sábado, 3 de maio de 2014
Entusiasmo
Há alturas na vida em que somos levados por um entusiasmo.
É como se alguma coisa pegasse fogo dentro de nós e ficássemos apaixonados por um certo aspecto da vida.
Pode ser um projecto que nos cativa, uma pessoa que nos atrai ou uma ideia que nos fascina.
É uma sensação maravilhosa.
Passado algum tempo, o que normalmente acontece é que o entusiasmo começa a diminuir, e as dificuldades multiplicam-se.
O projecto que nos cativava afinal tem mil obstáculos, a pessoa que nos atraía tem defeitos que nos incomodam e a ideia que nos fascinava já não parece assim tão interessante.
Quando o entusiasmo começa a pesar nas costas, o que costumamos fazer é largá-lo e partir à procura de um próximo. Pode ser que o próximo nos realize mais do que este. Pode ser que nos deixe mais tempo entusiasmados. Vamos assim de experiência em experiência sempre à procura de mais entusiasmo. Viajamos para imensos países, lemos muitos livros, sobrecarregamos agendas com programas e temos mais paixões do que podemos recordar.
Mas nada disso nos satisfaz.
Estamos convencidos que quanto mais entusiasmados nos sentirmos, mais estamos a viver.
Mas nem sempre é assim.
Chegamos a achar que uma coisa que não nos entusiasma não tem valor ou não vale a pena.
Mas quem diz que aquele trabalho que parece uma seca não vai ser uma boa surpresa?
Quem diz que aquela pessoa que não valorizamos pode-se tornar num dos nossos melhores amigos? Quem diz que aquele projecto que achamos ridiculo não pode ser a nossa grande vocação?
Queremos sempre entusiasmos fáceis, sem complicações e cheios de gratificação.
Fazemos birra quando alguma coisa nos custa ou traz alguma adversidade, e acabamos por nos portar como crianças que querem sempre um brinquedo novo.
A verdade é que é uma ingenuidade querer estar sempre entusiasmado.
O entusiasmo é uma parte maravilhosa da vida, mas não é a vida. O entusiasmo é um extra.
Não vivemos para estar sempre entusiasmados.
O entusiasmo é um bónus que nunca sabemos quando vai chegar.
A maior parte das vezes, enquanto procuramos um novo entusiasmo, temos um trabalho inacabado em cima da secretária que já devia estar terminado. Há alturas em que temos é que trabalhar e amar, mesmo que não apeteça nada.
A autenticidade de um entusiasmo não se descobre nos momentos extraordinários, mas na vida do dia a dia. Só quando descobrirmos quanto estamos dispostos a sacrificar por um entusiasmo é que sabemos a verdadeira força que ele tem.
O entusiasmo é a resistência que diz:
“Eu irei, não importa o que acontecer. Se for necessário esperar durante dez anos, mesmo assim eu conseguirei isto”.
Se queremos seguir até ao final depois dos nossos sonhos, não podemos acomodarmo-nos e esperarmos que tudo seja fácil. Os verdadeiros sonhadores possuem um desejo profundo que produz o entusiasmo para prosseguir em busca dos seus sonhos.
Não é conversa, mas acção.
É o que distingue o interesse do compromisso.
Quando temos entusiasmo, não precisamos das condições certas para avançar, pois o entusiasmo é gerado no nosso intimo e não é afectado pelas condições externas.
Os verdadeiros entusiastas não precisam de estímulo externo para agir.
Eles são motivados por si mesmos.
Podemos ficar numa atitude infantilóide de quem quer uma vida cheia de entusiasmos, ou então podemos crescer, arregaçar as mangas, e fazer alguma coisa com o que temos pela frente.
Se por acaso optarmos por levar cada entusiasmo até ao fim, com toda a tenacidade e criatividade, bem para lá do ponto em que o chamamos entusiasmo, então aí estaremos em condições de largar o que já não nos faz sentido, ou quem sabe… deixar-nos surpreender por um novo entusiasmo que surge de onde menos esperávamos.
Inesperado
Fortalecer uma amizade
O que faz com que as pessoas virem amigas?
E por que algumas amizades duram, e outras não?
Li agora um artigo do site Psychology Today, que reuniu alguns estudos que trazem bons esclarecimentos sobre o tema.
Os pontos principais, bem práticos, estão listados a seguir:
Condições para começar uma amizade
Além de alguns factores básicos, como ter contacto com a pessoa com alguma regularidade (afinal, assim temos mais hipóteses de a conhecer melhor e aprofundar os nossos laços) e ter coisas em comum, dois aspectos são fundamentais para que se passe do posto de conhecido para o de amigo:
1. Disposição para se abrir.
Segundo Beverley Fehr, pesquisadora da Universidade de Winnipeg e autora do livro “Friendship Processes”, o que determina que passemos de meros conhecidos a amigos é a disposição de se abrir e revelar coisas mais pessoais ao outro – e isso precisa vir dos dois lados.
“Nos estágios iniciais da amizade, isso tende a ser um processo gradual. Uma pessoa aceita o risco de revelar uma informação pessoal e ‘testa’ se a outra faz o mesmo”, diz ela.
Aqui, a reciprocidade é essencial para a coisa funcionar, porque leva a outra condição importante:
2. Intimidade.
De acordo com a pesquisa de Fehr, pessoas com boas amizades envolvendo o mesmo sexo têm uma boa compreensão do que envolve a intimidade:
elas sabem abrir-se e expressar as suas emoções, sabem o que dizer quando o amigo lhes conta algo e respeitam os limites – entendem, por exemplo, que sinceridade não significa falar tudo o que lhes vem à cabeça, especialmente no que se refere a opiniões sobre a vida e os gostos do outro.
Até porque outras condições apontadas foram aceitação, lealdade e confiança.
Essas qualidades foram consideradas mais importantes do que ajudas práticas, como emprestar dinheiro.
Por que algumas amizades duram e outras não?
Ok, entendemos o que dá aquele pontapé inicial às amizades.
Mas há outro factor, descoberto pelas psicólogas sociais Carolyn Weisz e Lisa F. Wood, da Universidade de Puget Sound, em Tacoma, Washington, que é fundamental para fazer com que as nossas relações durem:
O apoio à nossa identidade social.
