desafiando o Fogo ou o Ar; o Ar desafiando a Terra ou a Água; a Água desafiando o Fogo ou o Ar. Esta tensão força a integração das divergências representadas pelos planetas.]

Apetece-me definir com simplicidade esta Grande Cruz, tal como eu a vejo: 
Em termos mundiais é um autêntico fogo de artifício. 
Em termos pessoais e internos, será um ‘terramoto’ que poderá elevar ainda mais as consciências, para quem o quiser sentir.
E repito, para quem o quiser sentir, sintonizando-se consigo mesmo.

É para os astrólogos um dos eventos mais importantes dos anos recentes e dos vindouros.

Olhando-se para os mapas percebe-se que tudo está em perfeito equilíbrio.
E tanto equilíbrio em signos cardinais quer dizer apenas isto:
É necessário tomarmos as iniciativas que nos competem, de forma harmoniosa, mas decidida, com beleza, mas sem falhas, sem perfeição, claro, mas com elevação.
Isto é o que os signos cardinais devem corresponder.

No entanto, dentro desta estabilidade e harmonia que é esta Grande Cruz Cardinal, convém não esquecermos que estão presentes 3 planetas que adoram o que é radical: Marte, o Deus da Guerra, mesmo retrógrado, e talvez por isso, a impor registos pouco habituais no panorama mundial; Úrano a representar o que é novo e, não esqueçamos, representa também a ‘Voz de Deus’, portanto estamos a falar de novidades [a Europa tem sido pródiga em casos estranhos, mas não nos esqueçamos do avião da Malásia que subitamente desapareceu]; Plutão, o Senhor do Submundo, é o protótipo do revolucionário que à força tudo domina e finalmente, em jeito de quem não quer a coisa, encontramos Júpiter, o expansivo do zodíaco, portanto, com uma dupla função: primeiro, aumentar e reforçar o que os outros 3 planetas significam e, segundo, por ele próprio ser o Senhor das Leis Superiores, temos forçosamente que ver nesta Grande Cruz, um propósito que nos ultrapassa nos nossos quotidianos sem graça e, para muitos, sem esperança.

Esta formação astrológica manter-se-á activa até à 1ª semana de Maio.
Portanto, o tal equilíbrio que falei mais acima existirá mas só depois de terminado o ‘fogo de artifício’ que já estamos a viver e que viveremos com maior intensidade."

António Rosa

Bill Withers - Just the two of us

COMO É QUE UMA MULHER SE DEVE PREPARAR SEXUALMENTE


"Antes de mais, tem de começar a considerar o próprio corpo como uma realidade sagrada.
A parte íntima é a mais sagrada, porque é precisamente ali que têm lugar a reprodução, a criação, a regeneração e a alquimia espiritual.
É daí que partem todas as energias que movem o ser vivo.
Os nossos antepassados chamavam-nos chaka, ponto de encontro do mundo visível com o mundo invisível.
É necessário praticar um tipo de sexualidade unitária, também apelidada de sexualidade sagrada.
O objectivo desta prática é aprender a deslocar a energia localizada na parte mais baixa do ser para a parte mais alta, de maneira a penetrar no infinito, no domínio do espaço e do tempo: no reino do amor.
A mulher, devido á sua natureza peculiar, consegue aceder a esse recinto e é por isso que sabe o que é o amor.
O homem tem dificuldade em aceder a essa dimensão; ele sabe que o amor existe, mas não o conhece. E esta é a nossa missão: fazer com que o homem conheça o amor.
Porém, para o conseguir, uma mulher tem de se preparar, aperfeiçoando, em primeiro lugar, o sentido do tacto.
O acto sexual é uma sensação táctil e o erotismo é o jogo que permite aperfeiçoá-la.
Mas só com intuição, doçura e ternura é que uma mulher pode conduzir o homem através da dimensão do amor.
Mas o caminho que leva a este conhecimento é longo e difícil, é necessário libertar-se de todos os tabus impostos pela sociedade e estar disposto a arriscar."

in, "A profecia da curandeira" 
Hernán Huarache Mamani

O que acho sobre a homosexualidade? Nada...

Agora há pouco, tive uma conversa de surdos, com uma pessoa que me disse não entender como é possível eu não me chocar com a homosexualidade...
A conversa no fim deixou-me uma sensação tão má...uma energia péssima...é o que dá falar para quem não quer ouvir...que desgaste e perda de energia.

Eu não acho nada sobre a homo-sexualidade como também não acho nada em relação a hetero-sexualidade ou a bi-sexualidade.
Ambas são condições da alma e da sua aprendizagem aqui.
A minha visão não é moral, apenas faz parte de mim.

Hora de abrir horizontes.
Hora de não julgar.
Hora de evoluir.
Hora que já tarda.

Agora que estou aqui a reflectir sobre o que aconteceu, lembrei-me de um vídeo que vi do Krish sobre o assunto...vou procurar.

Aqui está: