sexta-feira, 15 de agosto de 2014

duas coisas que não esqueço


Independentemente da fase que esteja a atravessar, dos desafios que tenha para superar, dos trilhos a percorrer, há duas coisas que não esqueço nunca, e me acompanham sempre:

Primeiro: gosto muito de mim. Gosto mesmo. Sou a coisa mais importante da minha vida. E não me importo que isso soe mal aos ouvidos de muitas pessoas, porque sei que ao gostar primeiro de mim, consigo gostar melhor de tudo o resto.

Segundo: gosto de viver. Tenho uma relação de amor intenso e incondicional com a vida. A vida é sentir, para o que der e vier.

E viver será sempre a minha actividade favorita.

............... verdade ou consequência?


"O que procuras aqui nas minhas palavras, cada dia?
Algo sobre mim? Ou... algo sobre ti?

Talvez um dia te conte toda a verdade."

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Tocar el tambor


El tambor era un instrumento femenino cuya forma evocaba el circulo de la tierra y el utero, el ciclo de la estciones, la luna y la mujer; la voz del tambor era la de la tierra, el latido de la vida en el vientre materno y el oculto poder de la vida dentro del mundo palbable. Tocar el tambor implicaba invocar a la madre oscura, la Bruja, la oculta fuente de vida que toda mujer lleva dentro, y el compas marcaba el constante ritmo de la vida, la luna y el ciclo menstrual femenino. Aunque el tambor dejase de sonar, los ritmos naturales continuaban.

Como sucede con la danza, el hecho de tocar el tambor puede hacer desaparecer las restricciones del intelecto y despertar la conciencia del mundo interior, pues este instrumento se transfroma en una forma de expresion de las energias creativas y en un nexo con el mundo interior. Muchas culturas cuentan con sus propios estilos de tambor y lo ejecutan de distinto modo, asi que, como tienes varias posibilidades, elige la que te haga sentir mejor. En su forma mas sencilla es un aro de madera cubierto por una piel, como el bodhran irlandes o los insrumentos tradicionales de las culturas indigenas norteamericanas, y el modo mas sencillo de tocarlo es marcando un compas con cada golpe. Practica hasta que te encuentres un ritmo que te resulte natural y facil de llevar; escucha la voz del tambor y la reverberacion que continua despues del golpe.

Siente su ritmo como si se tratase del pulso de la vida, tu sexualidad y tu creatividad, y su voz como la forma y la expresion que les das a esas energia. Poco a poco aumenta la intensidad del golpe, pero manten el mismo ritmo, y percibe como las energias creativas fluyen a travez de ti para nacer en el sonido. Cuando estes lista, concluye con un ultimo golpe y, mientras escuchas com el sonido se desvanece, siente que tus energias tambien lo hacen. Este tipo de ejercicio hace que la persona que toca el tambor pueda liberar sus energias, y en el caso de que este acompañando a alguien que baila, fundira las energias de ambas.


Miranda Gray

anima...animus



Anima e Animus, na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, são aspectos inconscientes de um indivíduo, opostos à persona, ou aspecto consciente da Personalidade.
O inconsciente do homem encontra expressão como uma personalidade interior feminina: a Anima;
No inconsciente da mulher, esse aspecto é expresso como uma personalidade interna masculina: o Animus.


Autores(as) influenciados pelo pensamento de Jung já discutem os pólos energéticos "Anima e Animus" sob uma perspectiva universal, levando-se em conta que o desenvolvimento da personalidade interior está regida pelo Inconsciente Colectivo.
Neste sentido, podemos citar Roberto Gambini, Ginette Paris e James Hillman enquanto pós-junguianos ampliando o conceito.
Podemos pensá-las numa dimensão cósmica, ou seja, pólos que abrangem variados fenómenos da cultura, manifestados sob a forma destas imagens arquetípicas.


A mulher é um imenso mistério


"A mulher é um imenso mistério, que o homem jamais alcançará.
É o mistério sagrado da própria vida.
É através do corpo feminino que a vida se concretiza no plano físico.
A mulher é a Natureza humanamente representada em suas curvas, saliências e reentrâncias:
ela é o rio sinuoso que hipnotiza o olhar, montes que graciosamente se elevam da superfície, cavernas escuras que guardam segredos..."

Ricardo Kelmer

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Pássaro


"O pássaro é pois um símbolo de transcendência do Eu Superior, em que os opostos se encontram conciliados, como a gravura do Rosarium em que o pássaro coroa a conjugação do rei e da rainha, do sol e da lua. O pássaro sob a estrela indica o carácter luminoso, numinoso, ou seja, espiritual, dessa união.(...)
O Andrógino hermético é o símbolo mesmo da transcendência interior: o homem integra a anima, a mulher o animus, nesta dupla fusão. O pássaro é totalizador desta experiência (...)
...O que significa, simplesmente, eu sou a conciliação dos opostos.
Disse-se atrás que o pássaro é um veículo, um transportador. Podemos concluir agora que é um símbolo da ponte que o próprio símbolo é."

in, LITERATURA E ALQUIMIA
Y.K CENTENO

Também isto irá passar!



A experiência humana convida-nos a experienciar todos os aspectos da realidade em todos os graus da escala emocional.
Não há como fugir...
Aliás para o espírito, nem faria sentido outra maneira de atingir o equilíbrio.

Há sim uma enorme ilusão e aparente certeza de que conseguimos escapar de certos aspectos menos bons da vida porque não consideramos que essas experiências se irão fazer por várias vidas e não apenas nesta.
Ou seja, o nosso aparente 'azar' é apenas uma experiência tal como algures lá à frente estará a experiência da 'sorte', a doença de hoje, a cura futura, a escassez de hoje, a abundância futura e por aí fora e vice versa...

Se vivêssemos sempre a partir do espírito teríamos essa certeza em conta e ajudaria-nos a relaxar, a sair dos padrões de sorte para uns e azar para outros, de Deus é bom com uns e mau com outros.
Iríamos viver do principio do equilíbrio em que qualquer experiência irá atrair a sua oposta ou o equilíbrio nunca aconteceria...

Deixo-vos com uma antiga história que mostra então como nos desapegamos das experiências e nos permitimos fluir e permitir sentir TUDO:

Uma antiga lenda conta que um maravilhoso e justo Rei um dia pediu ao sábio do reino que lhe escrevesse uma frase num anel que o mantivesse sempre em equilibrio, humilde e consciente dos seus deveres, para que nunca caísse nos abusos de poder e nos egoísmos típicos dos seus antecessores.
Após alguns dias a processar a difícil tarefa, o sábio mandou gravar a seguinte frase no anel de ouro real;
"Também isto irá passar".
Levou algum tempo até que o Rei percebesse a verdadeira intenção daquela curiosa frase mas no fim, considerou o seu sábio e mais sábio de todos os tempos.

E tu?
Percebes o sentido e de que maneira esta simples frase se aplica a todos os momentos da vida do Rei e o mantém humilde, consciente e em equilíbrio?

Vera Luz


Eu demorei a aprender...foi à custa de muita "porrada" da vida.
Desde pequena que, sempre me preocupei muito por construir uma vida estável, a todos os níveis, e achava que se eu trabalhasse para o conseguir, e tivesse tudo bem controlado, não haveria como não o conseguir.
Só tinha de me manter focada nisso!
Pois é...depois, aos 29 anos, veio a vida, puxou-me o tapete, e mostrou-me que eu não estava no controle de nada, e durante os 13 anos seguintes, à custa de duras batalhas, aprendi que TUDO MUDA, às vezes, de um dia para o outro.
Tudo o que nos pode ser tirado pela vida, não é nosso de verdade.
Ou seja, na realidade, só as nossas memórias são nossas de verdade!
Por isso, para mim, nesta fase da minha vida, é tão importante ter momentos de qualidade, que me proporcionem emoções inesquecíveis, porque só isso é verdadeiramente meu.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Gender & The Tao


At the deepest level of our being – in our spiritual essence - we are of course neither man nor woman. Yet here we are, on planet Earth, in this culture or that, traveling through our lifetime with a male or female body.
What does this mean, in terms of Taoist practice?

Gender & Taoist Cosmology

According to Taoist Cosmology, the first movement into manifestation happens via Yang Qi and Yin Qi – the primordial masculine and feminine energies.
At this level, then, there is equality between the masculine and the feminine.
They are understood to simply be two sides of the same coin: one could not exist without the other, and it is their “dance” which gives birth to the Five Elements, which in their various combinations produce the Ten Thousand Things, i.e. everything arising within the fields of our perception.

Yin Qi &Yang Qi in Chinese Medicine and Inner Alchemy

In terms of Chinese Medicine, each human body is understood to contain both Yang Qi and Yin Qi.
The balanced functioning of these two is an important aspect of maintaining health. 
In terms of Inner Alchemy practice, there comes to be a bias of sorts in the direction of Yang Qi.
As we progress along the path, little by little we replace Yin Qi with Yang Qi, becoming more and more light and subtle. An Immortal, it is said, is a being (a man or a woman) whose body has been transformed largely or completely into Yang Qi, en route to transcending the Yin/Yang polarity entirely, and merging ones bodymind back into the Tao.

Is the Daode Jing a Feminist Text?

Laozi’s Daode Jing – the primary scripture of Taoism – promotes the cultivation of qualities such as receptivity, gentleness, and subtlety.
In many western cultural contexts, these are qualities considered to be “feminine.”
Even though most English translations render the Chinese characters for “person” or “sage” as “man,” this has everything to do with the translations themselves - and with the English language - and little or nothing to do with the text itself.
The original Chinese is always gender-neutral. 
One of the places where the text - in most English translations - assumes a distinctly gendered meaning is in verse six:

The Spirit of the valley never dies.
They call it wondrous female.
Through the portal of her mystery
Creation ever wells forth.