Em outras palavras, procuramos amigos que entendam e validem a ideia que temos sobre nós mesmos e sobre o nosso papel na sociedade ou grupo de que fazemos parte – o que pode estar associado à religião, etnia, profissão ou mesmo participação em algum clube.
Para chegar a essa conclusão, elas acompanharam um grupo de estudantes universitários por anos durante toda a sua graduação, sempre pedindo-lhes que descrevessem níveis de proximidade, contacto, apoio geral e apoio à identidade social que sentiam em relação a amigos do mesmo sexo.
A conclusão foi que todos esses factores ajudaram a predizer se a amizade seria mantida ou não.
Mas um único factor pôde predizer quem seria elevado à posição de melhor amigo: a pessoa, nesses casos, era parte de um mesmo grupo (fraternidade, grupo etc.) ou pelo menos apoiava e reafirmava o papel do amigo dentro desse grupo.
Um cristão podia ter como melhor amigo alguém que não tivesse religião, desde que esse amigo apoiasse sua identidade como cristão.
E, como temos vários papeis na vida, é mais provável que o nosso melhor amigo esteja ligado ao papel que é mais importante para nós, que melhor representa a nossa identidade.
Por que escolhemos assim os amigos?
Segundo o estudo, além de isso estar relacionado a níveis maiores de intimidade e compreensão, também envolve o aumento da auto-estima.
Esse senso de identidade que influencia até o comportamento de viciados em drogas.
Outro estudo de Weisz concluiu que as pessoas eram mais propensas a se livrar de seus vícios depois de três meses quando sentiam que seus papéis sociais e senso de identidade entravam em conflito com o uso de drogas.
“Nossas identidades sociais são tão importantes para nós que estamos dispostos a ficar com as pessoas que apoiam a nossa identidade social e nos afastar daqueles que não fazem isso.
Podemos até mudar de amigos, quando os antigos não apoiam a nossa visão actual de nós mesmos”, diz o artigo do Psychology Today.
“A sabedoria popular diz que escolhemos os amigos por causa de quem eles são.
Mas acontece que nós realmente os amamos por causa da maneira como eles apoiam quem nós somos.”
Como manter a amizade
De acordo com Debra Oswald, psicóloga da Universidade de Marquette (em Wisconsin, EUA), que estudou o relacionamento entre voluntários que estavam no ensino médio e seus melhores amigos, há quatro comportamentos básicos necessários para manter o vínculo – que valem para toda a gente, não importa se tem 15 ou 70 anos.
Os dois primeiros são pontos que exploramos bastante até agora:
tomar a iniciativa de se abrir e apoiar nossos amigos.
O terceiro ponto é a interacção.
Não importa se o amigo é seu vizinho ou mora em outro continente: você precisa estar em contacto com ele, seja escrevendo, conversando ao telefone, visitando.
Felizmente, com a internet, a proximidade física tem pouco efeito sobre a nossa capacidade de manter uma amizade.
Por fim, é importante ser positivo.
Precisamos nos abrir com os nossos amigos, mas isso não significa que está tudo bem ficar choramingando por horas e só ver o lado negativo de tudo.
É claro que faz parte de ser amigo segurar a onda durante os obstáculos da vida, mas, no final das contas, a intimidade que faz com que uma amizade prospere deve ser algo agradável e que faça bem aos dois lados.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Ganância e Inveja
“Muita gente diz que ganância é inveja.
Vejo tudo de forma diferente.
Ganância é querer o que os outros têm.
Inveja é querer que alguém deixe de ter aquilo que na verdade, nem sequer quero para mim.”
José Micard Teixeira
Verdade!
Conheço várias pessoas invejosas...e é um sentimento que lhes provoca mal estar e emoções tão negativas que lhes tiram o sono durante dias...ou mesmo durante uma vida.
Tive duas situações de inveja que me magoaram profundamente:
A primeira, foi descobrir perante atitudes, que uma pessoa do meu sangue directo é terrivelmente invejosa.
Senti uma tristeza tão grande...e só o descobri aos meus 36 anos...já desconfiava mas, não queria acreditar que fosse verdade...
A segunda, foi namorar com um homem invejoso.
Só me aconteceu uma vez mas, é uma sensação terrível constatar que a pessoa que amamos tem inveja das nossas conquistas, e até torce para que dêem errado.
Para além destas duas, houve outras, mas não me magoaram tanto...
A inveja é doentia.
E quando essa inveja nos morde, deixa uma ferida profunda...
Por vezes sinto-me sem energia, com certos olhares...como se fossem vampiros de energia.
A Inveja, para mim, é um dos piores defeitos.
Anda de mão dada com a deslealdade e com a falta de carácter.
.......algo em mim que não é dominável
"Há algo em mim que não é dominável.
Por mais que eu diga sim,
por mais que eu concorde,
por mais que eu ceda,
por mais que eu aceite,
por mais que eu me submeta.
Ainda assim, há algo em mim que é só meu.
Um canto de alma que só eu sei onde fica.
O amor existe porque não sobrevivemos sozinhos.
Somos seres interdependentes.
Mesmo assim, há um lugar dentro de mim,
que nem o amor mais íntimo saberá onde fica.
É para lá que eu vou,
quando tudo parece perdido.
Deste mirante interno,
de onde eu vejo até aonde a vista alcança,
sinto grande, imensa compaixão
por mim,
por ti,
por nós,
essas crianças.
Daqui, deste ponto de vista privilegiado,
até as minhas escolhas mais burras
parecem fazer sentido.
Retomo a mim mesma.
Há um lugar, dentro de mim,
onde eu nunca estarei perdida."
Valéria Chalegre
Susana's World...
Um Mundo Só Meu!
quinta-feira, 1 de maio de 2014
A wise woman
A wise woman knows the importance of speaking life into her man.
If you love him, believe in him, encourage him and be his peace.
Denzel Washington
& if a man is wise beyond ego, he will allow his wise woman / goddess to show him the path to his heart / soul , then sacred union manifests...
& if both are evolved, they recognize the god/dess in each other - the highest form of relationship.
O TEMPO envelhece...
"O Tempo, que envelhece as faces e os cabelos, envelhece também, mas mais depressa ainda, as afeições violentas.
