terça-feira, 6 de agosto de 2024
Kindness
Controlling Disrespect Through Stoic Wisdom
Ten practical principles for handling disrespect in various life situations:
Signs Of Disrespect:
This imbalance can manifest in countless ways, like:
- Passive-aggressive behavior: Backhanded compliments, silent treatment, or deliberate forgetfulness.
- Emotional manipulation: Guilt trips, threats, or making a partner feel responsible for their emotions.
- Breaches of trust: Dishonesty, secrets, or neglecting needs and agreements.
- Dismissive or invalidating communication: Interrupting, belittling, or refusing to consider their partner’s perspective.
Here are some examples of disrespectful behavior in a relationship:
sábado, 3 de agosto de 2024
Man in the Arena Speech by Theodore Roosevelt with Audio, Read by John F...
“It is not the critic who counts; not the man who points out how the strong man stumbles, or where the doer of deeds could have done them better.The credit belongs to the man who is actually in the arena, whose face is marred by dust and sweat and blood; who strives valiantly; who errs, who comes short again and again, because there is no effort without error and shortcoming; but who does actually strive to do the deeds; who knows great enthusiasms, the great devotions; who spends himself in a worthy cause; who at the best knows in the end the triumph of high achievement, and who at the worst, if he fails, at least fails while daring greatly, so that his place shall never be with those cold and timid souls who neither know victory nor defeat.”THEODORE ROOSEVELT: “CITIZENSHIP IN A REPUBLIC,”APRIL 23, 1910
- It means we’re pushing ourselves beyond the limits of our current skillset.
- We’re venturing into the wilderness beyond the borders of our comfort zones.
- We’re consciously and deliberately placing ourselves in situations where our character and values are actually being tested (which is the only time we’ll ever know if they really hold true).
As much as we’re told that winners write the history books, it’s the losers who often earn the world’s admiration.We can name the leaders of botched revolutions and uprisings.We can trace the trails left by explorers who never found what they were searching for.We can cite the men and women whose best endeavors turned into absolute catastrophes.Failed bobsled teams and botched moon missions, lost Antarctic voyages and last-stands against oppression.
Despite their defeats, we celebrate these people as heroes.Why?Because they were there.
Whether it’s a creative project, a new job, or even the lifelong battle for a healthier body, it’s the ambition, commitment, and courage to actually try that distinguishes us.
How do you tell the athletes from the spectators?
Not by who’s sporting the team colors. Not by who’s roaring the loudest. Not by who’s the strongest person there or even the most experienced or the person with zero points
It’s who’s actually on the field, in the dust and the sweat and blood, instead of up in the bleachers.Stepping into the arena. Being there.That’s all that matters. That’s all it takes.
The Rise of Theodore Roosevelt
The Rise of Theodore Roosevelt (1979) is a biography about the life of the 26th United States President Theodore Roosevelt by Edmund Morris when the author was forty years old.It is the first in a trilogy continued more than twenty and thirty years later by Theodore Rex (2001) and Colonel Roosevelt (2010).It won the 1980 Pulitzer Prize for Biography or Autobiography and the 1980 National Book Award in Biography.
The Rise of Theodore Roosevelt covers this time period, from his birth in 1858 to his first day in office as President in 1901 after William McKinley was shot.
This episode sets the tone for the ensuing 900 pages, a battle of will for someone that is constantly knocked down and by sheer determination continues to get back up.
The Rise of Theodore Roosevelt is almost Homer-esque, a sprawling epic poem in which the hero is determined to overcome the countless obstacles through cunning and determination on his way home from battle.
sexta-feira, 2 de agosto de 2024
YOUR BLACK & WHITE THINKING MAKES YOUR ANXIETY WORSE
In pre-planning and expecting things to go one way or another, we are usually trying to avoid and prevent things from feeling difficult or even unbearable. Perhaps avoiding pain, rejection, being vulnerable. Maybe trying to prevent shame, humiliation, abandonment, being exposed, or being judged.
This cycle keeps your anxiety alive and powerful.
It’s like feeding the anxiety monster.
Life’s not exact
Human’s aren’t exact
It makes your anxiety worse
Your unresolved issues will keep cropping up
- Notice Your Absolutes language
- Explore the spaces in between – the gray area
- Embrace your imperfectness
- Discover your true self
- Ride the wave
- Know you’ll be ok
- Work to heal your unresolved issues
The Truce and the Peace
quinta-feira, 25 de julho de 2024
Vida Imaginada
O Papel da Mãe
Não é fácil lidar todos os dias com quem ainda não conhecemos.
Cada um de nós é um pequeno Universo, com a sua própria energia, padrões, passado e proposta de evolução. A máscara que usamos dos nossos papeis sociais escondem, na maior parte das vezes, a verdade complexa do que nos vai dentro.