It lingers like gossamer and seems not to be
Yet when summoned, ever flows freely.

~ Laozi’s Daode Jing, verse 6 (translated by Douglas Allchin)

For a radically different translation of this verse, let's explore the one offered by Hu Xuezhi:

The magical function of infinite emptiness is endless without limits,
thus it is called The Mysterious Pass.
The Mysterious Pass serves as a communing doorway
connecting human beings with Heaven and Earth.
Endlessly it seems to exist there, yet functions naturally.

In his amazing commentary, Hu Xuezhi reveals this verse to be alluding to "the place where Yin and Yang begin to divide from each other." As such, it is profoundly relevant to our explorations of gender in the Tao. Here's the full line-by-line exegesis:

"Line one. The Mysterious Pass is of an extremely minute, fathomless, secluded, and still nature. It works as the place where Yin and Yang begin to divide from each other. It is also the place where Congenital Nature and Life Force take residence. It is composed of two passes: one is Xuan, the other Pin. The Mysterious Pass stays in the human body, yet people cannot name the certain place of its residence. Such infinite emptiness and stillness, though nonexistent, is capable of gestating an unlimited magical function, and being free of birth and death from the very beginning, if ever.

Line two. Human beings always commune with nature, and the Mysterious Pass serves as the doorway.

Line three. Because people have the ability to feel, we often have the consciousness of the Mysterious Pass’ existence. Yet it functions following the Tao’s own course, gaining possession of something without any previous ideas and getting things done without making any efforts. It functions endlessly and without any intermission. Such is Nature’s great power!"

Female Gods in the Taoist Pantheon

In terms of Ceremonial Taoism, we find a pantheon that is huge, and that includes many important female Gods. Two notable examples are Xiwangmu (Queen of the Immortals) and Shengmu Yuanjun (Mother of the Tao). Similar to the Hindu tradition, then, Ceremonial Taoism offers the possibility of seeing our Divinity represented in female as well as in male forms.

The Role of Women in Historical Taoism

Have women had equal access to the various practices of Taoism?
Do we find female as well as male Immortals?
Are the number of Taoist matriarchs equal to the number of patriarchs?
Are Taoist monasteries peopled equally by monks and nuns?
For an exploration of these and more questions related to women’s role in the historical development of Taoism, check out Catherine Despeaux and Livia Kohn’s book Women In Daoism.

Gender & Inner Alchemy Practice

In terms of the practice of Neidan (Inner Alchemy), there are places where techniques for men and for women are different. In the introduction to Nourishing the Essence of Life, Eva Wong provides a general outline of these differences:

In males, blood is weak and vapor is strong; therefore the male practitioner must refine the vapor and use it to strengthen the blood. …
In females, blood is strong and vapor is weak; therefore the female practitioner must refine the blood and use it to strengthen the vapor. (page 22-23)

If “dual cultivation” sexual practices are part of our path, there obviously will be differences that correspond to the differences between male and female sexual anatomy.
Mantak Chia and his student Eric Yudelove  have provided some very clear practice manuals, outlining these different techniques.

............sem esforço


Estás despid@ e tudo em ti é sabor, contemplas e aprecias a vida e o seu valor em todas as suas nuances e cores. Nada é ordinário, tudo é repleto de pequenos extras e saboreias mais do que catalogas.
Um dia vestes a capa da justiça e munid@ de espada e balança dás inicio à tua cegueira pela vida.
Sentes vergonha da tua nudez e o que era bom passa a ser separado em certo e errado. Perdes a pureza, cais do paraíso, ou como dizem nas tradições antigas, inicias a separação original (pecado, do latim "pecare" separar).

Aquele que saboreia, o ser do bem querer, encarna o personagem do juiz, do querer, ter razão. 
O inocente torna-se o pecador e a vontade de ser é camuflada pelos desejos de ter.
Determinas o teu sucesso pela comparação e como tal nenhuma verdadeira felicidade poderás manter, receberás a contínua insatisfação. Toda a tua vida irá desenrolar-se por meio de contrariedades. A pressão constante da competição e da luta, da comparação e do julgamento, brindará o teu caminho em dificuldades.
Avalias o valor de algo pelo seu custo, o mérito em função do esforço, o talento pela dificuldade, a superioridade pelo sacrifício. 
Criticas o bom e o mau, comparas o que é melhor e pior, julgas o que tem valor e o que é vulgar e desta forma todas as bênçãos te escapam. 
Ao que te é dado desconfias, pois não fizeste nada para merecer e lutas então para obter pelo suor, pois só assim consegues reconhecer o valor.
Perante a rosa focas o espinho, perante o céu focas a nuvem, a galinha da vizinha é sempre melhor que a tua e o teu telemóvel é sempre mais fraquinho.