A maioria da gente, porque é estúpida, consegue não dar por isso, e julga que ainda ama porque contraiu o hábito de se sentir a amar.
Se assim não fosse, não havia gente feliz no mundo.
As criaturas superiores, porém, são privadas da possibilidade dessa ilusão, porque nem podem crer que o amor dure, nem, quando o sentem acabado, se enganam tomando por ele a estima, ou a gratidão, que ele deixou. (...)
Estas coisas fazem sofrer, mas o sofrimento passa.
Se a vida, que é tudo, passa por fim, como não hão-de passar o amor e a dor, e todas as mais coisas, que não são mais que partes da vida?"
Fernando Pessoa
........sempre gostei de ser amado, e nunca de amar
"Não encontro dificuldade em definir-me: sou um temperamento feminino com uma inteligência masculina.
A minha sensibilidade e os movimentos que dela procedem, e é nisso que consistem o temperamento e a sua expressão, são de mulher.
As minhas faculdades de relação — a inteligência, e a vontade, que é a inteligência do impulso — são de homem.
Quanto à sensibilidade, quando digo que sempre gostei de ser amado, e nunca de amar, tenho dito tudo. Magoava-me sempre o ser obrigado, por um dever de vulgar reciprocidade — uma lealdade do espírito — a corresponder.
Agradava-me a passividade.
De actividade, só me aprazia o bastante para estimular, para não deixar esquecer-me, a actividade em amar daquele que me amava.
Reconheço sem ilusão a natureza do fenómeno.
É uma inversão sexual fruste.
Pára no espírito.
Sempre, porém, nos momentos de meditação sobre mim, me inquietou, não tive nunca a certeza, nem a tenho ainda, de que essa disposição do temperamento não pudesse um dia descer-me ao corpo.
Não digo que praticasse então a sexualidade correspondente a esse impulso; mas bastava o desejo para me humilhar.
Somos vários desta espécie, pela história abaixo — pela história artística sobretudo. Shakespeare e Rousseau são dos exemplos, ou exemplares, mais ilustres.
o meu receio da descida ao corpo dessa inversão do espírito — radica-mo a contemplação de como nesses dois desceu—completamente no primeiro, e em pederastia; incertamente no segundo, num vago masoquismo."
Fernando Pessoa
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Não se pode ter muitos amigos...
Não se pode ter muitos amigos.
Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo.
A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas.
Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos.
É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas.
Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos.
Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade.
O que é bom sai caro.
A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente.
Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior.
Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta.
Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta.
Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação.
A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o género — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente».
E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c.
Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos.
Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem.
Odeiam-nos lealmente.
Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor.
Para mais, pífio e arrependido.
Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa.
E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão.
O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão.
O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação.
Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.»
Como se pode ser amigo de um sacana?
Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus.
A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade.
E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser.
Miguel Esteves Cardoso
in, "Os Meus Problemas"
Numa vida passada...
5) O senhor poderia falar um pouco mais sobre as reencarnações de Buda?
Monge Genshô – Lembrem-se que no budismo não usamos a palavra reencarnação. Eu prefiro as “manifestações do carma” que formaram Buda.
Temos muitas histórias, muitas delas infantis, bem como alguns sutras que narram as vidas passadas de Buda.
Vidas passadas é uma explicação fácil, na verdade cada vida dessas teve um “eu” que nasceu, morreu e esqueceu, permanecendo apenas uma onda de impulsos e desejos. Uma onda cármica com uma personalidade que se manifesta em um novo corpo que ele mesmo, na sua condição histórica, no país e família diz para si mesmo: “eu sou”. É uma vida passada, mas não é o mesmo “eu”.
Numa vida passada eu era uma pessoa muito agressiva.
Me lembro bem de uma ocasião em que peguei dois homens bêbados que entraram no escritório que eu trabalhava insultaram uma funcionária e os joguei escada abaixo, nessa época eu praticava karatê.
Me lembro também de ter chutado a porta de um carro porque o motorista não parou para eu passar na faixa de pedestre.
Nessa actual vida passada, meu nome era Petrucio Chalegre.
Passados alguns anos de prática do Zen, recebi o nome de Genshô e nessa nova vida e personalidade é inimaginável que eu chute portas de carros ou jogue pessoas escada abaixo.
Agradeço essa oportunidade de, numa mesma vida, mudar de nome e personalidade.
Somos capazes de mudar nossas vidas e dessa forma mudar nosso carma.
6) Dá para dizer então que nas manifestações anteriores de Buda ele tenha sido um bodhisattva?
Monge Genshô – Em alguns sutras ele diz, “Em uma vida passada quando eu ainda era um bodhisattva...”.
A prostração que fazemos ao colocarmos as mãos com as palmas voltadas para cima ao lado do rosto é uma alusão à uma história de Buda.
Conta-se que numa vida passada havia um buda chamado “Buda Dipankara” e este vinha caminhando quando se deparou com uma poça de lama, um jovem então agachou-se e encostou a testa no chão elevando suas mãos com as palmas voltadas para cima ao lado do rosto para que o Buda pudesse apoiar-se nele e atravessar a poça.
O Buda Dipankara voltou-se para o jovem e disse:
“Daqui a quinhentas vidas você será um buda”.
Esse jovem era Sidharta Gautama.
Essa é a lenda da prostração e quando a fazemos, é para que Buda caminhe sobre nós para ajudar os outros seres, somos pontes para os passos de Buda.
É interessante a ligação entre todos os conceitos das religiões, por exemplo, o Papa Católico é chamado Pontífice, que significa construtor de pontes. No caso deles, construir pontes entre os homens e a divindade.
Finalmente entendi esta questão da não reencarnação no Budismo.
Nomes diferentes para a mesma coisa.
Armadilhas do Ego
Se você acha que é mais “espiritual” andar de bicicleta ou usar transporte público para se locomover, tudo bem, mas se você julgar qualquer outra pessoa que dirige um carro, então você está preso em uma armadilha do ego.
Se você acha que é mais “espiritual” não ver televisão porque mexe com o seu cérebro, tudo bem, mas se julgar aqueles que ainda assistem, então você está preso em uma armadilha do ego.