Claro que os mapas astrológicos e numerológicos ajudam e dão pistas claras dos padrões de cada um. Mas o que eles não mostram é o grau de consciência e evolução em que cada pessoa está a viver as suas energias.
Por esta razão, para conhecer a história da pessoa e para perceber se ela está consciente e alinhada ou não com as suas energias, ouço a sua versão e o que a trouxe a uma consulta.
Não há muito tempo alguém me dizia que se sentia presa num trabalho frustrante que nada lhe dizia, ainda por cima sujeita a uma chefe autoritária e agressiva incapaz de a respeitar.
A bandeira vermelha surge quando afirma que não precisa falar sobre a mãe porque deixou de falar com ela há anos e já fez 5 anos de psicoterapia que a ajudou finalmente a perdoar as mágoas que a mãe lhe deixou porque era extremamente autoritária e agressiva.
Talvez para uma mentalidade conservadora / religiosa / julgadora / vítima, este discurso ainda faça sentido e despolete até sentimentos de pena da ´má sorte´ desta pessoa.
Mas acredito que para quem está já familiarizado com os conceitos de Responsabilidade Karmica, este discurso esconde imensos sinais de alarme de quem não está ainda consciente da dualidade da vida, das leis universais, da responsabilidade pessoal ou sequer do propósito de evolução espiritual.
Antes de mais, precisamos perceber o papel da mãe que não foi "escolhida" ao acaso.
A posição da Lua no mapa, dá-nos, para além de muitas outras, duas pistas básicas:
- uma, o imaturo passado inconsciente do próprio;
- a outra, a mãe da pessoa em questão, e neste caso confirma-se o autoritarismo e a agressividade que ela própria carrega como sombra, projetada inconscientemente na mãe.
Deste ponto de vista, e usando outros aspetos de ambos os mapas, podemos então contar a história Karmica perante os mesmos factos:
Algures em vidas passadas, pelas mais variadas razões, esta pessoa não fez o seu trabalho de responsabilidade pessoal, não amadureceu as suas emoções, não seguiu o seu caminho individual ou sequer cumpriu a sua missão espiritual. Essa imaturidade e traição a si mesma, gerou frustração e raiva que acabou por ser manifestada na forma de agressividade, usando e abusando de quem a rodeava como forma de compensação. Este formato de vida, prisioneiro de crenças limitadoras e uma profunda ignorância espiritual fê-la assumir uma postura autoritária, ou seja, incapaz de amadurecer, crescer e ser autora da sua própria vida, projetou esse autoritarismo, mandando na vida dos outros.
Esta pessoa, ou melhor dizendo, estas energias passadas que ela esconde dentro de si mesma e que vêm em busca de cura na vida presente, estão representadas na própria mãe que aparece na sua vida como "lembrete" do seu próprio passado, como consciência da sua própria sombra. A nossa mãe faz, na maior parte das vezes, esse difícil papel de nos lembrar de onde viemos para que, através dela, possamos curar e transformar o que dela em nós ainda sobrevive. Somos assim a proposta de cura desse velho padrão que embora ainda seja visível na nossa mãe, vem em nós e no nosso mapa, preparado para ser limpo.
Perante esta visão Karmica, o perdão não faz sentido.
Não há nada para perdoar a não ser a nós próprios pelo que criámos sem qualidade e sem amor e que pelas Leis a nós retorna em busca de aprendizagem, cura e libertação. Aliás, se trocássemos o conceito de perdão por entendimento karmico, deixariam de haver tantos dilemas familiares, culpas e projeções das próprias sombras nos outros.
Perante esta nova visão esta menina não só afirma que depois de anos de psicoterapia, nunca nada lhe fizera tanto sentido, e com os olhos cheios de água diz que há anos que não sentia uma vontade enorme de ir dar um abraço à mãe.
Alertei que a mãe veio para fazer aquele papel e está também sujeita às suas próprias energias. Que embora ela tivesse expandido a sua consciência e percebido finalmente o papel da mãe na sua vida, a mãe ainda era a mãe de sempre. Mas mudando a sua atitude e energia perante a mãe, daria assim início à possibilidade de cura da relação e da própria mãe também.
Sem esta visão Karmica, esta menina não teria amadurecido e entendido a sua energia e a sua história. Teria ficado presa no estado de vítima da má sorte, no julgamento da mãe como pessoa má. Incapaz de entender o papel da mãe, fecharia-se para a cura da sua própria sombra, ficando presa nas mesmas frequências até que a cura acontecesse.
Ter atraído aquela chefe era já prova disso. Sem esta visão o laço karmico que prende as duas não seria dissolvido com o amor que ela agora aprendia a ter pela mãe pela primeira vez na vida. Pela primeira vez também, ao iluminar a sua sombra, revelaram-se também aspectos do seu potencial e da sua Luz verbalizando a sua vontade de profissionalmente, ajudar pessoas.
Vera Luz