Foste ensinad@ assim desde cedo por meio de testes e notas. Vinte de muito bom e cinco de burro. A Joana é melhor que tu mas tu és melhor que o Pedro.
Liberta-te da comparação constante, para que possas apreciar o simples, dar mérito ao natural, ser feliz com o que não tem custo e fluir pela vida.
Reeduca-te para deixares de comparar constantemente... porque cansa!
Deixa de julgar e achar... descobre e aprecia!
Diminui o planear e controlar... sê surpreendid@ e volta a brincar.

Poderás assim não viver tão fodid@, tão ansios@ pelo presente que não chega.
Apreciar o dia mesmo com aquela nuvem no céu, porque no fim de contas a nuvem está exactamente onde tem de estar no momento certo, para ser apreciada por aquele que sabe dar valor, sem esforço, simplesmente saboreando.


Vasco Daniel
http://gambuzinices.blogspot.pt/

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O Quinto Império




“No Quinto Império haverá a reunião das duas forças separadas há muito, mas de há muito aproximando-se:
o lado esquerdo da sabedoria – ou seja a ciência, o raciocínio, a especulação intelectual;
e o seu lado direito – ou seja o conhecimento oculto, a intuição, a especulação mística e cabalística.”

Fernando Pessoa



....................embrace emotion


I think one of the most important things I've learned this weekend is to embrace emotion.
True feeling itself!
Most of us have grown up to suppress and repress our emotions when they make us uncomfortable.

The best thing you can do when something feels is to feel it.
The goal of life is not to 'feel good' per say, (because who knows whats good or bad?)
But instead, to feel.

domingo, 10 de agosto de 2014

History of the Israeli Palestinian Conflict




Mas será assim tão difícil de ver e entender?????
Israel não existia...E a Palestina já existia há muitos séculos!!!!!

A palavra Palestina deriva do grego Philistia, nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza) se terem fixado no século XII a.C. os filisteus( origem é creto-miceniana).

A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.
E aqui, surge o conflito!!!
Todos queriam a Palestina!
E começam as guerras...as invasões e as conquistas...

Em meados do século XV a.C. a região é conquistada pelo faraó Tutmósis III.
Depois, a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os filisteus, que se recusam a aceitar a presença hebraica.
As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David.
Depois veio o domínio da Assíria (722 a.C.), os babilônicos (fins do século VII a.C.), os persas aquemênidas (539 a.C.), os greco/macedónios (331 a.C. permanecendo em poder dos ptolomaicos de 320 a 220 a.C. e dos Selêucidas de 220 a 142 a.C.) passando por uma retomada pelos locais Asmoneus que dominaram daí até o ano de 63 a.C. quando sobreveio o domínio romano.
Passando pela divisão do Império Romano, a região viveu entre 324 d.C. e 638 d.C.

De 1517 a 1917 o Império Otomano controla toda região (incluindo Síria e Líbano).

No século XIX (1850 em diante), judeus perseguidos nos territórios aonde estavam refugiados, começam a voltar para a região juntando-se aos judeus que já estabelecidos ali, dando surgimento a novas cidades como rishon letzion e no crescimento de comunidades com as de Mea Shearim. Ao mesmo tempo, fortes movimentos migratórios oriundos dos territórios sírios e de países árabes vizinhos, forçados pela escassez em seus territórios, também fizeram a população árabe local dar saltos populacionais.

Durante a 1ª Guerra Mundial, o Império Otomano que apoiava a Alemanha é derrotado e expulso do oriente médio pelos povos árabes e pelas tropas aliadas, o que teria-lhes garantido aos judeus o direito internacional para reconstituição de um estado judaico totalmente independente da Turquia garantido por uma "promessa" de ajuda dos Aliados, a Declaração Balfourd.

Na sequência do final da 1ª Guerra Mundial (1917), a parte sul do Império Otomano foi atribuído à Grã-Bretanha a região correspondente a Palestina e à França Líbano e Síria que teria ao sul dos montes libaneses outra comunicação com o mediterrâneo.

Em 1923 a Grã-Bretanha divide a sua zona em dois distritos administrativos, separados pelo rio Jordão, sendo que os Judeus apenas seriam permitidos na zona costeira, a oeste do rio (cerca de 25% da parte britânica). Os árabes rejeitam a divisão, receando tornar-se uma minoria e incitados pelo crescente nacionalismo árabe no médio oriente, assim como apoiando-se no acordo pós 1ª Guerra Mundial.

A Grã-Bretanha entrega a resolução do problema às Nações Unidas em 1947.
A Assembleia Geral das Nações Unidas determina a partilha da parte ocidental da Palestina (os 25% em disputa) entre um Estado Judeu e outro Estado Árabe, baseado na concentração das populações...



E aqui acontece a primeira grande injustiça, que não dá para entender...
Então se só 5% da população na Palestina eram judeus...onde está a justiça aqui????
A População da Palestina era:
80% Muçulmanos
15% Cristãos
5% Judeus
Todos viviam na Palestina, todos praticavam as suas religiões em Paz e Harmonia, sem conflito.