Se você acha que é mais “espiritual” evitar saber de fofocas ou noticias da mídia , mas se encontra julgando aqueles que leem essas coisas, então você está preso em uma armadilha do ego.
Se você acha que é mais “espiritual” fazer Yoga, se tornar vegano, comprar só comidas orgânicas, comprar cristais, praticar reiki, meditar, usar roupas “hippies”, visitar templos e ler livros sobre iluminação espiritual, mas julgar qualquer pessoa que não faça isso, então você está preso em uma armadilha do ego.
Sempre esteja consciente ao se sentir superior.
A noção de que você é superior é a maior indicação de que você está em uma armadilha egóica.
O ego adora entrar pela porta de trás. Ele vai pegar uma ideia nobre, como começar yoga e, então, distorce-la para servir ao seu objetivo ao fazer você se sentir superior aos outros; você começará a menosprezar aqueles que não estão seguindo o seu “caminho espiritual certo”.
Superioridade, julgamento e condenação.
Essas são armadilhas do ego.
✦ Mooji ✦
O erro está em confundir amor, desejo e necessidade....
"A dualidade sendo a causa da sexualidade - portanto a afinidade entre os complementos - é a causa do desejo que os homens chamam amor.
O erro está em confundir amor, desejo e necessidade....
Fora dessas excitações sexuais produzidas pelas estações da vida humana e da Natureza, cada indivíduo é o joguete dos seus instintos particulares, que o fazem reagir sexualmente a certos gestos ou circunstâncias que lhes correspondem.
Estas características instintivas, inscritas no fígado, encontram a sua reacção no sexo e no cérebro, e estes que estão sempre ligados, dão-se mutuamente desculpas para explicar e satisfazer o desejo que daí resulta..."
IN, A ABERTURA DO CAMINHO
Isha Schwaller de Lubicz
sábado, 26 de abril de 2014
"Guerra Suja" na Argentina...e o Papa Francisco
QUEM É JORGE MARIO BERGOGLIO?
Em 1973 ele foi nomeado o “provincial” da Argentina para a Companhia dos Jesuitas.
Neste cargo, Bergoglio foi o mais alto dignitário da Ordem Jesuíta da Argentina durante a ditadura militar liderada pelo General Jorge Videla (1976-1983).
Mais tarde ele foi nomeado bispo e depois arcebispo de Buenos Aires.
O Papa João Paulo II consagrou-o Cardeal em 2001.
Quando a junta militar abandonou o poder em 1983, o devidamente eleito presidente Raúl Alfonsin abriu um inquérito, a Comissão da Verdade, para investigar os crimes relacionados com o que ficou conhecido como a Guerra Suja – “La Guerra Sucia”.
“Operação Condor”
Um grande julgamento foi ironicamente aberto em 5 de Março 2013, uma semana antes da investidura do Cardeal Bergoglio como Pontífice. O processo sendo desenvolvido em Buenos Aires tem em vista:
“Uma avaliação da totalidade dos crimes cometidos sob a alçada da Operação Condor, uma campanha coordenada por vários ditadores da América Latina, apoiados pelos Estados Unidos nos anos de 1970 e 1980, para caçar, torturar e matar dezenas de milhares de opositores desses regimes militares”
Para mais detalhes veja «Operation Condor: Trial On Latin American Rendition and Assassination Program» de Carlos Osorio e Peter Kornbluh, 10 de Março de 2013.
A junta militar liderada pelo General Jorge Videla (na foto à esquerda), foi responsável por incontáveis assassinatos, incluindo assassinatos de sacerdotes e freiras que se opuseram ao domínio militar que acompanhou o golpe patrocinado pela CIA, golpe esse que derrubou o governo de Isabel Péron, em 24 de Março de 1976.
“Videla estava entre os generais que foram condenados por crimes contra os direitos humanos, crimes esses que incluíam “desaparecimentos”, tortura, assassinatos e sequestros. Em 1985, Videla foi sentenciado a prisão perpétua, na prisão militar de Magdalena.
Wall Street e a Hierarquia da Igreja Católica
A Wall Street esteve apoiou solidamente a junta militar que se empenhava na “Guerra Suja” em benefício da mesma, contando sempre com a participação da hierarquia da Igreja Católica que teve um papel central e importante de manter a legitimidade da junta militar.
A Ordem dos Jesuítas – que representava a mais influente facção da Igreja Católica - estava intimamente associada com a elite económica da Argentina, e isso contra os chamados “de esquerda” do movimento Peronista.
“A Guerra Suja”: Alegações dirigidas contra o Cardeal Jorge Mario Bergoglio (actual Papa Francisco)
Em 2005, a advogada de direitos humanos Myriam Bregman entrou com um processo judicial contra o Cardeal Jorge Bergoglio (actual Papa Francisco I), acusando-o de conspirar com a junta militar quando do sequestro de dois padres jesuítas em 1976.
Alguns anos mais tarde, os sobreviventes da “Guerra Suja” acusaram abertamente o Cardeal Jorge Bergoglio de cumplicidade nos sequestros dos padres Francisco Jalics e Orlando Yorio, assim como nos sequestros de seis membros das suas paróquias, (El Mundo, 8 de Novembro de 2010)
Bergoglio, que na época era o “provincial” da Companhia dos Jesuitas, tinha dado ordens para que os dois padres, jesuitas, “de esquerda”, e opositores do governo militar, “deixassem os seus trabalhos paroquiais” demitindo-os, acompanhando divisões na Companhia dos Jesuitas quanto ao papel da Igreja Católica em relação à junta militar.
Enquanto os dois padres – Francisco Jalics e Orlando Yorio – sequestrados pelos esquadrões da morte em Maio de 1976 foram soltos cinco meses mais tarde depois de terem sido torturados; outras seis pessoas relacionadas à paróquia, pessoas essas que também tinham sido sequestradas na mesma operação, foram dadas como “desaparecidas”. Esses sequestrados desaparecidos eram quatro professores e dois dos maridos de duas das professoras do grupo dos seis.
Quando da sua libertação, o padre Orlando Yorio acusou Bergoglio de efectivamente os ter entregue [incluindo as seis outras pessoas] aos esquadrões da morte… Jalics recusou-se a discutir sobre a acusação depois de ter entrado em reclusão num mosteiro alemão.” (Associated Press, 13 de Março de 2013, ênfases acrescentadas).
“Durante o primeiro julgamento da junta militar em 1985, Yorio declarou: “Eu tenho a certeza de que ele mesmo deu uma lista com os nossos nomes à Marinha.” Os dois padres tinham sido levados para o centro de tortura da Escola de Mecânica da Marinha (ESMA na sigla inglesa) e mantidos lá por cinco meses antes de serem arrastados e jogados numa cidade dos subúrbios. (Veja Bill van Auken, «The Dirty War Pope», World Socialist Website e Global Research, 14 de Março de 2013)
Entre aqueles “desaparecidos” pelos esquadrões da morte estavam Mónica Candelaria Mignone e María Marta Vásquez Ocampo. Mónica Mignone era filha do fundador do Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS) e María Marta Ocampo era filha da presidente das Madres de Plaza de Mayo, Martha Ocampo de Vásquez (El Periodista Online, Março de 2013).
María Marta Vásquez, o seu marido César Lugones e Mónica Candelaria Mignone alegadamente “entregues aos esquadrões da morte” pelo provincial” jesuita Jorge Mario Bergoglio, estão entre os milhares de “desaparecidos da “Guerra Suja” da Argentina, a qual foi encobertamente apoiada por Washington, sob a “Operação Condor”. (Veja memorialmagro.com.ar)
No decorrer do julgamento iniciado em 2005:
“Bergoglio (Papa Francisco I) por duas vezes invocou o seu direito sob a lei argentina de poder recusar-se a se apresentar num tribunal público, e quando finalmente testemunhou em 2010, as suas respostas foram evasivas”.
“Pelo menos dois casos envolviam Bergoglio diretamente.
Um examinava a tortura de dois dos seus padres jesuitas – Orlando Yorio e Francisco Jalics – que tinham sido sequestrados em 1976 em bairros pobres onde defendiam a teologia da libertação.
Yorio acusou Bergoglio de efectivamente os ter entregue aos esquadrões da morte (…) quando se recusou a declarar ao regime que ele endossava o trabalho desses dois seus padres.
Jalics recusou-se a comentar o caso depois de se ter retirado para um mosteiro alemão.” (Los Angeles Times, 1 de Abril de 2005)
As acusações dirigidas contra Bergoglio em relação aos dois padres jesuitas e aos seis membros das mesmas paróquias, seriam somente a ponta do icebergue. Conquanto Bergoglio fosse uma pessoa importante da Igreja Católica, ele não seria o único a apoiar a junta militar.
De acordo com a advogada Myriam Bregman:
“As próprias declarações de Bergoglio provam que representantes oficiais da Igreja sabiam-no logo desde o inicio das torturas e matanças por parte da junta” e ainda assim endossaram publicamente os ditadores. “A ditadura não poderia ter agido dessa maneira sem esse apoio chave,” (Los Angeles Times, 1 de Abril de 2005)
Toda a hierarquia católica estava a apoiar a ditadura militar patrocinada pelos Estados Unidos.
Vale a pena recordar quem em 23 de Março de 1976, na véspera do golpe militar:
“Videla e outros conspiradores receberam a benção do arcebispo do Paraná, Adolfo Tortolo, que também serviu como vigário das forças armadas. No próprio dia da tomada do poder, os líderes militares tiveram um longo encontro com os líderes da conferência dos bispos. Quando saiu dessa conferência, o arcebispo Tortolo declarou que mesmo que “a Igreja tenha a sua própria missão específica (…) há circunstâncias nas quais não pode deixar de participar, mesmo quando isso se relacione a problemas da ordem específica do estado.” Ele fez mesmo pressão moral para que os argentinos “cooperassem duma maneira positiva” com o novo governo.” (The Humanist.org, Janeiro de 2011)
Numa entrevista conduzida pelo El Sur, o General Jorge Videla, que agora está a cumprir uma pena de prisão perpétua, por causa dos seus crimes contra a humanidade confirmou que:
“Ele tinha mantido a hierarquia católica do país informada quanto a “fazer desaparecer” opositores políticos, e que os líderes católicos tinham oferecido conselhos de como “conduzir” a política de desaparecimentos.”
Jorge Videla afirmou que tinha mantido “muitas conversas” com o Cardeal Raúl Francisco Primatesta, da Argentina, a respeito da guerra suja do governo contra os activistas de esquerda.
Afirmou também terem existido conversações com outros bispos líderes da conferência episcopal na Argentina, assim como com o núncio papal do país na época, Pio Laghi. “Eles aconselharam-nos a respeito da maneira de como lidar com a situação,” disse Videla”(Tom Henningan, «Former Argentinian dictator says he told Catholic Church of disappeared», Irish Times, 24 de Julho de 2012)
É de valor observar-se, que de acordo com uma declaração do arcebispo Adolfo Tortolo, os militares deveriam sempre aconselhar-se com algum membro da alta hierarquia católica no caso de “prisão” de algum membro das alas mais baixas da hierarquia do clero. Essa declaração foi feita especialmente em relação aos dois padres jesuitas sequestrados, dos quais as atividades pastorais estavam abaixo da autoridade do “provincial” da Companhia Jesuita, Jorge Mario Bergoglio [atual papa Francisco]. (El Periodista Online, Março de 2013).
Endossando a junta militar, a hierarquia católica foi cúmplice de tortura e de assassinatos em massa, num número estimado de “22.000 mortos e desaparecidos, de 1976 a 1978. (…) milhares de outras vítimas foram mortas entre 1978 e 1983, quando os militares foram forçados a deixar o poder.” (Arquivo da Segurança Nacional, 23 de Março de 2006).
O papel do Vaticano
O Vaticano abaixo da direcção do Papa Paulo VI e do Papa João Paulo II fez um papel central em apoiando a junta militar argentina.
Pio Langhi, o Núncio Apostólico do Vaticano na Argentina admitiu o conhecimento a respeito de tortura e massacres.
Langhi tinha contactos pessoais com membros da direcção da junta militar incluindo o General Videla e o Almirante Emilio Eduardo Massera.