Então, o que aconteceu à Palestina???
Sionismo político!!!!
Que tinha como slogan:
" A land without people, for a people without land"
A questão aqui, é que a dita "terra" não era terra sem pessoas, muito pelo contrário, era densamente populosa.
O que o Sionismo Político reclamava era que, devido às grandes injustiças que praticaram contra o povo judeu na 1ª Guerra Mundial, que tinha de haver um Estado Judeu algures no Mundo.
As hipóteses foram: Uganda, Argentina, uma parte do Norte da américa( espertos, não quiseram os Judeus lá...ahahahah),e finalmente decidiram-se pela Palestina.

É como apaixonar-se por uma mulher...só que ela é casada!!!!

Os Judeus, queriam um Estado, reconhecido internacionalmente, e em troca de vários favores às grandes potencias, nomeadamente os EUA que sempre os apoiaram, obtiveram apoio internacional para o conseguirem...
E assim, a migração dos sionistas começou para a Palestina.
E a intenção era desapropriar e expulsar 95% da população que sempre viveu ali.
Putz...que justiça é esta????

Claro que só poderia sair violência e conflito daqui!
E até hoje, tem sido o maior holocausto de sempre (a maioria de palestinianos, cristãos e muçulmanos).
Muito maior do que o holocausto dos Judeus.
Mas os judeus, são educados a acharem que têm direito de fazer pior aos outros.
Aprendem isto na escola.





E em 1945 começa esta carnificina:

A Assembleia Geral da ONU a 29 de Novembro de 1947, deliberou a repartição da região palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união económica e aduaneira. 

A 14 de Maio de 1948 David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência.
A Liga Árabe recusa esta partilha, resolve não formar seu estado e ainda não reconhece o estado de Israel.

A Assembleia Geral das Nações Unidas determina a partilha da parte ocidental da Palestina (os 25% em disputa) entre um Estado Judeu e outro Estado Árabe baseado na concentração das populações, através da resolução 181.
Ora, aqui acontece a injustiça com os palestinianos, povo que viveu lá durante séculos:
Como é que um povo que se resumia a apenas 5% da população, fica com metade do Estado Palestiniano???????????
Metade essa que não eram 50%, mas sim 55%!!!!
Israel com 55%...e a Palestina com 45%??????????????????

A 14 de Maio de 1945 os israelitas declaram a constituição do estado de Israel, já os árabes que já haviam formado um estado em 75% do território (A Jordânia), recusam esta partilha.

Países árabes como Jordânia, Síria, Líbano, Arábia Saudita, Iraque e Iémen além do Egito,conclamam os árabes locais a abandonarem o território para que declarassem guerra ao novo estado judeu e prometeriam que ao varre-los no mapa, entregariam todo o território nas mãos dos mesmos.
Nos 19 meses seguintes, na chamada Guerra da Independência, ou  Guerra árabe-israelita, Israel acabaria por perder cerca de 1% da sua população, mas sairia vencedora, formando juntamente com os árabes que se recusaram a abandonar o local, um pais maior que o inicialmente proposto pelas Nações Unidas dois anos antes.
Egipto e Jordânia ocupam o território restante, Gaza, Judeia e Samaria.

E quem se lixou foi o mexilhão...

Aqui lixa-se tudo para os palestinianos, que ficam ainda pior do que já estavam antes.
Após um período inicial de estadia nos países árabes vizinhos, muitos destes refugiados palestinianos, traídos por seus próprios aliados, são expulsos dos países de acolhimento, dirigindo-se para o sul do Líbano, onde permanecem em campos de refugiados até hoje, não sendo integrados pelos países onde estão e passando o estatuto de refugiado de pais para filhos.



Em 1967, Egito, Jordânia e Síria juntamente com Líbano, Arábia Saudita e Iraque mobilizam os seus exércitos, com vista à destruição do estado Israelita. 
Naquela que ficaria conhecida como Guerra dos Seis Dias, Israel derrotou os seis exércitos em outras tantas frentes, ocupando a península do Sinai (Egito), Colinas de Golã (Síria) e Cisjordânia (Jordânia), incluindo o total controlo sobre Jerusalém.
Desde esse ano Israel adotou uma política destinada a promover a instalação de colonias civis israelenses, nos pedaços de terras desocupados e construindo as casas para os seus cidadãos.
O presidente americano Jimmy Carter, em 1978, juntou o presidente egípcio (Anuar Sadat) e o primeiro-ministro israelita (Menachem Begin) em Camp David, a fim de estabelecer o primeiro tratado de paz de sempre entre israelenses e árabes.
Foi aqui acordada a devolução da península do Sinai, retirando os colonias aí existentes, bem como o fim da agressão árabe ao estado de Israel e o restabelecimento de laços políticos e económicos.

No ano de 1982, Israel devolve a península do Sinai ao Egipto (zona cheia de petróleo e gás natural).