O Almirante Emilio Massera, em próximo contacto com seus dirigentes americanos, foi o mentor “da Guerra Suja”.
Abaixo dos auspícios do regime militar ele estabeleceu:
“Um centro de interrogatório e tortura na Escola Naval de Mecânica – Naval School of Mechanics, ESMA [perto de Buenos Aires], (…) era um estabelecimento sofisticado, para muitos fins, vital ao plano militar de assassinar cerca de 30.000 “inimigos do estado”. (…) Muitos milhares dos prisioneiros da ESMA, incluindo, por exemplo, duas freiras francesas, foram de maneira rotineira torturados brutalmente sem misericórdia, antes de serem assassinados ou jogados de algum avião no Rio de la Plata.
Massera, o membro mais vigoroso do triunvirato, fez o seu melhor para manter seus elos com Washington. Ele participou no desenvolvimento do Plano Condor, que era um plano de colaboração para coordenar o terrorismo sendo praticado pelos regimes militares sul-americanos. (Hugh O´ Shaughnessy, «Amiral Emilio Massera: Naval officer who took part in the 1976 coup in Argentina and was later jailed for his part in the junta’s crimes», The Independent, 10 de Novembro de 2010)
Relatórios confirmam que o representante do Vaticano Pio Laghi e Amiral Emilio Massera eram amigos.
A Igreja Católica: Chile vs Argentina
Tem valor por si mesmo o notar-se que nas águas do golpe militar no Chile, em 11 de Setembro de 1973, o Cardeal de São Tiago do Chile, Raul Silva Henriquez, tinha condenado abertamente a junta militar liderada pelo General Augusto Pinochet.
Em forte contraste com a Argentina, a posição da hierarquia católica no Chile foi eficaz em pôr freio às ondas de assassinatos políticos, assim como conter a extensão das violações dos direitos humanos cometidas contra os apoiantes de Salvador Allende e os oponentes do regime militar.
O homem atrás do ecuménico, e não-partidário, Comité Pro-Paz era o Cardeal Raúl Silva Henríquez.
Logo depois do golpe, Silva (…) tomou o papel de “actor upstander”, sendo esse um termo em inglês que a autora e activista Samantha Power criou para distinguir pessoas que se levantavam contra a injustiça – muitas vezes a custo de grandes riscos pessoais – dos que denominava então, de “espectadores”.
(…) Logo após o golpe, Silva e outros líderes da igreja do Chile publicaram uma declaração condenando as acções dos golpistas e exprimindo dor e desgosto pelo derramamento de sangue. Esse foi um ponto fundamental de reversão para muitos membros do clero chileno (…) O Cardeal Raul Silva Henriquez visitou o Estádio Nacional, e escandalizado pela escala da violência desintegradora, instruiu os seus auxiliares a começarem a documentar os acontecimentos reunindo informação das milhares de pessoas que se voltavam para as igrejas, para refúgio.
As acções do Cardeal Silva levaram-no a um conflito aberto com Pinochet, que não hesitou em ameaçar a Igreja e o Comité Pro-Paz. («Taking a Stand Against Pinochet: The Catholic Church and the Disappeared» – pdf)
Jorge Mario Bergoglio não era, nas palavras de Samantha Powers um espectador passivo.
Foi cúmplice em crimes contra a humanidade, crimes esses que foram muito abrangentes.
O Papa Francisco I não é “um homem do povo” comprometido a “ajudar os pobres” nas pegadas de São Francisco de Assis, como retratado em coro pelo mantra da imprensa ocidental.
Muito pelo contrário: os seus esforços durante a junta militar, atacando consistentemente membros progressivos do clero católico, assim como activistas empenhados em salvaguardar os direitos humanos, activistas esses envolvidos em implementar programas contra a grande miséria e pobreza.
Ao apoiar a “Guerra Suja” argentina, José Mario Bergoglio (papa Francisco) violou abertamente os próprios dogmas e doutrinas da moralidade cristã.
O QUE É O VATICANO
A instituição que o (José Mario Bergoglio – Papa Francisco) representa o pior e mais perigoso lugar para qualquer pai ou mãe consciente permitir a seus filhos frequentar e quem está falando aqui não é um ateu. Há mais de 2000 anos esta instituicão e seus representantes estão sequestrando, torturando, abusando sexualmente de criancas e matando. O vaticano possui a maior reserva de ouro do mundo, possuem uma quantidade de imóveis incalculável, o banco do vaticano especula nas bolsas do mundo inteiro, fazem investimentos em empresas de tabaco, bebidas e armas, são acusados de acobertar casos de pedofilia em diversos países, cúmplices do nazismo e fascismo, entre outras milhares de acusações e falcatruas ao longo da história. Na igreja católica não tem santos. Por trás de cada santo tem uma história suja e como pais amorosos, por favor, leiam mais e procurem informações.
Fonte: http://paradigmatrix.net/?p=8826
http://paradigmatrix.net/?p=8826#sthash.JhFJesKs.dpufVATICANO
Banco católico pede desculpas por investir em armas, cigarros e pílulas…
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090803_banco_acoes_dg.shtml
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ONU quer ter acesso ao que o Vaticano sabe sobre pedofilia…
http://www.publico.pt/mundo/noticia/onu-quer-ter-acesso–ao-que-o-vaticano-sabe-sobre-pedofilia-1599883
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Igreja Católica apoiou o Nazismo e o Fascismo…
http://telacrente.org/2010/03/25/igreja-catolica-e-o-nazismo-facismo/
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As 13 máquinas de tortura mais terríveis da História…
http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/as-13-maquinas-de-tortura-mais-terriveis-da-historia/
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A IGREJA CATÓLICA ROMANA TEM AS MAIORES RESERVAS DE OURO DO MUNDO…
http://pt.apocalisselaica.net/focus/la-piovra-cattolica/la-chiesa-cattolica-romana-ha-la-riserva-di-oro-piu-grande-al-mondo
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Vaticano é dono oculto de imóveis caros em Londres…
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1218976-vaticano-e-dono-oculto-de-imoveis-caros-em-londres.shtml
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Reino Unido, França e Suiça : Imóveis da Igreja Católica valem cerca de 2 bilhões de reais, diz o The Guardian…
http://betobertagna.com/2013/01/24/imoveis-da-igreja-catolica-na-europa-valem-cerca-de-2-bilhoes-de-reais-diz-o-the-guardian/
Papa Bento XVI
Toos Nijenhuis da Holanda confirma ritual de sacrifício de crianças pelo papa Bento XVI na Assessoria da Mídia Global do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado (ITCCS) em sua Direcção Central, em Bruxelas.
“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina”: confirma testemunha de um ritual de sacrifício ocorrido em 1987,
Toos Nijenhuis da Holanda
Nova prova de culpa do Vaticano leva políticos italianos a enfrentar o Papa Francisco no próximo processo judicial da Lei Comum anunciada – O Papado revida fazendo ataques contra o ITCCS.
A Breaking News Resume:
Segunda-feira, 28 de outubro, 2013
O processo criminal de outro Papa se aproximou da realidade este mês quando políticos italianos concordaram em trabalhar com as ITCCS numa acção judicial de direito comum contra o papado […]
O acordo veio depois que uma nova testemunha confirmou o envolvimento de Ratzinger num ritual de sacrifício de crianças na Holanda, em Agosto de 1987.
“Eu vi Joseph Ratzinger assassinar uma menina num castelo francês, no outono de 1987″, afirmou a testemunha, que foi uma participante regular na tortura e ritual de culto e assassinato de crianças.
“Era feio e horrível, e isso não aconteceu apenas uma vez.
Ratzinger muitas vezes participou.
Ele e o cardeal católico holandês Alfrink e o fundador Bilderberger, assim como o Príncipe Bernhard, foram alguns dos homens mais proeminentes que participaram.”
Esta nova testemunha confirma o relato de Toos Nijenhuis, uma mulher holandesa que veio a público em 08 de maio como testemunha ocular de crimes semelhantes envolvendo Ratzinger, Alfrink e Bernhard. (Ver: http://youtu.be/-A1o1Egi20c )
Logo após a sua demissão histórica do cargo de papa em 11 de fevereiro, Joseph Ratzinger foi condenado por crimes contra a humanidade em 25 de fevereiro de 2013 pelo Tribunal de justica em Direito Comum Internacional e por cidadãos globais com sede em Bruxelas que emitiram um mandado de prisão contra ele. Desde então, ele tem fugido e evitado ser preso dentro da cidade do vaticano sob um decreto do actual Papa Francisco.
O surgimento desta nova evidência da cumplicidade do vaticano no assassinato de crianças levou um grupo de políticos italianos a concordar em trabalhar com as ITCCS para enfrentar o papado com a lei da Corte da Justica Comum contra o actual Papa Francisco, Jorge Bergoglio, por acolher e esconder Ratzinger e pela sua própria cumplicidade em crimes de guerra. Os políticos tem estado em negociações a portas fechadas com representantes ITCCS desde 22 de setembro.
“Nós estamos fazer uma revisão e não abolir Tratado de Latrão do nosso país com o Vaticano, cujas acções em abrigar estupradores de crianças certamente atendem à definição de uma organização criminosa transnacional no âmbito do direito internacional”, afirmou um porta-voz de um dos políticos.
Em resposta, durante a mesma semana de 7 de outubro, quando essas novas alegações vieram à tona, o Vaticano iniciou uma série de ataques contra grupos ITCCS na Europa envolvidos em documentar o envolvimento da Igreja no ritual de culto assassinato.
Agentes pagos sabotaram o trabalho do ITCCS na Holanda e na Irlanda, durante essa semana, e em 14 de outubro, o site principal ITCCS foi destruído pelos mesmos sabotadores.
Fontes políticas em Roma, revelaram que esses ataques foram pagos e coordenados pelo Escritório da agência de espionagem do Vaticano conhecida como a “Santa Aliança” ou a entidade e seus filiados, o Sodalício Pianum, fundada em Roma, em 1913. Eles também envolveram os agentes do Núncio Apostólico da Holanda, o arcebispo André Dupuy, que fez o contacto directo com dois dos sabotadores “, Mel e Richard Ve”, e com o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, que também pagou suborno para atrapalhar e impedir ITCCS de trabalhar na Irlanda.
“Obviously the Vatican is panicking. This is a good sign” commented ITCCS Field Secretary Kevin Annett today from New York City.
“Obviamente, o Vaticano está em pânico. Isso é um bom sinal “, comentou o Secretário de Campo do ITCCS Kevin Annett hoje de Nova Iorque.
“A maré política mudou contra a igreja, não é mais possível se esconder dos assassinos de crianças atrás do Tratado de Latrão. E, em sua agonia, a hierarquia da Igreja está usando seus métodos usuais de mentiras e desinformação tentando mudar o foco de sua própria culpa criminal.”
Em resposta a essa descoberta e os renovados ataques a seu trabalho, a Direcção Central ITCCS em Bruxelas fez hoje o seguinte anúncio para mídia mundial e de suas afiliadas nos vinte e seis países:
1. No mês de Novembro, a nossa rede vai convocar uma conferência de imprensa mundial em Roma, com políticos italianos e anunciar uma nova fase de nossa campanha para desestabilizar o poder secular do Vaticano. Esta campanha irá incluir o lançamento de uma nova ação judicial de direito comum contra o actual Papa Francisco e seus agentes por cumplicidade em crimes contra a humanidade e participação em rituais, em cultos e assassinatos.
2. Para salvaguardar esses esforços, o nosso Web site principal em www.itccs.org foi restaurado e protegido com novos recursos de segurança. Além disso, a partir de agora, todas as secções ITCCS irão operar sob uma Carta oficial, que todos os membros devem assinar e jurar. Uma cópia desta carta será afixada no itccs.org e distribuída em todas as nossas secções.
3. A título de informação, no nosso site na televisão ex-www.itccs.tv foi comprometida e apreendidas pelos agentes pagos conhecidos pelos apelidos “Mel e Richard Ve”, que estão agindo em oposição deliberada aos ITCCS para denegrir o nosso trabalho e o bom nome de Kevin Annett, nosso Secretário. Nem “Mel e Richard Ve” e nem o site itccs.tv é parceiro ou de qualquer forma representam os ITCCS.