Em 1964, o Alto Comissariado da Palestina solicitou à Liga Árabe a fundação de uma Organização para a Libertação da Palestina (OLP), cujo missão estatutária é a destruição do Estado de Israel.
Em 1988, a OLP proclamou o estabelecimento de um estado palestino.
O principal líder da organização foi o egípcio Yasser Arafat, falecido em 2004.
Arafat, após anos de luta contra Israel, resolveu abandonar a luta armada, a violência e o terrorismo e iniciou as negociações que levaram aos Acordos de Paz de Oslo.

Desde 1994, parte da Palestina está sob a administração da Autoridade Nacional Palestina, como resultado dos Acordos.

Actualmente a Faixa de Gaza é governada pelo primeiro-ministro Ismail Haniyeh, do Hamas, e a Cisjordânia (Judeia e Samaria) pelo presidente Mahmoud Abbas, do Fatah, tendo havido confrontos armados entre os dois grupos em Gaza em 2007.

Em 29 de novembro de 2012, 65 anos depois da Resolução 181 que fez a partilha oficial da Palestina, a Assembleia Geral das Nações Unidas, numa votação histórica, reconheceu os territórios ocupados pelos palestinos como Estado-não membro da ONU,status político igual ao do Vaticano.
Na votação em que eram necessários apenas 97 votos a favor, com o apoio de 139 países, capitaneados na Europa pela França e tendo entre eles o Brasil, Angola e Portugal, o Estado Palestino teve seu reconhecimento feito para participar das reuniões da Organização como membro sem direito a voto.
Além de Israel, os Estados Unidos, Canadá e a República Tcheca ficaram entre os nove votos contrários (e 41 abstenções) à resolução.




Agora, em 2014...Israel só não acaba com os Pelestinianos de vez porque...não lhe interessa...era só querer...






A Cisjordânia ou Margem Ocidental é um território sob ocupação de Israel, reclamado pela Autoridade Palestiniana e pela Jordânia, situado na margem ocidental do rio Jordão.
É limitado a leste pela Jordânia e a norte, sul e oeste por Israel.

A Cisjordânia conta com uma população de 2.535.927 de habitantes, dos quais 2.171.927 são árabes palestinianos e 364.000 colonos judeus (incluem-se neste número os colonos de Jerusalém Oriental).
A população árabe é na sua maioria muçulmana sunita, com uma minoria cristã (ortodoxa grega e católica romana).
Cerca de 17% da população da Cisjordânia é praticante do judaísmo.

Até 1948, integrava a parcela remanescente da Palestina histórica, a qual foi dividida em três partes: uma parte passou a integrar o Estado de Israel e as duas outras, Faixa de Gaza e a Cisjordânia, ambas de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um Estado palestino, a ser criado conforme a Resolução 181 das Nações Unidas (1947), com a anuência da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido.

Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel após a Guerra dos Seis Dias. Desde então e até 2009, Israel demoliu mais de 20 mil casas de cidadãos não-judeus.

Posteriormente algumas porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administradas pela Autoridade Palestiniana, mas Israel mantém o controlo das fronteiras e está actualmente a construir um muro de separação, com 700 quilómetros de extensão, que, na prática, anexa porções significativas da Cisjordânia ocidental ao seu território.
A construção do muro, iniciada em 2004, isolou 160 mil famílias palestinas.

A resolução 181 da ONU previa que o estado judeu deteria 56% dos territórios da área do antigo Mandato Britânico da Palestina, na margem ocidental do rio Jordão, enquanto 44% seriam destinados a um Estado para o povo palestino, que, à época, ocupava 98% da área partilhada. Hoje Israel controla mais de 78% do antigo Mandato Britânico, excluída a porção ocupada pela Jordânia.

Mais de 750 mil palestinos foram expulsos de suas terras desde então.

As condições de vida da população palestina na Cisjordânia suscita preocupação das organizações multilaterais.
Várias missões enviadas pela ONU, assim como inúmeros testemunhos, indicam uma enorme regressão da qualidade de vida, do nível de educação e das condições sanitárias da população, sendo que o Estado de Israel controla 85% dos recursos hídricos das áreas sob jurisdição da Autoridade Palestina. 

Desde a Segunda Intifada, houve um aumento das severas restrições à circulação de mercadorias e pessoas impostas pelas Forças Armadas de Israel. 
Algumas cidades, como Jericó ou Jenin, foram cercadas por um fosso que impede a entrada ou saída da cidade, exceto pelos pontos de passagem (checkpoints) controlados pelo exército israelense. 

Actualmente, mais de 2/3 dos palestinos dispõem de menos de USD2 por dia para sobreviver.

............no tempo certo!


Ho'oponopono...



Há duas ou três semanas... me senti muito incomodada com uma situação que, inesperadamente, chegou-me nas primeiras horas da manhã...

Nem tive como conter a irritação... que foi a minha reação imediata... mas, assim que me percebi reagindo daquela forma, o Ho'oponopono se fez presente, e tudo mudou...
Com a certeza de que ali estava algo que só apareceu em minha realidade como oportunidade de limpar o que estava dentro de mim, e que eu era 100% responsável, dediquei-me à prática...
Em princípio, senti uma certa opressão no peito, que tentava me puxar para a autopiedade... a respiração parece que ficou comprimida... sem espaço, e pude observar como todo meu corpo reagia a alguma memória que veio com aquela situação...

Recebi todos esses sintomas com amor e gratidão porque sabia que representavam também o caminho para a liberação.

Enquanto praticava o Ho'oponopono repetindo "Eu Te Amo! Eu te Amo! Eu te Amo"!... podia sentir que o mal-estar físico e emocional ia se dissolvendo pouco a pouco... e o alívio, sob forma de sentimento de paz e expansão, chegava de mansinho...

Dessa vez, ao mesmo tempo que foi intensa a reação, parece que a liberação também aconteceu de forma muito rápida... tudo foi se dissolvendo assim como por mágica... e, em pouco tempo, o que me deixou tão irritada... não tinha mais nenhum poder de me tirar do eixo... deixou de exercer qualquer efeito... ficou neutro... e eu fiquei livre...

O que antes poderia ter se estendido por dias e gerado mais e mais memórias equivocadas, provocadas por queixas e por tentativas de entendimento racional, foi cortado pela raiz...
Parece que o Universo me mostrava ali como o Ho'oponopono atua... e eu observava encantada.
É que algumas vezes pensamos, equivocadamente, que as coisas não estão sendo limpas... e só percebemos a liberação quando, algum tempo depois, nos deparamos com o mesmo tipo de situação e não reagimos mais a ela... O que antes nos tirava do sério e provocava muitas emoções, não tem mais poder sobre nós...
Por já ter feito muito Ho'oponopono... alcançado muitas bênçãos e por ter muita certeza que funciona mesmo, não desisto... mesmo quando "parece" que não está funcionando, porque sei que está...

Às vezes temos uma paciência enorme para manter os mesmo padrões por vidas a fio... e muito pouca para resolver de vez o problema...
E o Ho'oponopono atua limpando a causa, da qual nossos problemas são só o efeito.

Com o tempo fica natural a certeza que tudo está dentro... e não perdemos mais muito tempo culpando o outro e o mundo pelo que nos acontece...
Sei que muitas vezes parece que não temos mesmo, em absoluto, nada a ver, com coisas que nos chegam "de fora".
Mas... por que chegaram justamente em nossa vida, nossa casa... nossa realidade... nossa história... e por que nos sentimos tão afetados por elas?

Depois do Ho'oponopono, essa compreensão vai ficando tão clara... que nem perdemos mais tempo e partimos direto para a limpeza das memórias equivocadas, que se projetam na nossa realidade, como qualquer tipo de problema.
Seja de saúde... emocional, de dinheiro, de amor... de alguma coisa que estraga... enfim, para tudo que seja um problema podemos fazer Ho'oponopono para limpar a causa...
Se não existe mais a causa, não existe mais o problema... e a nossa vida passa a fluir mais em harmonia...

Se antes tentava fugir das coisas que me incomodavam, hoje sei que posso me harmonizar com elas... Sou grata a cada "problema" porque sei que são oportunidades de limpeza... e que limpando as memórias estou abrindo espaços para a Divindade fluir...

Ho'oponopono para mim é uma bênção... agradeço profundamente a Morrnah Simeona, ao Dr Len e a Mabel Katz... com muito Amor...


Rubia A. Dantés

Ta Moko


Foto by Jimmy Nelson

Tattooing has always been an important part of Maori culture.
Receiving tattoos was an important step to maturity and there were many rites and rituals associated with the event.
Every member of a Maori tribe had a specific role and a specific place within the social order.

sábado, 9 de agosto de 2014

Mario Benedetti



Alcançar seus sonhos e desfrutar de seu sucesso é lindo, 
mas compartilhar momentos de alegria com outra pessoa é ainda mais bonito. 

 Mario Benedetti

Ho´oponopono... sonhos...



Ho'oponopono tem operado transformações profundas em minha vida e na de muitas pessoas que me dão esse retorno...
Mas o que mais me encanta é que sinto que... tenho a chave para essas transformações nas minhas mãos... e não dependo de nada fora de mim para libertar o que é problema, ou me incomoda em minha realidade.

Tenho acompanhado essas mudanças pelos sonhos muito claros que tenho tido... e nesses sonhos me vejo em situações que me explicam determinadas coisas que passei, como se tivesse vivido o mesmo tipo de experiência em outra vida... e algumas vezes fazendo outros papeis na mesma experiência...