4. Jorge Bergoglio (aliás Papa Francisco) e outras autoridades do Vaticano estão agora sob investigação criminal por crimes hediondos que envolvem o tráfico, tortura e assassinato de crianças. Aconselhamos a todas as pessoas a abster-se de ajudar Bergoglio e seus agentes, sob pena de condenação sumária por participar de uma conspiração criminosa comprovada que emana da Curia e do Gabinete do Romano Pontífice.
Esta declaração foi emitida em 28 de outubro de 2013 pela Direcção Central do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado, em Bruxelas, na Bélgica.
Fonte original: http://itccs.org/2013/10/28/i-saw-joseph-ratzinger-murder-a-little-girl-eyewitness-to-a-1987-ritual-sacrifice-confirms-account-of-toos-nijenhuis-of-holland/
UNREPENTANT: Kevin Annett and Canada's Genocide
This award winning documentary reveals Canada's darkest secret - the deliberate extermination of indigenous (Native American) peoples and the theft of their land under the guise of religion.
This never before told history as seen through the eyes of this former minister (Kevin Annett) who blew the whistle on his own church, after he learned of thousands of murders in its Indian Residential.Schools.
Este documentário TEM DE SER VISTO!!!!!!!!!!!!
O Vaticano começa a ser desmascarado...só não vê quem não quer!
Vivemos um momento de um caos inominável, em que todos os contrários se invertem, e ninguém já sabe, ou quê ou quem é bom ou o quê ou quem é mau...
Os maus vestiram todos a pele do cordeiro a começar pelo Papa e a Igreja...e a todos os povos enganam os políticos e esta pseudo-democracia que constrói em cima das mesmas premissas de "igualdade e liberdade" o esclavagismo moderno (consumismo) a corrupção e o nazismo.
Ninguém sabe já quem é verdadeiro... nem quem fala "verdade"...nem o próprio que diz, sabe o que diz...cegos a conduzir cegos, num mundo cheio de falsos profetas...
This never before told history as seen through the eyes of this former minister (Kevin Annett) who blew the whistle on his own church, after he learned of thousands of murders in its Indian Residential.Schools.
Este documentário TEM DE SER VISTO!!!!!!!!!!!!
O Vaticano começa a ser desmascarado...só não vê quem não quer!
Os maus vestiram todos a pele do cordeiro a começar pelo Papa e a Igreja...e a todos os povos enganam os políticos e esta pseudo-democracia que constrói em cima das mesmas premissas de "igualdade e liberdade" o esclavagismo moderno (consumismo) a corrupção e o nazismo.
Ninguém sabe já quem é verdadeiro... nem quem fala "verdade"...nem o próprio que diz, sabe o que diz...cegos a conduzir cegos, num mundo cheio de falsos profetas...
The Canadian Holocaust
Genocide Definition
The deliberate and systematic extermination of a national, racial, political, or cultural group.
ALL components of genocide are present. Specifically here in Canada:
1. killing members of the group
- the deliberate infecting of blankets with small pox and sending them to reserves;
- the enacting of scalping laws which encouraged settlers to kill and scalp Indians for a monetary reward;
- the deliberate infecting of Indigenous children with infectious diseases in residential schools which led to their deaths;
- the deliberate abuse, torture, starvation, and denial of medical care to Indigenous children forced to live at residential schools which resulted in as many as 40% dying in those schools;
- the killing of our people by police and military through starlight tours, tazering, severe beatings, and by unjustified shootings;
- the killing of our people resulted in severely reduced populations, and some Nations completely wiped out;
- in the US, some groups were exterminated by up to 98%;
2. causing serious bodily harm or mental harm to the members of the group;
- think of the torture and abuse inflicted on Indigenous children in residential schools like sexual abuse, rape, sodomy, solitary confinement, denial of food and medical care, and severe beatings for speaking one’s language, etc;
- imagine the mental harm to Indigenous families and communities when their children were forcibly removed from them and left to die in residential schools;
- even when residential schools were starting to close, social workers in the 1960′s onward stole children and placed them out for adoption in non-Indigenous families;
- the torture and abuse of Indigenous peoples in order to force them to sign treaties and agreements;
- the loss of language, culture, traditions, practices, way of life, beliefs, world views, customs;
- the imposed divisions in families, communities and Nations through the Indian Act
3. deliberately inflicting on the group conditions of life calculated to bring about its physical destruction in whole or in part;
- think of the deliberate and chronic underfunding of essential social services on reserve like housing, water, food, sewer and other programs fundamental to the well-being of a people like education and health;
- the theft of all the lands and resources of Indigenous peoples and their subsequent confinement to small reserves where the law prevented them from leaving and providing for their families and so were left to starve on the rations provided by Canada;
- or the relocations of Indigenous communities from resource rich areas to swamp lands where they could not provide for themselves;
- Indian Affairs who divided large nations into small communities, located them physically away from one another,
- the Indian Act led to the physical separation of Indigenous women and children from their communities through the Act’s assimilatory registration provisions;
4. imposing measures intended to prevent births within the group;
- the forced sterilizations of Indigenous women and men, most notably in Alberta and British Columbia;
- the Indian Act’s discriminatory registration provisions which prevent the descendants of Indigenous women who married non-Indian men to be recognized as members of their community thus keeping their births from being recognized as part of the group;
- the discriminatory INAC policy which prevents the children of unwed mothers from registering their children as Indians and part of their communities (unstated and unknown paternity);
5. forcibly transferring children of the group to another group
- the long history of residential schools which had an express stated purpose – “to KILL the Indian in the child” and to ensure that there were no more Indians in Canada;
- the 60′s scoop which saw the mass removal of Indigenous children from their homes and adopted permanently into non-Indigenous homes;
- the prevention of children from being members in their communities due to the discriminatory Indian Act registration provisions;
- the current high rate of children removed from their families which out numbers residential schools and 60′s scoop combined.
Unfortunately, I could provide many more examples, but there is no need to do so when what is listed above more than meets the definition of genocide. So, when the Minister of Indian Affairs says that residential schools were NOT a form of cultural genocide, he is not only undoing what good the public residential schools apology did, but he is denying all of the horrors committed by Canada on our peoples – in essence, he is denying our lived realities.
Source: Dr. Pamela D. Palmater
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