Pelo que tenho vivenciado e percebido, pelo retorno de outras pessoas, que também fazem Ho’oponopono, é que passamos a sonhar mais.... ou a lembrar mais dos sonhos, que trazem sinais claros indicando o que está sendo libertado... e nos guiando para o próximo passo da limpeza de memórias.
Os sonhos se tornam cada vez mais significativos e mais ricos em detalhes... e vão nos revelando ligações e conexões que nos fazem perceber, em um nível que não passa muito pelo racional, por onde estamos caminhando nesse processo. O que nos dá uma confiança e uma força muito grande para continuar.

Como um observador silencioso, recebo os sinais... sincronicidades e insights, e busco interferir o mínimo possível, tentando não fixar nada nem criar nenhum caminho a partir do que recebo... porque sei que a Divindade vai estar me guiando a cada passo... Sei que se eu tento fazer planos com a mente isso pode interferir no que acontece, de forma simples e natural, pelo fluir da Divindade...

Cada memória que limpamos nos abre mais possibilidades de ampliar as nossas experiências... e sentimos isso de forma cada vez mais real.
Quando faço o Ho’oponopono um fluxo invisível de energia me faz sentir nitidamente a conexão com o Divino... é algo quase palpável e algumas vezes a energia é extremamente forte e me faz sentir muito bem...

Tenho usado esta técnica para tudo que me incomoda...
Seja um sentimento... um sonho... uma pessoa... um pensamento... qualquer coisa que no meu dia-a-dia me mostre que existem memórias vindo à tona para serem limpas... eu faço o Ho’oponopono... e persisto até que sinto que aquela situação foi libertada.

Às vezes entro em contato com uma sensação desagradável que vem do que está sendo limpo... procuro deixar ir com amor... sem me apegar... sabendo que é só um reflexo do que está sendo libertado. Sei que estou ultrapassando algo que vai me deixar mais livre... e isso me incentiva a continuar... facilitando esses momentos.

Temos um potencial incrível para crescer... e um... também muito grande, para sabotar esse crescimento... então, quando sabemos que podemos atuar diretamente sobre o que nos incomoda, isso não nos deixa mais muita saída para ficar reclamando, nem entrar no “coitadinho de mim”... pois, se eu tenho um problema e tenho como resolver... não tenho mais desculpas.
Tenho tido cada vez mais clareza... que a escolha para que as mudanças aconteçam está em nossas mãos e que ferramentas preciosas estão disponíveis para tornar possível essas transformações tão necessárias... para que cada um de nós possa manifestar seus Dons... sem medo e sem interferências de experiências passadas, que ficaram registradas em sua memória.
Ho’oponopono... pelo Amor e Perdão, tem sido um caminho precioso e de muita Luz, que me encoraja a olhar de frente cada situação, sabendo que tenho a chave para resolvê-la... e que a partir... daí, do Vazio... a Paz se torna possível...


Rubia A. Dantés

.....amores incompletos

¿Qué pasa cuando sólo uno de los dos siente que está mucho más involucrado en la relación que el otro?
 ¿realmente hay amor?
 Hoy en Reflexiones para vivir mejor hablaremos de los amores incompletos.


 

Eu já tive um namoro assim...mas, na altura, tinha pouca inteligência emocional, e deixei arrastar a situação durante 3 anos...
Na altura achava que, se fosse muito exigente, no que dizia respeito aos homens, acabaria sozinha.
E ficar sozinha, na altura, era um dos meus monstros, um dos meus fantasmas.
E por isso, tolerava tudo...resmungava, mas tolerava.

Se fosse hoje, só tinha durado uma semana!!!!!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Dantas


"Todas as mulheres têm na vida uma hora perigosa.
Essa hora decide da sua existência inteira. 
É a hora do Diabo.
É o instante de fragilidade em que sucumbem para sempre,
ou em que para sempre se salvam"

Julio Dantas


É a hora da Lilith!!!!!

No te enamores de una mujer así...



"...No te enamores de una mujer que lee, de una mujer que siente demasiado, de una mujer que escribe...
No te enamores de una mujer culta, maga, delirante, loca...
No te enamores de una mujer que piensa, que sabe lo que sabe y además sabe volar... una mujer segura de sí misma...
No te enamores de una mujer que se ríe o llora haciendo el amor, que sabe convertir en espíritu su carne... y mucho menos de una que ame la poesía (esas son las más peligrosas)... o que se quede media hora contemplando una pintura y no sepa vivir sin la música...
No te enamores de una mujer a la que le interese la política y que sea rebelde y sienta un inmenso horror por las injusticias...
Una que no le guste para nada ver televisión...
Ni de una mujer que es bella sin importar las características de su cara y de su cuerpo...
No te enamores de una mujer intensa, lúdica, lúcida e irreverente...
No quieras enamorarte de una mujer así...
Porque cuando te enamoras de una mujer como esa, se quede ella contigo o no... te ame ella o no... de ella, de una mujer así... JAMAS se regresa"...

Podrán dejarte... pero olvidarte ?.... JAMÁS !!!....

Autor anónimo